Crédito habitação: como proteger a carteira se os juros subirem?
Vivem-se tempos de incerteza. A inflação está instalada na zona euro e está a escalar ainda mais com a guerra na Ucrânia, ameaçando o crescimento económico europeu. O risco de estagflação está iminente.
Conflito entre a Rússia e a Ucrânia: como afeta o crédito habitação?
A invasão da Ucrânia pelas tropas russas está a trazer consequências, a vários níveis, para as economias europeias e do mundo. E uma das já visíveis passa pela aceleração da inflação, que, aliás, tem estado em alta nos últimos meses, tendo mesmo atingido recordes na zona euro, em janeiro.
Prestação da casa sobe em março
A prestação paga ao banco pelo crédito habitação sobe este mês de março nos contratos indexados à taxa Euribor a seis e a três meses, face às últimas revisões, segundo a simulação da Deco/Dinheiro&Direitos.
Comprar casa: novo crédito habitação cai em janeiro para 1.187 milhões
Os bancos continuam a mostrar disponibilidade para emprestar dinheiro para a compra de casa, mas em janeiro de 2022 a concessão de novo crédito habitação abrandou face aos meses anteriores, para 1.187 milhões de euros, segundo dados divulgados esta quinta-feira (3 de março de 2022) pelo Banco de Portugal (BdP). Será que estamos perante uma inversão de ciclo, sobretudo numa altura em que paira no ar a possibilidade do Banco Central Europeu (BCE) aumentar as taxas de juro diretoras, o que teria impacto nas taxas Euribor e, consequentemente, na prestação da casa?
Euribor: o que é e como afeta a prestação da casa?
A subida dos juros no crédito habitação é um cenário que está em cima da mesa, tendo o Banco Central Europeu (BCE) já admitido a possibilidade de aumentar a taxa de juro diretora ainda em 2022. Uma das consequências desta medida será a subida das taxas Euribor, que poderiam, assim, voltar a terrenos positivos mais cedo que o previsto. Confirmando-se, muitos portugueses iriam ver a prestação do crédito habitação disparar, o que teria impacto no orçamento familiar. Mas o que são, afinal, as taxas Euribor? Como e porque afetam a mensalidade a pagar ao banco? Explicamos tudo no artigo desta semana da Deco Alerta.
Juros a subir no crédito habitação? Vai custar 994 milhões às famílias
A subida dos juros no crédito habitação está à espreita. Os alarmes soaram depois do Banco Central Europeu (BCE) admitir uma subida da taxa de juro diretora já em 2022 para travar a inflação na Zona Euro. Os mercados antecipam que as taxas Euribor podem voltar a terrenos positivos já no final do ano, uma mudança que vai afetar as prestações das famílias. Mas quanto? Contas feitas, até 2024 os encargos com a casa podem subir 993,6 milhões de euros.
Subida de juros em 2022: qual o impacto no crédito habitação?
A inflação continua a subir na Zona Euro – em janeiro atingiu o novo recorde de 5,1%. E para travá-la, o Banco Central Europeu (BCE) admite aumentar as taxas de juro diretoras já em 2022. E poderá mesmo fazê-lo mais do que uma vez ao longo deste ano.
BCE: inflação alta abre a porta à subida de juros ainda este ano
A inflação é um tema que tem dominado a agenda europeia. Isto porque atingiu um novo recorde em janeiro e deverá continuar em alta mais tempo que o previsto. A expectativa é que a inflação comece a baixar ao longo do ano. Mas as dúvidas persistem. E embora as taxas de juro continuem inalteradas e em mínimos históricos, o Banco Central Europeu (BCE) não exclui completamente uma subida das taxas de juro em 2022. Todo este cenário já começa a fazer-se sentir em Portugal.
E se a Euribor subir para 1%? Custará 61 milhões por mês às famílias
A eventual subida das Euribor agravaria o crédito habitação, quando as famílias ainda recuperam da crise e enfrentam o aumento dos preços, com um acréscimo para 1% a significar mais 61 milhões de euros/mês pagos aos bancos.A Deco/Dinheiro&Direitos fez contas caso a Euribor passasse dos valo
Crédito habitação: Bankinter prevê Euribor negativa até 2023
A Euribor a 12 meses voltou a surpreender tudo e todos no final do ano. Foram vários os altos e baixos ao longo de 2021 - é certo. E nos últimos dias de 2021, a Euribor a 12 meses voltou a quebrar a barreira dos -0,5%, regressando, assim, a mínimos históricos.
Prestação paga ao banco pelo crédito à habitação desce em dezembro
A prestação paga ao banco pelo crédito à habitação desceu ligeiramente este mês de dezembro nos contratos indexados à Euribor a seis meses e a três meses, face às últimas revisões, segundo a simulação da Deco/Dinheiro&Direitos.Um cliente com um empréstimo no valor de 150 mil euros a 30 anos, ind
A prestação da casa pode subir para o dobro (ou até mais)?
Quem está à procura de casa para comprar e precisa de financiamento, faz contas à vida, mas quase sempre numa lógica mais imediata e não de longo prazo. Contabiliza o dinheiro que tem para a entrada e para fazer face aos gastos, como registos e impostos, seguros e outros.
Qual é o crédito habitação mais barato?
