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O Pavilhão Rosa Mota, no Porto, estará totalmente renovado dentro de meio ano. As obras arrancaram em fevereiro e tudo aponta para que estejam concluídas entre maio e junho de 2019, sem atrasos. O espaço foi concessionado a um consórcio privado pela Câmara do Porto em 2017, por 20 anos, e o contrato contempla a reabilitação, exploração e instalação de um centro de congressos. O projeto limita-se ao interior do pavilhão, mantendo intactos os jardins do Palácio de Cristal.
Gerido pela Plenium Partners, o recém-criado fundo de capital de risco do Bankinter para investir em residências universitárias acaba de comprar um primeiro terreno em Granada, Espanha, por 8,8 milhões de euros e está a ultimar novas aquisições no Porto e no país vizinho, em Valência. No total, vai promover 2.500 camas em quatro residências nos próximos dois anos, num investimento de 200 milhões de euros.
A família de David Rosas, marca de referência no segmento de luxo em joias e relógios, regressou às compras. Desta vez, adquiriu o património da sociedade Lagos & Irmão - que pertencia a João Lagos, conhecido tenista e empresário, e a familiares seus - constituído por um conjunto de imóveis no Porto e Matosinhos. A “joia” desta carteira é um prédio de seis pisos, localizado na esquina das ruas dos Clérigos e Almada, e o valor da operação rondou os oito milhões de euros, segundo apurou o idealista/news.
A primeira loja da Kinda Home em Portugal já foi edificada. A marca de mobiliário e decoração do Grupo Nuvi - controlado pelo empresário português Luís Vicente - vai abrir as portas do seu primeiro espaço comercial em Portugal no próximo dia 27 de novembro de 2018, na Rotunda dos Produtos Estrela, na Estrada da Circunvalação. E já há planos para inaugurar outra loja em Lisboa.
Com 104.785 m2 de área bruta de construção acima do solo, o “loteamento Efanor”, em Matosinhos, era um dos ativos de maior valor no portefólio imobiliário da Sonae Capital. Agora, a empresa decidiu vendê-lo à Grandavenue72, dentro da estratégia de alienar ativos não estratégicos. O negócio foi fechado em 30 milhões de euros.
Em diferentes regimes de exploração, a maioria das casas em Alojamento Local (AL) está nas mãos de terceiros para ser gerida. Apenas 4 em cada 10 unidades registadas nesta atividade, em Lisboa e Porto, têm à frente do negócio para turistas o seu proprietário. Na capital, os donos ocupam uma fatia de 46,5% dos casos e na Invicta o valor é de 42,8%.
A Câmara do Porto vota a aprovação, esta quinta-feira, em reunião extraordinária do executivo municipal, da criação de um pacote de isenções fiscais destinadas a incentivar o investimento na compra de habitação na cidade e a fixação da sua população. Os profissionais do setor imobiliário local, ouvidos pelo idealista/news, aplaudem as medidas, mas consideram-nas insuficientes, sobretudo no que respeita ao arrendamento de longa duração.
O Chiado, no coração de Lisboa, é pelo segundo ano consecutivo a localização mais cara de Portugal – e a 33ª a nível mundial – para o comércio de rua. A renda prime na Rua Garret, eixo de referência no Chiado, valorizou 44% desde 2013, estando agora avaliada em 1.560 euros por metro quadrado (m2) por ano. A zona de Causeway Bay, em Hong Kong é a zona de comércio de rua mais cara do mundo.
Perante a crise que afeta atualmente a atividade de avaliação imobiliária Fernando Santo, ex-Bastonário da Ordem dos Engenheiros e atual administrador da Caixa Económica Montepio Geral, manifesta o seu repúdio por esta situação e em jeito de desafiou pergunta: “Senhores avaliadores continuam a trabalhar e não fazem greve?”
