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São responsáveis pela assessoria e divulgação de negócios imobiliários de milhões de euros. Estão em contacto direto com proprietários e investidores. Sabem, melhor que ninguém, que transações podem estar na calha e que imóveis ou carteiras imobiliárias vão chegar ao mercado. Falamos das consultoras imobiliárias, que têm uma visão geral do setor. O que esperar, então, do ano de 2023? Portugal continuará no radar dos investidores? Athena Advisers, B. Prime, CBRE, C&W, JLL, Savills e Worx revelam ao idealista/news quais as suas perspetivas, dando resposta a estas e outras perguntas.
Apesar do contexto geopolítico e tumulto económico provocado pelo aumento da inflação e taxas de juro, tudo indica que o setor imobiliário português deverá manter-se dinâmico e a atrair investimento este ano. Para 2023, a consultora imobiliária JLL estima, pelo menos, 1.800 milhões de euros em investimento. O montante poderá mudar, face à volatilidade das operações, mas as perspetivas de negócio são otimistas.
O ano de 2023 será de maior instabilidade para o mercado imobiliário, principalmente devido à subida das taxas de juro que impactará o valor de venda dos imóveis. Esta é a visão de Francisco Horta e Costa, diretor geral da CBRE Portugal. Para o responsável, e em virtude dos juros mais altos, “o financiamento fica mais caro e os preços tenderão a ajustar em baixa”. Esta situação, diz, “poderá impatar também alguns promotores imobiliários com excesso de dívida em terrenos, podendo vir a acelerar a venda dos mesmos”.
“As profundas alterações macroeconómicas e geopolíticas não travaram o mercado imobiliário português, que deverá terminar 2022 com mais de 34.000 milhões de euros transacionados”. Segundo as estimativas da JLL, está em causa um crescimento na ordem dos 14% face aos 30.000 milhões de euros de imóveis – residenciais e comerciais – vendidos em 2021. Ao todo, adianta a consultora imobiliária, terão sido vendidas no ano passado mais de 168 mil casas, num total de 31 mil milhões de euros transacionados.
As estimativas da consultora imobiliária Cushman & Wakefield (C&W) apontam para que tenham sido investidos no ano passado cerca de três mil milhões de euros em imobiliário comercial, o que representa um aumento de 39% face ao ano anterior. Significa, então, que 2022 será o terceiro melhor ano de sempre, apenas atrás de 2018 e 2019. Isto em pleno contexto económico marcado por uma alta taxa de inflação e por aumentos consecutivos da taxa de juro diretora por parte do Banco Central Europeu (BCE). Mostramos, em baixo, como se comportou o setor ano passado, segmento por segmento, e revelamos quais foram os principais negócios do ano.
Portugal “continua no radar” dos investidores institucionais estrangeiros, apesar do contexto que se vive, marcado por uma elevada taxa de inflação, por uma diminuição do poder de compra e por um aumento da taxa de juro diretora, por exemplo. A garantia é dada por Eric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield em Portugal, que considera que se vive atualmente “um otimismo cauteloso” no país. As estimativas da consultora apontam para que tenham sido investidos em 2022 cerca de três mil milhões de euros em imobiliário comercial, o que representa um aumento de 39% face ao ano anterior.
Apesar da incerteza e da crise instalada, Portugal continuou no radar do investimento imobiliário em 2022. A liquidez acumulada e falta de oportunidades em alguns setores tradicionais tem levado os investidores a canalizar o seu capital para ativos alternativos. E a verdade é que nacionais e estrangeiros continuam atentos ao país, e a dar impulso a vários segmentos de negócio. A logística e escritórios destacaram-se em 2022 pela robustez e capacidade de resiliência, sendo dos setores mais atrativos para quem investe.
Entre janeiro e setembro de 2022, foram investidos cerca de 1.700 milhões de euros em imobiliário comercial no país, volume que representa uma subida de 30% face a igual período de 2021, segundo o Marketbeat Snapshots da Cushman & Wakefield. De acordo com a consultora, e tal como nos trimestres anteriores, os grandes negócios tiveram um peso “muito significativo” nos resultados globais, com quatro das maiores operações a representar 43% do total do volume transacionado.
Apostar na eficiência energética, na descarbonização e na sustentabilidade e ter em conta os critérios Environmental, Social e Governance (ESG) é algo que faz cada vez mais parte do quotidiano do setor imobiliário. E é também um assunto que não está a passar ao lado dos investidores, pelo contrário. Isso mesmo revela ao idealista/news Miguel Kreiseler, Managing Director da gestora de ativos imobiliários MVGM Portugal. “A aposta na sustentabilidade nunca vem tarde, vem sempre a tempo”, afirma.
