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Segredos do setor da promoção imobiliária

Promoção imobiliária finta a pandemia: segredos de um setor que continua a brilhar

Se há setor que se manteve resiliente durante a pandemia foi o da promoção imobiliária. Manteve e mantém. A verdade é que a crise parece ter passado – ou estar a passar – ao lado do setor, visto que continuaram a comprar e vender-se muitas casas, apesar dos preços também acompanharem esta tendência de crescimento. Paralelamente, há novos projetos a serem lançados e a saírem do papel. Um negócio que continua a dar frutos e a despertar o interesse de estrangeiros, apesar de haver muitos portugueses a investir em imobiliário. Mas qual é a receita do sucesso? Que segredos há por desvendar? O que esperar da promoção imobiliária no futuro? Contamos tudo, com a ajuda de quem sabe e anda no terreno. 
Casas novas no 1º direito

1º Direito: PRR vai financiar 26 mil casas a 100%

Através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o Programa 1º Direito vai financiar 26 mil habitações a 100%, que deverão ser entregues até ao segundo trimestre de 2026. O financiamento já está disponível no Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU).
Promotora imobiliária SOLYD está a apostar forte em Portugal

Prego a fundo na construção nova: SOLYD avança com mais projetos imobiliários

A SOLYD Property Developers é uma das promotoras imobiliárias mais ativas no mercado residencial nacional. E mesmo em tempos de pandemia da Covid-19 não tirou o pé do acelerador. A aposta tem passado sobretudo por empreendimentos de construção nova em Lisboa, como por exemplo o projeto Altear, e pela oferta de casas para a classe média/média alta, com os portugueses em destaque. E há novidades à vista. Prometendo mais detalhes para breve, Sónia Santos, Marketing & Sales Manager da SOLYD, revela ao idealista/news que será apresentado num futuro próximo um novo projeto em Miraflores, às portas da capital. “São cinco edifícios residenciais mais um edifício de escritórios”, conta.
Bancos apostam no ‘build to rent’

Bancos investem no ‘build to rent’ e querem ser senhorios

A construção de casas para serem depois colocadas no mercado de arrendamento – um modelo conhecido por ‘build to rent’ – é um “fenómeno” recente em países como Portugal e Espanha, apesar de ser muito comum nos EUA ou na Alemanha, por exemplo. Uma tendência que parece não estar a passar ao lado dos bancos: no Reino Unido, o grupo bancário Lloyds foi o último a entrar neste setor, com a aspiração de se tornar proprietário (e senhorio) de 50.000 residências na próxima década.
"Os portugueses começam agora a investir no mercado residencial de luxo"

"Os portugueses começam agora a investir no mercado residencial de luxo"

A pandemia chegou e deixou o mundo e a economia em pânico. Mas há um setor que em Portugal escapou à crise causada pelo novo coronavírus. O imobiliário. De mãos dadas com o ramo da construção, adaptou-se e arranjou forma de fintar a pandemia. E no segmento residencial o segmento de luxo foi dos que melhor resposta deu à Covid-19. A procura manteve-se alta e a compra, venda e arrendamento de casas não esmoreceu. E neste “campo”, o destaque vai para segmento residencial premium, que se consolidou, conforme revela ao idealista/news Nuno Garcia, diretor-geral da GesConsult. Uma tendência que não está a passar ao lado dos portugueses, pelo contrário. 
Suíça Mexto investe forte em Portugal – e abre a porta à segunda habitação

Suíça Mexto investe forte em Portugal – e abre a porta à segunda habitação

A suíça Mexto, empresa de investimento imobiliário especializada no segmento de luxo, continua atenta ao mercado imobiliário residencial em Lisboa. O seu mais recente projeto é a Maison Eduardo Coelho, no Príncipe Real, cujas obras estão a decorrer e deverão ficar concluídas em julho de 2022. Em causa está a reabilitação de um edifício histórico do início do século XIX que dará lugar a sete apartamentos, num investimento de 8,5 milhões de euros. A empresa vai investir mais 20 milhões de euros no país até ao final do ano e outros 20 milhões em 2022.