Lisboa e Porto, as cidades mais atrativas para viver – “ganha-se mais”, mas o desemprego é maior
As cidades que têm um rendimento familiar mais elevado são as mais atrativas para a população viver, mas são, também, as que têm as taxas de desemprego mais altas. As duas principais cidades do país, Lisboa e Porto, integram este lote. Esta é uma das conclusões a retirar do Relatório Anual do Mercado Residencial 2020 Portugal, publicado recentemente pelo idealista e baseado em dados do INE, da Pordata, do IEFP e do idealista/data.
Desempregados inscritos no IEFP em máximos de quase quatro anos
No final de janeiro de 2021, em pleno confinamento, estavam inscritos 424.359 desempregados nos centros de emprego, segundo dados divulgados pelo IEFP esta segunda-feira (22 de fevereiro de 2021). Trata-se de um aumento de mais de 22.000 desempregados num mês, sendo preciso recuar até maio de 2017 (quase quatro anos) para encontrar um valor mais elevado.
Desempregados têm de continuar a procurar emprego no confinamento? Explicamos
Os desempregados inscritos no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) devem manter a procura ativa de emprego. Por causa do confinamento, essa busca deve ser feita, “sempre que possível”, à distância, privilegiando-se os meios digitais.
Portugal foi o terceiro país da UE onde o desemprego mais caiu em novembro
Portugal foi o terceiro país da União Europeia (UE) onde o desemprego mais caiu em novembro de 2020 face ao mês anterior. Em causa está uma diminuição mensal de três décimas, de 7,5% em outubro para 7,2% em novembro. Apenas Itália (descida de seis décimas para 8,9%) e Chipre (descida de 1,7% para 7,8%) tiveram reduções mais acentuadas, segundo dados revelados recentemente pelo Eurostat.
Uma geração perdida no Japão continua sem trabalho aos 40 anos e ainda vive com os pais
O último censo oficial no Japão, em 2015, revelou que havia 3,4 milhões de pessoas entre 40 e 50 anos que não se tinham casado e ainda moravam com os pais.
Taxa de desemprego sobe para 7,8% – e população desempregada dispara 45,1%
A taxa de desemprego subiu em flecha em Portugal em tempos de pandemia, tendo-se fixado, no terceiro trimestre, em 7,8%, mais 2,2% e 1,7% que no trimestre anterior e no homólogo, respetivamente. Já a população desempregada foi estimada em 404,1 mil pessoas, mais 45,1% (125,7 mil) que no trimestre anterior, o que corresponde à taxa de variação trimestral mais elevada da série iniciada em 2011, e 24,9% (80,7 mil) face ao mesmo período do ano passado. Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (4 de novembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Evolução do número de desempregados inscritos no IEFP – dispara 36% num ano
No final do mês de setembro de 2020, estavam registados nos Serviços de Emprego do Continente e Regiões Autónomas 410.174 indivíduos desempregados, número que representa 74% de um total de 553.928 pedidos de emprego, revelou recentemente o IEFP, acrescentando que o total de desempregados registados no país foi superior ao verificado no mesmo mês de 2019 (+108.892/+36,1%) e face ao mês anterior (+843/+0,2%).
Aprovada flexibilização do apoio à retoma progressiva – será possível reduzir horários a 100%
O Governo aprovou esta quinta-feira (8 de outubro de 2020), em Conselho de Ministros (CM), várias mudanças ao apoio à retoma progressiva, que sucedeu ao lay-off simplificado. Na prática, fica alargado o universo de empregadores que podem ser abrangidos por este regime e as empresas com quebras mais acentuadas beneficiam de “mais” ajuda, podendo reduzir em 100% os horários de trabalho.
Desempregados inscritos nos centros de emprego voltam a subir: há mais de 409 mil
O número de desempregados inscritos nos centros de emprego voltou a subir em agosto, segundo dados divulgados esta segunda-feira (21 de setembro de 2020) pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). Já há mais de 409 mil pessoas nesta situação. Para este aumento - face ao mês homólogo de 2019, em termos de variação absoluta - contribuíram todos os grupos do ficheiro de desempregados, com destaque para as mulheres, adultos com idade igual ou superior a 25 anos, os inscritos há menos de um ano, os que procuravam novo emprego e os que possuem como habilitação escolar o secundário.
