First Workplaces escolhe Portugal para dar “primeiro passo internacional”

First Workplaces escolhe Portugal para dar “primeiro passo internacional”

Novos desafios esperam a First Workplaces no período pós-pandemia da Covid-19. Com a vacinação em curso e os trabalhadores a regressar aos escritórios de forma faseada, a empresa especializada em espaços de trabalho flexíveis desenha um novo rumo. O grupo, que conta com capital de Sherpa Capital como balão de oxigénio para crescer, já sabe o que fazer com ele – aterrar em Portugal e na América Latina no médio prazo, tal como disse Óscar Garcia Toledo, CEO da First Workplaces, em entrevista ao idealista/news.
Teletrabalho é obrigatório até 16 de maio e futuro está ainda em aberto

Teletrabalho é obrigatório até 16 de maio e futuro está ainda em aberto

O desconfinamento continua este sábado (dia 1 de maio de 2021) na maioria dos concelhos no país, mas o teletrabalho continuará a ser obrigatório em todo território nacional até, pelo menos, ao dia 16 de maio de 2021. Esta é a regra para os trabalhadores que têm funções compatíveis com o teletrabalho e condições para o fazer, sem ser necessário acordo entre as partes.
Os países mais afetados pela pandemia são…

Os países mais afetados pela pandemia são…

Espanha é o país mais afetado pela pandemia da Covid-19 em termos sanitários e económicos, sendo seguido pelo Reino Unido e pelo Brasil, que ocupam o segundo e terceiro lugares do ranking. Já a China é, entre as 40 maiores economias analisadas no índice da Oxford Economics, o país menos afetado pela crise pandémica. E foi na China, recorde-se, que o coronavírus começou a circular, em dezembro de 2019. 
Vacinação permite “relaxar” no uso de máscara e distanciamento

Vacinação permite “relaxar” no uso de máscara e distanciamento

À medida que a vacinação avança, o uso obrigatório de máscara e a preocupação com o distanciamento social poderá abrandar, segundo o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC, sigla em inglês), que atualizou esta quarta-feira (21 de abril de 2021) as linhas orientadoras para o control
Impacto da pandemia nos preços – comprar fruta é em média 11% mais caro que em março de 2020

Impacto da pandemia nos preços – comprar fruta é em média 11% mais caro que em março de 2020

A pandemia da Covid-19 teima em deixar marcas na sociedade e na economia, isto mais de um ano depois de ter chegado. Foram muitas as mudanças que, num ano – entre março de 2020 e março de 2021 –, tiveram impacto direto nas finanças dos portuguesas, tendo havido várias alterações nos preços de alguns produtos e serviços do cabaz de consumo. A fruta, os combustíveis e a saúde, por exemplo, ficaram mais caros. Já o vestuário, a hotelaria, o transporte aéreo de passageiros e o calçado baixaram de preço.
Programa de Recuperação e Resiliência vai acrescentar 3,5% ao PIB até ao final de 2025

Programa de Recuperação e Resiliência vai acrescentar 3,5% ao PIB até ao final de 2025

O Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) vai acrescentar 3,5% ao Produto Interno Bruto (PIB) português até ao final de 2025, de acordo com o Programa de Estabilidade (PE) divulgado esta sexta-feira (16 de abril de 2021) na página do Parlamento – e aprovado no dia anterior em Conselho de Ministros. “No final de 2025, o nível do PIB deverá situar-se 3,5% acima do nível que se teria verificado num cenário sem PRR”, pode ler-se no PE 2021-2025, agora conhecido.
Pandemia faz com que se fique mais em casa em Portugal que na média da Zona Euro

Pandemia faz com que se fique mais em casa em Portugal que na média da Zona Euro

Os portugueses terão levado a sério os conselhos deixados ao longo dos últimos meses pelas autoridades, que recomendam as pessoas a ficar em casa em tempos de pandemia da Covid-19. Ou seja, apesar de já ter sido iniciado o desconfinamento progressivo a nível nacional, ainda se fica mais em casa em Portugal que na média da Zona Euro. Esta é uma das conclusões a retirar da análise dos dados de mobilidade do Google.
Obras em pandemia: ACT faz ação inspetiva nacional para "cuidar dos locais de trabalho na construção"

Obras em pandemia: ACT faz ação inspetiva nacional para "cuidar dos locais de trabalho na construção"

“Contribuir para a diminuição da sinistralidade laboral através da verificação do cumprimento das regras de segurança e de saúde no trabalho e para a prevenção e contenção dos riscos de contágio da Covid-19 nos estaleiros de construção civil”. Este é o objetivo da ação inspetiva de âmbito nacional no setor da construção civil que a ACT - Autoridade para as Condições do Trabalho está a realizar. 
Construção em 2021: estabilidade é palavra de ordem em plena pandemia

Construção em 2021: estabilidade é palavra de ordem em plena pandemia

O setor da construção é um dos que está a dar melhor resposta à pandemia da Covid-19. Um cenário que já se tinha verificado em 2020 e que parece estar a registar-se também agora em 2021. “Com base na informação estatística setorial disponível até ao final do mês de março verifica-se que, globalmente, se manteve uma trajetória de estabilidade, não obstante uma conjuntura fortemente marcada pelo impacto das medidas de confinamento, as quais representaram significativos constrangimentos em atividades fortemente interligadas com a construção, nomeadamente a mediação imobiliária”, refere a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).
Taxa de natalidade em mínimos devido à pandemia - desde 2015, pelo menos...

Taxa de natalidade em mínimos devido à pandemia - desde 2015, pelo menos...

A crise pandémica está a contribuir para a diminuição da taxa de natalidade, pelo menos a ver pelo número de testes do pezinho realizado nos três primeiros meses de 2021. No período em causa foram feitos, ao todo, 18.226 testes, menos 13,7% que nos mesmos três meses do ano passado. É, de resto, o número mais baixo desde pelo menos 2015, ficando 7% abaixo do pior registo, precisamente nesse ano.
Desemprego, doença e divórcio, “os três D da pobreza” – 1/3 das pessoas pobres tem emprego

Desemprego, doença e divórcio, “os três D da pobreza” – 1/3 das pessoas pobres tem emprego

O desemprego, a doença e o divórcio são fatores que contribuem para a entrada numa situação de pobreza em Portugal ou que impedem que se saia dessa condição, segundo o estudo “Pobreza em Portugal - Trajetos e Quotidianos”. O documento, que foi divulgado esta segunda-feira (12 de abril de 2021) e é promovido pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, chama a esses três processos de produção, reprodução ou intensificação dessa situação “os três D da pobreza”. Uma das conclusões a retirar é que um terço das pessoas pobres (32,9%) tem emprego.