A tempestade perfeita que fez o negócio do crédito à habitação crescer em plena pandemia
A pandemia da Covid-19 deixou – e continua a deixar – marcas na economia, mas há um negócio que parece estar a sobreviver ao impacto da crise pandémica, o crédito à habitação: o financiamento para a compra de casas atingiu em 2020 um valor recorde no mercado nacional, tendo os bancos concedido um total próximo de 11,4 mil milhões de euros, atingindo níveis que já não se registavam há mais de uma década. Como é possível chegar a estes números em tempos de incerteza económica? É caso para dizer que estamos perante uma tempestade perfeita que está a permitir aos bancos manter aberta a torneira do crédito à habitação.
Taxa fixa ou variável? O que compensa agora que a Euribor está em mínimos históricos
O que é melhor, um crédito à habitação com taxa fixa ou variável?
Fim à vista para os juros mínimos?
O ciclo de mínimos históricos nas taxas da dívida parece ter terminado ou estar a terminar, o que poderá significar que é o fim da linha para os juros mínimos. Nas obrigações a 10 anos, que servem de referência na Zona Euro, os juros poderão regressar a terreno positivo já no verão, depois de dois anos abaixo de zero. No conjunto da Zona Euro, a subida das taxas desde o final do ano passado é particularmente acentuada nos prazos mais longos. No que diz respeito aos juros da dívida portuguesa a 10 anos, quadruplicaram desde início do ano, chegando aos 0,25% no dia 23 de fevereiro.
Prestação da casa desce em fevereiro para contratos com Euribor a três e seis meses
A prestação paga pelos clientes ao banco no crédito à habitação vai descer em fevereiro nos contratos indexados à taxa Euribor a três e a seis meses face às últimas revisões. Um cliente com um empréstimo de 150.000 euros a 30 anos, indexado à Euribor a seis meses e com um spread (a margem de lucro do banco) de 1%, paga a partir deste mês 446,88 euros, o que traduz uma descida de 12,11 euros face à última revisão em agosto, segundo a simulação da Deco/Dinheiro&Direitos.
Entender o spread do crédito à habitação
O que é o spread do crédito à habitação e que impacto tem na prestação a pagar ao banco todos os meses na sequência da concessão de um empréstimo para a compra de casa? Esta é uma componente a ter em conta na hora de pedir um financiamento bancário, um tema, de resto, que tem levado a uma “guerra de spreads” no crédito à habitação. Explicamos tudo sobre este assunto com a ajuda de especialistas.
Juros no crédito à habitação descem em dezembro para novo mínimo de 0,897%
As taxas de juro implícitas do crédito à habitação caíram em dezembro, pelo quarto mês consecutivo, e atingiram o novo mínimo histórico de 0,897%, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Prestação da casa desce em janeiro para contratos com Euribor a 3 e 6 meses
A prestação paga pelos clientes ao banco pelo crédito à habitação vai descer em janeiro de 2021 nos contratos indexados à Euribor a três e seis meses face às últimas revisões, segundo a simulação Deco/Dinheiro&Direitos. As taxas Euribor estão em terreno negativo desde 2015 e, em dezembro de 2020, a média da taxa Euribor a seis meses foi de -0,519% e a média da taxa a três meses de -0,538%.
"Os bancos continuam desejosos de dar crédito à habitação e a preços muito competitivos"
Afinal, qual foi o impacto da Covid-19 no mercado de crédito à habitação? E como se perspetiva o ano de 2021 e os seguintes, tendo em conta o atual contexto de crise social e económica devido à pandemia? Para responder a isto, e muito mais, entrevistámos o especialista Juan Villén. "O confinamento, numa primeira fase, implicou uma travagem no mercado imobiliário e, como consequência, no de crédito à habitação. Depois de a liberdade de movimentos ter sido permitida, ainda que de forma limitada, o mercado reativou-se e agora mesmo está a funcionar", começa por analisar o diretor do idealista/créditohabitação.
Prestação da casa desce em dezembro para contratos com Euribor a 3 e 6 meses
A prestação da casa paga pelos clientes aos bancos vai descer em dezembro nos contratos de crédito indexados a Euribor a três e seis meses, face às últimas revisões, segundo simulação da Deco/Dinheiro&Direitos. As taxas Euribor estão em terreno negativo desde 2015 e a expectativa
Taxas de juro negativas nos empréstimos da casa até 2030 - por causa da Covid-19
As taxas Euribor – as mais usadas em Portugal para efeitos de concessão de crédito à habitação – continuam em queda e em terreno negativo, um cenário que se deverá prolongar por mais alguns anos, até 2030, devido à crise pandémica da Covid-19. Esta é, pelo menos, a previsão de alguns dos intervenientes do setor financeiro. E é uma boa notícia para quem pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar casa, já que a prestação continará a baixar – ou pelo menos não tenderá a aumentar.
Contratos de crédito à habitação voltam a fixar taxas abaixo de 1%
As taxas de juro implícitas nos créditos à habitação regressaram, em setembro, a valores por debaixo de 1%, tanto nos novos contratos, como no conjunto dos empréstimos existentes. Os juro implícitos nos financiamentos realizados nos últimos três meses para a compra de casa caiu para 0,996%, face aos 1,003% fixados em agosto. Já no conjunto dos contratos foi de 0,966% em setembro, 0,1 pontos base abaixo dos 0,967% registados no mês anterior, tal como mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), publicados esta terça-feira, dia 20 de outubro de 2020.
