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A crise imobiliária em Portugal empurrou Carla Luís, recém-licenciada em engenharia civil na época, a procurar oportunidades de emprego lá fora. Foi em Bogotá, na Colômbia, que deu os seus primeiros passos na sua carreira internacional em 2013.
Há dois anos, os EUA era o destino preferido dos milionários chineses. Mas perante a guerra de tarifas entre Washington e Pequim, este panorama está a mudar. A procura por casas à venda nos EUA com preços superiores a 5 milhões de euros por parte de milionários chineses está a arrefecer.
O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) declarou ilegais os programas de cidadania que concedem autorizações de residência a grandes investidores, conhecidos como ‘golden visa’, por considerar que infringem as normas comunitárias ao implicarem a comercialização da concessão da nacionalidade de um Estado-membro.
Há milhares de casas de luxo à venda em Portugal. E são mesmo os portugueses que lideram a procura de casas premium para comprar no nosso país, que custam mais de 1 milhão de euros. Embora haja atualmente menos incentivos fiscais, os estrangeiros continuam ainda a ter um peso revelante na procura de casas de luxo no nosso país, com destaque para os britânicos e os norte-americanos, revelam os dados do idealista (editor deste boletim).
Dentro de um mês, os portugueses voltam a ser chamados às urnas para votar nas eleições legislativas de 2025. E já começam a vir a público os programas eleitorais dos partidos que, hoje, têm assento no Parlamento.
Entrou em vigor em Espanha esta quinta-feira (3 de abril de 2025) a modificação da Lei 14/2013, de 27 de setembro, de apoio aos empreendedores e à sua internacionalização, pela qual se eliminam os vistos de investimento, mais conhecidos como Golden Visa, após a publicação, em janeiro, da Lei Orgânica 1/2025, de medidas em matéria de eficiência do Serviço Público de Justiça. A primeira lei aprovada de 2025 dava três meses de margem para a supressão dos artigos 63 a 67 da Lei 14/2013, que até agora regulavam o regime de residência para estrangeiros que realizam investimentos significativos no país, incluindo a compra de casas em Espanha por um valor mínimo de 500.000 euros.
“O que estamos a ver é que há um comprador mais seletivo, que vem [para Portugal] por razões muito diferentes”. Quem o diz é Mark Harvey, que dirige o negócio residencial internacional da Knight Frank, parceira em Portugal da Quintela e Penalva. O especialista no mercado residencial de luxo – tem mais de 25 anos de experiência no setor em vários mercados internacionais – passou recentemente por Portugal e o idealista/news apanhou-o no aeroporto, já de regresso a casa. Em entrevista telefónica diz, por exemplo, que os cidadãos estrangeiros que fazem mira ao imobiliário nacional “estão à procura de propriedades realmente muito seletivas e especiais”.
O número de cidadãos norte-americanos com residência em Portugal acelerou nos últimos anos, tendo aumentado mais de sete vezes desde 2017, data do primeiro mandato do atual Presidente dos EUA, Donald Trump, até 2024.
Da Europa ou de outros cantos do mundo para Portugal. São muitos os estrangeiros que chegam todos os anos ao nosso país com a intenção de comprar ou arrendar casa, procurando melhorar a sua qualidade de vida ou um investimento rentável. E embora haja menos incentivos fiscais disponíveis para esse perfil de clientes do setor imobiliário, é quem vive fora das fronteiras europeias que tem maior interesse em fazer as malas e passar a ter uma residência em Portugal, revelam os dados mais recentes do idealista/data.
Ao contrário de Portugal e da vizinha Espanha, a Nova Zelândia irá flexibilizar os requisitos para a obtenção dos vistos gold com o objetivo de atrair investimentos multimilionários para o país da Oceânia.
“O nosso portfólio, praticamente desde 2015 a 2023, são edifícios históricos, edifícios reabilitados. É algo que sempre gostámos”. Em entrevista ao idealista/news, João Pagani Toscano, CEO da promotora imobiliária Livingroup, vai ao baú revisitar memórias para falar sobre como a empresa que fundou iniciou atividade em Portugal, há já mais de uma década. E reconhece que “há um certo romantismo em trabalhar com reabilitação urbana, sobretudo com este tipo de edifícios”. Mas há uma coisa que o deixa preocupado neste segmento do mercado imobiliário, o de luxo: a falta de qualidade dos acabamentos, que na sua perspetiva não acompanha os preços de venda praticados.
O futuro é dinâmico e exige que as cidades ajustem as suas estratégias de atração de investimento consoante as mudanças geopolíticas, tecnológicas e corporativas. Mas há cidades que se adaptam melhores que outras.
Portugal continua no radar dos investidores imobiliários nacionais e estrangeiros, sendo a “criação de nova oferta uma excelente oportunidade” no mercado nacional. Quem o diz é Carlos Cardoso, CEO da JLL Portugal, salientando que o país precisa de “acelerar a capacidade de produção imobiliária, sendo claro que os investidores e os promotores têm muito interesse em fazê-lo”.
O Governo já anunciou que levará em breve a Conselho de Ministros uma nova proposta de reforma do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação (RJUE), no âmbito do simplex dos licenciamentos. E também há mudanças à vista na revisão do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT), a polémica lei dos solos, como é chamada. Pedro Siza Vieira considera que o caminho a seguir para se fazer mais habitação em Portugal passa por construir mais casas, o que “significa que as cidades têm de crescer”. “E só crescem para cima ou para o lado. Portanto, ou expandimos os aglomerados urbanos ou deixamos construir em altura”, diz ao idealista/news o ex-ministro de Estado da Economia e da Transição Digital.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a criação de 'vistos gold' no país, autorizando a residência de milionários que terão os mesmos privilégios de residentes permanentes.
O imobiliário residencial de gama alta continua a atrair muitos investidores e/ou compradores em Portugal, sendo que a oferta, à semelhança do que acontece no setor em geral, mantém-se inferior à procura. Um mercado (de gama alta) que se pode dividir em três segmentos: Affluent, Premium e Luxo. Esta é uma das conclusões a retirar do estudo “O Mercado Residencial de Gama Alta em Portugal – Impacto e Tendências”, preparado pela NOVA SBE para a Porta da Frente Christie's, com base em dados (também) do idealista e apresentado esta terça-feira (25 de fevereiro de 2025).
O mercado residencial em Portugal deu uma volta de 180 graus no último ano. No início de 2024, a compra de casas continuava travada, sobretudo, pelo efeito dos altos juros, dando espaço para que o número de casas arrendadas registasse um novo máximo histórico.
Portugal está a acelerar os tempos de processamento de candidaturas ao programa Golden Visa – também conhecido como vistos gold –, após longos atrasos verificados nos processos, que acabaram por “manchar” a imagem do programa. O mesmo oferece aos investidores estrangeiros, em algumas circunstâncias, a possibilidade de obter uma autorização de residência em Portugal através de investimentos em áreas específicas, como imobiliário, criação de emprego, ou transferência de capital.
Não é só em Portugal que o acesso à habitação é uma preocupação. Este é um problema que assola as famílias que vivem em vários países, como é o caso de Espanha, EUA, Canadá ou Reino Unido.