Evolução do número de desempregados inscritos no IEFP – dispara 36% num ano

Evolução do número de desempregados inscritos no IEFP – dispara 36% num ano

No final do mês de setembro de 2020, estavam registados nos Serviços de Emprego do Continente e Regiões Autónomas 410.174 indivíduos desempregados, número que representa 74% de um total de 553.928 pedidos de emprego, revelou recentemente o IEFP, acrescentando que o total de desempregados registados no país foi superior ao verificado no mesmo mês de 2019 (+108.892/+36,1%) e face ao mês anterior (+843/+0,2%).
Aprovada flexibilização do apoio à retoma progressiva – será possível reduzir horários a 100%

Aprovada flexibilização do apoio à retoma progressiva – será possível reduzir horários a 100%

O Governo aprovou esta quinta-feira (8 de outubro de 2020), em Conselho de Ministros (CM), várias mudanças ao apoio à retoma progressiva, que sucedeu ao lay-off simplificado. Na prática, fica alargado o universo de empregadores que podem ser abrangidos por este regime e as empresas com quebras mais acentuadas beneficiam de “mais” ajuda, podendo reduzir em 100% os horários de trabalho.
Desempregados inscritos nos centros de emprego voltam a subir: há mais de 409 mil

Desempregados inscritos nos centros de emprego voltam a subir: há mais de 409 mil

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego voltou a subir em agosto, segundo dados divulgados esta segunda-feira (21 de setembro de 2020) pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). Já há mais de 409 mil pessoas nesta situação. Para este aumento - face ao mês homólogo de 2019, em termos de variação absoluta - contribuíram todos os grupos do ficheiro de desempregados, com destaque para as mulheres, adultos com idade igual ou superior a 25 anos, os inscritos há menos de um ano, os que procuravam novo emprego e os que possuem como habilitação escolar o secundário.
Horários de trabalho em vias de mudar - esta e outras medidas do Governo contra a Covid-19 

Horários de trabalho em vias de mudar - esta e outras medidas do Governo contra a Covid-19 

Com o arranque do novo ano letivo à porta, e numa altura em que já se prepara o outono/inverno, o Governo está a estudar novas medidas de combate à Covid-19 para travar possíveis novos focos de contaminação. A partir de 15 de setembro todo o país passará a estar em contigência – Lisboa nunca chegou a sair deste nível de alerta –, e o Executivo de António Costa está a ultimar aquelas que serão as novas regras e restrições. Entre elas está a hipótese de desfasamento dos horários de entrada e saída do trabalho para evitar ajuntamentos.
Em cada 1.000 prestadores de serviços, 280 está no desemprego

Em cada 1.000 prestadores de serviços, 280 está no desemprego

Os efeitos negativos da pandemia da Covid-19 refletem-se, entre várias coisas, no emprego. A Fixando revelou que, em cada 1.000 profissionais, na sua plataforma online de contratação de serviços locais em Portugal, 280 está no desemprego. Segundo os dados do estudo, 27,6% dos inquiridos apontaram rendimentos inferiores a 250 euros em julho de 2020.
Imobiliário concentra mais de um terço dos desempregados por causa da pandemia

Imobiliário concentra mais de um terço dos desempregados por causa da pandemia

Em julho, havia 407.302 desempregados inscritos nos centros de emprego, mais 37% que no mesmo mês do ano passado. Face a fevereiro, mês anterior à chegada da pandemia da Covid-19 a Portugal, verificou-se um aumento de 29%, o que significa que 91.740 portugueses perderam o emprego e inscreveram-se nos centros do IEFP nos últimos cinco meses. Deste aumento de quase 92 mil desempregados, mais de um terço (34.872) estavam ligados ao setor das atividades imobiliárias, administrativas e dos serviços de apoio. É neste setor, portanto, que se encontra a maior fatia do total de novos desempregados.
Número de desempregados inscritos dispara 37% num ano

