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A comunidade de nómadas digitais está a aumentar em Portugal. E tem ainda potencial para crescer. Mas serão os nómadas digitais um potencial público-alvo para a mediação imobiliária? Para responder a esta questão é preciso analisar este mercado que muito cresceu desde a pandemia. É preciso saber qual é a sua dimensão, onde vivem os nómadas digitais, o que os atrai e se estão a arrendar e a comprar casas no país. Foi esta análise ao mercado de nómadas digitais em Portugal que Massimo Forte fez neste artigo preparado para o idealista/news.
O preço da habitação de luxo varia muito de cidade para cidade – e de país para país. Isso mesmo é demonstrado na mais recente edição do “Prime International Residential Index” da Knight Frank, que indica quantos metros quadrados (m2) ‘prime’ podem ser comprados com um milhão de dólares (920.000 euros) em 20 cidades (não há portuguesas na lista). Mónaco (17 m2), Hong Kong (21 m2) e Nova Iorque (33 m2) encontram-se nos três primeiros lugares do pódio, sendo, desta forma, as localizações mais caras do mundo para comprar uma casa de luxo.
Andam de mala às costas de país em país, conhecendo o mundo a trabalhar. Esta é a vida dos nómadas digitas. Muitos querem morar em Portugal durante vários meses, procurando comunidades preparadas para os receber, como há em Lisboa, Porto ou na Madeira. Vivem, sobretudo, em alojamentos temporários. Mas há sempre quem “se apaixone pelo país” e queira fixar-se. “Vemos hoje nómadas digitais a ficarem mais de seis meses em Portugal, a trazerem as suas empresas, a recuperarem imóveis, a fazerem parte da comunidade local”, adianta em entrevista ao idealista/news o presidente da Digital Nomads Association Portugal. Esta é, portanto, uma oportunidade para descentralizar o movimento de Lisboa e dar a conhecer o interior do país, que está a ser despovoado ano após ano.
O sol espreita e as boas ondas começam a formar-se. É sinal de chegada de surfistas às praias portuguesas. Mas já não é apenas um fenómeno de verão.
A casa não é apenas o sítio onde as pessoas vivem ou dormem, passou a ser, no pós-pandemia, também um local de trabalho. “Nunca as nossas casas tiveram tanta influência no nosso bem-estar emocional”, refere em comunicado a YourHero. E a verdade é que muitas pessoas fizeram obras em casa de forma a melhorá-la, a dotá-la de melhores condições.
“A poupança de energia na iluminação [em casa] pode fazer toda a diferença”. Quem o diz é Jordi Manrique, diretor de comunicação e relações institucionais da Signify Portugal e Espanha, lembrando que “a transição da iluminação convencional para a iluminação LED conectada já permite economizar até 85% de energia”. Em entrevista ao idealista/news, o responsável da empresa fala sobre a evolução que a iluminação tem sofrido nos últimos anos rumo a um futuro que se pretende que seja cada vez mais sustentável e inteligente.
Na hora de escolher uma nova casa para viver, a localização continua a ser um fator chave (a par do preço). E toda a envolvente da zona conta, desde os parques verdes aos transportes, passando pelos serviços e infraestruturas culturais, de mobilidade e de lazer.
A pandemia da Covid-19 paralisou o mundo. Incerteza e resiliência caminharam lado a lado durante largos meses e foram muitos os desafios que surgiram e… foram sendo superados. Um cenário ao qual não ficou imune o setor do imobiliário e da construção, que se viu forçado a adaptar e/ou reinventar. A verdade é que as pessoas continuam a precisar de casas para viver, sendo que as necessidades que agora sentem são diferentes das de antes. Mário Almeida, administrador da promotora imobiliária FERCOPOR, diz ao idealista/news isso mesmo, que “a pandemia deixou fortes marcas no setor imobiliário”, revelando que “as áreas grandes (…) são fortemente valorizadas pelos clientes” e que “a ligação com o exterior é algo indispensável”.
