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O início do ano é sempre tempo de boas resoluções e desejos. Por que não reformar a casa? Se estás a pensar dar um novo estilo à casa ou renová-la porque existem elementos deteriorados ou desatualizados, este é o momento ideal. Eis algumas das obras em casa que podes fazer para arrancar 2023 com espaços renovados e mais confortáveis.
Um dos fatores que mais marcou o ano de 2022 prende-se com a alta inflação que se fez sentir na Europa e rapidamente contagiou toda a economia portuguesa. Perante este cenário, o Banco Central Europeu começou a usar a sua principal arma para conter o aumento generalizado dos preços: subiu as taxas de juro diretoras ao longo do ano. Acontece que esta resposta monetária ao ciclo inflacionista acabou por subir os juros nos créditos habitação em Portugal. E, agora, os portugueses têm não só o poder de compra reduzido por via da inflação, como têm de pagar prestações da casa bem mais elevadas.
“Arrendar casa: a dinâmica de um mercado com falta de oferta”. Este foi o título do resumo anual que escrevemos no final ano passado, em jeito de balanço do segmento do arrendamento em Portugal em 2021. Título esse que faria sentido, de certa forma, usar também neste artigo, relativo ao comportamento do mercado em 2022. A verdade é que continua a ser uma necessidade a existência de mais senhorios e inquilinos no país, de forma a aumentar a oferta, até porque o arrendamento continua a atrair famílias para viver. O problema é que os preços praticados continuam a escalar, apesar da conjuntura atual, marcada por alta inflação, subida de taxas de juro etc.
O ano que se aproxima vai ficar marcado pelo aumento generalizado de preços que os consumidores irão pagar pelos serviços que usam no dia a dia, com a inflação em novembro a atingir os 9,9%. A eletricidade vai aumentar para quem está no mercado regulado, mas também para alguns clientes que passaram para o liberalizado, pressionada pelos preços do gás natural, usado para produzir eletricidade. As portagens também registam acréscimos, assim como as rendas, ainda que limitadas pelo Governo, tendo em conta o impacto da inflação nestes preços.
O Governo aprovou, em Conselho de Ministros, uma proposta de lei de enquadramento legal para startups e scaleups, que prevê mudanças no regime de tributação das stock options e o reforço do sistema de incentivos fiscais. O diploma será enviado à Assembleia da República.
A Câmara Municipal de Setúbal aprovou um concurso público de 36,6 milhões de euros para reabilitação de 455 fogos no Bairro da Bela Vista, com financiamento assegurado através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A empreitada para reabilitação do "Bairro Amarelo" da Bela Vista, no âmbito da Estratégia Local de Habitação, será adjudicada em quatro lotes.
O Governo decidiu prorrogar o prazo de conclusão do Programa Bairros Saudáveis até 30 de abril de 2023, sendo já o terceiro prolongamento da vigência deste instrumento, para permitir aos projetos e à coordenação nacional concluírem os trabalhos.
O mercado de arrendamento está na ordem do dia, tendo o Governo criado um travão ao aumento das rendas em 2023, que será de 2%. Um tema que gerou nos últimos tempos muita polémica. No artigo desta semana da Deco Alerta explicamos tudo sobre o processo de atualização de rendas, que estão, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), a subir – cresceram 7,6% no terceiro trimestre face ao mesmo período do ano passado.
As famílias beneficiárias de prestações mínimas ou que estão abrangidas pela tarifa social da eletricidade recebem esta sexta-feira, dia 23 de dezembro, o apoio extraordinário de 240 euros caso tenham o IBAN registado na Segurança Social.
Este apoio foi aprovado na semana passada pelo Conselho de M
O Governo aprovou esta quinta-feira (22 de dezembro de 2022) alterações ao programa Porta 65, que apoia financeiramente jovens que querem arrendar casa, atualizando os tetos máximos de renda, o que permitirá aumentar o leque de beneficiários.
