Crédito habitação: montante total volta a cair no final de 2023
Os juros no crédito habitação em Portugal continuam elevados e a arrefecer a procura de financiamento bancário para comprar casa. Este facto somado ao aumento das amortizações antecipadas ao longo do ano levou a que o montante total de empréstimos habitação voltasse a cair em dezembro para 98,9 mil milhões de euros, revela o Banco de Portugal (BdP).
Comprar ou arrendar casa: qual é a melhor opção em 2024?
O ano de 2024 arrancou cheio de incertezas para as famílias que vivem em Portugal. A inflação está a cair, mas o poder de compra continua pressionado. Os preços das casas para comprar e arrendar continuam a aumentar, embora a menor ritmo. Também os juros nos créditos habitação continuam altos, apesar da Euribor estar a dar os primeiros sinais de descida. Neste contexto, o que será melhor em 2024: comprar ou arrendar casa? Sobre este ponto não há consenso entre os especialistas ouvidos pelo idealista/news: há quem considere que comprar casa vai ser a melhor solução este ano. Mas também há quem diga que não há uma resposta única para esta questão, pois depende da situação financeira, perspetivas futuras e preferências pessoais de cada um. O que é certo é que comprar casa continuará a ser uma boa opção numa perspetiva de estabilidade, proteção do dinheiro contra a inflação e ainda de investimento de longo prazo. E arrendar casa será uma boa escolha para quem tem menor capacidade financeira e preferência pela flexibilidade.
Fixar a prestação da casa: mais de 5 mil famílias já aderiram
Os pedidos de adesão à fixação da prestação da casa durante dois anos têm estado a aumentar, para fazer face aos elevados juros que ainda se fazem sentir. E muitos têm sido aprovados. Só os bancos Santander, Millenium bcp e Crédito Agrícola já fixaram as prestações da casa a mais de cinco mil famílias. Também a adesão à bonificação dos juros tem estado em alta, com os mesmos bancos a aprovaram quase 25 mil pedidos.
Alívio na Euribor e prestação da casa? Só depois do corte de juros
Nos últimos meses, as taxas Euribor e as prestações da casa têm vindo a dar os primeiros sinais de descida, em reação à manutenção dos juros diretores desde outubro por parte do Banco Central Europeu (BCE) - que, pela terceira vez, decidiu deixar a taxa de refinanciamento nos 4,5% na reunião de polí
Lagarde considera “prematuro” antecipar corte dos juros antes do verão
A presidente do Banco Central Europeu (BCE) já veio a público afirmar que poderá haver reduções das três taxas de juro diretoras no verão de 2024.
BCE mantém juros inalterados no patamar dos 4% até março
Pela terceira vez consecutiva, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu voltar a manter as três taxas de juro diretoras inalteradas na reunião de política monetária desta quinta-feira, dia 25 de janeiro. Assim, os juros do BCE vão ficar inalterados no patamar entre os 4% e os 4,75%, pelo menos, até dia 7 de março, a data da próxima reunião de política monetária. Já os cortes dos juros do BCE só deverão ocorrer no verão deste ano (e não antes), estando dependentes da evolução da inflação, dos salários, assim como dos conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente.
Como comprar casa passo a passo: da escolha do imóvel até à escritura
A compra de casa continua a ser um projeto de vida de muitas famílias e jovens, apesar de, hoje, o acesso à habitação estar difícil por via dos elevados preços, juros e custo de vida.
Arrendar casa em Portugal: preços sobem 1,8% em janeiro
As casas para arrendar em Portugal continuam caras. A procura de casas para arrendar continua dinâmica face à oferta, numa altura em que adquirir habitação é mais difícil devido aos elevados preços das casas e juros no crédito habitação. E o arranque de 2024 espelha bem essa realidade, já que os preços das casas para arrendar em Portugal subiram 1,8% em janeiro face ao mês anterior (3% de variação trimestral e 20,4% anual). Assim, arrendar casa tinha um custo mediano de 15,8 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de janeiro, aponta o índice de preços do idealista.
Comprar casa ficou mais caro em 9 grandes cidades no início de 2024
A venda de casas em Portugal caiu ao longo de 2023, muito devido aos elevados juros no crédito habitação e perda de poder de compra e poupanças por via da inflação. Mas, ainda assim, a oferta de habitação continua a ser bem inferior à procura, contribuindo para que os preços das casas à venda continuem a subir, embora a menor ritmo. É isso mesmo que revela o índice de preços do idealista: os preços das casas para comprar em Portugal subiram 0,8% em janeiro face ao mês anterior, tendo-se fixado nos 2.582 euros por metro quadrado (euros/m2) em termos medianos. Este é um cenário visível em quase todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 9 capitais de distrito, entre dezembro e janeiro, com Leiria a liderar as subidas (2%). Já em relação à variação anual, os preços das casas subiram 6%.
