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Resultados da pesquisa
A ilha privada 'Horse Island', situada no sudoeste da Irlanda, foi vendida por 5,5 milhões de euros.
Foram investidos mais de 1,6 mil milhões de euros em imobiliário comercial em Portugal no primeiro semestre do ano, resultado de 20 operações, segundo dados da Worx que constam no seu WMarket 2020. Trata-se de um “valor alavancado por operações realizadas maioritariamente no primeiro trimestre”, revela a consultora imobiliária.
Portugal estava (mesmo) na mira dos investidores estrangeiros no período pré-pandemia Covid-19. Só em 2019 foram anunciados 158 projetos de Investimento Direto Estrangeiro (IDE) no país, um valor recorde – mais 114% que os registados em 2018. E mais: estes 158 projetos representam 12.549 postos de trabalho criados, um número que compara com os 6.100 verificados em 2018. Em causa estão dados que constam no estudo EY Attractiveness Survey Portugal 2020, que alerta para o facto da pandemia deixar em risco 20% destes 158 projetos.
O número de desempregados inscritos nos centros de emprego (406.665 pessoas) aumentou 36,4% em junho em termos homólogos e recuou 0,6% face a maio, segundo dados divulgados esta segunda-feira (20 de julho de 2020) pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). Dados esses que já abrangem, portanto, os meses afetados pela pandemia da Covid-19.
Portugal vai arrecadar, com o orçamento da União Europeia (UE) a longo prazo e o Fundo de Recuperação, 45,1 mil milhões de euros em subsídios, destinando 300 milhões à região do Algarve, devido à quebra no turismo, na sequência da pandemia da Covid-19.
“A transparência funciona assim como um íman de atração de investimento, servindo de critério comparativo entre os diferentes países”, considera Pedro Lancastre, diretor-geral da JLL Portugal, em entrevista ao idealista/news. E é por isto mesmo que a consultora internacional decidiu criar um Índice Global de Transparência Imobiliária (IGTI), que é publicado de dois em dois anos pela JLL e LaSalle. Portugal ocupa, na edição de 2020, a 26ª posição, com um score de 2,42, sendo o ranking liderado pelo Reino Unido (1,31) – EUA (1,35) e Austrália (1,39), por esta ordem, completam o pódio.
São jovens e recusam-se a baixar os braços quando olham para a realidade de isolamento em que se encontra a população que vive no meio rural, como é o caso de muitas das pessoas que habitam nas zonas das Aldeias do Xisto.
A procura de casas para comprar no meio rural subiu nos últimos meses em Portugal, numa reação do mercado aos meses de confinamento provocado pela pandemia da Covid-19. Esta é, de resto, uma realidade bem visível na região das Aldeias de Xisto - um agrupamento de 27 aldeias de 16 concelhos que se situam no centro do país, entre Castelo Branco e Coimbra, entre o Tejo e a Serra da Estrela.
Com o calor a apertar, e depois de meses de confinamento, o que apetece nestes dias é ir arejar à praia, dar uns passeios à beira-mar e uns belos mergulhos, relaxar na areia e tomar algo no bar da praia.
O número de empresas insolventes aumentou ligeiramente no primeiro semestre deste ano face ao mesmo período do ano passado (1.184 contra 1.154 insolvências), o que se poderá justificar, pelo menos em parte, com a pandemia da Covid-19. O setor da construção foi um dos que melhor resistiu à crise, tendo resgistado 109 insolvências, menos 16% que no período homólogo (129). Em causa estão dados que constam no Observatório Infotrust “Insolvências – 1º semestre 2020”.
Será junto à sede do Grupo, na frente riberinha de Lisboa, que vai nascer o novo edifício da EDP, desenhado pelo vencedor do Pritzker 2016, o arquiteto chileno Alejandro Aravena, em colaboração com o arquiteto português Carrilho da Graça.
O Governo Regional dos Açores vai implementar um programa em que arrenda imóveis de alojamento local, subarrendando-os a famílias por um valor equivalente a 30% dos seus rendimentos mensais.
A produção na construção aumentou, em maio, 27,9% na zona euro e 21,2% na União Europeia, na variação em cadeia, invertendo três meses de recuo causados pelo impacto da pandemia da Covid-19, segundo o Eurostat. Em Portugal, a produção na construção recuou 8,7% face a maio de 2019 e cresceu 2,6%
O lay-off simplicado termina este mês de julho e o novo regime de apoio à retoma progressiva das empresas, que estará em vigor até dezembro de 2020, chega com novas regras.
O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira, dia 16 de julho de 2020, a proposta de lei que cria o processo extraordinário para a recuperação de empresas em dificuldades devido à pandemia da Covid-19, mas que sejam viáveis. O Governo atribuiu prioridade a este processo, sob
Os portugueses, cada vez mais, estão a renegociar os contratos de crédito à habitação com os seus bancos, à procura de melhores condições.
A pandemia da Covid-19 surgiu em Portugal – e no mundo – sem pedir licença, estando a deixar a sua marca em vários setores de atividade. E o imobiliário não foge à regra. Os dados divulgados pela Century 21 (C21) Portugal, relativos ao primeiro semestre do ano, são, no entanto, “mais positivos” do que o estimado. Ricardo Sousa, CEO da empresa, diz ao idealista/news que “ainda é cedo para ter indicadores claros sobre o impacto da pandemia no setor”, explicando ainda que "nos imóveis residenciais os preços de venda são pouco elásticos e atualmente estão muito estáveis”.
A faturação da mediadora imobiliária Century 21 (C21) superou os 19 milhões de euros no primeiro semestre de 2020, menos que os 20,5 milhões registados no período homólogo. Uma queda que é justificada com o impacto da pandemia da Covid-19, tendo também recuado o volume de negócios em que a rede esteve envolvida – considerando também a partilha de transações com outros operadores: passou de 869,7 milhões em 2019 para 800 milhões nos primeiros seis meses do ano. Trata-se de um decréscimo de 7% em ambos os indicadores, revela a C21 em comunicado, adiantando que as tipologias de imóveis mais procuradas pelos portugueses continuam a ser T2 e T3.
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Fernando Medina, considerou esta quinta-feira, dia 16 de julho de 2020, que as dificuldades criadas pela pandemia da Covid-19 podem ser transformadas em oportunidades para resolver problemas, como o acesso à habitação, congestionamento e poluiçã
Com o desconfinamento em curso, mas mantendo-se as necessidades de segurança para combater a pandemia, o Grupo Accor decidiu adaptar-se às novas circunstâncias e potenciar o uso dos espaços exteriores dos seus hotéis em Portugal e Espanha, com a criação do conceito “Open Air Meetings”.