Horários de trabalho em vias de mudar - esta e outras medidas do Governo contra a Covid-19
Com o arranque do novo ano letivo à porta, e numa altura em que já se prepara o outono/inverno, o Governo está a estudar novas medidas de combate à Covid-19 para travar possíveis novos focos de contaminação. A partir de 15 de setembro todo o país passará a estar em contigência – Lisboa nunca chegou a sair deste nível de alerta –, e o Executivo de António Costa está a ultimar aquelas que serão as novas regras e restrições. Entre elas está a hipótese de desfasamento dos horários de entrada e saída do trabalho para evitar ajuntamentos.
Taxa de emprego recua para níveis de 1995 na Zona Euro e na UE por causa da pandemia
A taxa de emprego diminuiu 3,1% na Zona Euro e 2,9% na União Europeia (UE) no segundo trimestre do ano, período de paralisação da atividade económica devido à pandemia da Covid-19, face ao mesmo período do ano passado. Estas foram as maiores quedas registadas desde o início das séries temporais, em 1995, conclui o Eurostat.
Programa de emprego Ativar.pt: tudo sobre o apoio a estágios e contratação de trabalhadores
O Governo acaba de lançar o novo programa público de emprego Ativar.pt para reforço dos apoios aos estágios e à contratação de trabalhadores.
Em cada 1.000 prestadores de serviços, 280 está no desemprego
Os efeitos negativos da pandemia da Covid-19 refletem-se, entre várias coisas, no emprego. A Fixando revelou que, em cada 1.000 profissionais, na sua plataforma online de contratação de serviços locais em Portugal, 280 está no desemprego. Segundo os dados do estudo, 27,6% dos inquiridos apontaram rendimentos inferiores a 250 euros em julho de 2020.
Imobiliário concentra mais de um terço dos desempregados por causa da pandemia
Em julho, havia 407.302 desempregados inscritos nos centros de emprego, mais 37% que no mesmo mês do ano passado. Face a fevereiro, mês anterior à chegada da pandemia da Covid-19 a Portugal, verificou-se um aumento de 29%, o que significa que 91.740 portugueses perderam o emprego e inscreveram-se nos centros do IEFP nos últimos cinco meses. Deste aumento de quase 92 mil desempregados, mais de um terço (34.872) estavam ligados ao setor das atividades imobiliárias, administrativas e dos serviços de apoio. É neste setor, portanto, que se encontra a maior fatia do total de novos desempregados.
Número de desempregados inscritos dispara 37% num ano
Em julho de 2020, estavam inscritas nos centros de emprego do IEFP 407.302 pessoas, mais 0,2% que no mês anterior e mais 37% que no mesmo mês do ano passado, uma subida homóloga que se pode justificar com a crise desencadeada com a pandemia da Covid-19. Em termos mensais, os números – o referido aumento de 0,2% – apontam para uma estabilização, já que em junho a variação também tinha sido ligeira: queda de 0,6% face a maio.
Perguntas e respostas sobre o sucessor do lay-off simplificado, que já está em vigor
O apoio extraordinário à retoma progressiva da atividade para empresas em crise devido à pandemia da Covid-19, que sucede ao lay-off simplificado, entrou em vigor dia 1 de agosto de 2020, terminando a 31 de dezembro deste ano. Ao contrário do lay-off simplificado, que terminou em julho – mantém-se apenas para as empresas encerradas por decisão legal ou para as que ainda não atingiram o limite das três prorrogações mensais –, este novo apoio só prevê a possibilidade de redução dos horários de trabalho e não a suspensão dos contratos.
Perda de rendimentos em tempos de pandemia: o que fazer e o que evitar
A pandemia da Covid-19 chegou sem aviso prévio e deixou (muitas) feridas abertas na economia e na sociedade. O desemprego, por exemplo, disparou. Um cenário que apanhou as pessoas de surpresa, mas que não afetou todos por igual, havendo quem tivesse entrado em incumprimento com o banco, já que não conseguiu pagar os respetivos empréstimos, por ter tido menos rendimentos. E agora, o que fazer? Como proceder? Quem consultar?