Em 2022, Portugal provou que continua a ser um país de eleição para o investimento imobiliário estrangeiro, mesmo num clima marcado pela incerteza, alta inflação e pela subida das taxas de juros. A venda de casas às famílias oriundas de outros países não parou de crescer. E mesmo com os vistos gold a navegarem por mares agitados durante todo o ano - passando pela suspensão da plataforma ARI e pelo facto de o Governo estar a avaliar o fim do programa - conseguiram atrair 474 milhões de euros para o mercado imobiliário entre janeiro e novembro de 2022, mais 24% do que no ano anterior.
2022 é um ano que entra para a história, desde logo pelo facto de ter ficado marcado pelo eclodir de uma guerra na Europa, que acontece depois do mundo ter sido obrigado a dar resposta a uma crise também inesperada, denominada pandemia. E a fatura acabou por ser também passada em nome do setor imobiliário. Mas resiliência parece continuar a ser palavra de ordem, mesmo num cenário de alta taxa de inflação, de custos de construção a subir e de taxas de juro a escalar. Os desafios persistem, bem como as incertezas, mas há vontade e força por parte dos vários palyers em manter vivo o setor.
A venda à rede elétrica nacional do excedente de energia para autoconsumo gerada a partir de fontes renováveis, como painéis solares fotovoltaicos, passa agora a deixar de pagar o IVA. Em causa está uma nova lei, que entra em vigor esta quinta-feira (dia 22 de dezembro de 2022) e se aplica a quem tenha em casa uma potência instalada igual ou inferior a 1 MW. Até agora, os pequenos produtores de energia além de terem de emitir fatura da venda, tinham também de pagar o IVA correspondente, retirando atratividade ao investimento.
Comprar uma casa para morar sozinho pode ser difícil. Na verdade, esta é uma decisão complexa, mas que significa um grande passo na vida de muitas pessoas. Para além de ser fundamental conhecer as vantagens de viver sozinho e até alguns aspetos menos agradáveis, deves considerar os imóveis mais adequados para este modo de vida.
A Câmara de Coimbra vai fazer uma auditoria aos serviços de habitação social do município nos últimos doze anos, após pedido do PS para que a mesma avance.
Muito se tem falado, nos últimos tempos, de sustentabilidade e de eficiência energética, bem como da sua importância rumo ao objetivo comum de reduzir a pegada ecológica e ambiental e de contribuir de forma incisiva para transição energética e para a descarbonização. Será que o setor imobiliário, nomeadamente na área da construção, está mais atento a estes temas? De uma coisa Nuno Fideles, Associate Architect, BREEAM AP & Sustainability Consultant da Savills Portugal, diz, em entrevista ao idealista/news, não ter dúvidas: “Edifícios que apostam em critérios ESG (Environmental, Social e Governance) são claramente mais apetecíveis no mercado”.
As construtoras estão a viver um travão na atividade de construção nova no Reino Unido, com os seus balanços pressionados pelos novos impostos do governo britânico sobre as empresas (6%), promotores imobiliários residenciais (4%) e pela proposta de uma taxa de segurança adicional na construção para
O secretário-geral do PS, António Costa, sublinhou este fim de semana, em Braga, a aposta do Governo em políticas para que os jovens se possam realizar plenamente em Portugal, para evitar a fuga de capital humano. Para o primeiro-ministro, o trabalho digno e a habitação acessível são os “dois maiores desafios” que atualmente se colocam aos jovens, após o seu percurso escolar.
O Governo vai alterar as regras do Programa de Arrendamento Acessível (PRA) para aumentar o potencial de adesão a esta iniciativa, que entrou em vigor em 2019. O novo decreto-lei está a ser elaborado para que passe a permitir contratos com prazos inferiores a cinco anos para outras pessoas além dos estudantes do ensino superior, eliminando também a taxa de esforço mínima.
O programa de apoio ao arrendamento jovem Porta 65 vai mudar. O Governo vai atualizar os montantes máximos de renda dos imóveis apoiados, “para se adequar mais realisticamente aquilo que são os valores de mercado”. O anúncio foi feito por António Costa, no encerramento do congresso da Juventude Socialista em Braga, no passado fim de semana. Novos limites entram em vigor a 1 de janeiro de 2023.