Bolsa Nacional de Terras foi criada há dez anos

Bolsa de Terras tem 10 anos e Estado não vendeu qualquer propriedade

A Bolsa Nacional de Terras (BNT) foi criada há dez anos (em 2012), através de uma Lei da Assembleia da República regulamentada numa portaria da então ministra da Agricultura Assunção Cristas, mas está praticamente inativa. O objetivo era combater o abandono dos terrenos agrícolas, públicos e privados. A verdade é que até à data o Estado não vendeu qualquer propriedade através da BNT, tendo arrendado apenas 36 terrenos, num total de 797 hectares.
Imóveis devolutos do Estado

Revive: mais 15 a 20 imóveis devolutos do Estado vão a concurso

O programa Revive, que foi lançado em 2016 e soma um investimento privado de 142,5 milhões de euros, vai ter uma terceira fase, sendo que os imóveis que a integrarão – serão entre 15 e 20 – serão conhecidos até final de setembro de 2022. Em causa está uma iniciativa que visa a recuperação e requalificação de imóveis públicos classificados sem uso através da concessão a privados para exploração para fins turísticos.
Revive: concessão de 19 imóveis rende ao Estado 2,5 milhões por ano

Revive: concessão de 19 imóveis rende ao Estado 2,5 milhões por ano

O programa Revive, que foi lançado em 2016, soma um investimento privado de 142,5 milhões de euros. O montante em causa corresponde aos 19 imóveis já concessionados nas duas fases do programa, que garantem ao Estado rendas anuais de 2,5 milhões de euros. Trata-se de uma iniciativa que visa a recuperação e requalificação de imóveis públicos classificados sem uso através da concessão a privados para exploração para fins turísticos. 
Imóveis devolutos

Quantos imóveis inativos, devolutos ou abandonados tem o Estado?

O Estado tem mais de 700 imóveis inativos, devolutos ou abandonados, segundo uma lista publicada esta quinta-feira (17 de março de 2022) em Diário da República (Despacho n.º 3260/2022). Uma lista que contempla, por exemplo, habitações, terrenos, armazéns e residências de estudantes que estão espalhados um pouco por todo o país.
Governo aprova venda da Efacec ao grupo DST

Governo aprova venda da Efacec ao grupo DST

O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira (24 de fevereiro de 2022) a venda da Efacec ao grupo português DST SGPS, o único a apresentar proposta final à compra dos 71,73% da empresa que estão nas mãos do Estado. O Grupo DST, recorde-se, nasceu nos anos 40, em Braga, e atua sobretudo nas áreas da engenharia e construção.
Comprar casa para arrendar

Comprar casa para arrendar: é um bom investimento?

Comprar imóveis para colocar no mercado de arrendamento é uma opção de investimento viável, mas será que em Portugal compensa? Cálculos da Associação Portuguesa de Proprietários (APROP) relativos aos impostos que é preciso pagar na compra  e posse de uma casa e aplicados ao rendimento das rendas revelam que, grande parte, reverte para o Estado.
Despesas do Estado na pandemia

Pandemia custou 6.751 milhões ao Estado até novembro

A pandemia custou 6.751 milhões de euros ao Estado até novembro, devido a mais 6.232,4 milhões de despesa e a menos 518,6 milhões de receita, divulgou esta terça-feira, dia 28 de dezembro de 2021, a Direção-Geral do Orçamento (DGO).
Reprivatização da Efacec: só a DST fez proposta final de compra

Reprivatização da Efacec: só a DST fez proposta final de compra

O grupo português DST SGPS foi o único a apresentar proposta final à compra dos 71,73% da Efacec que estão nas mãos do Estado, dentro do prazo previsto, anunciou esta quarta-feira (24 de novembro de 2021) a Parpública em comunicado.“A Parpública, SGPS, SA comunica que no âmbito do processo de r
Imóveis do programa Revive Natureza atraem investidores

Revive Natureza: 45 candidatos para dar vida a 6 imóveis do Estado

Terminou o prazo para a entrega de candidaturas aos concursos para atribuição de direitos de exploração de seis imóveis devolutos do Estado, lançados a 22 de junho de 2021, no âmbito do programa Revive Natureza. Foram recebidas 45 candidaturas, iniciando-se agora “o procedimento de análise das mesmas, com vista à sua adjudicação”, revela em comunicado o gabinete do Ministro de Estado, da Economia e Transição Digital. 
Municípios podem arrendar imóveis devolutos de privados

Municípios já podem arrendar imóveis devolutos de privados

Os municípios podem, a partir desta quinta-feira (4 de novembro de 2021), arrendar imóveis devolutos de privados. Esta é uma das novas medidas que constam no Decreto-Lei n.º 89/2021, que já foi publicado em Diário da República e que regulamenta normas da Lei de Bases da Habitação relativas à garantia de alternativa habitacional, ao direito legal de preferência e à fiscalização de condições de habitabilidade.
Muitos Imóveis do Estado estão devolutos

Quantos imóveis tem o Estado? Estão inventariados 1.020 e há 645 devolutos

O Estado tem 1.020 imóveis, segundo o inventário do património imobiliário, recentemente iniciado, sendo que mais de metade (645) estão devolutos. A revelação foi feita pelo ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, esta terça-feira (12 de outubro de 2021), durante uma audição na comissão parlamentar de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, sobre o programa 1.º Direito, por requerimento do PSD.
Terreno polémico em Idanha-a-Nova

Negócio polémico de terrenos envolve mulher de ex-autarca

Conceição Morão é médica anestesista reformada e está casada com Joaquim Morão, um histórico autarca e membro da Comissão Política Nacional do PS. Em 2014, ficou na posse de 16 hectares de terras do Estado – numa herdade com mais de 550 hectares cedida à Câmara de Idanha-a-Nova – destinadas, em primeiro lugar, a jovens agricultores. Recebeu, na altura, mais de 63 mil euros em subsídios. Agora, seis anos depois, o terreno está praticamente abandonado.
Estado obrigado a devolver a herdeiros dinheiro de certificados de aforro

Estado obrigado a devolver a herdeiros dinheiro de certificados de aforro

Dois idosos tinham certificados de aforro e morreram, mas os filhos herdeiros, que não tinham conhecimento dos mesmos, reclamaram a devolução do dinheiro em causa, 850.000 euros. Fizeram-no, no entanto, anos depois dos pais terem falecido, precisamente porque desconheciam a existência dos referidos certificados de aforro. O Estado foi, entretanto, obrigado a devolver o dinheiro aos herdeiros.
Estado compra edifício de escritórios em Lisboa com 3.200 m2 e 11 pisos

Estado compra edifício de escritórios em Lisboa com 3.200 m2 e 11 pisos

O Edifício 5 de Outubro 124, localizado numa zona central de Lisboa, foi comprado pelo Fundo Especial de Investimento Imobiliário Aberto (FEIIA) Imopoupança, gerido pela Fundiestamo, do grupo Parpública, que gere o património imobiliário do Estado. O imóvel de escritórios – tem uma área de cerca de 3.200 metros quadrados (m2), distribuídos por 11 pisos acima do solo – estava nas mãos do fundo EREF I, que tem como investment adviser a Explorer Investments. O valor do negócio não foi revelado.