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A pandemia veio mudar o conceito de casa e colocar em evidência a “necessidade de contacto com o mundo natural”, segundo Paulo Merlini, fundador do atelier Paulo Merlini Architects.
As empresas com contratos a prazo “em excesso” vão começar a pagar uma taxa de rotatividade. Esta é, pelo menos, a pretensão do Governo, que prevê publicar, em 2022, os referenciais que orientarão a aplicação da taxa. Ou seja, as empresas começarão a pagar essa contribuição adicional à Segurança Social (SS) em 2023, revelou a ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, esta quarta-feira (13 de outubro de 2021).
O programa Regressar vai ser prolongado até 2023, mantendo, para quem regresse a Portugal até aquela data, a possibilidade de pagar IRS apenas sobre 50% do rendimento. Em causa está uma medida prevista no Orçamento do Estado para 2022 (OE2022), já entregue à Assembleia da República – a votação final global está agendada para 25 de novembro.
A Ikea encerrou o ano fiscal de 2021 (1 de setembro de 2020 a 31 de agosto de 2021) com 462 milhões de euros em vendas. Trata-se de um crescimento de 5% em relação ao ano anterior, apesar de ser um valor inferior ao verificado na pré-pandemia da Covid-19. O “fantasma” da crise das matérias-primas e do setor do transporte de mercadorias está, no entanto, a deixar o setor em alvoroço.
Com a pandemia, e em concreto com o teletrabalho, muitos portugueses tiveram de ganhar – ou adaptar – espaços em casa, sendo que o lar passou a ser, literalmente, o local onde tudo acontece. Não é de estranhar, por isso, que com o chamado “regresso à normalidade” haja vontade e/ou necessidade de renovar a casa, dando-lhe como que uma “segunda vida”. A tendência de restaurar e reaproveitar espaços e mobiliário está, assim, a ganhar força.
Contra todos os prognósticos, o imobiliário tem vindo a dar provas de forte resiliência e dinamismo na pandemia a nível internacional. E em Portugal também, mantendo a curva de crescimento dos últimos anos: há mais transações que antes da Covid-19 e os preços batem recordes.
A pandemia da Covid-19 não fez parar o setor da construção. Mas as atuais condições neste mercado, hoje, não são as melhores. Os atrasos de pagamentos a par da deterioração das margens de lucro estão a agravar o risco de incumprimento das empresas.
O ministro das Infraestruturas e Habitação defendeu que a diminuição da carga fiscal no setor da construção não irá resultar na redução dos preços das casas e apelou à cooperação entre o setor público e privado.
As casas pré-fabricadas estão cada vez mais presentes no mercado imobiliário nacional e internacional.
O Apoio Extraordinário ao Rendimento dos Trabalhadores (AERT), criado para fazer face às quebras de rendimento dos trabalhadores independentes – a recibos verdes – ou de trabalhadores que ficaram sem o subsídio de desemprego e sem proteção social, termina este ano. No Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) não está contemplada esta prestação, apesar de estar prevista uma norma onde o Governo se compromete a reativar os apoios extraordinários, se a evolução da pandemia o justificar.
Não é novidade que o setor imobiliário foi um dos que melhor conseguiu fintar a crise em tempos de pandemia da Covid-19. Uma resiliência que não teve impacto no preço das casas, que continuaram a subir um pouco por todo o mundo de forma generalizada, nomeadamente em Portugal. Um cenário que está a contribuir para que o risco de bolha imobiliária esteja a ganhar força, alerta o banco suíço UBS no seu mais recente relatório, divulgado esta quarta-feira (13 de outubro de 2021).
O efeito domino da pandemia da Covid-19 teima em deixar marcas na economia mundial, mas há empresas que estão a conseguir reagir melhor que outras à crise, e até a prosperar. A liderar a lista das 100 marcas mais valiosas do mundo está a Amazon, segundo a Kantar BrandZ. Seguem-se no ranking as norte-americanas Apple, Google e Microsoft, sendo que a completar o top 5 do ranking encontra-se a chinesa Tencent.
A venda do Parque de Campismo da Galé, no concelho de Grândola (Setúbal), a um consórcio norte-americano [Discovery Land Company] está a gerar indignação local e motivou o lançamento de duas petições públicas que exigem a manutenção daquela infraestrutura.
As máscaras de proteção respiratória e os geles desinfetantes cutâneo vão continuar a estar sujeitos à taxa reduzida do IVA no próximo ano, de acordo com a proposta do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022), já entregue na Assembleia da República – a votação final global está agendada para o dia 25 de novembro.
A pandemia da Covid-19 apareceu sem pedir licença em 2020 e deixou marcas em praticamente todos os setores económicos, mas o mercado imobiliário mostrou-se resiliente e soube fintar a crise sanitária, nomeadamente o segmento residencial. Os números mais recentes comprovam isso mesmo: em 2020, o mercado imobiliário mundial registou um aumento de 5% do seu valor, atingindo a marca dos 326,5 biliões de dólares (277,97 biliões de euros) e ultrapassando em quase quatro vezes o PIB mundial de 2020. Em causa está uma análise da Savills.
O investimento no setor dos transportes é outro dos temas em destaque na proposta de Orçamento do Estado para 2022 (OE2022). O Governo prevê investir 528 milhões de euros em ferrovias e rodovias no próximo ano, e cerca de 408 milhões na expansão das redes de metro.
No final de agosto de 2021, o programa de habitação 1.º Direito tinha um total de 1.687 milhões de euros comprometidos, abrangendo 29.052 famílias e 87 municípios, disse o ministro das Infraestruturas e Habitação esta terça-feira, dia 12 de outubro de 2021.A informação foi avançada pelo mi
As expectativas para 2022 estão em alta: o Governo estima que a economia portuguesa cresça 5,5% voltando, assim, ao nível de riqueza pré-pandemia. Mas como? A proposta de Orçamento do Estado para 2022 (OE 2022) - que já foi entregue na Assembleia da República esta segunda-feira, dia 11 de outubro de 2021 - prevê um conjunto de mudanças que vão transformar a vida dos portugueses e decerto mexer nas suas carteiras. Apresentamos as medidas previstas já para o próximo ano.
Para a ALP – Associação Lisbonense de Proprietários não há dúvidas, a proposta de Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) “é uma desilusão e oportunidade perdida para mudar o rumo do mercado imobiliário em Portugal”. “É uma desilusão para o imobiliário”, refere a entidade, em comunicado. De recordar que o primeiro processo de debate parlamentar do OE2022 decorre entre 22 e 27 de outubro, dia em que será feita a votação, na generalidade. Já a votação final global está agendada para 25 de novembro de 2021.
A proposta do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) do Governo de António Costa já chegou ao Parlamento e tem a votação final global agendada para o dia 25 de novembro.