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Resultados da pesquisa
A moda das autocaravanas já se estava a instalar em Portugal, por influência internacional, e ganhou um novo impulso com a pandemia da Covid-19, que gerou um aumento da procura por este tipo de turismo.
Os efeitos da Covid-19 continuam a sentir-se no mercado imobiliário português, mas de forma diferente, consoante os segmentos e as regiões do país. O mês de junho fechou com resultados diferentes em termos de absorção de escritórios: enquanto na capital continuou pressionado pela pandemia
A Câmara Municipal de Coimbra (CMC) apresentou um programa municipal que envolve mais de 16 milhões de euros, 700.000 euros dos quais destinados a apoiar a conversão de Alojamento Local (AL) em “habitação a custos acessíveis”.
O lay-off simplificado, uma legislação criada pelo Governo para responder à crise causada pela pandemia da Covid-19, termina em julho, sendo depois substituído por um novo regime – o mecanismo de apoio à retoma progressiva –, que estará em vigor entre agosto e dezembro de 2020 e que só financia a modalidade de redução de horário (e não de suspensão de contrato), obrigando as empresas a um esforço financeiro adicional para atenuar os cortes salariais. O novo regime é, no entanto, bastante flexível em relação aos trabalhadores a abranger e aos períodos de adesão.
Big Data, Data Analytics, Inteligência Artificial, Machine Learning... São termos que, cada vez mais, se utilizam, nomeadamente, no imobiliário e ganharam ainda mais expressividade com a pandemia da Covid-19. Mas afinal o que significam na prática e qual a sua importância para os negócios do setor? O idealista/news foi ouvir vários especialistas que fazem deles uso diário nas suas diferentes atividades, para responder a estas questões e outras - tais como os desafios que todavía há que ultrapassar na quantidade e qualidade dos dados disponíveis e na forma como são conseguidos, trabalhados e apresentados.
Depois de três meses em que a generalidade das empresas e os seus colaboradores se viram obrigados a estar em teletrabalho por causa da Covid-19 e se adaptaram "com bastante sucesso a esta realidade", há agora novos dados que mostram que os colaboradores têm o desejo de voltar às rotinas habitu
O Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC) está a desenvolver um “dispositivo inovador” para permitir a abertura de portas sem usar as mãos e evitar contágios da covid-19, anunciou a instituição. Concebido “prioritariamente para hospitais e centros de saúde”, o novo mecanismo permitirá “a abertura de portas sem usar as mãos”, mas também se destina, naturalmente, a outros locais de grande afluência de pessoas, como, por exemplo, zonas comerciais, escolas, centros de dia ou lares de idosos.
A construção civil tem sido em Portugal - sobretudo na região da Grande Lisboa - um dos principais focos de propagação e contágio da Covid-19.
A atual pandemia Covid-19 está a ter "um impacto de elevada magnitude na atividade económica", ainda que o impacto não tenha sido homogéneo entre os vários setores.
O Governo deverá ter em conta os efeitos da pandemia da Covid-19 no mercado imobiliário, nomeadamente na avaliação das propostas de atualização dos coeficientes de localização, que servem de referência na determinação do Valor Patrimonial Tributário (VPT) dos imóveis e podem, por isso, influenciar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a pagar pelos proprietários. O alerta é dado pela Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor – Deco.
É a norte que continua, de momento, a aposta da Mercadona em Portugal - o primeiro país de internacionalização da cadeia alimentar líder em Espanha. Depois de ter travado as novas aberturas devido à pandemia da Covid-19, a retalhista retomou os planos de expansão e amanhã, dia 15 de julho de 20
A antiga propriedade de Tyler Perry em Atlanta, Geórgia (EUA), acaba de ser vendida por 15 milhões de dólares (mais de 13 milhões de euros).
Os meses de confinamento levaram os profissionais do setor da construção a procurar novas ferramentas digitais, como é o caso da plataforma Habitissimo.
A VII Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa chegou ao fim, com a organização a assinalar "o sucesso incontestável de uma edição exclusivamente online". Durante os três dias do evento - em que o idealista foi o portal oficial -, cerca de 2.000 pessoas estiveram ligadas para visitar e participar nas 22 iniciativas dinamizadas, que envolveram uma centena de oradores de mais de 80 organizações, incluindo associações, empresas, autarquia e Governo central.
Chama-se “Milionários pela Humanidade” e é um grupo composto por 80 milionários oriundos dos EUA e de outros seis países – entre eles a herdeira da Walt Disney, Abigail Disney, e o antigo diretor da BlackRock, Morris Pearl – que estão a pedir aos respetivos governos para serem “mais taxados”. Uma mensagem pouco habitual, e original, que tem como objetivo ajudar a pagar os milhões de euros que os executivos estão a desembolsar em programas de combate à pandemia da Covid-19.
“Vilamoura está ‘viva’ durante todo o ano e tem cerca de 10.000 residentes permanentes”. A garantia é dada por Rob Jenner, o novo CEO da Vilamoura World (VW) – ocupa o cargo desde outubro de 2019 –, em entrevista ao idealista/news. Segundo o responsável da empresa, que é detida por fundos da Lone Star (dona do Novo Banco), são vários os projetos em cima da mesa, como por exemplo a Cidade Lacustre, que está suspenso há vários anos. Mas há mais novidades na calha, como o condomínio Quintinhas e o projeto Sea View: “Já temos uma lista de espera para postos de amarração na marina, mas através de um investimento de 12 milhões de euros queremos atrair embarcações com mais de 25 metros“, adianta.
Apesar da chegada da pandemia da Covid-19, o primeiro trimestre de 2020 bateu todos os recordes de investimento totalizando 1.45 mil milhões de euros e ficou marcado pela venda de 50% da posição da Sonae, nalguns dos seus centros comerciais, impulsionando o setor do retalho para uma quota de mercado
A pandemia de Covid-19 veio baralhar os planos de férias para este ano.
A segunda edição do guia “Real Estate Investors Roadmap” surge “num momento de incerteza”, devido à pandemia da Covid-19, dizem os responsáveis pelo lançamento do guia: a AICEP Portugal Global e a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP), que têm como parceiros a Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII), a consultora JLL e a sociedade de advogados Morais Leitão (ML). A resposta é dada, no entanto, com uma certeza, a de que o “mercado imobiliário terá sempre um papel extremamente relevante na recuperação e crescimento da economia”.
O Algarve é um destino de eleição para compradores de casa portugueses e estrangeiros, mas sempre foi um local muito apreciado por consumidores internacionais. Atualmente, em contexto de pandemia de Covid-19, e também devido à limitação nas viagens aéreas, aumentou o peso dos clientes nacionais interessados em investir no sul do país. O que procuram? Sobretudo propriedades amplas e com ligação à natureza, refere a mediadora de luxo Engel & Völkers (E&V), adiantando que se trata de clientes portugueses novos que buscam retorno do investimento.