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O interesse em construir casas em Portugal existe, num momento em que a falta de oferta é gritante. E prova disso é a chegada de promotoras imobiliárias ao mercado. É o caso da New Life, que nasceu em Braga há cerca de dois anos e prepara a expansão para outras geografias, graças a um “método construtivo rápido e diferenciador”. Mas a atividade não é imune ao contexto de inflação. “Nós tentámos ao máximo manter o valor das nossas moradias, mas não conseguimos aguentar”, admite Manuel Pedrosa, fundador da New Life, em entrevista ao idealista/news.
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai reduzir em 50 pontos base o ‘spread’ contratado pelos clientes com crédito à habitação própria permanente que estejam com dificuldades em pagar os empréstimos, disse à Lusa fonte oficial.
Esta medida de redução do 'spread' (margem comercial do banco) soma-se à b
Portugal é o país mais vulnerável do chamado grupo das nações mais desenvolvidas do mundo à subida das taxas de juro e à descontinuação dos programas de dinheiro barato do Banco Central Europeu (BCE). Que o diz é a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), no seu estudo anual sobre perspetivas (outlook) de endividamento das mais de três dezenas de países do clube da OCDE.
Quem paga pelos reparos num apartamento arrendado? É uma das principais dúvidas que surgem entre proprietários e inquilinos. Em princípio e regra geral, o senhorio é quem deve encarregar-se do pagamento das despesas necessárias para que a casa esteja habitável.
O Banco Central Europeu (BCE) continua empenhado em trazer a inflação na Zona Euro de volta à meta dos 2%. “Isso significa elevar as taxas a níveis suficientemente restritivos e mantê-las nesse nível pelo tempo que for necessário", garante Isabel Schnabel, membro da Comissão Executiva do BCE.
São 25 as economias mundiais que estão em risco de recessão, sendo que a maioria (11) encontra-se na Europa. Portugal não entra na lista, que contempla, por exemplo, economias poderosas como a Alemanha, os EUA ou o México.
Os preços das casas em Portugal continuam em alta, perante a escassez da oferta, e assim deverão continuar, segundo a Comissão Europeia (CE). Num relatório recente sobre o país, Bruxelas diz que um cenário de possível quebra de preços é “improvável”, admitindo, ainda assim, um crescimento “moderado” daqui para frente.
A entrega do teu primeiro IRS pode parecer um bicho de sete cabeças, com vários quadros, anexos e códigos a preencher é normal que vão surgindo algumas dúvidas. A verdade é que parece mais complicado do que efetivamente é.
A casa tem o poder de contar a nossa história, mas nem sempre é fácil, sobretudo, para os jovens portugueses, que têm hoje sérias dificuldades no acesso à habitação e em criar uma identidade própria, dados os altos preços, subida de juros, salários baixos e instabilidade laboral. Muitos vivem até tarde em casa dos pais e outros em casas partilhadas. Num momento em que novas políticas de habitação estão a nascer em Portugal, o idealista/news foi descobrir junto de especialistas como querem e podem viver os jovens e que alternativas têm na hora de procurar casa.
O nascimento do primeiro filho é um grande passo na vida das famílias. Muito muda nas dinâmicas do casal, na organização da casa e da vida. E também há mudanças a considerar nos orçamentos familiares, num momento em que o poder de compra se encontra pressionado pela alta inflação e também pela subida dos juros para quem comprou casa com crédito habitação a taxa variável. Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística INE), o nascimento do primeiro filho resulta, em média, num aumento de 20% na despesa mensal das famílias.
As famílias com crédito habitação de taxa variável estão a sentir a prestação da casa a aumentar assim que é atualizada. Isto porque as taxas de juro estão a subir rapidamente e já estão em níveis de 2008. É o momento de fazer ginástica financeira para acomodar este aumento das prestações ou até mesmo recorrer à renegociação do crédito ou à bonificação dos juros. Muito poderá ser feito para evitar situações de incumprimento. E o presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB) garante que a banca está empenhada em ajudar as famílias em dificuldades. “Os bancos não querem ficar com as casas para coisa nenhuma”, sublinha Vítor Bento.
