A ocupação de escritórios em Lisboa recuou 6% num ano, já que foram arrendados 193.892 metros quadrados (m2) em 2019, menos que no ano anterior: 206.428 m2. A falta de oferta é apontada como justificação para esta diminuição em termos homólogos.
A operadora espanhola de coworking Aticco prepara-se para abrir três novos espaços em Madrid, Lisboa e Paris em 2020. A empresa catalã triplicou os seus metros quadrados (m2) em 2019 e pretende continuar a investir na expansão da marca além-fronteiras. Pretende investir 30 milhões nos próximos quatro anos.
“2019 foi transversalmente um ano excelente para o imobiliário nacional: no mercado de investimento imobiliário comercial estima-se que terão sido transacionados 3.000 milhões de euros enquanto que o mercado ocupacional revela uma procura ativa e limitada pela escassez de oferta de produto de qualidade”. A garantia é dada por Eric van Leuven, diretor-geral da Cushman & Wakefield (C&W) em Portugal, que diz estar otimista para 2020.
A farmacêutica Mylan vendeu um edifício na zona industrial do bairro de Alvalade, em Lisboa, à family-office portuguesa Parinama. O imóvel em causa situa-se na Rua do Centro Cultural, n.º13, revela em comunicado a consultora imobiliária CBRE – atuou em representação do vendedor –, sem revelar o montante da transação.
O conceito de coworking está a crescer em Portugal, e já há vários operadores em expansão ou a inaugurar os seus primeiros projetos no país. Estima-se que este modelo de trabalho agregue uma oferta total de 130.000 metros quadrados (m2), 60% dos quais concentrados em Lisboa e 13% no Porto.
Amancio Ortega, dono do grupo Inditex, está a negociar a compra de um imóvel perto de Oxford Street, em Londres, onde fica a sede da consultora McKinsey, por 700 milhões de euros. A operação acontece depois da aquisição da sede do Facebook em Seattle (EUA).
A SIBS acaba de inaugurar um novo edifício em Castelo Branco, reforçando assim o seu investimento nesta localidade e na unidade de Business Process Outsourcing (BPO) ali instalada – o espaço estará preparado para receber 200 novos trabalhadores.
Portugal está na mira dos investidores estrangeiros. Uma tendência que se deve manter. “O segmento de escritórios é aquele que tem estado mais em cima da mesa aquando das opções de investimento”, diz Nelson Rêgo, diretor geral da Prime Yield, ao idealista/news.
A forma como as novas gerações concebem o trabalho vão provocar alterações nas rotinas e espaços. A flexibilidade e a localização são dois fatores fundamentais, mas o estudo “What Workers Want”, da Savills Portugal, identificou outros.
A WeWork, reconhecida startup de aluguer de espaços de coworking de Silicon Valley, à beira da falência, aceitou a proposta de resgaste do grupo japonês SoftBank.
A Suíça é uma referência no mundo da relojoaria, sendo a “casa” de algumas das maiores e mais importantes marcas do mundo. É caso da Swatch, o maior grupo do setor, que está sediada na cidade de Bienna.
A Socimi espanhola Merlin Properties “aterrou” em Portugal em 2015 e desde então foi sempre a somar. Uma aposta centrada no segmento de escritórios que é para manter. A empresa quer reforçar de 9% para 15% a exposição a nível nacional e começa a cotar em bolsa este ano.
A regeneração do edificado no Taguspark, em Oeiras, continua em marcha. O investimento irá rondar os 50 milhões de euros, 35 dos quais destinados ao próprio Taguspark.
A escassez de escritórios na cidade de Lisboa não é uma novidade. Ainda assim, o mercado tem realizado esforços para colmatar o problema. Ao todo, no primeiro semestre de 2019 foram absorvidos cerca de 101 mil m2.
O banco holandês ING, que tem vindo vindo a reforçar a sua aposta no mercado imobiliário português, “aterrou” agora no Porto: financiou a Värde Partners, empresa global de investimentos alternativos, na aquisição da Torre Burgo, um edifício de escritórios de classe A.
O fundo de investimento inglês M&G Real Estate está de olho no mercado imobiliário nacional, tendo a mira apontada sobretudo para os segmentos de escritórios e residencial. “Estamos em Portugal para ficar, com uma aposta a longo prazo”, diz a empresa ao idealista/news.
O bairro lisboeta de Alvalade foi escolhido pelo jornal digital Observador para instalar a sua nova sede. O antigo edifício industrial – albergava um armazém – foi transformado num espaço de escritórios diferenciador que acolhe atualmente mais de 100 pessoas.
A Farfetch transferiu cerca de 500 funcionários do centro empresarial da Lionesa para a Boavista, Porto. A empresa vai ocupar 8.500 m2 de escritórios no renovado BOC.
O mercado de escritórios em Lisboa vive tempos difíceis. A falta de produto está a condicionar o crescimento da atividade. Entre janeiro e abril foram ocupados 52.666 m2, menos 14% que no período homólogo.
O mercado de escritórios em Portugal está e vai enfrentar tempos difíceis. Eric Ven Leuven, da Cushman & Wakefield Portugal, prevê um "cenário dramático” para os próximos três ou quatro anos, com os preços a continuarem a subir face à escassez de espaços.
A Farfetch, plataforma tecnológica global líder para a indústria da moda de luxo, comprou um terreno de 70 mil m2 no concelho de Matosinhos por 15 milhões de euros para acolher aquele que será o seu maior centro de inovação tecnológica e operações.
As receitas da Savills ascenderam a 1,76 mil milhões de libras (20,6 mil milhões de euros) em 2018, mais 10% que no ano anterior (1,6 mil milhões de libras/18 mil milhões de euros). Portugal acompanhou a tendência de crescimento internacional.
O BCP colocou à venda um edifício de escritórios no Tagus Park, em Oeiras. O banco liderado por Miguel Maya quer 6,4 milhões de euros pelo imóvel e está a aceitar propostas até ao dia 28 de fevereiro. O edifício encontra-se ocupado na totalidade por serviços do BCP, que prevê manter-se como arrendatário pelo menos até ao primeiro semestre de 2021.
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