Com os valores da avaliação bancária de imóveis em máximos, os peritos profissionais deste setor enfrentam, todavia, momentos de forte baixa. Honorários reduzidos, concorrência elevada (e por vezes) desleal, seguros caros - mas que não cobrem os todos os riscos -, aumento da responsabilidade civil e um regulador, a CMVM, sem meios para fiscalizar, são alguns dos aspetos caraterizam a situação de crise que se vive atualmente na atividade de avaliador imobiliário em Portugal.
A Inspeção-Geral de Finanças (IGF) está a avaliar as construções na zona da Arrábida, no Porto, que têm suscitado polémica. A inspeção dura há cerca de duas semanas e decorre no Departamento Municipal de Urbanismo da Câmara Municipal do Porto.
Estreitar e facilitar os negócios imobiliários entre Portugal e o Brasil era o objetivo do primeiro Salão Internacional Imobiliário no Brasil (SIIBRA 2018), que se realizou nos dias 4, 5 e 6 de setembro em Fortaleza, Ceará. Guimênia Nogueira, responsável pelo evento, refere que este foi um “sucesso” e “um marco” para o mercado imobiliário e para as relações entre os dois países.
Os cuidados colocados na reabilitação de cada um dos 16 apartamentos do Clérigos 82 – localizado na Rua dos Clérigos, muito próximo da Torre e Igreja dos Clérigos –, transformando cada tipologia num exclusivo, fazem dele um produto especialmente vocacionado para o mercado internacional. Estará concluído dentro de 12 a 16 meses.
Portugal está nas “bocas do mundo” e é hoje um país repleto de histórias de empreendedorismo. A solidez do mercado imobiliário ajudou a colocar o país no “mapa”, no radar de quem investe, e impulsionou a ascensão de Portugal como marca global. A mais recente campanha “Made of Portugal”, lançada pela consultora JLL, fala do contributo do setor para o país, promovendo-o como destino ideal para viver, trabalhar e investir.
Começou a operar em Portugal no início do ano e já faz a gestão de mais de 200 casas na Grande Lisboa. A Hostmaker, empresa de gestão de propriedades, cresceu 360% em seis meses e assim quer continuar, estimando gerir entre 800 e 900 imóveis na capital até final de 2019. “Continua a haver muito procura”, diz ao idealista/news Inês Nobre, diretora geral da empresa em Portugal.
A Direção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF) vai levar a hasta pública na quinta-feira (dia 8 de novembro de 2018) 35 imóveis – 34 no continente e um na Madeira –, entre apartamentos, lojas, terrenos e moradias. O valor base de licitação ronda os quatro milhões de euros. Os imóveis, propriedade do Estado e de institutos públicos, serão vendidos no “estado em que atualmente se encontram”, refere a DGTF.
Os preços das casas vendidas na cidade do Porto dispararam 24,7% no segundo trimestre, para um preço mediano de 1.460 euros por metro quadrado (m2). A subida dos preços na Invicta foi a mais acentuada, ainda que os valores continuem muito inferiores aos da capital. Em Lisboa o preço mediano do m2 fixou-se nos 2.753 euros, tanto que comprar casa na capital já custa três vezes mais que no resto do país.
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) quer demolir o Edifício Transparente, no Porto, e outros 33 edifícios na orla costeira entre Caminha e Espinho, também no norte do país. O novo plano para este trecho da costa portuguesa determina ainda a retirada de centenas de habitações construídas nas dunas.
O número de famílias com problemas financeiros está a aumentar. Entre janeiro e outubro deste ano a Deco - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor recebeu 26.180 pedidos de ajuda por parte de portugueses sobreendividados. Segundo os dados da associação já são quase metade (47%) os casos em que o pedido de ajuda vem de um agregado familiar de apenas um elemento, pessoas divorciadas ou viúvas.
O mercado imobiliário está de “boa saúde” e recomenda-se: 2018 está a ser um ano de recordes e 2019 deverá manter uma evolução positiva. Esta é, pelo menos, a opinião das três principais redes imobiliárias em Portugal - Century 21, Remax, e ERA - que estiveram à conversa com o idealista/news no SIL 2018. Não têm dúvidas de que o setor deverá continuar a dar gás à economia, mas pedem maior estabilidade legislativa e fiscal ao Governo.