Localizado no coração da Av. Calouste Gulbenkian em Faro, o Palácio BR Avenida chega agora ao mercado, com apartamentos de várias tipologias, desde o T4 ao T2.
Comprar casa continua a ser uma opção para muitos portugueses mesmo em tempos de pandemia. Com as poupanças das famílias em alta e as taxas de juro dos créditos habitação em baixa, as condições para adquirir casa parecem estar reunidas.
Recorrer a um crédito habitação é a solução que muitos portugueses encontram para conseguirem comprar casa, e a verdade é que os bancos têm mostrado disponibilidade para financiar a compra da habitação, ao mesmo tempo que os juros estão em queda e a poupança em alta. Mas qual será a melhor forma de conseguir o crédito habitação ideal sem gastar mais dinheiro? Explicamos tudo sobre este tema com a ajuda de especialistas.
A avaliação bancária das casas para efeitos de concessão de crédito à habitação tem vindo a subir nos últimos meses, atingindo valores históricos. Em agosto, no entanto, manteve-se nos 1.221 euros por metro quadrado (m2) registados em julho. Trata-se, ainda assim, de um aumento homólogo de 8,2%, segundo o INE.
Os bancos continuam a manter aberta a torneira do crédito habitação, um cenário que se tem mantido nos últimos meses. “Em agosto de 2021, o montante total de empréstimos concedidos aos particulares para habitação cresceu 4% em relação a agosto de 2020 para 95,6 mil milhões de euros (estes empréstimos tinham crescido 3,9% no mês anterior)”, revelou esta segunda-feira (27 de setembro de 2021) o Banco de Portugal (BdP).
Comprar casa com recurso ao crédito habitação envolve vários custos. Além do preço do imóvel, os clientes têm de suportar outras despesas, como juros, impostos, seguros e outros encargos relativos a produtos contratados no banco, como contas à ordem e cartões de débito e de crédito.
Comprar casa requer planeamento financeiro para se conseguir fazer face aos encargos iniciais inerentes à compra de um imóvel. Afinal, não é só pensar no valor da prestação do crédito habitação. Há todo um conjunto de taxas, comissões e impostos a que não podemos fugir.
Comprar casa própria é o objetivo de muitas famílias portuguesas. E o mercado financeiro parece convidá-las, apresentando as taxas de juros mais baixas de sempre.
A venda de casas em Portugal está ao rubro: entre abril e junho de 2021 foram transacionadas 52.855 habitações, mais 58,3% do que no mesmo período do ano passado, assinala o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Comprar casa é um dos passos mais importantes na vida das famílias. As baixas taxas de juros e a recetividade dos bancos, convidam as famílias a aceder a créditos habitação, que, muitas vezes, representam um verdadeiro compromisso para a vida.
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito habitação desceu para 0,792% em agosto, face a 0,800% no mês anterior, revelou esta segunda-feira (20 de setembro de 2021) o Instituto Nacional de Estatística (INE), salientando que nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro foi 0,689% (0,674% no período precedente).
São muitos os portugueses que pedem dinheiro emprestado ao banco para comprar casa. O crédito habitação é, de resto, um negócio que está a respirar confiança, mesmo em tempos de pandemia da Covid-19. Um dos passos inerente ao processo de crédito habitação é a avaliação do imóvel. No artigo desta semana da Deco Alerta explicamos tudo sobre este passo crucial na hora de comprar casa com recurso a financiamento bancário. Toma nota.
A chegada da pandemia da Covid-19 foi como o sismo. A partir do seu epicentro na cidade de Wuhan, China, rapidamente chegou a todo o mundo, deixando vários mercados congelados e a temer o futuro.
Será esta a altura certa para pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa? Uma coisa é certa, o negócio do crédito habitação respira confiança: a guerra dos spreads está ao rubro e os bancos continuam a mostram disponibilidade para financiar a aquisição da casa. Há, no entanto, conselhos a ter em conta antes de pedir um crédito habitação. Importa, desde logo, saber qual é o crédito habitação mais barato. Ajudamos-te nesta escolha, uma decisão que é quase sempre para a vida.
Quem atualmente quer comprar ou arrendar casas procura espaços com características e benefícios de eficiência, conforto e saúde, mas também a garantia de que está a consumir de forma mais responsável e sustentável. E esta é uma tendência a ganhar força.
A guerra dos spreads no crédito à habitação está – ou continua – ao rubro. O Novo Banco (NB) foi o último banco a mexer na margem de lucro mínima cobrada, reduzindo-a para 1%, sendo que estava em 1,25%. A entidade liderada por António Ramalho juntou-se, desta forma, ao BCP e ao Santander, que também oferecem spreads mínimos de 1%. O espanhol Bankinter continua a ser o único banco a praticar uma taxa inferior, de 0,95%.
Viver numa zona que se encontre perto de bons serviços/cuidados hospitalares é atualmente um dos principais fatores a ter em conta por parte de quem está à procura de casa. Isso mesmo mostram os dados do relatório “Global Buyer Survey 2021 – How are buyers’ priorities, motivations and attitudes changing?”, da Knight Frank.
Na hora de pedir um crédito habitação, é importante ter em conta uma série de elementos que vão ajudar a obter a aprovação do banco, bem como facilitar o processo para encontrar o empréstimo que melhor se adapta às necessidades de cada um.
A receita do Imposto sobre as Transmissões Onerosas (IMT) fechou o ano de 2020 a cair 5%, mas inverteu a tendência em 2021, registando um crescimento homólogo de 22,1% até julho, segundo mostram os dados da execução orçamental. Em 2020, a receita do IMT totalizou 1.056,8 milhões de euros, refle
A taxa de variação anual (tva) dos empréstimos a particulares para habitação foi de 3,9%, o que reflete um aumento de 0,3 pontos percentuais (pp) face a junho, segundo a nota de informação estatística divulgada pelo Banco de Portugal (BdP).Quer isto dizer que o saldo do crédito habitação subiu
Queres comprar casa, encontras a casa ideal e fazes uma proposta. Depois, quando chegas a acordo com o vendedor sobre as condições de compra do imóvel, celebras um contrato-promessa de compra e venda (CPCV).
O mais normal é que se chegue a um determinado momento da vida e surja a dúvida: Comprar casa ou arrendar casa? A resposta não é universal e depende da situação pessoal, familiar, profissional e financeira de cada um.
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