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Resultados da pesquisa

Álcool gel no carro, e agora? Pode evaporar-se mas não há risco de se incendiar sozinho

Álcool gel no carro, e agora? Pode evaporar-se mas não há risco de se incendiar sozinho

Serão muitos os portugueses que, por precaução, deixam uma embalagem de álcool gel no carro, para desinfetar as mãos quando e se acharem necessário. Será esta uma boa “política”? Haverá riscos, como por exemplo o do produto se incendiar sozinho se estiver muito calor? Para a Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, esse cenário não se coloca, mas deve evitar deixar-se o líquido “estacionado” na viatura, porque pode evaporar-se.
Pandemia pôs mais de um milhão de portugueses a trabalhar em casa

Pandemia pôs mais de um milhão de portugueses a trabalhar em casa

A pandemia fez disparar o trabalho remoto. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), no segundo trimestre de 2020, o número de teletrabalhadores em Portugal cresceu 23,1% para mais de um milhão de pessoas. O gabinete de estatísticas apurou ainda que, em casa ou fora de casa, os portugueses trabalharam quase o mesmo número de horas.
“Imobiliário continua a despertar interesse estrangeiro e a criar novas oportunidades”

“Imobiliário continua a despertar interesse estrangeiro e a criar novas oportunidades”

“O ano de 2020 começou forte, mantendo a tendência de crescimento que se tem vindo a verificar nos últimos anos”, mas a pandemia da Covid-19 trouxe “alguma estagnação no mercado”, diz Rui Torgal, diretor-geral da ERA Portugal, acrescentado, no entanto, que o setor já está a recuperar “a total dinâmica, ao mesmo tempo que continua a despertar interesse estrangeiro e a criar novas oportunidades”. 
Investir em tempos de Covid-19: há casas de madeira com piscina privativa à venda no Eco Resort Zmar

Investir em tempos de Covid-19: há casas de madeira com piscina privativa à venda no Eco Resort Zmar

O Zmar, o Eco Resort com 81 hectares localizado no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina – perto de algumas das praias mais procuradas do país, como a Zambujeira do Mar e Vila Nova de Milfontes –, reforçou a sua oferta de alojamento, disponibilizando casas de madeira para venda com piscina privativa. Uma aposta que surge em tempos de pandemia de Covid-19. Os preços começam nos 44.000 euros (+IVA).
Turismo no interior com maior procura que em 2019, assegura Governo

Turismo no interior com maior procura que em 2019, assegura Governo

O turismo no interior tem registado uma maior procura em relação a 2019, devido à pandemia da Covid-19, afirmou esta terça-feira (4 de agosto de 2020) a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques. Em contraciclo com os indicadores nacionais, o turismo no interior tem registado “uma procura muito relevante, ultrapassando os valores registados no ano passado”, disse.
Pandemia abranda crédito da casa no 2º trimestre: bancos emprestaram 833 milhões em junho

Pandemia abranda crédito da casa no 2º trimestre: bancos emprestaram 833 milhões em junho

O negócio do crédito à habitação esteve ao rubro durante o início do ano, tendo a concessão abrandado a partir de abril, mês já marcado pela pandemia da Covid-19. Em junho, os bancos emprestaram 833 milhões de euros para a compra de casa, ligeiramente mais que em maio (830 milhões) e em abril (831 milhões), segundo dados do Banco de Portugal (BdP). Um montante, portanto, bem inferior ao registado em janeiro (977 milhões), fevereiro (919 milhões) e março (952 milhões).
Perguntas e respostas sobre o sucessor do lay-off simplificado, que já está em vigor

Perguntas e respostas sobre o sucessor do lay-off simplificado, que já está em vigor

O apoio extraordinário à retoma progressiva da atividade para empresas em crise devido à pandemia da Covid-19, que sucede ao lay-off simplificado, entrou em vigor dia 1 de agosto de 2020, terminando a 31 de dezembro deste ano. Ao contrário do lay-off simplificado, que terminou em julho – mantém-se apenas para as empresas encerradas por decisão legal ou para as que ainda não atingiram o limite das três prorrogações mensais –, este novo apoio só prevê a possibilidade de redução dos horários de trabalho e não a suspensão dos contratos.
Guia das moratórias: o que são, quem pode aderir e quais são os prazos

Guia das moratórias: o que são, quem pode aderir e quais são os prazos

As famílias e empresas que pretendam (e possam) aderir à moratória pública do crédito – nomeadamente à habitação – vão ter mais tempo para o fazer, já que o prazo foi prolongado até 30 de setembro de 2020, revelou o Banco de Portugal (BdP), adiantando que as “condições que os clientes bancários devem preencher para poderem beneficiar destas medidas foram também flexibilizadas”. Quem pode, afinal, recorrer as estas moratórias públicas criadas pelo Governo para dar resposta à crise gerada pela pandemia da Covid-19? Quais são os prazos para aceder?
Moratórias: Deco fala em balão de oxigénio

Moratórias: Deco fala em balão de oxigénio

O Governo aprovou alterações às moratórias, que permitem suspender o pagamento das prestações da casa e do crédito para fins de educação e formação até final de março de 2021. Trata-se de um balão de oxigénio, refere a Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, lamentando, no entanto, o facto das moratórias públicas não contemplarem totalmente o crédito ao consumo.
Covid-19: seis dos maiores bancos já concederam mais de 400 mil moratórias

Covid-19: seis dos maiores bancos já concederam mais de 400 mil moratórias

As moratórias de crédito foram criadas como uma ajuda a famílias e empresas penalizadas pela crise económica desencadeada pela pandemia da Covid-19. Foi em março que o Governo aprovou uma moratória legal (pública), permitindo a suspensão do pagamento das prestações dos respetivos empréstimos bancários, nomeadamente do crédito à habitação – o mais procurado. Entretanto, o Executivo liderado por António Costa decidiu prolongar o regime até 31 de março de 2021, e incluiu mais clientes e mais créditos, sendo 30 de setembro de 2020 a data limite para aderir. Até agora, e segundo o balanço dos seis maiores bancos com atividade em Portugal, já foram concedidas mais de 400 mil moratórias.
A casa depois do divórcio. E agora?