A Parvalorem e a Parparticipadas aprovaram o relançamento da venda de uma carteira de imóveis avaliada em 230 milhões e a respetiva sociedade gestora. As duas entidades, recorde-se, foram criadas há mais de uma década para gerirem os despojos do Banco Português de Negócios (BPN), que foi nacionalizado em 2008.
Depois de um arranque de ano mais tímido, o investimento imobiliário comercial disparou no 3º trimestre, ao longo do qual foram transacionados 1.100 milhões euros, elevando para 1.920 milhões o volume total investido entre janeiro e setembro. O acumulado do ano fica 43% acima do registado no mesmo período de 2021 e vem reforçar as “boas perspetivas traçadas para 2022”, segundo revela o estudo Market Pulse da JLL.
Os projetos Multifamily na Europa, big box, logística urbana, escritórios da zona CBD e residências de estudantes são os cinco setores onde os investidores preveem um maior investimento ao longo dos próximos 12 meses. Esta é uma das conclusões a retirar de um inquérito realizado pela Savills a investidores imobiliários com um total de ativos na região EME (Europa e Médio Oriente) sob gestão superior a 500 mil milhões de euros.
“É um ano muito estranho este que estamos a viver. A nós corre bem. É um sentimento um pouco esquizofrénico”. É desta forma que Eric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield (C&W) em Portugal, inicia a apresentação da 39ª edição do Marketbeat Portugal. Segundo a consultora, 2022 pode ser um ano de recordes em termos de investimento em imobiliário comercial, com vários negócios em pipeline e em vias de “sair do papel” até final do ano, o que permite concluir que Portugal continua no radar dos investidores estrangeiros. Não há, no entanto, como fugir ao contexto atual, marcado por alta inflação, taxas de juro a subir e elevados custos de construção, por exemplo, pelo que se antevê que haja um travão no investimento em 2023.
Apesar do atual contexto macroeconómico, caracterizado pela subida dos juros e inflação alta, o mercado imobiliário português continua a dar sinais de resiliência – pelo menos, para já. Até ao final de agosto foram investidos 1.100 milhões de euros em imobiliário comercial, segundo o WMarket Review Mid-year 2022, uma publicação bianual da consultora imobiliária Worx.
O ambiente atual é marcado pela alta inflação e pela subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu. Todos estes fatores vão influenciar os mercados e o imobiliário não é exceção. Para já, o mercado de investimento imobiliário continua a ser um refúgio para os investidores nacionais e internacionais. Mas há desafios à vista.
As transações de hotéis contribuiram para impulsar o investimento em imobiliário comercial no primeiro semestre do ano, atingindo um desempenho já próximo do período pré-Covid.
O cenário, em Portugal e no mundo, é de inflação alta, de taxas de juro a subir, de custos de construção a disparar, de poder de compra a diminuir. Mas há também boas notícias, nomeadamente para o setor imobiliário. O país continua na mira dos investidores, que continuam a considerá-lo atrativo, e resiliência mantém-se como palavra de ordem num cenário que tende a ser de pós-pandemia. Disso mesmo dá conta Jorge Bota, que foi eleito recentemente presidente da ACAI – Associação de Empresas de Consultoria e Avaliação Imobiliária. “Portugal continua a ser muito atrativo, não só pela qualidade dos seus ativos, mas também porque disponibiliza ainda taxas de rentabilidade melhores que os nossos principais concorrentes”, diz em entrevista ao idealista/new
As transações de hotéis e de industrial e logística impulsionaram o investimento em imobiliário comercial no 1º semestre do ano, segundo o Market Pulse, o mais recente research trimestral da JLL.
A logística é um dos segmentos do mercado imobiliário comercial que mais está a despertar o interesse dos investidores. E há um imóvel a chegar ao mercado que promete dar resposta aos atuais requisitos de procura. Trata-se de um ativo que está integrado num complexo constituído por uma área total de 9.300 metros quadrados (m2), dos quais 7.000 m2 se encontram agora disponíveis para arrendamento.
O imobiliário comercial em Portugal ganhou fôlego nos primeiros seis meses de 2022. Os escritórios continuam a atrair investidores, enquanto o setor da logística e o da hotelaria ganharam uma nova vida neste período.