Santander, BBVA e Popular criam “banco mau” para imobiliário em Espanha
Os bancos Santander, Popular e BBVA estão a preparar em Espanha a transferência de ativos imobiliários, nomeadamente terrenos, que pesam negativamente nos seus balanços para um veículo de grandes dimensões que os acomode e mais tarde venha a reduzir a exposição da banca.
Nova sociedade de investimento com 450 milhões para comprar ativos de retail em Portugal, Espanha e Itália
Chega ao mercado um novo veículo de investimento imobiliário para apostar em ativos retail no Sul da Europa. Em causa está o Southern European Value-Add Mandate (SEVA), criado através da união de forças de três gigantes do mundo do investimento do setor imobiliário a nível internacional. SEVA nasce con três ativos em carteira avaliados em 250 milhões e procura novas oportunidades para investir outros 450 milhões nos três países.
Isenção de IMT e outros benefícios fiscais para quem invista em ativos imobiliários florestais
Com o objetivo de incentivar a criação de Sociedades de Gestão Florestal (SGF) que fomentem a utilização profissional da floresta e melhorem a rentabilidade dos ativos florestais, o Governo vai aprovar isenções de pagamento de IRC sobre os lucros que estas entidades venham a registar. Também as aquisições de prédios por parte destas sociedades ficarão isentas (até final de 2019) do pagamento do IMT e do imposto de selo.
Estádio de Leiria continua no mercado, após venda falhada a investidor inglês
O Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, um dos palcos do Euro 2004, continua disponível para venda, por parte da Câmara Municipal de Leira, depois de frustrado o negócio com uma empresa inglesa que tinha manifestado interesse em adquirir o recinto. O equipamento desportivo, que implicou um investimento de 90 milhões de euros, e o topo Norte seguem assim no mercado.
Cuidado com "comprar" uma casa por 50 euros: como funciona o crowdfundig Housers que quer entrar em Portugal
Metes 50 euros, fazes clic e já és "proprietário" de uma casa. Pelo menos, isso vem nos contratos de compra e venda dos imóveis que se adquirirem através da plataforma espanhola de crowdfunding imobiliário Housers, que se dedica a recolher dinheiro de investidores anónimos para comprar imóveis no centro das cidades, a troco de uma determinada rentabilidade variável em função do ativo. Assim tão simples? Nem por isso... Explicamos-te tudo.
Mercado de escritórios em Lisboa cresce 30% até setembro
Os primeiros oito meses de 2016 ficaram marcados por uma forte atividade no mercado de escritórios de Lisboa, que registou um crescimento de 30% em termos de ocupação. Com um total de 130 operações realizadas, foram absorvidos mais de 91.110 m2 de área, de acordo com dados da JLL.
Europa sem espaço de escritórios para quem quer sair de Londres
Há bancos a planear abandonar Londres, na sequência do Brexit, mas deparam-se agora com um problema logístico. Nas principais capitais europeias há falta de espaço de escritórios disponível para acolher os milhares de trabalhadores que implica a saída da City. Nas zonas nobre de cidades como Paris, Frankfurt ou Amesterdão a oferta deste tipo de imóveis está no nível mais baixo da última década, segundo dados da Savills Plc, de Dublin, citados pela Bloomberg.
Ex-hospital de Cascais vendido para ser a primeira universidade privada de medicina
O antigo hospital de Cascais está em vias de ser vendido para acolher o primeiro pólo universitário privado de medicina do país. O novo projeto educativo de ensino superior será desenvolvido pela Universidade Católica Portuguesa, em parceria com a Luz Saúde, dona do Hospital da Luz, em Lisboa, que será o hospital parceiro durante a formação.
Deutsche Bank à procura de ativos imobiliários para comprar em Portugal
A sociedade de investimento no mercado imobiliário do Deutsche Bank, cotada em Espanha, decidiu aumentar o capital em 47,2 milhões de euros para poder financiar a compra de ativos imobiliários na Península Ibérica. A operação da Trajano, aprovada no passado mês de junho, prevê que o conselho de administração cubra pelo menos 58% do valor máximo de ampliação, ou seja, 27,5 milhões de euros.
Herdade da Comporta volta a estar à venda
A Herdade da Comporta saiu do controlo da família Espírito Santo quando o Grupo Espírito Santo colapsou e hoje faz parte dos ativos da RioForte que serão vendidos para pagar a credores. Após uma tentativa falhada, o processo avança agora de novo: o terreno será colocado à venda em mercado internacional entre a última quinzena de setembro e a primeira de outubro.
Investimento comercial abranda no primeiro semestre, mas expetativas do ano são boas
O investimento em imobiliário comercial está este ano menos forte do que em 2015, quando foram atingidos novos máximos. O primeiro semestre fechou com uma quebra de 5,7% face ao período homólogo, num total de 930,5 milhões de euros investidos.
CBRE assume gestão de quatro hipermercados Modelo Continente
O departamento de gestão de ativos imobiliários da CBRE assumiu a gestão financeira e técnica de quatro ativos que são propriedade da Aberdeen European Balanced Property Fund (AEBPF).
Câmara de Lisboa arrecadou 366 milhões de euros em impostos, sobretudo graças ao IMT e IMI
A Câmara Municipal de Lisboa arrecadou em 2015 mais 53 milhões de euros de receita fiscal que no ano anterior. No conjunto dos impostos locais, diretos e indiretos, a autarquia garantiu 366 milhões de euros, mais 17% que em 2014. A receita de IMT atingiu recorde de 175 milhões de euros enquanto o IMI “valeu” 116 milhões aos cofres do município.