Será esta a altura certa para pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa? Uma coisa é certa, o negócio do crédito habitação respira confiança: a guerra dos spreads está ao rubro e os bancos continuam a mostram disponibilidade para financiar a aquisição da casa. Há, no entanto, conselhos a ter em conta antes de pedir um crédito habitação. Importa, desde logo, saber qual é o crédito habitação mais barato. Ajudamos-te nesta escolha, uma decisão que é quase sempre para a vida.
Prestação da casa paga ao banco volta a descer em setembro
A prestação paga ao banco pelo crédito à habitação desce ligeiramente agora em setembro nos contratos indexados à Euribor a seis meses e a três meses, face às últimas revisões, segundo a simulação da Deco/Dinheiro&Direitos. As taxas Euribor estão em terreno negativo desde 2015 e a expectati
Crédito à habitação para construir casa: Banco CTT oferece simplicidade nos empréstimos
O negócio do crédito à habitação está ao rubro, tendo o volume de novas operações de crédito à habitação totalizado 1.295 milhões de euros em junho. Esta quarta-feira (4 de agosto de 2021), na rubrica crédito à habitação do mês, falamos sobre a oferta do Banco CTT, no caso direcionada para a construção.
Prestação da casa sobe em agosto – mas pouco
A prestação paga ao banco pelo crédito à habitação subiu ligeiramente este mês (agosto) tanto nos contratos indexados à Euribor a seis meses como a três meses, face às últimas revisões, segundo a simulação da Deco/Dinheiro&Direitos.
Crédito à habitação: Bankinter oferece solução de taxa fixa de 1,45% a 30 anos
A torneira do crédito à habitação continua a estar aberta em tempos de pandemia. Esta quarta-feira, na rubrica crédito à habitação do mês, falamos sobre a oferta do Bankinter, que oferece a possibilidade de fixar a taxa do empréstimo durante os primeiros 30 anos, com taxa igual a 1,45%.
Prestação da casa sobe em junho para contratos com Euribor a 6 meses e desce nos de 3
A prestação paga nos créditos à habitação vai subir em junho nos contratos indexados à Euribor a seis meses em relação às últimas revisões. Pelo contrário, o valor mensal pago pelas famílias nos empréstimos com a Euribor a três meses vai descer.
Empréstimos da casa estão mais baratos do que nunca – como conseguir um crédito à habitação
Os empréstimos da casa estão hoje mais baratos do que nunca. A taxa de juro implícita no conjunto de contratos de crédito à habitação tem evoluído em trajetória decrescente desde setembro de 2020 e em abril atingiu um novo mínimo: 0,826%. As condições parecem reunidas para avançar com a compra de uma casa. Mas que aspetos devemos ter em conta na hora de pedir um novo financiamento?
Prestação da casa desce em maio para contratos com Euribor a 6 meses
A prestação paga pelos clientes ao banco no crédito à habitação vai descer em maio nos contratos indexados à Euribor a seis meses e subir nos a três meses face às últimas revisões, segundo a simulação da Deco/Dinheiro&Direitos.Um cliente com um empréstimo no valor de 150 mil euros a 30 anos inde
Prestação da casa sobe em abril para contratos com Euribor a 3 e a 6 meses
A prestação paga pelos clientes ao banco pelo crédito à habitação vai subir ligeiramente em abril nos contratos indexados à Euribor a três e a seis meses face às últimas revisões, segundo a simulação da Deco/Dinheiro&Direitos.Um cliente com um empréstimo no valor de 150 mil euros
A tempestade perfeita que fez o negócio do crédito à habitação crescer em plena pandemia
A pandemia da Covid-19 deixou – e continua a deixar – marcas na economia, mas há um negócio que parece estar a sobreviver ao impacto da crise pandémica, o crédito à habitação: o financiamento para a compra de casas atingiu em 2020 um valor recorde no mercado nacional, tendo os bancos concedido um total próximo de 11,4 mil milhões de euros, atingindo níveis que já não se registavam há mais de uma década. Como é possível chegar a estes números em tempos de incerteza económica? É caso para dizer que estamos perante uma tempestade perfeita que está a permitir aos bancos manter aberta a torneira do crédito à habitação.
Taxa fixa ou variável? O que compensa agora que a Euribor está em mínimos históricos
O que é melhor, um crédito à habitação com taxa fixa ou variável?
Fim à vista para os juros mínimos?
O ciclo de mínimos históricos nas taxas da dívida parece ter terminado ou estar a terminar, o que poderá significar que é o fim da linha para os juros mínimos. Nas obrigações a 10 anos, que servem de referência na Zona Euro, os juros poderão regressar a terreno positivo já no verão, depois de dois anos abaixo de zero. No conjunto da Zona Euro, a subida das taxas desde o final do ano passado é particularmente acentuada nos prazos mais longos. No que diz respeito aos juros da dívida portuguesa a 10 anos, quadruplicaram desde início do ano, chegando aos 0,25% no dia 23 de fevereiro.
Prestação da casa desce em fevereiro para contratos com Euribor a três e seis meses
A prestação paga pelos clientes ao banco no crédito à habitação vai descer em fevereiro nos contratos indexados à taxa Euribor a três e a seis meses face às últimas revisões. Um cliente com um empréstimo de 150.000 euros a 30 anos, indexado à Euribor a seis meses e com um spread (a margem de lucro do banco) de 1%, paga a partir deste mês 446,88 euros, o que traduz uma descida de 12,11 euros face à última revisão em agosto, segundo a simulação da Deco/Dinheiro&Direitos.