“Tudo no Home Staging é fazer com que a outra pessoa queira comprar tudo, desde o pormenor dos limões na cozinha, às almofadas, às plantas... Para tudo o que está em cada sítio existe um porquê, nada é colocado porque fica bonito e bem. Há sempre uma razão. É importante despertar emoções específicas”. Quem o diz, ao idealista/news, é Rita de Miranda, que fundou a APHS - Associação Portuguesa de Home Stagers em 2021, em plena pandemia da Covid-19, para, de certa forma, “proteger o trabalho do home stager”, conta.
O mercado imobiliário continua a dar provas de resiliência. Mas não é imune ao atual contexto económico pautado pela alta inflação e subida de juros. A verdade é que o desempenho da atividade imobiliária em Portugal deu-se a dois ritmos nos primeiros três meses de 2023: enquanto o investimento comercial, a venda de casas e a ocupação de escritórios desaceleraram, a atividade da logística, retalho e hotelaria brilhou, superando os patamares registados nos últimos dois anos.
O ano de 2022 foi marcado por um contexto macroeconómico que exerceu uma maior pressão sobre o mercado residencial, dada a subida da inflação e dos juros conjugada com os altos custos da construção e a falta de mão de obra. Este cenário refletiu-se numa ligeira diminuição na venda de casas na Grande Lisboa (-1,4%) e numa queda no preço médio das casas novas transacionadas (-7%), aponta a Savills. Ainda assim, a procura de casas para comprar continua bem dinâmica: há mais de 4.500 casas em construção em Lisboa, que deverão ficar concluídas nos próximos dois anos. Mas maior parte já se encontra vendida, já que, destas, só 1.440 casas estão disponíveis para venda (32% do total).
Será que há margem para aumentar os salários em Portugal? “Em alguns setores em que a procura foi especialmente forte e houve níveis extraordinários de lucros, isso pode permitir ao setor privado e sindicatos encontrarem margem de manobra para aumentar o poder de compra” dos trabalhadores, disse Paolo Gentiloni, comissário europeu da Economia, em Lisboa. Paralelamente, Portugal é dos países no mundo onde há mais empresas a dizer que têm dificuldade em contratar pessoas, sendo o facto de os salários serem baixos um dos motivos para haver falta de trabalhadores em certas áreas.
Os cinco maiores bancos a operar em Portugal reestruturaram mais de 30.000 créditos à habitação, incluindo ao abrigo do decreto-lei do Governo que força os bancos a fazê-lo no caso de famílias em dificuldades por aumento da taxa de juro.
De acordo com um levantamento feito pela Lusa, entre comunica
Na hora de comprar casa com crédito habitação, as famílias deparam-se com o spread base e o spread contratado, que é geralmente mais baixo por incluir uma série de produtos contratados, como o seguro de vida e o seguro multirriscos. Acontece que se as famílias optarem por contratar os seguros noutra instituição, correm o risco de ver o spread subir. É por isso mesmo que a Associação Nacional de Agentes e Corretores de Seguros (APROSE) defende que deveria ser criado um regime temporário que permitisse às famílias ter “total liberdade” na contratação dos seguros no crédito habitação, argumentando que tal ajudaria a que houvesse uma “poupança significativa” nas prestações da casa. Esta poupança poderia variar entre os 15 mil e os 30 mil euros.
Apresentado pelo Governo em março deste ano, e alvo de críticas desde então, o programa Mais Habitação saiu hoje, dia 19 de maio, do Parlamento com luz verde.
A escalada da taxa Euribor teima em não dar tréguas, o que não é uma boa notícia para quem tem crédito habitação indexado à taxa variável, que tem visto a prestação da casa aumentar mês após mês. Uma tendência que se deverá manter, tendo a taxa de juro no conjunto dos contratos de crédito habitação voltado a subir em abril: para 3,110% (2,829% em março), o valor mais elevado desde junho de 2009, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O presidente da Câmara de Lisboa reiterou esta quinta-feira (18 de maio de 2023) a oposição ao arrendamento coercivo de imóveis devolutos, defendendo que o município tem de dar o exemplo e reabilitar as suas 2.000 casas devolutas, das quais 400 já foram intervencionadas.