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Estava há dois anos de olhos postos em Portugal, à “caça” de oportunidades e a fechar negócios.
Relançar o programa de vistos gold, reduzir a taxa de IVA na construção nova para 6% e acabar com a cobrança do Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI) na habitação. Estas são algumas das medidas que constam no “Programa Relançar”, que foi lançado esta terça-feira (2 de maio de 2020) pela Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) e que tem como objetivo atrair investimento para o setor imobiliário e colocar Portugal no caminho da retoma económica no pós-Covid-19, gerando confiança dos investidores nacionais e estrangeiros.
Melhorar a habitabilidade da casa ajuda a prolongar a sua conservação. Uma conclusão a que muitas pessoas terão chegado com o confinamento, já que viveram e trabalharam “fechados" durante os últimos tempos – algumas assim continuam –, devido à pandemia do novo coronavírus. Mas há aspetos a ter em conta antes de pôr mãos à obra, sendo necessário pensar em todos os prós e contras, para se ter a certeza de que o investimento é canalizado para as áreas certas.
A zona de Campo de Ourique, em Lisboa, viu nascer um novo edifício residencial exclusivamente vocacionado para arrendamento. Trata-se de uma construção nova, desenvolvida especificamente para este fim, e que traz a este bairro, localizado no coração da capital, cinco espaçosos apartamentos T3 para arrendar. O projeto - foi apelidado de Francisco Metrass - está concluído e espera-se que os novos inquilinos possam entrar já a partir de setembro.
Está há dois anos a estudar o mercado português e decidiu dar o “pontapé de saída” no país em plena pandemia. A promotora imobiliária de origem francesa, Nexity, apresentou oficalmente o seu plano estratégico para Portugal, que irá passar, entre outras coisas, por criar oferta para as famílias portuguesas de classe média. Vai começar, para já, por investir cerca de 68 milhões de euros em três projetos de imobiliário residencial, localizados no Porto e Lisboa.
Gestão e fiscalização de obras, coordenação de segurança em obra, elaboração de estudos e projetos de construção e avaliação imobiliária. É nestas quatro áreas distintas que a GesConsult atua, revela ao idealista/news Nuno Garcia, diretor-geral da empresa, que nasceu há seis anos. Segundo o responsável, investir em imobiliário será sempre uma boa opção, mesmo em tempos de pandemia de novo coronavírus: “Conhecendo a resiliência no setor, acredito que ultrapassada a pandemia - e caso não exista uma segunda vaga - teremos condições para retomar em força no primeiro trimestre de 2021”, conta.
Long Fang Hu, proprietário da agência imobiliára Bafre na vizinha Espanha e de duas agências de investimento na China, analisa para o idealista/news a atualidade do mercado imobiliário chinês depois do coronavírus.
A rede imobiliária ibérica ComprarCasa identificou algumas 'marcas' que a passagem do coronavírus vai deixar no imobiliário. A começar desde já pela explosão de ferramentas tecnológicas, o empoderamento do comprador, as baixas taxas de juros e a crescente profissionalização do setor.
Alargar a bolsa de casas para arrendamento a preços acessíveis, mobilizando imóveis de entidades públicas, como por exemplo quartéis, cuja conversão em habitação seja “de fácil e célere execução”. Este é o objetivo da Câmara Municipal de Lisboa (CML), que viu a proposta para “reforçar o Pilar Público do Programa Renda Acessível (PRA)” ser aprovada em reunião privada do executivo camarário, que se realizou por videoconferência dia 9 de abril de 2020.
O novo coronavírus chegou de repente, propagou-se rapidamente e está a deixar grandes marcas na economia. Em Portugal e no mundo. O setor imobiliário é um dos que está a “apanhar por tabela”, mas os promotores que estão a desenvolver projetos a nível nacional - à semelhança das agências imobiliárias - prometem não atirar a toalha ao chão. Pelo contrário, mostram-se confiantes e otimistas quanto ao futuro, e consideram que os investidores que têm apostado em Portugal vão continuar a fazê-lo, mesmo que atualmente estejam menos ativos, por força das circunstâncias. O idealista/news foi perceber como o setor da promoção imobiliária está a reagir ao Covid-19 e o que está a fazer para manter vivo o negócio.
