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Em todas as economias avançadas, o mercado de arrendamento está a passar por grandes mudanças. Nos anos anteriores à pandemia, as rendas eram altas, mas não subiam tão rapidamente: o preço de arrendar uma casa aumentava cerca de 2% ao ano, segundo dados da The Economist.
Num contexto europeu marcado por uma crise na construção, a Aberdeen Investments vê sinais positivos para o mercado imobiliário, com uma melhoria nas expectativas de retornos. De acordo com a empresa de investimento global, a escassez de novas construções e um interesse renovado em ativos de alta qualidade podem apoiar o mercado e promover uma nova fase de crescimento.
O custo dos créditos habitação em Portugal pesam cada vez menos nos salários das famílias. Em fevereiro, os juros na habitação voltaram a cair para 3,830%, menos 15,4 pontos base (p.b.) face ao mês anterior.
O Banco do Japão (BoJ) decidiu esta quarta-feira (dia 19 de março) manter as taxas de juro inalteradas, em linha com as expectativas e apesar da persistência da inflação, apontando para as incertezas sobre a economia mundial.No final de uma reunião de dois dias, a instituição optou por manter a taxa
No ano passado, observou-se um aumento na construção de novas habitações, com 34.117 fogos licenciados, representando um crescimento de 4,9% face a 2023. A reabilitação e novas construções continuaram a ganhar dinamismo, com um aumento global de 8,1% nas licenças emitidas.
Vivem-se momentos de dinamismo e confiança no mercado da mediação imobiliária em Portugal, nomeadamente no segmento residencial. Mais casas houvesse para dar resposta à enorme procura existente em todos as áreas do setor, e mais casas seriam vendidas ou arrendadas. 2024 é, de facto, um ano que deixa boas memórias para várias mediadoras, que registaram números recorde, e o idealista/news foi tentar perceber o que explica este sucesso. Sobre o futuro, no atual contexto global de incerteza, há desafios à vista, mas as perspetivas são animadoras.
A recente queda dos preços de compra de casas na zona euro foi “suave e de curta duração” em comparação com a registada em países periféricos, após as crises financeira e da dívida soberana.Esta é uma das conclusões de um artigo esta segunda-feira, dia 17 de março, divulgado do próximo boletim econó
A agência de 'rating' DBRS prevê que os preços das casas continuarão a subir este ano, ainda que a um ritmo mais lento, sustentados em fatores como redução dos juros, falta de novas construções e procura por estrangeiros.Segundo a análise da DBRS, divulgada esta segunda-feira (dia 17 de março), a su
A Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados do Chile aprovou por unanimidade o projeto de lei que estabelece um subsídio à taxa de juros hipotecária para a aquisição de novas casas e estende a cobertura da garantia fiscal ao financiamento habitacional.
A queda das taxas Euribor está a mexer com o mercado hipotecário em Portugal. Por um lado, as prestações da casa estão a descer e a aliviar os bolsos das famílias. E, por outro, os bancos também tendem a melhorar e a diversificar as suas ofertas de empréstimos para comprar casa.
Os investidores estrangeiros foram vendedores líquidos, no segmento do imobiliário comercial da China, pelo quarto ano consecutivo, em 2024, acelerando a sua retirada face à prolongada crise no setor e taxas de juro mais elevadas.
O chumbo da moção de confiança no Parlamento ditou a demissão do Governo de Montenegro 11 meses depois de tomar posse, levando os portugueses a novas eleições legislativas em maio.
O Governo canadiano anunciou na sexta-feira (dia 7 de março) novas medidas para responder à grave escassez de mão de obra no setor da construção no país, atraindo imigrantes qualificados e removendo barreiras administrativas, para permitir construir milhões de novas habitações.Estas iniciativas estã
O futuro é dinâmico e exige que as cidades ajustem as suas estratégias de atração de investimento consoante as mudanças geopolíticas, tecnológicas e corporativas. Mas há cidades que se adaptam melhores que outras.
As taxas Euribor continuam com margem para descer ao longo de 2025 até 2%, embora sejam esperadas quedas mais lentas do que as verificadas até então.
A incerteza no contexto internacional está a escalar. Além dos conflitos armados na Ucrânia e no Médio Oriente, a Europa vê-se a braços com a nova política protecionista de Donald Trump, presidente do EUA, que ameaça aumentar as taxas alfandegárias.
Em janeiro, o montante concedido pelos bancos em novos contratos de crédito habitação recuou 567 milhões de euros face ao mês anterior, para 1.522 milhões de euros, segundo dados divulgados esta quarta-feira (5 de março de 2025) pelo Banco de Portugal (BdP). Já a taxa de juro média estabilizou nos 3,22%, após 14 meses consecutivos de quedas.
Nos últimos anos, o crédito habitação em Portugal tem sido fortemente afetado pelo aumento dos juros e pela inflação.
O Banco Central Europeu (BCE) reúne-se na próxima quinta-feira, 6 de março, e o mercado dá como certo que do encontro sairá uma nova redução das taxas de juros de 25 pontos base. Este seria o sexto corte no custo do dinheiro desde junho passado e o quinto consecutivo, o que deixaria a taxa de referência em 2,50%, justificado pela fraqueza económica da zona do euro, uma inflação persistente e os riscos decorrentes das políticas tarifárias dos EUA. Entretanto, cresce o debate entre os membros da cúpula do guardião do euro sobre quando deveria ocorrer uma pausa nas reduções.
O ciclo de subidas dos preços das casas à venda em Portugal parece não ter fim à vista. Até porque, neste momento, além dos juros mais baixos no crédito habitação e das rendas altas, há mais incentivos à compra de casa (com a descida dos juros ou a isenção do IMT e a garantia pública para jovens), do que à criação de oferta. Em fevereiro, os preços das casas no país subiram 5,6% face ao mesmo mês de 2024. Assim, comprar casa passou a ter o custo mediano de 2.742 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de fevereiro, de acordo com o índice de preços do idealista, editor desta newsletter.