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O Município do Porto criou o programa municipal “Porto com Sentido – Ampliar e Diversificar o Programa de Habitação a Preços Acessíveis na Cidade do Porto” (PcS) em que promove, em permanência, consultas públicas que visam o arrendamento de imóveis privados, no regime de renda acessível, no concelho do Porto. O objetivo é disponibilizar casas às pessoas e famílias da classe média, de forma a aumentar a oferta e o apoio à habitação a preços mais adequados aos respetivos rendimentos, através do subarrendamento das respetivas casas.
O ano de 2023 já arrancou e para muitas famílias é um ano de recomeços, um ano em que decidiram procurar uma nova casa para morar. E aqui há uma escolha a fazer: será melhor arrendar casa ou avançar para a compra de uma habitação? A pesar na decisão está o estilo de vida do agregado, bem como as poupanças disponíveis. E há ainda outro fator a colocar na balança: a taxa de esforço. Isto porque importa saber que, em Portugal, a renda da casa pesa muito mais no salário (54%) do que a prestação da casa (41%), de acordo com os dados do idealista relativos ao verão de 2022.
As estimativas da consultora imobiliária Cushman & Wakefield (C&W) apontam para que tenham sido investidos no ano passado cerca de três mil milhões de euros em imobiliário comercial, o que representa um aumento de 39% face ao ano anterior. Significa, então, que 2022 será o terceiro melhor ano de sempre, apenas atrás de 2018 e 2019. Isto em pleno contexto económico marcado por uma alta taxa de inflação e por aumentos consecutivos da taxa de juro diretora por parte do Banco Central Europeu (BCE). Mostramos, em baixo, como se comportou o setor ano passado, segmento por segmento, e revelamos quais foram os principais negócios do ano.
O ano de 2023 já arrancou e traz consigo um conjunto de novidades no que diz respeito à atualização das rendas das casas. No âmbito das medidas de mitigação do impacto da subida dos preços, o Governo socialista colocou um limite à subida de rendas de 2% que entra em vigor já a partir de janeiro de 2023. E, para compensar os senhorios desta limitação, o Executivo também desenhou benefícios fiscais, que vão isentar de impostos entre 9% e 30% dos rendimentos prediais em sede de IRS e em 13% os rendimentos em sede de IRC. Explicamos o que muda na atualização das rendas em 2023.
Especialistas no setor imobiliário e conscientes da situação atual do país, empresas como a Clikalia pretendem dar resposta às necessidades do mercado. A iBuyer número um da Europa e do México oferece, de 3 a 15 de janeiro de 2023, descontos num total de 120.000 euros em nove imóveis em Lisboa.
O governo francês lançou um mapa interativo online que permite comparar os preços das casas para arrendar no país, município por município. Foram elaborados mapas, para cada tipologia de imóveis, de forma a materializar o valor médio das rendas, com encargos incluídos, em cada concelho.
O arranque de um novo ano é um momento de recomeços e reflexões. E há quem comece a redefinir prioridades e a procurar novas estratégias para garantir um rendimento extra, especialmente num momento em que a inflação em Portugal continua alta. Para muitos, investir em imobiliário está em cima da mesa para rentabilizar as poupanças. E há boas notícias sobre esta matéria: comprar uma casa em Portugal para, depois, colocar no mercado de arrendamento apresentou uma rentabilidade de 6,3% no último trimestre de 2022, mais 0,7 pontos percentuais (p.p) do que no mesmo período de 2021 (5,5%).
Na reta final do ano, o Governo aprovou um decreto-lei que introduz alterações ao programa Porta 65 Jovem e ao Programa de Arrendamento Acessível (PAA). O objetivo passa por “aperfeiçoar estes instrumentos, desburocratizar e simplificar os seus procedimentos”, para tentar aumentar o leque de candidatos que podem beneficiar destes apoios à habitação. O idealista/news preparou um guia resumo com as principais mudanças.
É mais um empreendimento residencial a sair do papel em Lisboa. O Priority 1907, que está localizado perto da estação ferroviária de Alcântara Terra, na Rua Prior do Crato, foi inaugurado recentemente pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, e traz ao mercado 18 novos apartamentos. Trata-se de um projeto de reabilitação desenvolvido pela espanhola Acciona e pela sua sócia CleverRed.