A casa depois do divórcio. E agora?

O que acontece à casa de morada da família quando há um ponto final numa relação? Com o divórcio – a pandemia da Covid-19 está a contribuir para que haja uma subida do número de ruturas das relações matrimoniais – são vários os assuntos que o (ex)-casal tem para tratar, mas há um que surge como prioritário: o que aconteca à casa? No artigo de hoje da Deco Alerta deixamos algumas dicas que podem ajudar a gerir da melhor forma possível um processo de divórcio, que já é por si só doloroso. 
AFA e Socicorreia avançam com o Varino 03 em Lisboa e projetam novo empreendimento na capital

AFA e Socicorreia avançam com o Varino 03 em Lisboa e projetam novo empreendimento na capital

A Varino, empresa detida pelos grupos madeirenses AFA e Socicorreia, vai avançar com um novo empreendimento de habitação em Lisboa, num investimento de 20 milhões de euros. Contudo, numa altura em que o novo projeto, o Varino 03 – apresenta as mesmas características do Varino 02, que está localizado junto ao Campo Pequeno, e que foi apresentado e inaugurado esta sexta-feira (31 de julho de 2020) –, vai iniciar a construção, a empresa já tem “em fase de estudo o Varino 04”, revela ao idealista/news Custódio Correia, CEO grupo Socicorreia. 
Perda de rendimentos em tempos de pandemia: o que fazer e o que evitar

Perda de rendimentos em tempos de pandemia: o que fazer e o que evitar

A pandemia da Covid-19 chegou sem aviso prévio e deixou (muitas) feridas abertas na economia e na sociedade. O desemprego, por exemplo, disparou. Um cenário que apanhou as pessoas de surpresa, mas que não afetou todos por igual, havendo quem tivesse entrado em incumprimento com o banco, já que não conseguiu pagar os respetivos empréstimos, por ter tido menos rendimentos. E agora, o que fazer? Como proceder? Quem consultar? 
Futuro dos escritórios? Vem aí um "modelo híbrido", de teletrabalho e funcionamento "normal"

Futuro dos escritórios? Vem aí um "modelo híbrido", de teletrabalho e funcionamento "normal"

Pandemia e teletrabalho são palavras que andam de “mãos dadas” nos últimos tempos. E a culpa é da Covid-19, que levou a que muitas empresas ficassem com os respetivos escritórios desocupados – e os funcionários a trabalhar a partir de casa. Agora, num cenário pós-pandemia, no chamado “novo normal”, o que se pode esperar do futuro do segmento de escritórios? O que vai mudar? Em entrevista ao idealista/news, Nuno Garcia, diretor-geral da GesConsult, diz que “o teletrabalho generalizado mudou o paradigma da presença das pessoas nos escritórios”, uma tendência “que veio para ficar”.
Escritórios de Lisboa em tempos de pandemia: ocupação vai continuar a recuar até final do ano

Escritórios de Lisboa em tempos de pandemia: ocupação vai continuar a recuar até final do ano

O mercado de escritórios de Lisboa marcou o maior volume acumulado de take-up no 1º trimestre de 2020 (cerca de 43.934 m2), desde que há registo, segundo revela um estudo da consultora Worx. Apesar disso, após ter sido decretado o estado de emergência, e com a pandemia a impor restrições e a criar incerteza, as decisões prolongaram-se, registando um decréscimo no número de negócios (-41% face ao período homólogo de 2019) e fechando o volume de absorção semestral com uma variação homóloga negativa de 23% quando comparado ao 1º semestre de 2019.
Guia para trabalhar em segurança e evitar contágios

Guia para trabalhar em segurança e evitar contágios

Com o desconfinamento gradual em marcha, a realidade das idas ao escritório voltou a fazer parte do dia a dia de muitas pessoas, mesmo que de forma controlada e rotativa. E agora que a segurança e prevenção estão na ordem do dia, importa saber quais são, afinal, as principais fontes de infeção de Covid-19 nestes espaços. São designadas de “superfícies de alto contacto” e merecem cuidados redobrados no que toca à limpeza.
Desconfinamento: o que muda a partir de 1 de agosto no país e em Lisboa

Desconfinamento: o que muda a partir de 1 de agosto no país e em Lisboa

O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira, 30 de julho de 2020, a resolução que dá continuidade ao processo de desconfinamento iniciado em 30 de abril de 2020, renovando apenas a declaração da situação de alerta e contingência. Quer isto dizer que todo o país permanece em estado de alerta, à exceção da Área Metropolitana de Lisboa (AML), que passa toda ela para o nível de contingência, deixando assim de distinguir as 19 freguesias que estavam sob estado de calamidade. Mas há mais mudanças. 
Confinamento faz disparar pedidos de serviços de reparação em casa

Confinamento faz disparar pedidos de serviços de reparação em casa

É mais um dano colateral causado pela pandemia da Covid-19, que obrigou os portugueses a ficarem em casa durante bastante tempo, e muitos em teletrabalho. O confinamento fez disparar os pedidos de serviços de reparação no lar, com os arranjos de máquinas de lavar e de TV’s a liderarem o ranking: entre março e julho de 2020, aumentaram 389% e 306%, respetivamente, face ao ano passado. O pódio fica completo com o serviço de suporte técnico, que disparou 200% num ano.