Taxa de desemprego já reflete a crise e sobe para 7% em junho – o valor mais alto em quase dois anos
A taxa de desemprego subiu para 7% em junho, o valor mais elevado desde o início da pandemia da Covid-19 – 5,9% em maio, 6,3% em abril e 6,2% em março –, segundo dados provisórios divulgados esta quarta-feira (29 de julho de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se, de resto, do valor mais alto desde agosto de 2018.
Tudo sobre os vários regimes de lay-off: há mais novidades na calha
Lay-off clássico (ou tradicional), lay-off simplificado, mecanismo de apoio à retoma progressiva e incentivo extraordinário à normalização da atividade empresarial. São tudo palavras e/ou expressões que passaram a fazer parte do léxico dos portugueses em tempos de pandemia. Só o lay-off tradicional já existia, de resto, antes da chegada da Covid-19. Em que consistem, afinal, estes apoios? Para esta quinta-feira (23 de julho de 2020) está agendada uma reunião em Conselho de Ministros, que promete trazer mais novidades.
Número de desempregados inscritos em junho dispara com a Covid-19 mas recua face a maio
O número de desempregados inscritos nos centros de emprego (406.665 pessoas) aumentou 36,4% em junho em termos homólogos e recuou 0,6% face a maio, segundo dados divulgados esta segunda-feira (20 de julho de 2020) pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). Dados esses que já abrangem, portanto, os meses afetados pela pandemia da Covid-19.
Casais com ambos os elementos no desemprego aumentam 20,2% em junho
O número de casais com ambos os elementos inscritos nos centros de emprego aumentou 20,2% em junho face ao mesmo mês de 2019, para 6.610, segundo dados divulgados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), esta segunda-feira, dia 20 de julho de 2020.De acordo com o IEFP, do total
Lay-off simplificado termina este mês e o novo regime é mais flexível para as empresas
O lay-off simplificado, uma legislação criada pelo Governo para responder à crise causada pela pandemia da Covid-19, termina em julho, sendo depois substituído por um novo regime – o mecanismo de apoio à retoma progressiva –, que estará em vigor entre agosto e dezembro de 2020 e que só financia a modalidade de redução de horário (e não de suspensão de contrato), obrigando as empresas a um esforço financeiro adicional para atenuar os cortes salariais. O novo regime é, no entanto, bastante flexível em relação aos trabalhadores a abranger e aos períodos de adesão.
Lay-off simplificado chega a 877 mil trabalhadores
São 877 mil os trabalhadores que estão em lay-off simplificado, uma legislação criada pelo Governo para responder à crise causada pela pandemia da Covid-19. Um número que corresponde a cerca de 25% da população ativa do setor privado, indicou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, esta quarta-feira (8 de julho de 2020).
Lay-off: complemento de estabilizaçação pago em julho também chega ao regime convencional
O Governo revelou que será pago, em julho, um complemento de estabilização, entre 100 e 350 euros, para compensar quem teve perda salarial relativamente a um mês de lay-off simplificado e tenha vencimento até 1.270 euros. Uma medida contemplada no Programa de Estabilização Económica e Social (PEES), que foi publicado dia 6 de junho de 2020 no Diário da República (DRE). Sabe-se agora, no entanto, que o referido apoio que a Segurança Social vai pagar também abrange trabalhadores abrangidos pelo chamado lay-off convencional, previsto no Código de Trabalho.
Lay-off simplificado: empresas que atingiram limite de renovações podem ter mais um mês de apoio
As empresas que tenham recorrido ao lay-off simplificado e que, entretanto, tenham esgotado os três meses de apoio previstos por lei também vão poder pedir à Segurança Social a renovação desse regime para julho. Uma “prorrogação excecional” que está fixada no Decreto-Lei n.º 27-B/2020, publicado na sexta-feira (19 de junho de 2020) pelo Ministério do Trabalho em Diário da República (DRE).