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“O produto Porto, por mérito próprio, consegue atrair investimento, turistas, empresas e residentes estáveis”. A afirmação é de Luís Mesquita, responsável da CBRE no Porto, e resume da melhor forma o atual momento que vive o mercado imobiliário na cidade, e que se estende a outros concelhos da área metropolitana.
Portugal está e estará debaixo da mira das multinacionais e investidores estrangeiros este ano. Esta é a convicção do diretor geral da CBRE, Francisco Horta e Costa, que antecipa um 2019 dinâmico, com a maioria dos setores a “continuar ativos, influenciados também pelas taxas de juro que deverão manter-se baixas". Escritórios e hotéis serão, de resto, áreas mais atrativas para quem quer investir.
Termina esta sexta-feira (7 de janeiro de 2019), às 18h (hora do continente), o prazo de entrega de candidaturas para mais uma edição do programa de arrendamento Porta 65 Jovem. O concurso em causa arrancou a 12 de dezembro do ano passado.
Portugal está, definitivamente na moda, e o imobiliário seguiu à boleia da onda de euforia e vive momentos inéditos. 2018 foi, aliás, o “ano de todos os recordes, em quase toda a linha”. As palavras são de Eric Van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield (C&W) em Portugal, que está convencido que o crescimento poderia, porém, ser ainda maior. O especialista no setor imobiliário lamenta a instabilidade legal e fiscal do país e avisa que este tipo de constrangimentos é capaz de “matar o interesse dos investidores”.
O mercado imobiliário nacional fechou o ano de 2018 em alta. E para comprar casa no país é cada vez preciso “abrir mais os cordões à bolsa”. Em três meses, os preços subiram 6,6%, situando-se nos 2.101 euros por metro quadrado (m2) no último trimestre do ano. Lisboa, Porto e Funchal continuam a ser as cidades mais caras, ainda que Braga tenha visto crescer os preços em flecha, segundo o índice de preços do idealista.
O mercado de investimento em imobiliário comercial voltou a ser a estrela da indústria em 2018 e estima-se um nível recorde de 3,3 mil milhões de euros transacionados. Este valor, segundo a JLL, supera de longe qualquer resultado de anos anteriores e quase corresponde à soma do volume investido no período entre 2008 e 2014.
2018 foi já um ano marcado por uma forte atividade na promoção imobiliária - tanto em número como em volume de transações de terrenos e de edifícios para reabilitar. A reabilitação, segundo a JLL, ainda se mantém como a principal fonte deste negócio em Lisboa (representando 60 a 70% dos processos de licenciamento na cidade), mas a consultora antecipa que construção nova deverá marcar a atividade em 2019.
"A habitação superou todas as expetativas, em mais um excelente ano". É desta forma que a JLL resume o desempenho do segmento residencial em 2018. A oferta apresenta agora uma maior dinâmica e diversidade, "o que deverá corrigir os preços em 2019, com tendência para a suavização da subida, embora atualmente a maior parte do produto que surge se venda em planta".
Ano novo, vida nova... novos preços. Das telecomunicações à eletricidade, passando pelas rendas, portagens, refrigerantes ou tabaco há novidades. O novo ano traz subidas (e algumas descidas) que vão mexer com a carteira dos portugueses. Preparado? Neste guia mostramos-te tudo aquilo que precisas de saber, com algumas boas e más surpresas que se avizinham pelo caminho.
2018 foi, à semelhança dos últimos anos, muito animado – e atribulado – no que diz respeito ao setor imobiliário. Há novas regras no Alojamento Local (AL) e no crédito à habitação, os preços das casas continuam a subir em termos homólogos, apesar de haver sinais de abrandamento, e a aposta na obra nova parece ter vindo para ficar. Pelo meio, o Porto está cada vez mais no radar.