Crédito a empresas de construção vai ser mais restrito em 2024
As empresas têm vindo a reduzir a procura por crédito, não só devido aos elevados juros, mas também por sentirem uma menor necessidade de financiamento. Mas se até agora os critérios de concessão de crédito para empresas não tiveram alterações, no futuro poderá ser diferente, já que o Banco de Portugal (BdP) alerta que os critérios de concessão de crédito para empresas da construção e imobiliário deverão ser mais restritivos, pelo menos, até junho de 2024.
Pequenas empresas de construção registam “elevadas” insolvências
O ano de 2023 foi marcado por um clima de incerteza, tendo em conta a alta inflação e subida dos juros que se fez sentir. E todos estes fatores impactaram a atividade empresarial em Portugal, de tal forma que o país fechou o ano registando um aumento de 14% de insolvências face ao ano anterior. Em dezembro, observou-se uma subida mensal de 0,7% nas insolvências, com os pequenos negócios de serviços, construção e retalho a registar os valores mais elevados.
Banca da Zona Euro endurece condições de acesso ao crédito
Os bancos da Zona Euro endureceram as condições de acesso ao crédito no quarto trimestre e continuarão a fazê-lo nos primeiros meses de 2024, devido ao aumento da perceção de risco face às perspetivas económicas.
De acordo com o inquérito aos bancos sobre o mercado de crédito publicado esta terça-f
Portugueses mais endividados e expostos a altos juros
Em alturas de crise, o endividamento das famílias tende a subir para colmatar as necessidades financeiras dos agregados, apesar das elevadas taxas de juro. E, hoje, verifica-se que as famílias que vivem em Portugal continuam a contrair mais crédito, tendo o valor do endividamento dos particulares subido ligeiramente para 149.980 milhões de euros em novembro, estando, por isso, mais expostas aos elevados juros, revela o Banco de Portugal (BdP) esta terça-feira. Mas o que os dados também mostram é que o nível de dívida contraída pelas famílias tem vindo a estabilizar desde o início de 2023.
“Risco de bolha imobiliária surge por subida de preços injustificada”
O acesso à habitação em Portugal está cada vez mais difícil, sobretudo, para as famílias com salários médios e baixos.
Usar depósito a prazo para amortizar crédito habitação: há comissões?
As prestações da casa dispararam nos últimos tempos, sobretudo, as relativas a créditos habitação indexados a taxas Euribor, na sequência da subida das taxas diretoras por parte do Banco Central Europeu (BCE). Muitas pessoas têm de encontrar soluções para tentar minimizar os encargos financeiros, sendo que uma das alternativas passa por usar poupanças – depósitos a prazo – para amortizar o empréstimo da casa. Será esta uma boa decisão? É uma solução que acarreta outros custos, como o pagamento de comissões? Explicamos tudo sobre este assunto no artigo desta semana da Deco Alerta.
Banco Central da China mantém taxa de juros de referência em 3,45%
O Banco do Povo da China (banco central) anunciou esta segunda-feira, dia 22 de janeiro, que vai manter a taxa de juro de referência em 3,45%, pelo sexto mês consecutivo, indo ao encontro das expectativas dos analistas, que não esperavam alterações.
Novos créditos habitação: juros descem pelo 2º mês consecutivo
As recentes descidas das taxas Euribor já estão a ter efeitos nos novos créditos habitação em Portugal. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) esta sexta-feira divulgados mostram que, nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu para 4,342% em dezembro, sendo esta a segunda diminuição registada nos últimos 20 meses. E, em resultado, também as prestações da casa ficaram ligeiramente mais baratas. Mas olhando para a totalidade dos empréstimos habitação voltou-se a sentir uma subida dos juros, assim como das prestações da casa, que estão em máximos de 2009.
Portugueses compram casas mais baratas e pedem mais dinheiro à banca
As famílias residentes em Portugal continuaram a comprar casas mais baratas e a contratar crédito habitação de menor valor no final de 2023, de forma a adaptar-se ao atual contexto marcado pelos elevados preços da habitação, juros e custo de vida.
Casas à venda em Portugal: oferta subiu 10% no último ano
Em Portugal, há falta de casas disponíveis no mercado da habitação para a procura existente. Mas a reta final do ano trouxe boas notícias: a oferta de casas à venda no quarto trimestre de 2023 subiu 10% face à que estava disponível no mesmo período de 2022, segundo um estudo do idealista. O arrefecimento da procura de habitação devido ao clima de incerteza, subida de juros e perda de poder de compra pode ajudar a explicar este crescimento da oferta. Assim como a entrada em vigor do Mais Habitação em outubro, que se propõe, precisamente, a aumentar o parque habitacional português disponível, seja para vender ou para arrendar.
Lagarde admite cortes nas taxas de juro no verão
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, admitiu que poderá haver reduções nas taxas de juro diretoras no verão, mas assinalou que eventuais decisões dependem da evolução de alguns indicadores.