A pesquisa encontrou 6929 resultados
Resultados da pesquisa
O grupo de bolsas de valores Euronext escolheu a cidade do Porto para instalar um centro tecnológico, complementar ao que tem em Paris. A nova infraestrutura, que estará a funcionar no próximo ano, vai ficar sediada na Avenida da Boavista, no mesmo edifício onde funciona a Interbolsa, empresa de liquidação e compensação de ordens que integra a Euronext Lisbon.
A Estoril Real Estate, nova promotora imobiliária a operar no mercado nacional, vai investir cerca de 60 milhões no desenvolvimento de seis empreendimentos residenciais em Lisboa e no Estoril. Dirigidos ao segmento premium e resultantes de intervenções de reabilitação urbana, os empreendimentos totalizam uma oferta combinada de cerca de 130 apartamentos.
A STCP, transportadora rodoviária da área metropolitana do Porto, vai avançar com o processo de venda de quatro prédios e outros ativos imobiliários por um valor mínimo conjunto de cerca de 700 mil euros.
“Não demos o salto na reabilitação urbana. Temos de dar esse salto. O que é mesmo preciso fazer é transformar as cidades. Temos de ter cidades mais densas, o que se consegue através da reabilitação urbana”. O alerta foi dado pelo ministro de Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, que revelou que nos últimos dois anos, em 2014 e 2015, foram reabilitados cerca de 2.500 fogos no país por ano.
O imobiliário em Portugal continua em alta e os setores que maior rentabilidade vão oferecer aos investidores dentro de quatro/cinco anos são a reabilitação urbana, os escritórios e a hotelaria, segundo a Worx, a consultora portuguesa que fez para a Troika a reavaliação dos ativos imobiliários dos bancos.
O Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) terminou o ano de 2015 com um lucro de 1,2 milhões de euros, mais 16,54% que em 2014. Na execução orçamental global de 2015, as receitas do TPNP somaram 10,6 milhões de euros enquanto as despesas foram de 6,7 milhões de euros, resultando num saldo positivo de 3,9 milhões de euros.
Um portefólio de seis centros comerciais detidos pelo grupo Novo Banco, localizados em Lisboa e nas zonas Norte e Centro vai passar a ser gerido pela JLL.
O Porto está a ser palco de muitos negócios imobiliários. Os dois últimos projetos mais emblemáticos da Invicta, que foram tornados públicos, são a reconversão do antigo edifício do jornal "O Comércio do Porto", na Avenida dos Aliados, num prédio de habitação de luxo, e a reabilitação e transformação da mítica cafetaria "A Brasileira" num hotel.
O leilão de imóveis do banco Santander Totta realizado no passado fim de semana – dia 30 de abril em Lisboa e 1 de maio no Porto – foi um sucesso. Ao todo, e dos 135 imóveis a concurso, vendeu-se em sala cerca de 92% da carteira (124 imóveis) e foi atingido um valor global de vendas acima dos oito milhões de euros, revelou a Euro Estates, consultora imobiliária responsável pela promoção do leilão.
O setor português da construção vai criar uma marca coletiva – chamada Global Portuguese Construction (GPC) – para promover internacionalmente as empresas da fileira e aponta os mercados de Espanha, França, Reino Unido, Colômbia, Peru e Cuba como prioritários para compensar as quebras em África.
O prejuízo das empresas do Setor Empresarial do Estado (SEE) chegou aos 696 milhões de euros no final de setembro de 2015. Trata-se, ainda assim, de um valor 26% inferior face ao mesmo período de 2014.
O empresário Vasco Pereira Coutinho será, provavelmente, um ilustre desconhecido para a maioria dos portugueses, mas no mundo do imobiliário é uma das grandes "feras", sendo um dos principais investidores nacionais. Agora, o seu nome surge no escândalo Panama Papers, sendo apontado como o beneficiário final de uma teia de offshores nas Bahamas, no Estado norte-americano de Delaware, nas Ilhas Virgens Britânicas e em Malta.
A expropriação de cinco prédios no bairro do Leal, no Porto, para que possa avançar o processo de demolição do bairro do Aleixo esteve esta terça-feira em debate na reunião do executivo camarário da Invicta. Em causa está uma intervenção na ordem dos 42 mil euros, para desalojar um total de 66 fogos.
O preço das casas deve aumentar 2% no Porto, 2,7% no Algarve e 3% em Lisboa nos próximos 12 meses. Em termos médios nacionais, a subida esperada é de 2,5% nos próximos. Em causa estão dados que constam no inquérito mensal Portuguese Housing Market Survey (PHMS), produzido pelo Royal Institution of Chartered Surveyors (RICS) e pela Confidencial Imobiliário (Ci).
O grupo de trabalho parlamentar da Habitação decidiu agendar audições com diversas associações, desde inquilinos a proprietários, para discutir as alterações à lei do arrendamento propostas pelo PS, que visam a classificação e proteção de lojas históricas.
São cinco municípios que em termos de território representam apenas 1% de Portugal continental, mas representam mais de um quinto do poder de compra nacional. Em causa estão Lisboa, Porto, Sintra, Vila Nova de Gaia e Cascais, que consomem 21,4% do total do país, segundo revela a Sales Index da Marktest.
Os números não deixam dúvidas: há quase 26 mil unidades de Alojamento Local (AL) inscritas no Registo Nacional de Turismo, que beneficiam de um regime especial de autorização para arrendamento de quartos a turistas. Lisboa é o concelho com mais registos, com 4.489 espaços (17% do total). Seguem-se Portimão, Albufeira, Lagos e só depois o Porto, com 1.727 unidades.
O Estado tem em mãos de dezenas de imóveis dos quais se quer “desfazer”. O problema parece ser encontrar interessados. Em causa estão escritórios, apartamentos, moradias e... palácios. Só no ano passado, a Direção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF) realizou sete hastas públicas para tentar vender imóveis do Estado, a uma média de 35 por sessão, mas só conseguiu alienar 25.
O preço das casas em Portugal registou uma subida de 6,8% durante o primeiro trimestre de 2016, situando-se em 1.126 euros/m2, segundo o índice de preços do idealista. Excluindo o Algarve, todas as regiões assistiram a um aumento de preços.
Lisboa é, pelo terceiro ano consecutivo, a melhor cidade portuguesa para viver, para visitar e para fazer negócios. Seguem-se os municípios de Porto, Braga, Cascais e Coimbra, por esta ordem.