Tornar as casas mais eficientes em termos energéticos, comparticipando a fatura de substituição, por exemplo, de janelas, isolamento e sistemas de aquecimento da água das habitações.
Sustentabilidade é palavra de ordem também no crédito habitação. Significa isto que a compra de casas com boa classificação energética com recurso a empréstimo bancário pode dar descontos do financiamento a obter. Entre os bancos que estão a aderir a este tipo de iniciativas – os chamados empréstimos “verdes” – está o Banco CTT, que anunciou, esta quinta-feira (21 de abril de 2022), o lançamento da campanha “’Crédito Habitação Sustentável’, que privilegia a compra de casa energeticamente eficiente, apresentando condições especiais no crédito habitação para poder poupar a natureza e também a prestação e fatura energética de sua casa”.
A Vanguard Properties e a Energia Unida, do Grupo Greenvolt, anunciaram uma parceria para desenvolver uma comunidade de produção descentralizada de energia para o projeto imobiliário “Terras da Comporta”.
Melhorar a eficiência energética dos edifícios é um tema na ordem do dia. A proposta do Orçamento de Estado para 2022 (OE 2022) destina 123 milhões de euros para aumentar o desempenho energético, bem como para fomentar o uso de equipamentos mais eficientes. E a seguir as tendências atuais está uma nova fábrica que produz janelas eficientes em Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga: vai investir 50 milhões de euros e criar 200 novos postos de trabalho.
Um dos focos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) é a melhoria da eficiência energética do edificado português, destinando para o efeito mais de 600 milhões de euros.
Na proposta do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) entregue ao Parlamento – vai ser debatida na generalidade na Assembleia da República nos dias 28 e 29 de abril e a votação final global está marcada para dia 27 de maio –, o Governo prevê a criação de mais uma categoria de deduções em sede de IRS, desta vez para despesas com a melhoria da eficiência energética das casas.
A falta de casas eficientes em Portugal é uma realidade, sendo a melhoria do desempenho energético dos edifícios uma das prioridades do Governo de António Costa, que tem 123 milhões de euros para aumentar o desempenho energético dos edifícios, bem como para fomentar o uso de equipamentos mais eficientes. Esta é uma das medidas que consta na nova proposta de Orçamento do Estado para 2022 (OE2022), que foi entregue esta quarta-feira (13 de abril de 2022) no Parlamento. Já estava prevista, de resto, na proposta de OE2022 chumbada em outubro.
A importância das fontes de energia renováveis já foi há muito percecionada. E, agora, estão a surgir novas soluções no mercado que permitem às famílias não só produzir a sua própria energia em casa a partir do sol, como também partilhá-la com outros consumidores. É aqui que reside a missão da Energia Unida, uma nova área de negócio da GreenVolt lançada esta terça-feira, dia 5 de abril de 2022. Vem daí descobrir o que são as comunidades de energia e que poupança pode trazer aos agregados.
A compra de imóveis com boa classificação energética com recurso a crédito habitação – os chamados empréstimos “verdes” – pode dar descontos na taxa de juro ou na isenção de algumas comissões bancárias. Um “fenómeno” que está a crescer em Espanha e que parece estar a ganhar força também em Portugal, onde os benefícios ainda são, no entanto, reduzidos.
Em Portugal, a maior parte das casas não está preparada para temperaturas demasiado altas ou baixas, gerando um elevado consumo de energia, devido ao uso de aquecedores, ares condicionados ou ventoinhas.
Em Portugal, o parque imobiliário está “bastante envelhecido”. São poucos os edifícios novos ou atualizados. E, por outro lado, são muitos aqueles que apresentam baixa eficiência energética. Mas como é que se pode mudar este cenário nacional?
A Câmara da Figueira da Foz vai investir cerca de sete milhões de euros na implementação do projeto de eficiência energética de iluminação pública Smart IP, tornando-se no primeiro concelho português a instalar este conceito.
A corrida aos apoios a fundo perdido do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para renovação e aumento do desempenho energético dos edifícios de serviços termina a 31 de maio de 2022, sendo que estão em jogo, para já, 20 milhões de euros da ‘bazuca’ europeia. Existe, no entanto, a possibilidade de esta dotação vir a ser reforçada pelo Fundo Ambiental, se a procura o justificar.
O ministro do Ambiente, Matos Fernandes, admitiu esta terça-feira (15 de março de 2022) no parlamento que a procura pelos vouchers para melhorar a eficiência energética dos edifícios tem sido pequena e que vai ser necessário divulgar melhor a medida.
O frio continua a entrar pelas casas dos portugueses e a falta de casas eficientes em Portugal é gritante. Isso mesmo escrevemos neste artigo, salientando que melhorar o desempenho energético dos edifícios está no topo das prioridades, nomeadamente para baixar a fatura da eletricidade, que disparou nos últimos tempos. Uma crise energética que poderá ganhar novos contornos na sequência da invasão da Rússia à Ucrânia. Importa saber, por isso, como escolher o melhor sistema de aquecimento. Explicamos tudo no artigo desta semana da Deco Alerta.
Melhorar a eficiência energética dos edifícios está hoje no topo das prioridades cá dentro e lá fora. E para ajudar as famílias neste desafio, há vários apoios do Estado em curso. Um deles trata-se do programa Edifícios + Sustentáveis e outro do Vale Eficiência. Mas quem é que se pode candidatar a estes apoios? E como funcionam? Explicamos tudo no artigo desta semana da Deco Alerta.
Reabilitar e construir casas daqui a dez anos será diferente. Isto porque há tendências que estão a ganhar força e que podem mesmo ser disruptivas no médio prazo.
Em muitas ocasiões, fazer uma remodelação compensa. Hoje mostramos fotos do antes e depois de uma casa localizada no centro de Madrid que foi reformada pelo estúdio de design de interiores designblob. Foi adquirida por 776.000 euros (impostos e despesas incluídos).
As eleições legislativas de 2022 estão à espreita. É já no próximo domingo, dia 30 de janeiro de 2022, que os portugueses são chamados às urnas para eleger o próximo Governo do país.
A eficiência energética dos edifícios está na ordem do dia. A pressão para tornar as casas mais eficientes vem também da Comissão Europeia (CE), havendo vários apoios em curso em Portugal que visam precisamente aumentar a eficiência energética das habitações. Os dados mais recentes mostram que dois em cada três edifícios têm classe ‘C’ ou inferior, sendo que Portugal tem cerca de 118 mil imóveis com classe energética F, a menos eficiente.
A maioria das casas em Portugal sofre perdas de energia devido ao mau isolamento. O calor “escapa” pelas pontes térmicas da casa, principalmente pelos telhados, paredes, janelas. É inevitável? Não. Estima-se que até 80% dessas perdas poderiam ser evitadas com um bom isolamento térmico.
Viver numa casa onde falta tudo é a realidade de muitos. Falta telhado, água canalizada, estruturas na casa de banho, esgotos, isolamento térmico…. Faltam condições para viver o dia a dia com dignidade.