Número de desempregados inscritos dispara 37% num ano

Em julho de 2020, estavam inscritas nos centros de emprego do IEFP 407.302 pessoas, mais 0,2% que no mês anterior e mais 37% que no mesmo mês do ano passado, uma subida homóloga que se pode justificar com a crise desencadeada com a pandemia da Covid-19. Em termos mensais, os números – o referido aumento de 0,2% – apontam para uma estabilização, já que em junho a variação também tinha sido ligeira: queda de 0,6% face a maio.
Perguntas e respostas sobre o sucessor do lay-off simplificado, que já está em vigor

Perguntas e respostas sobre o sucessor do lay-off simplificado, que já está em vigor

O apoio extraordinário à retoma progressiva da atividade para empresas em crise devido à pandemia da Covid-19, que sucede ao lay-off simplificado, entrou em vigor dia 1 de agosto de 2020, terminando a 31 de dezembro deste ano. Ao contrário do lay-off simplificado, que terminou em julho – mantém-se apenas para as empresas encerradas por decisão legal ou para as que ainda não atingiram o limite das três prorrogações mensais –, este novo apoio só prevê a possibilidade de redução dos horários de trabalho e não a suspensão dos contratos.
Perda de rendimentos em tempos de pandemia: o que fazer e o que evitar

Perda de rendimentos em tempos de pandemia: o que fazer e o que evitar

A pandemia da Covid-19 chegou sem aviso prévio e deixou (muitas) feridas abertas na economia e na sociedade. O desemprego, por exemplo, disparou. Um cenário que apanhou as pessoas de surpresa, mas que não afetou todos por igual, havendo quem tivesse entrado em incumprimento com o banco, já que não conseguiu pagar os respetivos empréstimos, por ter tido menos rendimentos. E agora, o que fazer? Como proceder? Quem consultar? 
Tudo sobre os vários regimes de lay-off: há mais novidades na calha

Tudo sobre os vários regimes de lay-off: há mais novidades na calha

Lay-off clássico (ou tradicional), lay-off simplificado, mecanismo de apoio à retoma progressiva e incentivo extraordinário à normalização da atividade empresarial. São tudo palavras e/ou expressões que passaram a fazer parte do léxico dos portugueses em tempos de pandemia. Só o lay-off tradicional já existia, de resto, antes da chegada da Covid-19. Em que consistem, afinal, estes apoios? Para esta quinta-feira (23 de julho de 2020) está agendada uma reunião em Conselho de Ministros, que promete trazer mais novidades.
Lay-off simplificado termina este mês e o novo regime é mais flexível para as empresas

Lay-off simplificado termina este mês e o novo regime é mais flexível para as empresas

O lay-off simplificado, uma legislação criada pelo Governo para responder à crise causada pela pandemia da Covid-19, termina em julho, sendo depois substituído por um novo regime – o mecanismo de apoio à retoma progressiva –, que estará em vigor entre agosto e dezembro de 2020 e que só financia a modalidade de redução de horário (e não de suspensão de contrato), obrigando as empresas a um esforço financeiro adicional para atenuar os cortes salariais. O novo regime é, no entanto, bastante flexível em relação aos trabalhadores a abranger e aos períodos de adesão.
Lay-off simplificado chega a 877 mil trabalhadores

Lay-off simplificado chega a 877 mil trabalhadores

São 877 mil os trabalhadores que estão em lay-off simplificado, uma legislação criada pelo Governo para responder à crise causada pela pandemia da Covid-19. Um número que corresponde a cerca de 25% da população ativa do setor privado, indicou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, esta quarta-feira (8 de julho de 2020).
Lay-off: complemento de estabilizaçação pago em julho também chega ao regime convencional

Lay-off: complemento de estabilizaçação pago em julho também chega ao regime convencional