Bancos devolvem milhões às famílias com crédito à habitação – e tudo por causa dos juros negativos
CGD, BPI e Novo Banco já devolveram cerca de 4,4 milhões de euros às famílias desde julho de 2018, ano em que entrou em vigor em Portugal uma lei que obriga a banca, perante taxas de juros negativas, a pagar esse diferencial negativo aos clientes dos contratos em que o cálculo resulte em juros abaixo de zero. BCP, Santander, Montepio e Crédito Agrícola não revelam os montantes devolvidos.
Prestação da casa cai para o valor mais baixo de sempre - cortes atingem todos os prazos
Outubro traz boas notícias para todas as famílias portuguesas que pediram dinheiro emprestado ao banco para comprar casa. A prestação vai baixar para todos os contratos de crédito à habitação independentemente do indexante associado, nomeadamente Euribor a 3, 6 ou 12 meses. Será, de resto, a mais baixa de sempre.
Taxas Euribor continuarão em mínimos mas impacto económico é insuficiente, dizem os analistas
As taxas de juro Euribor – as mais usadas em Portugal para efeitos de concessão de crédito à habitação – devem continuar ancoradas em valores perto de 0% nos próximos anos, segundo analistas contactados pela Lusa, mas o impacto económico é insuficiente e permanece o temor de “japonização” da economia europeia.
Pandemia mantém Euribor em mínimos e dispara poupanças das famílias com o crédito da casa
A crise pandémica está a ter um reverso positivo para as muitas famílias portuguesas que pediram dinheiro emprestado ao banco para comprar casa. Isto porque as taxas Euribor – as mais usadas em Portugal para efeitos de concessão de crédito à habitação – continuam em queda, tendo atingido na semana passada mínimos históricos. O resultado deste cenário é uma redução na prestação da casa, sendo que a poupança das famílias em Portugal com créditos à habitação chega aos 195,3 milhões de euros.
Bancos voltam a dar mais empréstimos para a compra de casa
Os empréstimos para a compra de casa em Portugal estão a ganhar novo fôlego, apesar dos efeitos colaterais da pandemia da Covid-19. Segundo os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP), divulgados esta quarta-feira, 2 de setembro de 2020, em julho, a banca concedeu 931 milhões de euros de crédito à habitação, mais 98 milhões face a junho, mês em que a banca emprestou 833 milhões às famílias.
Prestação da casa paga ao banco desce em setembro para contratos com Euribor a 3 e 6 meses
A prestação paga pelos clientes ao banco pelo crédito à habitação vai descer em setembro nos contratos com Euribor a três e seis meses, face às últimas revisões, segundo simulação da Deco/Dinheiro&Direitos.No caso de um cliente com um empréstimo no valor de 150 mil euros a 30 anos, indexado à Eu
Taxas de juro negativas nos empréstimos da casa até 2026
Estas são boas notícias para quem pediu ou está a pensar pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa. As taxas Euribor, principal indexante dos contratos à habitação em Portugal, mantêm-se em terreno negativo desde 2015, em resultado da política de estímulos do Banco Central Europeu (BCE) e, apesar dos sucessivos avanços e recuos no que toca às expectativas de mercado, este cenário deverá manter-se até 2026 - essa é, pelo menos, a previsão dos especialistas.
Juros do crédito à habitação sobem pelo segundo mês - mas continuam abaixo de 1%
Os juros implícitos do crédito à habitação voltaram a aumentar, pelo segundo mês consecutivo, em julho. No entanto, apesar desta tendência, os juros dos empréstimos da casa mantêm-se abaixo de 1%.
Taxa de juro do empréstimo da casa interrompe queda e começa a subir
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos à habitação subiu para 0,932% em junho, valor superior em 2,9 pontos base face a maio (0,903%), de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), esta segunda-feira, dia 20 de julho de 2020. Para o destino de
Renegociações de empréstimos da casa sobem mais de 25% num ano - o Banco de Portugal explica porquê
Os portugueses, cada vez mais, estão a renegociar os contratos de crédito à habitação com os seus bancos, à procura de melhores condições.
Prestação da casa sobe em julho para contratos com Euribor a 3 e 6 meses
A prestação paga pelos clientes ao banco pelo crédito à habitação vai subir em julho nos contratos com Euribor a três e seis meses, face às últimas revisões, segundo simulação da Deco/Dinheiro&Direitos. As taxas Euribor são o principal indexante em Portugal nos contratos bancários que financiam a compra de casa. A Euribor a seis meses é a mais usada, seguida da taxa a três meses.
Junho traz subida na prestação da casa
O mês arranca a terceira fase do desconfinamento em Portugal, por causa da pandemia global da Covid-19, mas também com outro tipo de notícias relevantes para a economia das famílias.
Bancos, os “melhores amigos” dos portugueses que compraram casa em 2019
A cultura de ser proprietário está bem vincada em Portugal. Ao mesmo tempo que o mercado de arrendamento está a tardar em ser uma alternativa, devido ao elevado valor das rendas, os bancos são por esta altura “os melhores amigos” de quem quer comprar casa. Desde 2010 que não emprestavam tanto – foram 4.931 milhões nos primeiros seis meses do ano –, sendo que em julho concederam 967 milhões e em outubro, último mês sobre os quais há dados, 943 milhões de euros.
Prestação da casa desce em dezembro para a maioria dos portugueses
A maioria dos portugueses que pediu dinheiro emprestado ao banco para comprar casa – os que têm o crédito à habitação indexado à taxa Euribor a seis meses – vai ver a prestação baixar em dezembro, em relação à revisão de junho. Em causa está uma diminuição de 6,71 euros por mês.