Montepio compra ativos imobiliários à Associação Mutualista para depois os vender
A Caixa Económica Montepio Geral (CEMG) aceitou comprar ativos imobiliários à Associação Mutualista Montepio Geral (AMMG) para depois os vender a “preços equivalentes”. Em causa está a aquisição de uma participação na Silvip e de unidades do fundo imobiliário VIP, que foi aprovada em assembleia-geral na semana passada.
Plataforma logística da Decathlon em Setúbal comprada pelo grupo CBRE Global Investors
Inaugurada em 2012, após um investimento de 30 milhões, a plataforma logística onde está instalado o centro de distribuição da marca francesa Decathlon em Portugal acaba de ser adquirida pelo grupo imobiliário CBRE Global Investors. Localizada em Setúbal, com uma área de 36.700 m2 em Setúbal, foi transacionada através de uma operação de sale and leaseback, por valor não revelado.
Vistos gold mais que duplicaram em um ano
Depois da tempestade a bonança. A polémica em torno dos alegados casos de corrupção relacionados com os vistos gold parece já fazer parte do passado. No primeiro semestre foram atribuídos 821 vistos gold, mais que os 766 concedidos no ano passado. Durante estes seis meses foram ainda captados 509 milhões de euros, mais 111% que no período homólogo.
Imobiliárias britânicas afundam-se em bolsa e analistas pioram previsões
A vitória do Brexit já estar a ter consequências diretas no setor imobiliário britânico. Pelo menos, nos mercados financeiros. As companhias do setor que estão cotadas em bolsa têm vindo a afundar-se nas últimas sessões, com quedas que somam já 23%. Ou seja, perderam praticamente um quarto do seu valor de mercado.
Montepio marca AG extraordinária para aprovar venda de ativos imobiliários
O Montepio acaba de convocar uma assembleia geral de acionistas (AG) extraordinária para o próximo dia 6 de julho cujo objetivo é, entre outros, aprovar uma nova operação financeira cujo objetivo final é reduzir a exposição ao setor imobiliário.
Grande imobiliária holandesa ataca em força Portugal
A ProWinko, um investidor imobiliário privado holandês especializado no setor de retalho que tem escritórios em Portugal desde o ano passado, está a dar sinais de querer apostar forte em Portugal, sobretudo na Avenida da Liberdade, em Lisboa. A empresa comprou o edifício Liberdade 136 à brasileira Mogno Capital, que foi representada no negócio pela consultora imobiliária JLL, e está a promover uma loja no Liberdade 9, onde funcionou uma agência do BPI. No seu portfolio incluem-se lojas da Apple, Calvin Klein, Forever 21, H&M ou Primark.
Herdade da Comporta deve 106 milhões de euros à CGD
A Herdade da Comporta, cujo processo de venda foi retomado por decisão judicial e é o ativo imobiliário mais valioso do Grupo Espírito Santo (GES), tem uma dívida à Caixa Geral de Depósitos (CGD) superior a 106 milhões de euros. A situação é denunciada no relatório e contas do Herdade da Comporta Fundo Especial de Investimento Fechado, enviado à CMVM.
Imobiliário: Reino Unido pode sair da Europa, mas britânicos ficam em Portugal
A pouco mais de duas semanas do referendo, as sondagens dão como certa uma vitória do ‘Brexit’: a saída do Reino Unido da União Europeia (UE). Mas tudo indica que o mercado imobiliário português será imune a esse processo: os britânicos, que historicamente estão entre os principais investidores internacionais no mercado imobiliário nacional, irão continuar a olhar para Portugal da mesma forma, antecipam os especialistas ouvidos pelo idealista/news.
Sonae Sierra vende outros três centros comerciais em Portugal e Espanha
A Sonae Sierra continua com a estratégia de vender os seus ativos imobiliários, para focar-se apenas na gestão dos espaços comerciais, e dessa forma financiar a expansão dentro e fora do país. Desta vez, a empresa decidiu vender o AlgarveShopping e o Estação Viana Shopping, em Portugal, e o Luz Del Tajo, em Toledo, Espanha, os três à CBRE Global Investments Partners, mantendo a operação.
Primeiro-ministro considera que "banco mau" será boa oportunidade de negócio
O setor financeiro está contra a ideia de criar um "banco mau", mas o primeiro-ministro continua convicto de que esta será a solução certa para limpar os créditos malparados da banca nacional. A posição de António Costa está alinhada com a do governador do Banco de Portugal.
Imóveis pesam 7 mil milhões nas contas dos bancos, que querem vender rápido e barato
A banca continua a pagar a fatura da crise. Depois da pesada herança de casas devido às muitas famílias que deixaram de pagar a prestação do crédito à habitação, agora os bancos vêem-se a braços com uma pesada carga de imóveis não habitacionais, resultado das falências. Os maiores bancos nacionais têm mais de 7.000 milhões de euros em imóveis no balanço e a maioria são lojas, escritórios e armazéns.
Montepio conta com venda de imobiliário para salvar contas e sair dos atuais prejuízos
O Montepio conta com a venda de ativos e poupanças de reestruturação para sair do vermelho, passando dos prejuízos registados no primeiro trimestre para lucros, nos próximos meses. A instituição financeira espera arrecadar entre 400 e 500 milhões de euros com a venda de imóveis, participações financeiras e carteiras de crédito malparado. A maior fatia deverá vir da alienação de imobiliário, que já gerou um encaixe de 60 milhões nos primeiros três meses do ano.