A Suécia, juntamente com os outros países escandinavos, está no topo de todos os rankings de sustentabilidade e inovação, dois conceitos que muitas vezes andam de mãos dadas.
A natureza é uma das principais fontes de inspiração para os seres humanos. É verdade que em alguns momentos da história, as obras humanas tentaram diferenciar-se tanto quanto possível do mundo natural, mas em outras ocasiões, não foi esse o caso.
A sustentabilidade continua a ganhar adeptos um pouco por todo o mundo. E está claro que se está a tornar um valor cada vez mais importante para as empresas e para os consumidores.
Hoje, mais do que nunca, sabemos a importância que a construção dos edifícios tem na vida das pessoas e na harmonia dos espaços, e temos cada vez mais informação sobre o seu real impacto ambiental.
Tornar as casas mais eficientes em termos energéticos, comparticipando a fatura de substituição, por exemplo, de janelas, isolamento e sistemas de aquecimento da água das habitações.
Todas as quintas-feiras abrimos as portas de uma casa de sonho. E desta vez viajamos até à Islândia para conhecer esta casa de férias projetada pelo escritório de arquitetura KRADS, com vistas do Lago Thingvallavatn e um telhado verde que se mistura com o ambiente natural.
Adotar um estilo de vida sustentável é agora um hábito para muitas pessoas, que procuram pôr em prática mais comportamentos ecologicamente corretos. Mas o que significa ter uma casa sustentável?
A preocupação com a sustentabilidade no mercado da construção e imobiliário está na ordem do dia, e há uma pressão crescente sobre proprietários, operadores e ocupantes de edifícios para que reduzam a sua pegada de carbono. Um estudo recente da CBRE indica, aliás, que 83% dos investidores imobiliários preveem uma procura crescente por edifícios sustentáveis. Mas para ter uma habitação mais “verde” é preciso estar atento a diferentes aspetos. Quais são?
O Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis foi reforçado em 15 milhões de euros, para uma dotação total de 75 milhões de euros, e as candidaturas alargadas até 30 de abril de 2022, segundo um despacho publicado esta sexta-feira.O despacho do ministro do Ambiente e da Ação Climática, Matos Fer
Quando a sustentabilidade se torna um dos pilares essenciais da arquitetura, podem surgir projetos interessantes. Foi o que conseguiu o estúdio de arquitetura Austin Maynard Architects, para quem minimizar o impacto das suas construções é uma prioridade.
Tornar os edifícios mais eficientes é uma prioridade da União Europeia (UE) para atingir a neutralidade carbónica até 2050. Isto porque são os próprios edifícios os responsáveis por 36% das emissões totais de gases com efeito estufa e por 40% dos consumos energéticos.
A maioria dos portugueses (88%) considera a sua casa desconfortável termicamente, sendo este um assunto que tem estado na ordem do dia no país. Um tema que também não está a passar ao lado do poder político, tendo a Assembleia da República (AR) recomendado ao Governo que reforce os incentivos à melhoria da eficiência energética das habitações e ao combate à pobreza energética. Em causa está a Resolução da Assembleia da República n.º 247/2021, publicada esta quinta-feira (19 de agosto de 2021) em Diário da República.
Há um grande projeto de casas sustentáveis que nasceu no município de Bussigny, na Suíça. Chama-se '65 Degree Group Housing' e foi desenvolvido pelo gabinete de arquitetura Bertola & Cie-SIA, com sede em Crissier.
Impulsionar a renovação de edifícios em Portugal e Espanha é o novo desafio do Banco Europeu de Investimento (BEI) e a União de Créditos Imobiliários (UCI). No novo acordo celebrado entre as entidades está previsto financiar projetos habitacionais verdes e sustentáveis que incluem, sobretudo, projetos de renovação de edifícios, mas também a aquisição de casas com “elevados padrões de eficiência energética”.
Se estás realmente atento à preservação do meio ambiente e gostas de viver no campo, aqui está a solução perfeita para fugir da cidade e construires a tua própria casa sustentável, autossuficiente e com impacto zero na zona envolvente durante a sua construção.
Baixar a fatura da luz é uma prioridade para muitos portugueses, que estão em teletrabalho por causa da pandemia da Covid-19. Ou seja, passam mais tempo em casa. Também por isso nunca foi tão importante tornar as casas mais eficientes. Neste artigo, preparado pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor para o idealista/news, damos-te algumas dicas de iluminação eficiente que podem ajudar, e muito, a minimizar as despesas familiares com a eletricidade.
Maior qualidade de vida, que se reflete no conforto e na saúde, mas também ganhos em termos de poupanças com energia e para o ambiente. De forma resumida, são estes os grandes benefícios de uma "casa passiva" e que, cada vez mais, têm vindo a ser percecionados e valorizados pelo mercado em Portugal. "Temos assistido a uma procura maior de clientes que pretendem construir ou reabilitar de acordo com a Passive House", confirma João Marcelino, presidente da direção da Associação Passivhaus Portugal.
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