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Na hora de escolher uma nova casa para viver, a localização continua a ser um fator chave (a par do preço). E toda a envolvente da zona conta, desde os parques verdes aos transportes, passando pelos serviços e infraestruturas culturais, de mobilidade e de lazer.
O Presidente da República recomendou ao Banco Central Europeu (BCE) que tenha "grande ponderação" no discurso sobre as taxas de juro, para evitar "preocupações, perturbações" na vida dos europeus.
Não há boas notícias para as famílias que têm crédito habitação de taxa variável. A taxa diária da Euribor a 12 meses já está acima de 4% e as taxas com os prazos mais curtos (3 e 6 meses) também estão a aproximar-se deste patamar.
A venda de casas está a cair em Portugal, assim como os pedidos de crédito habitação, dada a subida abrupta dos juros e a queda do poder de compra, por via da alta inflação.
A procura por crédito habitação está a cair em Portugal. E a subida abrupta das taxas de juro é o principal fator que está a retrair as famílias de comprar casa com recurso a financiamento bancário. É por isso mesmo que o montante total de créditos habitação em Portugal está a cair, tendo-se fixado em 99,5 mil milhões de euros em maio, menos 0,1% do que no mês anterior, tal como explica o Banco de Portugal (BdP).
Muitas casas portuguesas têm problemas de conforto térmico - são muito quentes no verão e muito frias no inverno. Para viverem melhor, as famílias têm de recorrer a aparelhos que lhes fazem disparar a fatura da energia (eletricidade e gás).
Os preços das casas para comprar e arrendar continuam a subir em Portugal, assim como os juros no crédito habitação. Mas os rendimentos das famílias não acompanham esta evolução, com a agravante da alta inflação que reduz o poder de compra e a capacidade de poupança.
O combate à alta taxa de inflação que se faz sentir na Zona Euro não permite ao Banco Central Europeu (BCE) tirar o pé do acelerador, o que significa que as taxas de juro vão continuar a aumentar, revelou esta terça-feira (27 de junho de 2023) em Sintra, na abertura do Fórum do BCE, a presidente do regulador europeu, Christine Lagarde. O anúncio da próxima subida das taxas diretoras tem, assim, data definida: 27 de julho de 2023.
Há cada vez menos famílias a pedir crédito habitação para comprar casa em Portugal, dada a subida dos custos de financiamento por via do aumento dos juros.
O Banco Central Europeu (BCE) voltou a subir as taxas de juro diretoras 25 pontos base, elevando a taxa de financiamento para 4%, o nível mais elevado desde 2008. E com o objetivo de continuar a baixar a taxa de inflação na Zona Euro até aos 2%, Christine Lagarde, presidente do regulador europeu, já deixou a porta aberta a novos aumentos. No seu mais recente relatório, o Banco de Pagamentos Internacionais (BIS, na sigla inglesa) traçou o mesmo cenário, antevendo que as taxas de juro podem permanecer altas mais tempo que o previsto.
A habitação pública faz parte da paisagem urbanística da Áustria. Neste país, uma em cada quatro casas são públicas. E na sua capital, Viena, quase metade da população vive em casas públicas arrendadas.
Depois de um longo período de compras no imobiliário alimentadas por taxas de juro baratas, os proprietários e credores estão a enfrentar mudanças na forma de trabalhar e de viver no pós-pandemia, que têm vindo a deixar edifícios vazios ou arrendados por baixo preço.
A venda de casas em Portugal está a arrefecer trimestre após trimestre. E essa tendência é visível um pouco por todo o país, já que o número de transações caiu em todas as regiões nos primeiros três meses de 2023 face ao período homólogo. Foi mesmo na Grande Lisboa onde esta queda foi mais expressiva (28%), tendo mesmo registado o número de casas vendidas mais baixo desde o quarto trimestre de 2016, excluindo o segundo trimestre de 2020 especialmente impactado pela pandemia.
A Comissão Executiva do Fundo Monetário Internacional (FMI) validou a revisão em alta da projeção de crescimento económico de Portugal para 2,6% este ano, mas deixou um alerta para as vulnerabilidades no setor imobiliário residencial, recomendando uma reserva de capital de risco sistémico setorial. A instituição está preocupada com as famílias, sobretudo com as mais expostas ao aumento dos custos de vida, que podem ver os seus orçamentos para pagar contas estrangulados face a uma contínua subida dos juros.
O ano de 2022 foi marcado por um “ambiente adverso”, ditado pelas consequências da pandemia e da guerra na Ucrânia, espelhadas pela alta inflação e pela subida dos juros.
Os efeitos da subida dos juros e da inflação já começam a ser bem visíveis no mercado residencial português. A venda de casas em Portugal voltou a cair no arranque deste ano, registando uma descida homóloga de 20,8%. Esta foi a terceira vez consecutiva que o Instituto Nacional de Estatística (INE) regista uma queda na transação de casas, que se tem vindo a acentuar. Em resultado, os preços das casas também desaceleraram entre janeiro e março, tendo aumentado 8,7%, menos 2,6 pontos percentuais (p.p.) do observado no trimestre anterior.
O Mais Habitação trouxe para o centro do debate público e político a crise habitacional que se instalou em Portugal há décadas. E todos querem participar, agora, no debate na especialidade.
Promover o sentido de comunidade e liberdade para que todos se sintam em casa. É esse o propósito da LisboaPride – Homes for Everyone, um projeto de João Passos, consultor imobiliário há mais de uma década, que continua a distinguir-se neste segmento de mercado em Portugal. O imobiliário LGBTI+ consolidou-se e atrai investimento, numa altura em que a procura internacional “não para de crescer”, segundo revela o especialista ao idealista/news. No nicho LGBTI+, diz, tem-se assistido a um crescimento da procura nas zonas limítrofes dos grandes centros urbanos e “cada vez mais na margem sul, reservando-se o centro de Lisboa, como o icónico Príncipe Real, mais a arrendamentos”. Portugal é, como nunca, uma “casa apetecível para viver”.
A garantia de 25% de casas acessíveis nas novas construções ou a limitação da variação da taxa de esforço no crédito habitação estão entre as 14 medidas do BE para travar a crise e “preços exorbitantes” do setor.
Na Austrália, os preços das casas subiram nos últimos três meses. Nos EUA, a habitação encareceu 1,6% face a janeiro, e os preços das ações das construtoras tiveram um desempenho duas vezes melhor que o mercado de ações em geral. Na Zona Euro, o mercado imobiliário parece estável.