Assim serão as casas no pós-Covid - lições aprendidas com a pandemia
O confinamento obrigou-nos a fazer da casa, o posto de trabalho, a escola das crianças, o ginásio, o café, e muito mais. Isto fez-nos a todos perceber que a maioria das casas atuais deveria ter sido projetada de forma diferente. Decidimos abordar essa questão com o arquiteto Pablo García, que tenta vislumbrar como as casas devem ser projetadas após a pandemia.
Lay-off simplificado à lupa: tudo sobre o regime... em vias de ser prolongado
O regime de lay-off simplificado foi criado pelo Governo para responder à pandemia do novo coronavírus, tendo os trabalhadores abrangidos por este regime direito a um mínimo de 2/3 do seu vencimento bruto, quer estejam em suspensão de contrato ou em redução de horário. O Estado comparticipa com 70% e a empresa com 30%. Agora, dois meses depois de entrar em vigor – o decreto-lei foi publicado dia 27 de março –, o tema volta a estar em cima da mesa, com o Governo a estudar a possibilidade de o prolongar no pós-Covid-19. Preparámos um guia que ajuda as empresas e os trabalhadores a perceber como funciona e o que é o lay-off simplificado.
Crédito à habitação em tempos de Covid-19: cuidados a ter por quem é fiador
Muitas pessoas precisam de um fiador na hora de pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa. Agora, em tempos de pandemia de novo coronavírus, passou a ser possível pedir uma moratória do crédito à habitação, pública ou privada. No artigo de hoje da Deco Alerta, explicamos o que deve ter em conta um fiador. Deverá, por exemplo, ser informado pelo banco sobre os impactos que a aplicação da moratória poderá acarretar.
A economia no pós-Covid: fosso entre países ricos do norte e pobres do sul agudiza-se na Europa
Estará a pandemia do novo coronavírus a dividir (ainda mais) os países europeus, tornando o norte ainda mais rico e o sul ainda mais pobre? É uma pergunta de resposta difícil, mas uma coisa é certa: há nações da União Europeia (UE) e da Zona Euro que estão a sentir mais o impacto da Covid-19 que outras.
Venda de casas “derrapa” em março devido à Covid-19
A pandemia do novo coronavírus deixou marcas na economia, nomeadamente no setor imobiliário e da construção. Uma das consequências da Covid-19 foi a quebra na venda de casas, conforme confirmam os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). “Em março de 2020, foram vendidos cerca de 6 alojamentos por mil alojamentos familiares clássicos em Portugal o que compara com vendas de 6,15 em março do ano anterior e 6,66 em fevereiro de 2020”.
Apoios ao pagamento das rendas: o que muda para inquilinos e senhorios a partir de julho
Vai haver alterações ao apoio extraordinário ao pagamento de rendas a partir de julho, na sequência de uma proposta apresentada pelo Governo e aprovada no Parlamento dia 21 de maio de 2020. O Executivo resume, em comunicado, o que vai mudar, sendo que uma das novidades é o facto de os inquilinos que não pagarem a renda aos senhorios entrarem em incumprimento do contrato.
Máscaras sociais? Sim... mas não valem todas - explicamos tudo
A doença Covid-19 veio mudar radicalmente o dia a dia dos portugueses. A partir de agora, e à semelhança do que já acontece noutros países, passa a ser obrigatório utilizar máscara em espaços comercais, serviços públicos, transportes ou escolas, por exemplo, para mitigar o agravamento da pandemia. Esta nova necessidade fez crescer no mercado a oferta de máscaras sociais (produtos têxteis reutilizáveis ou de uso único), mas é preciso ter cuidados na escolha deste produto, uma vez que nem todas as máscaras conferem a mesma proteção.
Prolongamento de proteção às rendas até setembro aprovado no Parlamento
A proposta de lei do Governo que prolonga até setembro o regime que permite aos inquilinos habitacionais em dificuldades recorrer a um empréstimo para pagar a renda e aos não habitacionais diferir o seu pagamento foi aprovada no Parlamento esta quinta-feira (21 de maio de 2020).