A MAP Engenharia está a iniciar a construção do primeiro edifício do empreendimento Metropolis, promovido pelo The Edge Group em parceria com investidores nacionais, e localizada na Senhora da Hora, Matosinhos (Grande Porto). José Rui Meneses e Castro, administrador da MAP Engenharia, confirmou ao idealista/news o arranque das obras da primeira fase do empreendimento - é uma obra de conservação do primeiro edifício do projeto -, com uma área de três mil metros quadrados (m2) destinados a escritórios, e que tem já garantido o arrendamento por parte da empresa de comunicações NOS.
Começou, em 2016, como promotora imobiliária vocacionada para o residencial de luxo e, ao longo dos últimos quatros anos, investiu 100 milhões de euros em nove projetos entre Lisboa, Porto e Cascais.
Estarão os promotores imobiliários cada vez mais apostados em trazer ao mercado oferta para a classe média portuguesa? Para Paulo Silva, Head of Country da Savills Portugal, a resposta a esta pergunta é sim. “Mantêm-se os desequilíbrios entre a oferta e a procura, já existindo evidência de que irão sofrer ajustamentos nos próximos anos, por aumento da oferta. Os produtos destinados à classe média já começam a ser um objetivo dos promotores, facto que representa uma boa notícia para este segmento de mercado”, referiu, em comunicado.
Os atrasos nos processos de licenciamento de obras (de reabilitação urbana e de construção nova) e os elevados custos de construção, que aumentaram nos últimos tempos, há muito que são apontados pelos promotores imobiliários como um entrave ao investimento. Um cenário que tem consequências, nomeadamente porque atrasa a chegada ao mercado de novos projetos residenciais.
A Avenue “aterrou” em Portugal em 2015. Desde então investiu 225 milhões de euros em nove projetos no país: oito residenciais de luxo – seis em Lisboa e dois no Porto – e um de escritórios, também na capital. A joia da coroa é o 266 Liberdade, o emblemátido edifício do Diário de Notícias.
A oferta de habitação nova em Portugal está a crescer a um ritmo (muito) lento. O país está a conseguir construir e acabar uma média inferior a 1,5 habitações novas por mil habitantes, sendo atualmente o mercado europeu com o “plafond” mais reduzido. A média dos 19 países analisados pelo estudo do instituto de investigação económica da Alemanha, Ifo, está em quase quatro habitações.
Oito em cada 10 pessoas que vivem em Berlim, na Alemanha, são inquilinos, ou seja, há na capital alemã 80% de arrendatários e 20% de proprietários, diz ao idealista/news Christian Ammann, CEO da Century 21 Alemanha. Um cenário muito diferente – praticamente inverso –, portanto, daquele que se vive em Lisboa. Sobre a recente decisão de se avançar com o congelamento das rendas durante cinco anos em Berlim, Ammann mostra-se cauteloso e diz que é preciso “esperar para ver” os resultados, mas considera que a nova lei não contribuirá para o aumento de oferta de apartamentos novos - o grande problema da cidade.
Os custos de construção de habitação nova em Portugal registaram um aumento de médio de 2,1% em 2019, valor inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) ao registado em 2018, segundo dado divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A maioria dos empreendimentos de habitação em comercialização no concelho de Gaia (Grande Porto) concentra-se, por um lado, na união de freguesias de Santa Marinha e São Pedro da Afurada e, por outro, na união de freguesias de Mafamude e Vilar do Paraíso, como se pode comprovar no conjunto de p
O GaiaShopping é agora mais do que um bem-sucedido centro comercial do concelho de Vila Nova de Gaia, no Grande Porto. É nas suas imediações que está, agora, concentrada grande parte da oferta de habitação nova, a maioria dela em fase de construção e de comercialização.