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Bancos apostam no ‘build to rent’

Bancos investem no ‘build to rent’ e querem ser senhorios

A construção de casas para serem depois colocadas no mercado de arrendamento – um modelo conhecido por ‘build to rent’ – é um “fenómeno” recente em países como Portugal e Espanha, apesar de ser muito comum nos EUA ou na Alemanha, por exemplo. Uma tendência que parece não estar a passar ao lado dos bancos: no Reino Unido, o grupo bancário Lloyds foi o último a entrar neste setor, com a aspiração de se tornar proprietário (e senhorio) de 50.000 residências na próxima década.
"Os portugueses começam agora a investir no mercado residencial de luxo"

"Os portugueses começam agora a investir no mercado residencial de luxo"

A pandemia chegou e deixou o mundo e a economia em pânico. Mas há um setor que em Portugal escapou à crise causada pelo novo coronavírus. O imobiliário. De mãos dadas com o ramo da construção, adaptou-se e arranjou forma de fintar a pandemia. E no segmento residencial o segmento de luxo foi dos que melhor resposta deu à Covid-19. A procura manteve-se alta e a compra, venda e arrendamento de casas não esmoreceu. E neste “campo”, o destaque vai para segmento residencial premium, que se consolidou, conforme revela ao idealista/news Nuno Garcia, diretor-geral da GesConsult. Uma tendência que não está a passar ao lado dos portugueses, pelo contrário. 
Suíça Mexto investe forte em Portugal – e abre a porta à segunda habitação

Suíça Mexto investe forte em Portugal – e abre a porta à segunda habitação

A suíça Mexto, empresa de investimento imobiliário especializada no segmento de luxo, continua atenta ao mercado imobiliário residencial em Lisboa. O seu mais recente projeto é a Maison Eduardo Coelho, no Príncipe Real, cujas obras estão a decorrer e deverão ficar concluídas em julho de 2022. Em causa está a reabilitação de um edifício histórico do início do século XIX que dará lugar a sete apartamentos, num investimento de 8,5 milhões de euros. A empresa vai investir mais 20 milhões de euros no país até ao final do ano e outros 20 milhões em 2022. 
Vila Viva finta a pandemia e atrai novos casais portugueses

Vila Viva finta a pandemia e atrai novos casais portugueses

A nova tendência de habitar em consequência da pandemia da Covid-19 é real e a prova está no sucesso de vendas do empreendimento Vila Viva, em Vila Franca de Xira, com vista para o rio Tejo, a poucos passos do centro histórico e junto à A1. Terá, ao todo, 85 apartamentos “às portas” de Lisboa. A finalização das obras da primeira fase está prevista para o final do verão e da segunda fase para março de 2022.

“Viver à Moda do Porto”? É morar num T0 ou T1 usado no centro histórico

No município do Porto, há vários aspetos em comum entre o mercado de arrendamento e o de compra e venda de casas. Em ambos, uma fatia expressiva das casas situa-se no centro histórico, é sobretudo de tipologias T0 e T1, e o maior número de operações registadas foi de imóveis usados. Assim é “Viver à Moda do Porto”, um estudo apresentado esta quarta-feira (dia 16 de junho de 2021) que faz um ‘raio-x’ ao mercado residencial deste concelho.
Construção nova mais cara: custos disparam 5,9% num ano

Construção nova mais cara: custos disparam 5,9% num ano

Os custos de construção de habitação nova deverão ter aumentado 5,9% em abril em termos homólogos, um crescimento 1,3% superior face ao observado em março (4,6%), segundo dados divulgados esta segunda-feira (7 de junho de 2021) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

SOLYD já investiu 680 milhões no imobiliário português e anda à procura de novas oportunidades

A SOLYD Property Developers chegou ao mercado imobiliário português há apenas seis anos e o deixou indiferente. Contam-se já 30 imóveis – entre edifícios e terrenos – que a promotora com raízes nacionais já adquiriu e tem vindo a desenvolver na Grande Lisboa e em Setúbal. O investimento acumulado da SOLYD já ascende aos 680 milhões de euros. E como é que começou esta viagem que veio colocar no mercado 1.500 novos apartamentos e 60 lojas?

“Portugal está no mapa e acredito que vamos continuar a ser procurados e a ser um destino”

A Lince Real Estate (Lince) nasceu em 2015 e é uma mediadora imobiliária 100% portuguesa, algo que enche de orgulho Vasco Pereira Coutinho, diretor geral da empresa, que integra o grupo Temple. “Trabalhamos muito no mercado mais boutique, mais ‘premium’, médio, médio/alto. É assim desde o início, porque o mercado médio/alto não é tão volátil, não sofre tanto, é mais estável”, diz ao idealista/news, adiantando que Portugal “está no mapa” e que continuará a ser “procurado e a ser um destino” de eleição para os cidadãos estrangeiros.