Corrida aos fundos imobiliários

Corrida aos fundos imobiliários: valor sob gestão sobe 67,1 milhões

O interesse pelos fundos imobiliários está ao rubro. Em setembro de 2021, o valor sob gestão dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII), dos Fundos Especiais de Investimento Imobiliário (FEII) e dos Fundos de Gestão de Património Imobiliário (FUNGEPI) atingiu 10.774,8 milhões de euros, mais 67,1 milhões (0,6%) que no mês anterior, segundo dados revelados recentemente pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Fundos de investimento em alta

Fundos de investimento em alta: há seis que rendem mais de 35% por ano

A decisão de apostar em fundos de investimento tem tudo para ser acertada. Os mais recentes dados da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Património (APFIPP) confirmam isso mesmo: os 10 fundos com melhor desempenho (em %) nos últimos 12 meses rendem pelo menos 30%, havendo três que rendem mais de 40% e seis mais de 35%.
Portfólio ‘Projeto Crow’ da ECS

ECS retira 7 ativos do portfólio ‘Projeto Crow’ e aguarda por novas ofertas

O fundo de capital de risco ECS Capital decidiu retirar sete ativos imobiliários ao “Projeto Crow” – num total de 30 –, como é conhecido o portfólio que a entidade colocou à venda e que tem dois finalistas, o fundo Davidson Kempner (DK) Partners e o consórcio Bain/Cerberus. Os sete ativos em causa têm um valor bruto de 300 milhões de euros, tendo a ECS Capital escrito uma carta aos dois candidatos, convidando-os a avançar com propostas finais até ao dia 30 de setembro.
Maiores fundos imobiliários portugueses

Os 10 maiores fundos imobiliários portugueses são…

O CA Património Crescente, da Square Asset Management, é o maior fundo imobiliário português: no final de julho de 2021, os seus ativos sob gestão ascendiam a 901 milhões de euros, agregando 9% do total de ativos deste segmento. Segundo dados da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP), desde maio de 2018 que este é o maior produto imobiliário nacional, sendo também o produto imobiliário aberto de acumulação mais rentável da última década.
Fundos de investimento e sociedades comerciais “fintam” fim dos vistos gold

Fundos de investimento e sociedades comerciais “fintam” fim dos vistos gold

As anunciadas restrições ao programa de Autorização de Residência para Atividade de Investimento (ARI) – entram em vigor a 1 de janeiro de 2022 e determinam o fim da atribuição dos chamados vistos gold nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto – está a abrir novas portas de negócios, tendo em conta a captação de investimento estrangeiro. Em cima da mesa está, por exemplo, o lançamento de fundos de investimento e a constituição de sociedades comerciais, de modo a contornar as limitações ao investimento que autoriza a residência permanente.
Banco Carregosa quer passar a gerir os seus fundos imobiliários

Banco Carregosa quer passar a gerir os seus fundos imobiliários

O Banco Carregosa constituiu, no final de 2020, uma sociedade para gerir os seus fundos imobiliários, até à data nas mãos da Atlantic, mas quer, agora, assumir a gestão dos mesmos. Em causa estão veículos focados no retalho alimentar, escritórios e logística. A entidade liderada por Maria Cândida Rocha e Silva reclama a gestão, nomeadamente, de um fundo focado no arrendamento de imóveis a marcas como o Continente, com um ativo líquido de mais de 30 milhões de euros.