Negócios de escritórios em tempos de pandemia: Cofidis compra Natura Towers por 46 milhões
Esta será, provavelmente, uma das maiores transações efetuadas no mercado de escritórios em Portugal no primeiro trimestre do ano. Em plena pandemia de novo coronavírus, portanto. Trata-se da compra, por 46,5 milhões de euros, das Natura Towers, localizadas na zona de Telheiras, em Lisboa, que agora ficam nas mãos da multinacional francesa Cofidis, que aqui – são duas torres – instalará a sua nova sede no país.
Banca inundada de pedidos de moratórias – crédito à habitação lidera procura
Os bancos receberam quase 570 mil pedidos de moratória, até ao final de abril, sendo que 90% destes pedidos foram aprovados. A maioria dos pedidos, cerca de dois terços (345.551 contratos), está integrada no regime da moratória pública, sendo que o adiamento do pagamento da prestação da casa (crédito à habitação) lidera a procura. Em causa estão dados revelados esta quinta-feira (21 de maio de 2020) pelo Banco de Portugal (BdP)
Tudo sobre as alterações ao arrendamento motivadas pelo contexto pandémico
A Lei n.º 14/2020, de 9 de maio constitui a terceira alteração à Lei n.º 1-A/2020, de 19 de março, que aprovou medidas excecionais e temporárias de resposta à situação pandémica que o país atravessa provocada pela Covid-19. Das alterações trazidas pela Lei n.º 14/2020, são do nosso interesse para o tema sobre que agora nos debruçamos, as alterações feitas ao art. 8.º e o aditamento do art. 8.º-A.
Verão no pós-covid: ir à praia e dar um mergulho? Guia para cumprir as regras e estar em segurança
Já há data para a abertura da época balnear em Portugal. A partir de 6 de junho de 2020 os areais “reabrem”, mas este ano, e por causa da Covid-19, com muitas restrições. O Governo já estipulou quais as regras para ir à praia e dar um mergulho, desde a distância que deve ser mantida na areia, passando pelos bares, restaurantes, esplanadas, até à prática de desporto. O idealista/news preparou um guia para que possas ir a banhos em segurança.
Lay-off simplificado em vigor por mais tempo: Marcelo sugere e Costa deixa a porta aberta
Poucas horas depois do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, ter sugerido ao Governo ponderar o prolongamento do regime do lay-off simplificado para lá de 30 de junho para evitar maiores aumentos do desemprego, o primeiro ministro, António Costa, admitiu, no Parlamento, prolongar o regime, criado pelo Executivo para combater a crise económica causada pela pandemia do novo coronavírus.
Medidas de higiene e segurança para imobiliárias no pós-pandemia
Todas as imobiliárias já podem funcionar de portas abertas ao público desde o dia 4 de maio de 2020, data a partir da qual o Governo pôs em marcha um plano de desconfinamento a três passos. A maioria das empresas decidiu abrir os seus escritórios e lojas, na tentativa de regressar gradualmente à normalidade no pós-Covid. Embora não haja indicações específicas para as agências – havendo, sim, requisitos de abertura e de higiene para todos os estabelecimentos comerciais – a iad Portugal decidiu disponibilizar um guia completo de recomendações de segurança para a retoma da atividade à sua rede de consultores, partilhando os pontos essenciais com o idealista/news.
Apoios a famílias devido à Covid-19 até 30 de setembro: PS quer prolongar prazo de medidas
O PS entregou no Parlamento um projeto de lei para prolongar até 30 de setembro o impedimento de suspensão de serviços essenciais, como água, eletricidade, gás natural ou telecomunicações, para famílias afetadas pela pandemia do novo coronavírus, prolongando, assim, a vigência destas medidas excecionais de apoio por três meses. Também a flexibilização temporária das regras de reembolso dos Planos Poupança Reforma (PPR) deverá ser prolongada.
Pandemia faz dos políticos as maiores estrelas mediáticas do momento
O primeiro-ministro António Costa manteve, em abril – em plena pandemia de novo coronavírus –, a liderança do top de exposição mediática, ao protagonizar 226 notícias com 12 horas e 48 minutos de duração durante o mês. Uma análise que exclui eventuais programas, debates ou entrevistas realizadas no período e que na contabilização do tempo se considera o tempo total de duração da notícia.