O Governo revelou que será pago, em julho, um complemento de estabilização, entre 100 e 350 euros, para compensar quem teve perda salarial relativamente a um mês de lay-off simplificado e tenha vencimento até 1.270 euros. Uma medida contemplada no Programa de Estabilização Económica e Social (PEES), que foi publicado dia 6 de junho de 2020 no Diário da República (DRE). Sabe-se agora, no entanto, que o referido apoio que a Segurança Social vai pagar também abrange trabalhadores abrangidos pelo chamado lay-off convencional, previsto no Código de Trabalho.
Lay-off simplificado: empresas que atingiram limite de renovações podem ter mais um mês de apoio

Lay-off simplificado: empresas que atingiram limite de renovações podem ter mais um mês de apoio

As empresas que tenham recorrido ao lay-off simplificado e que, entretanto, tenham esgotado os três meses de apoio previstos por lei também vão poder pedir à Segurança Social a renovação desse regime para julho. Uma “prorrogação excecional” que está fixada no Decreto-Lei n.º 27-B/2020, publicado na sexta-feira (19 de junho de 2020) pelo Ministério do Trabalho em Diário da República (DRE).
Lay-off simplificado prolongado até julho e apoios à retoma pós-lay-off aprovados

Lay-off simplificado prolongado até julho e apoios à retoma pós-lay-off aprovados

O Governo aprovou esta quinta-feira (18 de junho de 2020), em Conselho de Ministros, o prolongamento do lay-off simplificado – uma legislação criada para responder à crise causada pela pandemia da Covid-19 – até final de julho, bem como a criação do complemento de estabilização salarial e incentivos às empresas para criação de emprego, que estarão em vigor a partir de agosto e até final do ano. As medidas estavam previstas no Programa de Estabilização Económica (PEES), que foi aprovado recentemente no Conselho de Ministros (Resolução n.º 41/2020).
Guia do subsídio de desemprego: a quanto se tem direito e durante quanto tempo

Guia do subsídio de desemprego: a quanto se tem direito e durante quanto tempo

O desemprego involuntário é uma situação delicada que gera muitas incertezas e que tem um grande impacto num orçamento familiar. São muitos os fatores internos e externos – como é o caso da pandemia da Covid-19, que tem levado a muitos despedimentos – que colocam em cheque a estabilidade económica e ameaçam o pagamento das contas no final do mês. Apesar de estar em vigor há muitos anos, muitos portugueses ainda têm dúvidas no que diz respeito à atribuição do subsídio de desemprego. É o teu caso?
Desemprego na era Covid-19: mulheres jovens sentem mais o impacto da crise

Desemprego na era Covid-19: mulheres jovens sentem mais o impacto da crise

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que os jovens serão os mais afetados pela crise gerada com a pandemia do novo coronavírus. Segundo um relatório da agência das Nações Unidas, mais do que um em cada seis jovens em todo o mundo deixou de trabalhar desde o início da pandemia, havendo um impacto desigual da crise, já que as mulheres são mais afetadas que os homens.
Lay-off simplificado à lupa: tudo sobre o regime... em vias de ser prolongado

Lay-off simplificado à lupa: tudo sobre o regime... em vias de ser prolongado

O regime de lay-off simplificado foi criado pelo Governo para responder à pandemia do novo coronavírus, tendo os trabalhadores abrangidos por este regime direito a um mínimo de 2/3 do seu vencimento bruto, quer estejam em suspensão de contrato ou em redução de horário. O Estado comparticipa com 70% e a empresa com 30%. Agora, dois meses depois de entrar em vigor – o decreto-lei foi publicado dia 27 de março –, o tema volta a estar em cima da mesa, com o Governo a estudar a possibilidade de o prolongar no pós-Covid-19. Preparámos um guia que ajuda as empresas e os trabalhadores a perceber como funciona e o que é o lay-off simplificado.
Taxa de desemprego mantém-se nos 6,7% no primeiro trimestre

Taxa de desemprego mantém-se nos 6,7% no primeiro trimestre

A taxa de desemprego ficou nos 6,7% no primeiro trimestre do ano, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). O valor registado é igual ao do trimestre anterior e inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre homólogo de 2019. A população empregada caiu pela primeira vez desde 2013.