“Arrendar casa: a dinâmica de um mercado com falta de oferta”. Este foi o título do resumo anual que escrevemos no final ano passado, em jeito de balanço do segmento do arrendamento em Portugal em 2021. Título esse que faria sentido, de certa forma, usar também neste artigo, relativo ao comportamento do mercado em 2022. A verdade é que continua a ser uma necessidade a existência de mais senhorios e inquilinos no país, de forma a aumentar a oferta, até porque o arrendamento continua a atrair famílias para viver. O problema é que os preços praticados continuam a escalar, apesar da conjuntura atual, marcada por alta inflação, subida de taxas de juro etc.
A Câmara de Sines vai iniciar no próximo ano a aquisição, construção e reabilitação de habitações para beneficiar 162 agregados familiares, no âmbito da Estratégia Local de Habitação, que prevê investir 13 milhões de euros. Este processo liderado pelo município surge no âmbito do 1.º Direito, um programa de apoio público que promove soluções de habitação para pessoas que vivem em condições indignas e que não têm capacidade financeira para suportar o custo do acesso a uma habitação adequada.
A pandemia da Covid-19 gerou um boom imobiliário mundial. Durante a crise marcada por vários períodos de confinamento, as famílias passaram a valorizar mais a casa e foram engordando as suas poupanças, fatores que aliados aos baixos juros dos créditos habitação ajudaram a impulsionar a procura de casas para comprar um pouco por todo o mundo. Foi por isso mesmo que os preços das casas à venda continuaram a aumentar mesmo durante a crise. Mas a consequência deste panorama é só uma: as famílias passam mais tempo a pagar a casa, sendo precisos cada vez mais anos de salário para o fazer.
O ano que se aproxima vai ficar marcado pelo aumento generalizado de preços que os consumidores irão pagar pelos serviços que usam no dia a dia, com a inflação em novembro a atingir os 9,9%. A eletricidade vai aumentar para quem está no mercado regulado, mas também para alguns clientes que passaram para o liberalizado, pressionada pelos preços do gás natural, usado para produzir eletricidade. As portagens também registam acréscimos, assim como as rendas, ainda que limitadas pelo Governo, tendo em conta o impacto da inflação nestes preços.
A Câmara de Braga aprovou, por unanimidade, o Regulamento Municipal de Arrendamento Acessível, que isenta os senhorios do pagamento de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) durante o período de vigência dos contratos de arrendamento. Para o município, esta medida constitui-se "como um incentivo adicional" para os senhorios aderirem ao programa.
A empresa espanhola especializada em ativos imobiliários na área da saúde, Healthcare Activos, comprou dois novos hospitais em Portugal, pertencentes ao FSG Saúde, explorados pela Luz Saúde em regime de arrendamento de longa duração.
Entre janeiro e novembro foram ocupados 312.000 metros quadrados (m2) de escritórios em Lisboa e no Porto. Trata-se de uma atividade recorde e que supera em 75% os 178.000 m2 tomados no mesmo período do ano passado, nas duas regiões. Em causa estão os dados do Office Flashpoint da JLL.
O mercado de arrendamento está na ordem do dia, tendo o Governo criado um travão ao aumento das rendas em 2023, que será de 2%. Um tema que gerou nos últimos tempos muita polémica. No artigo desta semana da Deco Alerta explicamos tudo sobre o processo de atualização de rendas, que estão, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), a subir – cresceram 7,6% no terceiro trimestre face ao mesmo período do ano passado.
O Governo aprovou esta quinta-feira (22 de dezembro de 2022) alterações ao programa Porta 65, que apoia financeiramente jovens que querem arrendar casa, atualizando os tetos máximos de renda, o que permitirá aumentar o leque de beneficiários.
Em Portugal, arrendar casa continua a ser uma opção para milhares de famílias. Até porque é um regime mais flexível e menos burocrático do que o mercado de compra e venda. Só entre janeiro e setembro de 2022 foram fechados 67.870 novos contratos de arrendamento no país, mais 6% do que em igual período de 2021. Mas o INE deu conta que no verão de 2022 arrendaram-se menos casas do que na mesma altura do ano passado: o número de contratos caiu 5,5%. E os dados mostram-nos que em 17 dos 24 municípios com 100 mil habitantes foi registada uma queda no número de novos contratos de arrendamento.
2022 é um ano que entra para a história, desde logo pelo facto de ter ficado marcado pelo eclodir de uma guerra na Europa, que acontece depois do mundo ter sido obrigado a dar resposta a uma crise também inesperada, denominada pandemia. E a fatura acabou por ser também passada em nome do setor imobiliário. Mas resiliência parece continuar a ser palavra de ordem, mesmo num cenário de alta taxa de inflação, de custos de construção a subir e de taxas de juro a escalar. Os desafios persistem, bem como as incertezas, mas há vontade e força por parte dos vários palyers em manter vivo o setor.