As eleições legislativas de 2022 estão à espreita. É já no próximo domingo, dia 30 de janeiro de 2022, que os portugueses são chamados às urnas para eleger o próximo Governo do país.
A eficiência energética dos edifícios está na ordem do dia. A pressão para tornar as casas mais eficientes vem também da Comissão Europeia (CE), havendo vários apoios em curso em Portugal que visam precisamente aumentar a eficiência energética das habitações. Os dados mais recentes mostram que dois em cada três edifícios têm classe ‘C’ ou inferior, sendo que Portugal tem cerca de 118 mil imóveis com classe energética F, a menos eficiente.
A maioria das casas em Portugal sofre perdas de energia devido ao mau isolamento. O calor “escapa” pelas pontes térmicas da casa, principalmente pelos telhados, paredes, janelas. É inevitável? Não. Estima-se que até 80% dessas perdas poderiam ser evitadas com um bom isolamento térmico.
Viver numa casa onde falta tudo é a realidade de muitos. Falta telhado, água canalizada, estruturas na casa de banho, esgotos, isolamento térmico…. Faltam condições para viver o dia a dia com dignidade.
Quando a sustentabilidade se torna um dos pilares essenciais da arquitetura, podem surgir projetos interessantes. Foi o que conseguiu o estúdio de arquitetura Austin Maynard Architects, para quem minimizar o impacto das suas construções é uma prioridade.
O frio continua a entrar pelas casas dos portugueses. A falta de casas eficientes em Portugal é gritante. E melhorar o desempenho energético dos edifícios está, hoje, no topo das prioridades cá dentro e lá fora.
Todas as quintas-feiras abrimos as portas de uma casa de sonho. E desta vez trazemos um exemplar ecológico e alinhado com as novas tendências em termos de sustentabilidade.
A eficiência energética está no topo das prioridades a nível global. E a Comissão Europeia (CE) está mesmo empenhada em reduzir a pobreza energética no espaço europeu, tendo, para isso, revisto um conjunto de medidas no âmbito do “Fit for 55” e delineado novos padrões mínimos de desempenho energético dos edifícios que deverão ser atingidos até 2030. Apostar na renovação das casas e investir em sistemas de aquecimento mais amigos do ambiente é o caminho. E uma das “tecnologias chave” nesta mudança são mesmo as bombas de calor, destaca a Agência Internacional de Energia (AIE).
Chama-se Manuela Navarro, tem 67 anos e está reformada, embora na sua época tenha sido administradora de uma multinacional e tenha lançado uma empresa dedicada ao marketing e publicidade.
Com o novo ano à porta, surgem também os planos e ideias para tornarmos as nossas casas mais acolhedoras - desde grandes obras ou simplesmente a pequenas remodelações. Mas afinal, o que querem os portugueses para os seus lares em 2022?
A Comissão Europeia (CE) está empenhada em reduzir a pobreza energética. A revisão da Diretiva de Desempenho Energético dos Edifícios, que faz parte das propostas no âmbito do “Fit for 55”, vem trazer um conjunto de mudanças para “alcançar um parque imobiliário com emissão zero até 2050”.
A Comissão Europeia (CE) está a concluir o segundo trecho do pacote de medidas “Fit for 55”, que têm um objetivo bem definido: reduzir em 55% a emissão de gases com efeito estufa até 2030.
O frio continua a entrar pelas casas dos portugueses sem ser convidado, sendo certo que há falta de casas com eficiência energética no país. Importa por isso, por exemplo, apostar no isolamento das casas, para “devolver o conforto térmico e financeiro às famílias”. O objetivo está definido: combater a pobreza energética. Há um simulador online que permite avaliar o sistema de aquecimento que se tem em casa. Explicamos tudo sobre este assunto no artigo desta semana da Deco Alerta.
Nos meses de outono e inverno, o frio continua a entrar pelas casas dos portugueses sem ser convidado. Mas porque é que isto acontece? A ideia de que Portugal tem um clima ameno é um dos fatores históricos e culturais que o justificam. Mas há ainda outros de cariz social e económico.
A apresentação de candidaturas ao Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis foi prolongada até 31 de março de 2022, tendo um reforço de 15 milhões de euros, ascendendo a dotação a um total de 45 milhões de euros, segundo o Governo.Segundo uma nota do gabinete do ministro do Ambiente e da Alter
O frio já chegou a Portugal e a tendência é passar mais tempo no interior da casa junto aos aquecedores ou às lareiras. Mas nem sempre estas fontes de calor chegam para aquecer todas as divisões da casa no inverno.
O frio chegou de vez a Portugal. Com a passagem de uma massa de ar polar, os termómetros desceram em todo o país uma média de 6 a 7 graus celsius. É a hora de aquecer a casa, vestir uma peça de roupa extra e de preparar bebidas quentes.
No inverno, o tempo frio lá fora contrasta com o ambiente quente da nossa casa, e o excesso de humidade nas janelas pode ser uma verdadeira dor de cabeça. Mofo, bolor, manchas pretas ou aprodecimento da madeira são alguns dos problemas que podem surgir.
Os dias mais frios do ano estão, gradualmente, a chegar e a fatura da luz poderá mesmo torna-se numa dor de cabeça para muitos portugueses. Mas como se pode utilizar a energia sem que a conta da eletricidade dispare nos meses mais frios?
Os dias mais frios do ano já estão a chegar e, com eles, surge a necessidade de aquecer a casa de forma eficaz e sem gastar muito em energia. Mas como? Há várias soluções de aquecimento eficiente no mercado.
O inverno está a chegar e com ele vêm os dias mais frios e húmidos do ano. Para enfrentar o frio é importante ter a casa e as janelas devidamente isoladas para evitar fugas de calor. Mas ter uma casa eficiente em termos energéticos é ainda uma miragem para muitos portugueses.
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