Valor sob gestão dos fundos de investimento imobiliário desce em abril para 10,4 mil milhões
Em abril de 2020, o valor sob gestão dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII), dos Fundos Especiais de Investimento Imobiliário (FEII) e dos Fundos de Gestão de Património Imobiliário (FUNGEPI) atingiu 10.469,5 milhões de euros, menos 44,2 milhões (0,42%) que em março, revela a Comissão de Mercados da Valores Imobiliários (CMVM).
Investidores oportunísticos piscam o olho ao imobiliário nacional no pós-Covid-19
A pandemia do novo coronavírus está a deixar marcas no setor imobliário. Uma das consequências da Covid-19 pode passar pela descida do preço das casas, que encareceram muito nos últimos tempos – no quarto trimestre de 2019, o preço mediano das casas vendidas em Portugal fixou-se em 1.081 euros por metro quadrado (m2), mais 8,5% que no período homólogo. Para Jorge Marrão, ‘partner’ da Deloitte, esse fenómeno vai abrir oportunidades para os investidores oportunísticos.
Taxa de juro no crédito à habitação cai em abril para novo mínimo histórico (desde janeiro de 2009)
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,947% em abril, inferior à verificada no mês anterior (0,998%) e no período homólogo (1,073%). De referir que esta é a taxa de juro mais baixa desde, pelo menos, janeiro de 2009 (5,798%). Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (20 de maio de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que refletem já o impacto da pademia do novo coronavírus.
Mercadona retoma plano de expansão com abertura de supermercado em Aveiro
A abertura do novo supermercado da Mercadona em Aveiro estava agendada para março, mas com a pandemia da Covid-19 a inauguração foi adiada. Agora, a cadeia de distribuição líder em Espanha tem data marcada para abrir o seu 11ª espaço comercial em Portugal, no dia 16 de junho. No total, em 2020, a Mercadona quer expandir a rede nacional, duplicando o número de lojas, tendo previstas mais aberturas nos distritos de Aveiro, Porto e Viana do Castelo.
Franceses fintam a Covid-19 e compram fração de escritórios em Lisboa
A portuguesa Urbimanos, Sociedade Imobiliária, Lda. vendeu, em plena pandemia de novo coronavírus, uma fração de escritórios num edifício em Lisboa, na Rua D. Luís I, a um investidor institucional francês. Uma transação que foi assessorada pela consultora imobiliária CBRE, que atuou em representaçao do vendendor.
Futuro pós-Covid-19: empresários temem surgimento de novo surto pandémico
A pandemia do novo coronavírus promete deixar feridas abertas que vão demorar algum tempo a sarar, nomeadamente na atividade económica e financeira a nível nacional e mundial. As empresas estão preocupadas com o prolongamento da recessão global e temem, por exemplo, a existência de novos focos da Covid-19.
Efeitos do confinamento: portugueses decidiram que querem fazer obras em casa
Os portugueses estiveram durante muito tempo confinados em casa, devido à pandemia do novo coronavírus. Uma situação que despertou o interesse em remondelá-la, segundo um inquérito realizado pela empresa de estudos de mercado Boutique Research, que auscultou as motivações dos portugueses após o período de confinamento social. De acordo com o mesmo, apesar de satisfeitos com os suas habitações, 55% dos portugueses diz ter vontade de fazer alterações nas mesmas, sendo que pintar o interior, remodelar casas de banho e a cozinha são as intervenções mais desejadas.
Regresso à vida “normal”, e agora? Cuidados a ter quando se chega a casa...
Com o levantamento do estado de emergência nacional, os portugueses retomam, aos poucos, e sob regras rigorosas e que devem ser cumpridas por todos nós, as suas rotinas de trabalho, de frequência de transportes públicos e de espaços exteriores. Neste artigo, preparado pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor para o idealista/news, damos algumas dicas para regressar “à normalidade” em segurança.
Fim das moratórias preocupa Banco de Portugal
O governador do Banco de Portugal (BdP), Carlos Costa, mostra-se preocupado com o “efeito precipício” que o fim das moratórias concedidas às empresas por causa da crise da Covid-19 poderá ter, nomeadamente, porque estas “não vão ser capazes de reembolsar de uma só vez, vão ter que diluir no tempo”.