O indicador de confiança dos consumidores prolongou em junho (-23,2) a trajetória ascendente iniciada em dezembro (-37,1), atingindo o valor máximo desde fevereiro de 2022, após ter registado em novembro o valor mais baixo desde o início da pandemia em abril de 2020, revelou esta quinta-feira (29 de junho de 2023) o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A gestora de ativos norte-americana Bain Capital (BC) e a espanhola Conren Tramway (CT), de investimento e desenvolvimento imobiliário, juntaram-se – fizeram uma joint venture – para investir mais de 600 milhões de euros na área da logística em Portugal e Espanha nos próximos cinco anos.
O negócio de renovar ou fazer reabilitações em casa está em alta em Portugal. A pandemia tem servido de justificação para muitas pessoas tomarem a decisão de reformar parcial ou totalmente a casa e, assim, torná-la mais eficiente e confortável. Porque a casa, além de fazer parte do nosso património, é um local de descanso, lazer e convivência. Apresentamos algumas recomendações e conselhos para que não caias na tentação de pensar que fazer obras em casa possa ser um inferno, mas sim que o processo de renovação seja positivo e o mais económico possível.
Os preços das casas para comprar e arrendar continuam a subir em Portugal, assim como os juros no crédito habitação. Mas os rendimentos das famílias não acompanham esta evolução, com a agravante da alta inflação que reduz o poder de compra e a capacidade de poupança.
Entre oliveiras centenárias e sobreiros, esconde-se o Monte da Borrega, uma casa típica alentejana, a poucos quilómetros de Arronches, que foi transformada num bonito refúgio de férias.
Os negócios voltados para a comunidade LGBTI+ movimentam a economia (e geram milhões), representando uma oportunidade de crescimento, sob diferentes perspetivas. É, por isso, um mercado em potencial a explorar, com impacto à escala global e local.
Todas as quartas-feiras apresentamos um hotel com encanto. E desta vez viajamos até ao país vizinho, onde a pandemia causou alguns “estragos” no mercado hoteleiro. Muitos estabelecimentos encerraram temporariamente, mas outros ficaram numa situação precária que levou os proprietários a vendê-los.
Depois de um longo período de compras no imobiliário alimentadas por taxas de juro baratas, os proprietários e credores estão a enfrentar mudanças na forma de trabalhar e de viver no pós-pandemia, que têm vindo a deixar edifícios vazios ou arrendados por baixo preço.
A venda de casas em Portugal está a arrefecer trimestre após trimestre. E essa tendência é visível um pouco por todo o país, já que o número de transações caiu em todas as regiões nos primeiros três meses de 2023 face ao período homólogo. Foi mesmo na Grande Lisboa onde esta queda foi mais expressiva (28%), tendo mesmo registado o número de casas vendidas mais baixo desde o quarto trimestre de 2016, excluindo o segundo trimestre de 2020 especialmente impactado pela pandemia.
O ano de 2022 foi marcado por um “ambiente adverso”, ditado pelas consequências da pandemia e da guerra na Ucrânia, espelhadas pela alta inflação e pela subida dos juros.
O verão começou e com ele chegam os dias mais quentes. Também por isso é preciso começar já a preparar os terraços e varandas para chegada do bom tempo e dos dias mais longos.
Promover o sentido de comunidade e liberdade para que todos se sintam em casa. É esse o propósito da LisboaPride – Homes for Everyone, um projeto de João Passos, consultor imobiliário há mais de uma década, que continua a distinguir-se neste segmento de mercado em Portugal. O imobiliário LGBTI+ consolidou-se e atrai investimento, numa altura em que a procura internacional “não para de crescer”, segundo revela o especialista ao idealista/news. No nicho LGBTI+, diz, tem-se assistido a um crescimento da procura nas zonas limítrofes dos grandes centros urbanos e “cada vez mais na margem sul, reservando-se o centro de Lisboa, como o icónico Príncipe Real, mais a arrendamentos”. Portugal é, como nunca, uma “casa apetecível para viver”.