A pesquisa encontrou 597 resultados
Resultados da pesquisa
A Concreta – Feira de Arquitetura, Construção, Design e Engenharia estará de volta à Exponor, em Matosinhos para a sua 30ª edição, entre os dias 24 e 27 de abril de 2022. A bienal regressa com novidades técnicas e tecnológicas, soluções e novos materiais, a par de novas tendência
A habitação é um direito fundamental e é um dos principais focos desenhados no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Até 2026, a construção não vai ter mãos a medir para que 26.000 casas estejam concluídas só no âmbito do 1º Direito.
Foram várias as medidas extraordinárias desenhadas para minimizar o impacto da pandemia no setor da habitação. Mas será que chegaram? Não. Segundo a auditoria do Tribunal de Contas (TdC), o grau de execução e de eficácia destas medidas revelou-se "insuficiente".
Se há setor que se manteve resiliente durante a pandemia foi o da promoção imobiliária. Manteve e mantém. A verdade é que a crise parece ter passado – ou estar a passar – ao lado do setor, visto que continuaram a comprar e vender-se muitas casas, apesar dos preços também acompanharem esta tendência de crescimento. Paralelamente, há novos projetos a serem lançados e a saírem do papel. Um negócio que continua a dar frutos e a despertar o interesse de estrangeiros, apesar de haver muitos portugueses a investir em imobiliário. Mas qual é a receita do sucesso? Que segredos há por desvendar? O que esperar da promoção imobiliária no futuro? Contamos tudo, com a ajuda de quem sabe e anda no terreno.
Através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o Programa 1º Direito vai financiar 26 mil habitações a 100%, que deverão ser entregues até ao segundo trimestre de 2026. O financiamento já está disponível no Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU).
A SOLYD Property Developers é uma das promotoras imobiliárias mais ativas no mercado residencial nacional. E mesmo em tempos de pandemia da Covid-19 não tirou o pé do acelerador. A aposta tem passado sobretudo por empreendimentos de construção nova em Lisboa, como por exemplo o projeto Altear, e pela oferta de casas para a classe média/média alta, com os portugueses em destaque. E há novidades à vista. Prometendo mais detalhes para breve, Sónia Santos, Marketing & Sales Manager da SOLYD, revela ao idealista/news que será apresentado num futuro próximo um novo projeto em Miraflores, às portas da capital. “São cinco edifícios residenciais mais um edifício de escritórios”, conta.
Num momento em que profissionais do imobiliário reclamam falta de oferta em Portugal, o mercado dá sinais de dinamismo.
O Laranjeiras Luxury Apartments, um empreendimento com sete apartamentos de luxo localizado na Travessa das Laranjeiras, na Foz do Douro, no Porto, vai sair do papel. Em causa está um projeto de reabilitação e ampliação de um edifício existente do Grupo Omega, com promoção da sua associada Planolare lda.
No rescaldo de quase dois anos de pandemia, muita coisa mudou. O mundo, a economia, os mercados. Foi um período de desafios, também, para o imobiliário.
Manuel Carlos Carvalho fundou a Réplica Real Estate em 1989, na qual se mantém ainda hoje como CEO, mas agora partilha a liderança da empresa com os filhos – Bruna e Alexandre Carvalho.
A comercialização de projetos residenciais em regime de exclusividade foi uma prática que a Réplica sempre privilegiou no seu percurso de mais de três décadas e que, atualmente, é visível num conjunto de mais de uma dezena de empreendimentos novos, localizados sobretudo no Porto, Vila Nova de G
O Grupo Barbot vai investir 2,5 milhões de euros numa nova fábrica de revestimentos em pó em Rio Maior, no Ribatejo.
O ministro das Infraestruturas e Habitação defendeu que a diminuição da carga fiscal no setor da construção não irá resultar na redução dos preços das casas e apelou à cooperação entre o setor público e privado.
A construção de casas para serem depois colocadas no mercado de arrendamento – um modelo conhecido por ‘build to rent’ – é um “fenómeno” recente em países como Portugal e Espanha, apesar de ser muito comum nos EUA ou na Alemanha, por exemplo. Uma tendência que parece não estar a passar ao lado dos bancos: no Reino Unido, o grupo bancário Lloyds foi o último a entrar neste setor, com a aspiração de se tornar proprietário (e senhorio) de 50.000 residências na próxima década.
A pandemia fez-nos repensar o modo como vivemos (dentro e fora de casa). Que futuro nos espera? A cidade vai dar lugar ao campo? A vivência do espaço público será assim tão diferente?
Quem atualmente quer comprar ou arrendar casas procura espaços com características e benefícios de eficiência, conforto e saúde, mas também a garantia de que está a consumir de forma mais responsável e sustentável. E esta é uma tendência a ganhar força.
A pandemia chegou e deixou o mundo e a economia em pânico. Mas há um setor que em Portugal escapou à crise causada pelo novo coronavírus. O imobiliário. De mãos dadas com o ramo da construção, adaptou-se e arranjou forma de fintar a pandemia. E no segmento residencial o segmento de luxo foi dos que melhor resposta deu à Covid-19. A procura manteve-se alta e a compra, venda e arrendamento de casas não esmoreceu. E neste “campo”, o destaque vai para segmento residencial premium, que se consolidou, conforme revela ao idealista/news Nuno Garcia, diretor-geral da GesConsult. Uma tendência que não está a passar ao lado dos portugueses, pelo contrário.
A suíça Mexto, empresa de investimento imobiliário especializada no segmento de luxo, continua atenta ao mercado imobiliário residencial em Lisboa. O seu mais recente projeto é a Maison Eduardo Coelho, no Príncipe Real, cujas obras estão a decorrer e deverão ficar concluídas em julho de 2022. Em causa está a reabilitação de um edifício histórico do início do século XIX que dará lugar a sete apartamentos, num investimento de 8,5 milhões de euros. A empresa vai investir mais 20 milhões de euros no país até ao final do ano e outros 20 milhões em 2022.
Está a nascer um novo projeto residencial junto à Rotunda da Boavista, no Porto. O empreendimento BoaVista Apartments terá oito apartamentos com jardins privativos, e deverá estar concluído no segundo semestre do próximo ano.
A crise do subprime, que afetou Portugal sobretudo entre 2008 e 2012, deixou marcas profundas em Lamego e na região envolvente, onde parte significativa das empresas de construção e de promoção imobiliária acabaram por fechar.