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O plano de recuperação económica elaborado por António Costa Silva, consultor do Governo, apresentado esta semana também toca no tema da habitação social.
O ano de 2020, nas palavras da CEO da Remax Portugal, "arrancou da melhor forma para o setor imobilário, contudo houve um abrandamento da atividade do mercado devido à pandemia, essencialmente notório na segunda quinzena de março e durante o mês de abril".
A procura de imóveis de luxo tem vindo a mudar desde o período de confinamento, devido à Covid-19. Famílias e investidores procuram agora, sobretudo, moradias e quintas fora do centro das cidades, especialmente na Linha de Cascais, Sintra e Alentejo. Dentro de grandes cidades, como Lisboa, a procura centra-se agora em penthouses e apartamentos com grandes terraços e próximos de zonas verdes. Em entrevista ao idealista/news, Filipe Lourenço, CEO da Private Luxury, destaca que, no caso dos imóveis que estavam alocados ao turismo - como alojamento local -, estão a ser colocados no mercado de compra/venda e arrendamento de longa duração "com grande sucesso".
Em junho, o nível de atividade das empresas de reabilitação urbana contraiu-se 11,3% em termos homólogos e 1,2% face ao mês anterior, uma “variação que traduz o sentimento dos empresários e as dificuldades imediatas que a pandemia coloca sobre a cadeia produtiva do setor”, conclui o Barómetro da Reabilitação Urbana da dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).
Lay-off clássico (ou tradicional), lay-off simplificado, mecanismo de apoio à retoma progressiva e incentivo extraordinário à normalização da atividade empresarial. São tudo palavras e/ou expressões que passaram a fazer parte do léxico dos portugueses em tempos de pandemia. Só o lay-off tradicional já existia, de resto, antes da chegada da Covid-19. Em que consistem, afinal, estes apoios? Para esta quinta-feira (23 de julho de 2020) está agendada uma reunião em Conselho de Ministros, que promete trazer mais novidades.
A Covid-19 está a deixar marca por onde passa, nomeadamente impactando o processo de procura de casas, por via de uma mudança nas preferências, gostos e necessidades que surgiram, ou ganharam importância, nos últimos meses por força das circunstâncias. A casa assumiu o papel principal durante a pandemia e, isso mesmo, colocou em evidência uma procura mais orientada para espaços maiores, interiores e exteriores - que permitam uma melhor qualidade de vida e convívio familiar e/ou teletrabalhar -, a par de novas tipologias e localizações, sobretudo, nas zonas limítrofes dos centros urbanos, ou até no campo, em zonas rurais, ou de praia.
Os deputados aprovaram na especialidade a proposta do Governo que dá mais tempo aos inquilinos não habitacionais que aderiram à moratória para pagarem rendas vencidas, incluindo-lhe algumas alterações, como a possibilidade dos senhorios poderem recorrer a empréstimos.
A casa do futuro, depois da pandemia do novo coronavírus, vai apostar numa maior conexão com o exterior e a natureza.
Quase metade dos portugueses (49%) faria ajustes na casa devido à pandemia, sendo a criação de um espaço de trabalho (51%), a modernização do espaço exterior (34%) e a redecoração da casa (33%) as principais alterações. Estas são algumas das conclusões do inquérito “Nova vida, Nova casa?”, realizado pela consultora JLL. Segundo o mesmo, os portugueses sentem agora, num cenário pós-confinamento, mais necessidade de ter um espaço exterior privado e uma área reservada para trabalho. Uma ideia, de resto, também deixada pelas mediadoras ouvidas pelo idealista/news.
A pandemia de Covid-19 ameaça reverter ganhos relativos às oportunidades económicas das mulheres e aumentar desigualdades de género, que persistem após 30 anos de progresso. O alerta foi dada esta terça-feira (21 de julho de 2020) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), num 'post' do blogue da entidade, assinado pela diretora-geral Kristalina Georgieva e pelas economistas Stafania Fabrizio, Cheng Hoon Lim e Marina M. Tavares.
A ilha privada 'Horse Island', situada no sudoeste da Irlanda, foi vendida por 5,5 milhões de euros.
Foram investidos mais de 1,6 mil milhões de euros em imobiliário comercial em Portugal no primeiro semestre do ano, resultado de 20 operações, segundo dados da Worx que constam no seu WMarket 2020. Trata-se de um “valor alavancado por operações realizadas maioritariamente no primeiro trimestre”, revela a consultora imobiliária.
Portugal estava (mesmo) na mira dos investidores estrangeiros no período pré-pandemia Covid-19. Só em 2019 foram anunciados 158 projetos de Investimento Direto Estrangeiro (IDE) no país, um valor recorde – mais 114% que os registados em 2018. E mais: estes 158 projetos representam 12.549 postos de trabalho criados, um número que compara com os 6.100 verificados em 2018. Em causa estão dados que constam no estudo EY Attractiveness Survey Portugal 2020, que alerta para o facto da pandemia deixar em risco 20% destes 158 projetos.
O número de desempregados inscritos nos centros de emprego (406.665 pessoas) aumentou 36,4% em junho em termos homólogos e recuou 0,6% face a maio, segundo dados divulgados esta segunda-feira (20 de julho de 2020) pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). Dados esses que já abrangem, portanto, os meses afetados pela pandemia da Covid-19.
Portugal vai arrecadar, com o orçamento da União Europeia (UE) a longo prazo e o Fundo de Recuperação, 45,1 mil milhões de euros em subsídios, destinando 300 milhões à região do Algarve, devido à quebra no turismo, na sequência da pandemia da Covid-19.
“A transparência funciona assim como um íman de atração de investimento, servindo de critério comparativo entre os diferentes países”, considera Pedro Lancastre, diretor-geral da JLL Portugal, em entrevista ao idealista/news. E é por isto mesmo que a consultora internacional decidiu criar um Índice Global de Transparência Imobiliária (IGTI), que é publicado de dois em dois anos pela JLL e LaSalle. Portugal ocupa, na edição de 2020, a 26ª posição, com um score de 2,42, sendo o ranking liderado pelo Reino Unido (1,31) – EUA (1,35) e Austrália (1,39), por esta ordem, completam o pódio.
São jovens e recusam-se a baixar os braços quando olham para a realidade de isolamento em que se encontra a população que vive no meio rural, como é o caso de muitas das pessoas que habitam nas zonas das Aldeias do Xisto.
A procura de casas para comprar no meio rural subiu nos últimos meses em Portugal, numa reação do mercado aos meses de confinamento provocado pela pandemia da Covid-19. Esta é, de resto, uma realidade bem visível na região das Aldeias de Xisto - um agrupamento de 27 aldeias de 16 concelhos que se situam no centro do país, entre Castelo Branco e Coimbra, entre o Tejo e a Serra da Estrela.
Com o calor a apertar, e depois de meses de confinamento, o que apetece nestes dias é ir arejar à praia, dar uns passeios à beira-mar e uns belos mergulhos, relaxar na areia e tomar algo no bar da praia.
O número de empresas insolventes aumentou ligeiramente no primeiro semestre deste ano face ao mesmo período do ano passado (1.184 contra 1.154 insolvências), o que se poderá justificar, pelo menos em parte, com a pandemia da Covid-19. O setor da construção foi um dos que melhor resistiu à crise, tendo resgistado 109 insolvências, menos 16% que no período homólogo (129). Em causa estão dados que constam no Observatório Infotrust “Insolvências – 1º semestre 2020”.