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Depois de anos conturbados, o mercado dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) está em alta, captando cada vez mais investidores - sobretudo estrangeiros, mas também portugueses, que chegam pouco a pouco. Muitos dos negócios realizados em Portugal este ano, que animaram o mercado imobiliário, tiveram aliás como protagonistas FII. Agora que os REITs estão para chegar, qual é o seu futuro? O idealista/news foi ouvir a opinião dos especialistas.
A Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) e a Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços (AECOPS) vão unir-se, tendo já dado "um primeiro passo no sentido de evoluírem para um modelo de organização associativo assente numa estrutura unitária".
É para novembro que está prevista a entrada em vigor da nova lei que regula as plataformas eletrónicas de transporte que operam em Portugal. De momento são quatro (Uber, Taxify, Cabify e Chaffeur Privé) e os taxistas estão contra, manifestando-se esta quarta-feira nesse sentido, em Lisboa, Porto e Faro. E o trânsito no centro destas cidades deverá complicar-se. Explicamos-te agora qual é o motivo deste quarto grande protesto dos taxistas a nível nacional.
O prémio Nobel da Economia de 2017, Richard Thaler, não sabe se a próxima crise será financeira ou imobiliária, mas não tem dúvidas de que o mercado da habitação português “está quente”. Considerando que o imobiliário nacional está ao rubro, o economista alerta que “quem paga pouco de entrada por uma casa está a correr demasiados riscos”.
A Foz do Douro - que se estende desde o Jardim do Passeio Alegre, até ao Castelo do Queijo - é tradicionalmente a zona mais nobre do Porto e pode vir a tornar-se em breve no novo forte pólo de atração do investimento imobiliário na Invicta. Muitos dos profissionais, ouvidos pelo idealista/news, acreditam que esta será uma realidade em breve. A par da Foz, a Baixa do Porto vai ter também como rival a zona de Matosinhos Sul, onde a oferta para venda e arrendamento é agora escassa.
A espanhola MK Premium, especializada em reabilitação e compra de edifícios, acaba de comprar dois novos ativos residenciais no mercado luso, localizados em Lisboa e Porto. A companhia, que já soma quatro imóveis em Portugal, investiu perto de dois milhões de euros nesta operação, avançaram fontes do setor ao idealista/news.
O tempo médio de venda de um imóvel tem vindo a diminuir nos últimos anos, sendo que em 2017 quase 85% das casas que foram colocadas no mercado demoraram menos de seis meses a ter novo dono.E estão a ser transacionados cada vez mais imóveis, sendo que em 2018, a venda de alojamentos familiares deverá crescer entre 10 a 15%.
O FMI veio confirmar que "o preço das casas continua a aumentar", mas, na sua opinião, "não há ainda um sobreaquecimento significativo". Deixa, porém, um aviso: é preciso um acompanhamento permanente dos preços, bem como uma monitorização mais apertada do mercado hipotecário, pelos riscos que existem para a banca.
O mercado imobiliário está a ferver. Continua, de resto, a ser aquecido pelos investidores estrangeiros. Mas até quando? Ainda não se sabe. A instabilidade fiscal e legislativa constante, que permeia o mercado imobiliário português, está a deixar muitos investidores não residentes nervosos. Um cenário problemático, segundo os especialistas, para quem não faz sentido a consecutiva “mudança de regras do jogo”.
Os estudantes universitários a viver longe de casa - que atualmente enfrentam um cenário de subida de preços nas casas e quartos para arrendar generalizada a nível nacional, ainda que mais forte em Lisboa - vão contar com um total de mais 1.500 camas. O Governo acaba de anunciar que vai recuperar perto de 30 imóveis para alojamento em várias instituições universitárias do país.
A venda de carteiras de imóveis do setor financeiro - bancos e seguradoras - está cada vez mais dinâmica no mercado nacional. Depois da Tranquilidade e da Fidelidade, agora é a vez do Novo Banco colocar um portfólio de 9.000 ativos imobiliários, a maioria dos quais situados em Lisboa e no Porto. Cerca de metade são residenciais, um quarto são imóveis comerciais e os restantes 25% são terrenos.
Para satisfazer a procura existente em Portugal teriam de ser construídas pelo menos 70.000 casas por ano nas duas principais cidades do país, Lisboa e Porto. O alerta é dado por Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária em Portugal (APEMIP).
O BE defende que as Áreas de Reabilitação Urbana (ARU) não podem ser transformadas num “instrumento de captura de generosos benefícios fiscais” para proprietários dos imóveis, como aconteceu no Bairro do Aleixo, no Porto.
O líder parlamentar do PS, Carlos César, manifestou-se esta terça-feira contra a taxa especial proposta pelo BE. “Não há qualquer intenção do Grupo Parlamentar do PS aprovar a proposta”, disse, contrapondo que a “especulação” combate-se com o aumento da oferta de habitação acessível.
O edifício Golden Gate, no centro do Funchal (Madeira), pode ser hoje arrematado, por um valor base de licitação de 12,6 milhões de euros. O prazo para venda do imóvel público terminou na semana passada sem que qualquer interessado tivesse formalizado uma oferta junto do Governo Regional.
Os preços de venda das casas em Portugal Continental vão somando recordes. Em maio, o preço da habitação aumentou 16,4% face ao mesmo mês do ano passado, evidenciando uma nova intensificação no ritmo de subida e continuando a tendência de aceleração da variação homóloga verificada desde final de 2015 (e apenas interrompida no final de 2016).
Os estudantes universitários têm cada vez mais dificuldade em encontrar alojamentos a preços acessíveis. Arrendar um quarto numa casa particular em Lisboa custa, em média, 450 euros – mais do dobro do que custa em Braga, onde os valores rondam os 200 euros. Na Invicta o preço situa-se na média dos 275 euros mensais.
A Johnson & Johnson inaugura esta segunda-feira, dia 10 de setembro, uma nova sede em Portugal, no Lagoas Park, parque empresarial no concelho de Oeiras, num investimento de 5,5 milhões de euros, arrancando também com uma nova unidade de ensaios clínicos.
O Portugal Real Estate Summit, que decorre nos arredores de Lisboa, no Hotel Palácio Estoril, nos dias 18 e 19 de setembro, tem já confirmada a presença do ministro adjunto Pedro Siza Vieira na sessão de abertura, “reforçando o posicionamento deste evento como o mais importante fórum de investimento imobiliário realizado na Península Ibérica”, frisa a organização.
Depois do Regime de Residente Não Habitual - que concede privilégios fiscais a estrangeiros em Portugal - agora é a vez do regime de autorizações de residência para atividade de investimento estar na frente de ataque do Bloco de Esquerda (BE), que reclama o seu fim por considerar que favorece a especulação imobiliária e a criminalidade económica. Em resposta, o Governo admite avaliar alterações aos chamados vistos gold - que têm ajudado à dinamização do imobiliário nos últimos anos.