O ano de 2018 foi muito agitado no que diz respeito a grandes negócios imobiliários. Arrancou com a notícia da venda do Dolce Vita Tejo à AXA por 230 milhões de euros e terminou com a compra dos terrenos da antiga Feira Popular de Lisboa por cerca de 274 milhões, após uma conturbada hasta pública. Pelo meio, houve mais negócios de milhões a dar que falar, como por exemplo a venda de dois projetos da Herdade da Comporta ao consórcio Amorim Luxury/Vanguard Properties, por 158 milhões de euros.
Comprar casa em Portugal é cada vez mais caro. E a venda de imóveis acompanha esta evolução. A tendência já vem de 2017 e voltou, este ano, a confirmar-se, apesar de no segundo e terceiro trimestres do ano a subida de preços ter abrandado, em termos homólogos. A verdade é que com ou sem bolha imobiliária – muitos especialistas desvalorizam o tema –, a subida de preços é notória, estando Portugal no radar dos investidores imobiliários. Continuará a ser assim em 2019?
O Porto teve em 2018 um dos melhores anos no setor imobiliário. Uma situação que foi visível nos vários segmentos de mercado – desde a habitação, passando pelo comércio, hotelaria, escritórios e industrial –, mas onde se destacou também a aposta forte na componente de investimento. Um dinamismo que leva os profissionais do mercado a considerarem que “o Porto é a cidade do momento", como destaca um estudo recente da JLL.
Estará a febre da reabilitação a dar lugar à construção/obra nova? Uma coisa é certa: o reforço da oferta através de obra nova é cada vez mais visto como uma oportunidade, chegando ao mercado informações sobre novos projetos de promoção imobiliária a um ritmo alucinante. Os números revelados recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) são esclarecedores: no terceiro trimestre foram licenciados 5,3 mil edifícios, uma subida de 16,3% face ao período homólogo. E deste total, 69,4% dizem respeito a construções novas.
Casas para arrendar até 500 euros em Portugal? Não há (quase nada). Até porque no duelo da oferta e da procura, a primeira sai sempre derrotada. Os preços subiram em flecha, e 2019 não traz boas notícias: as rendas vão subir outra vez: 1,15%. Comprar ou arrendar? E eis que surge o (eterno) dilema, sem fim à vista. No meio do impasse e da dúvida, o Parlamento aparece com uma luz ao fundo do túnel: há novas regras das rendas aprovadas, com mais benefícios para os senhorios e maior proteção para inquilinos. Passamos o “arrendamento” em revista.
Em 2016, cobraram-se em Portugal 1.488 milhões de euros em IMI, menos 3% que no ano anterior. Segundo dados da Direção Geral das Autarquias Locais, revelados pela Marktest, em média, cada português pagou 144 euros em IMI, sendo que os valores oscilaram entre 554 euros per capita em Albufeira e 28 euros per capita no Corvo.
A Direção Geral do Tesouro e Finanças (DGTF) arrecadou 10,6 milhões de euros em duas hastas públicas realizadas no final do ano. Entre outros imóveis, foi vendido o antigo Quartel de S. Brás, no Porto, que gerou quase metade do valor total: saiu da alçada da DGTF por cinco milhões de euros.
O Governo conta ter disponíveis, a partir de setembro de 2019, mais 12 mil camas para alunos do ensino superior. O Conselho de Ministros aprovou um diploma que pretende acelerar o processo de construção e requalificação de residências em todo o país, sendo que metade desta oferta estará disponível nas zonas de Lisboa e do Porto.
O fundo LX Partners - integra o consórcio que comprou a carteira de crédito malparado do Novo Banco - entrou no capital da Smart Studios, uma promotora imobiliária que se dedica ao mercado de estúdios e pequenos apartamentos para estudantes, promovendo também projetos de co-living.
Ainda não existe no dicionário nacional, mas já faz parte do vocabulário dos portugueses. Estamos a falar de um novo conceito tendência, o 'Rooftop', ou como quem diz: um terraço ou varanda no topo de um prédio, com bar ou café para, quem sabe, apreciar um pôr do sol. A moda faz furor. Tanto que até já há portugueses a destacar-se na Europa. LX Factory e Park dizem-te alguma coisa?