Pandemia forçou fundos a vender ativos para reforçar níveis de liquidez

Pandemia forçou fundos a vender ativos para reforçar níveis de liquidez

Os fundos foram forçados, na sequência da pandemia da Covid-19, a recorrer a mecanismos como a venda de ativos para reforçar os níveis de liquidez para satisfazer eventuais pedidos de resgate. Segundo a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), nenhuma gestora suspendeu resgates, mas chegou a colocar-se a hipótese dos fundos, a dado momento, não terem dinheiro para os pagar. Os fundos registaram, em março de 2020, pedidos de saída próximos de 600 milhões de euros. 
Fundos de investimento imobiliário fecham 2020 em alta

Fundos de investimento imobiliário fecham 2020 em alta

Em dezembro de 2020, o valor sob gestão dos fundos de investimento imobiliário (FII), dos Fundos Especiais de Investimento Imobiliário (FEII) e dos Fundos de Gestão de Património Imobiliário (FUNGEPI) atingiu 10.583,6 milhões de euros, mais 159 milhões (1,52%) que no mês anterior, segundo a Comissão do Mercado de valores Mobiliários (CMVM).
Avaliações imobiliárias caíram, mas em setembro voltou-se ao período pré-pandemia

Avaliações imobiliárias caíram, mas em setembro voltou-se ao período pré-pandemia

Os peritos avaliadores de imóveis “continuaram a realizar avaliações imobiliárias durante a pandemia da Covid-19”, tendo-se verificado, no entanto, “um ‘crash’ muito acentuado durante o estado de emergência”, revelou esta sexta-feira (6 de novembro de 2020) Paulo Barros Trindade, presidente da direção Associação Profissional das Sociedades de Avaliação (ASAVAL). “Entre março e junho houve uma quebra de cerca de 35% no número de avaliações, mas em setembro esse número já está quase idêntico ao verificado no período pré-pandemia”, acrescentou.
Há um novo fundo de investimento imobiliário aberto: é possível investir a partir de 100 euros

Há um novo fundo de investimento imobiliário aberto: é possível investir a partir de 100 euros

O Banco Best e a Square Asset Management (AM) lançaram um novo fundo de investimento imobiliário aberto a clientes individuais. O Property Core Real Estate Fund destina-se a “clientes que procuram aumentar a diversificação das suas carteiras, aproveitando a oportunidade de investir no mercado imobiliário”, refere o Banco Best em comunicado, acrescentando que o fundo está disponível para investimentos a partir de 100 euros, tendo um horizonte temporal recomendado de cinco anos.
Valor sob gestão dos fundos de investimento imobiliário em queda: recua 39,9 milhões em julho

Valor sob gestão dos fundos de investimento imobiliário em queda: recua 39,9 milhões em julho

Em julho de 2020, o valor sob gestão dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII), dos Fundos Especiais de Investimento Imobiliário (FEII) e dos Fundos de Gestão de Património Imobiliário (FUNGEPI) atingiu 10.395,2 milhões de euros, menos 39,9 milhões (0,38%) que em junho. Uma queda, de resto, superior à verificada em junho face a maio (0,08%). Em causa estão dados divulgados pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
CMVM aceita medidas extraordinárias nas avaliações de imóveis

CMVM aceita medidas extraordinárias nas avaliações de imóveis

Desde o rebentar da atual crise, gerada pela pandemia do coronavírus, que os bancos e os peritos avaliadores têm vindo a adotar medidas extraordinárias nas avaliações de imóveis, de forma a manter o negócio, num contexto de confinamento e distanciamento social. Agora o regulador desta atividade veio dar luz verde a procedimentos fora das práticas habituais, desde que sejam cumpridas determinadas regras. As recomendações da CMVM - Comissão do Mercado de Valores Mobiliários constam de uma carta-circular, com data desta segunda-feira, dia 30 de março de 2020, e que produz efeitos durante o período de estado de emergência e 15 dias após o seu termo.
Avaliação de imóveis: o problema dos baixos preços e prazos curtos impostos pela banca

Avaliação de imóveis: o problema dos baixos preços e prazos curtos impostos pela banca

Com os valores da avaliação bancária de imóveis em máximos, os peritos profissionais deste setor enfrentam, todavia, momentos de forte baixa. Honorários reduzidos, concorrência elevada (e por vezes) desleal, seguros caros - mas que não cobrem os todos os riscos -, aumento da responsabilidade civil e um regulador, a CMVM, sem meios para fiscalizar, são alguns dos aspetos caraterizam a situação de crise que se vive atualmente na atividade de avaliador imobiliário em Portugal.