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Resultados da pesquisa
O imobiliário no Grande Porto tem vindo a viver momentos de forte dinamismo nos últimos anos, e nem a pandemia ou a Guerra da Ucrânia parecem estar a afetar, até agora de forma significativa, esta performance - apesar de haver desafios identificados pelos players do setor, como os altos cu
Cor, rio, tradição e mar. Aveiro fica na costa oeste de Portugal e é a união de tudo isto e muito mais. É uma cidade desenvolvida e acolhedora ao mesmo tempo, que transmite um “sentimento de comunidade” para quem aqui vive.
A Guerra da Ucrânia, que eclodiu há uma semana e terá efeitos no imobiliário segundo antecipam os especialistas, também já fez soar os alarmes no setor da construção em Portugal. Dando provas de dinamismo e resiliência ao longo da pandemia, o setor vive, no entanto, a braços com um agravamento nos custos de construção, derivado da escassez de matérias-primas e de mão de obra - que se agudizou nos últimos dois anos. E o cenário é agora mais negro a este nível. “A expectativa que existe neste momento é de agravamento da generalidade dos custos operacionais das empresas incluindo, em especial, os materiais de construção”, indica Manuel Reis Campos, presidente da CPCI e da AICCOPN, em declarações ao idealista/news.
A construção e reabilitação de casas está ao rubro em Portugal. E, embora haja atrasos um pouco por todo o país, o número de licenciamentos de obras em 2021 já supera os valores pré-pandemia. Contabilizam-se 18.301 obras licenciadas de construção nova e reabilitação de edifícios residenciais em 2021, mais 8,97% que em 2019. E o número de fogos licenciados em construções novas subiu 11,6% face ao período anterior à crise pandémica.
A passagem da pandemia só veio provar a "força e resiliência" do mercado imobiliário português em situações de crise. E, agora, as expectativas estão em alta.
Reabilitar e construir casas daqui a dez anos será diferente. Isto porque há tendências que estão a ganhar força e que podem mesmo ser disruptivas no médio prazo.
A Câmara de Vila Nova de Famalicão, no distrito de Braga, prevê investir 152 milhões de euros para dar habitação condigna a 1.481 famílias, num total de 7.961 pessoas.
A hotelaria foi um dos setores mais afetados pela pandemia da Covid-19 aos longo dos últimos dois anos. Os sucessivos confinamentos afastaram portugueses e estrangeiros do turismo e deixaram alojamentos e hotéis quase vazios. Mas este cenário não afastou todos os investidores do setor.
Dois anos após o início da pandemia, o mercado imobiliário continua vivo e de “boa saúde”, e as expectativas são de que 2022 venha a ser um ano de consolidação da recuperação transversal do setor em Portugal.
O ano de 2022 arrancou tal como tinha terminado o de 2021, ou seja, com a sensação de que o setor da promoção imobiliária em Portugal continua a saber como fintar a pandemia. É assim desde março de 2020, quando a Covid-19 se instalou no país, e a verdade é que continua a haver projetos a sair do papel, nomeadamente no segmento residencial, e que o mercado português se mantem no radar dos investidores, nacionais e internacionais. Há, no entanto, desafios a ter em conta, como por exemplo os elevados custos de construção. Eis o que se pode esperar da promoção imobiliária em 2022, segundo especialistas.
Preservar património arquitetónico português é cuidar da imagem e da memória que temos de nós próprios. A reabilitação urbana há muito que tem a missão de regenerar as cidades, mantendo os traços da sua história.
Os primeiros residentes do empreendimento Casas de Nevogilde, na Foz do Douro, no Porto, recebem as chaves das suas futuras casas em fevereiro, sendo que três dos luxuosos apartamentos – são cinco T3 e T4 vocacionados para famílias numerosas – estão vendidos. Em causa está o projeto de reabilitação de um condomínio fechado em habitações de luxo que está a ser promovido pelo Grupo Omega, através da sua associada Realplano, SA. Já a gestão e condução técnica dos trabalhos esteve a cargo da Omega, Serviços de Engenharia Lda.
Há um “gigante adormecido” em Matosinhos, Porto, que deverá ser reabilitado em breve. Trata-se da antiga fábrica da Lactogal, construída em 1967, que vai ser transformada num novo centro empresarial pela mão do Castro Group.
Há um ano arrancava 2021, assolado pelos efeitos da pandemia da Covid-19. As restrições à circulação voltaram e os negócios imobiliários abrandaram no primeiro semestre do ano. Pouco a pouco, as medidas de desconfinamento foram vendo a luz do dia e a segunda metade do ano foi mesmo marcada por uma retoma acelerada do investimento imobiliário comercial no país. E, no final, quanto conseguiu atrair Portugal? Várias consultoras presentes no país estimam que, no final de 2021, o volume de transações de investimento em imobiliário de rendimento se situe perto dos 2.000 milhões de euros. Este é um valor 30% inferior ao apurado em 2020, ano em que se atingiu cerca de 2.800 milhões, o terceiro máximo histórico alguma vez registado. E o que se espera em 2022? Que o investimento supere os valores pré-pandemia, atingindo os 3.000 milhões de euros.
Se a pandemia fosse uma obra de teatro, a casa seria com certeza uma das protagonistas em cena. Saltou para a ribalta e tornou-se, por força das circunstâncias, o epicentro das nossas vidas.
A construção foi um dos setores que melhor deu resposta à pandemia. De mãos dadas com a promoção imobiliária, mostrou-se resiliente, e a “chuva” de projetos nascidos ou a sair do papel nos últimos meses são prova disso mesmo.
A Comissão Europeia (CE) está empenhada em reduzir a pobreza energética. A revisão da Diretiva de Desempenho Energético dos Edifícios, que faz parte das propostas no âmbito do “Fit for 55”, vem trazer um conjunto de mudanças para “alcançar um parque imobiliário com emissão zero até 2050”.
Apesar dos constrangimentos provocados pela pandemia, o setor da construção continua a dar provas de resiliência.
Ainda há muitos portugueses que passam frio dentro de casa.
É comum associar o crédito habitação à compra de uma casa. Mas, na verdade, há vários tipos de crédito habitação e para diferentes fins. Podes conseguir financiamento para fazer obras em casa, para comprar uma casa pré-fabricada ou até para conseguires comprar uma casa em planta.