Converter lojas e outros espaços de serviços em casas - o que é preciso fazer

Converter lojas e outros espaços de serviços em casas - o que é preciso fazer

O aumento dos preços no mercado imobiliário, nos últimos anos, a par da falta de oferta de casas - sobretudo nos centros urbanos do Porto e Lisboa -, tem levado a que cada vez mais pessoas considerem a possibilidade de transformar imóveis afetos ao comércio e serviços (tais como ateliers, lojas, armazéns, entre outros) em habitação. No entanto, a mudança de afetação de um imóvel é um processo que pode ser complexo e cujos custos e riscos devem ser tomados em conta, aquando de uma tomada de decisão por parte dos proprietários ou futuros donos da propriedade. Explicamos tudo com fundamento jurídico.
Banca prepara-se para vender mais de 4.400 casas ao consórcio Tikehau e Albatross

Banca prepara-se para vender mais de 4.400 casas ao consórcio Tikehau e Albatross

O consórcio formado pelos fundos Tikehau e Albatross está disposto a pagar entre 300 e 320 milhões de euros pelo Projeto Zip, um lote que inclui mais de 4.400 casas de vários bancos portugueses, estando localizadas, sobretudo, nos centros urbanos do Porto, Setúbal e Lisboa. Ao que tudo indica, o negócio terá um desconto implícito de 10%, uma vez que a carteira está avaliada em cerca de 360 milhões.
Bancos põem à venda carteira com mais de 4.400 casas avaliada em 360 milhões

Bancos põem à venda carteira com mais de 4.400 casas avaliada em 360 milhões

Vários bancos nacionais, entre os quais o Novo Banco, colocaram recentemente no mercado uma carteira composta por 4.435 frações de habitação, no valor de 360 milhões de euros. Os imóveis em causa estão, na grande maioria, arrendados, sendo que se localizam nos centros urbanos do Porto, Setúbal e Lisboa, estando “parqueados” em fundos de investimento imobiliário para arrendamento habitacional (FIIAH) geridos pela Norfin.
Novo Banco garante que imóveis vendidos “não causaram prejuízos diretos ao Fundo de Resolução”

Novo Banco garante que imóveis vendidos “não causaram prejuízos diretos ao Fundo de Resolução”

O Novo Banco garante que a operação de venda do portefólio Viriato, em 2018,  “não foi feita a preços de saldo, mas sim a preços de mercado”, “aproveitando as boas condições do mercado imobiliário” desse ano. O banco liderado por António Ramalho diz ainda que os imóveis vendidos não “causaram prejuízos diretos ao Fundo de Resolução”, uma vez que a “generalidade dos imóveis não estão cobertos pelo mecanismo de proteção de capital”.
Novo Banco vendeu imóveis a fundo anónimo, deu crédito e o Estado cobriu os prejuízos do negócio

Novo Banco vendeu imóveis a fundo anónimo, deu crédito e o Estado cobriu os prejuízos do negócio

O Novo Banco vendeu 13 mil imóveis abaixo do preço de mercado a um fundo de investidores anónimos nas ilhas Caimão, a quem também emprestou dinheiro para financiar a compra, naquele que foi um dos maiores negócios imobiliários realizados nos últimos anos em Portugal. Mas depois de alienar a carteira de imóveis, o Novo Banco registou um prejuízo, contabilístico, no seu balanço, e acabou compensado pelo Fundo de Resolução pelas perdas de milhões.
Antiga fábrica da Confiança em Braga volta ao mercado em março com novas regras

Antiga fábrica da Confiança em Braga volta ao mercado em março com novas regras

O edifício que acolheu, em Braga, a produção de sabonetes e de perfumes da Confiança até 2005 foi colocado à venda, em hasta pública, no passado dia 14 de fevereiro. Mas a sessão ficou vazia e acabou em dois minutos, sem a apresentação de propostas de interessados em pagar, pelo menos, o valor-base de 3,65 milhões de euros. A Câmara Municipal de Braga não se deu, no entanto, por vencida e já agendou um novo ato para voltar a colocar o ativo imobiliário no mercado. O próximo dia 11 de março é a data escolhida.
Fundo britânico coloca à venda portefólio de seis edifícios na Grande Lisboa

Fundo britânico coloca à venda portefólio de seis edifícios na Grande Lisboa

Uma carteira de seis ativos da Keyhaven Capital Partners, localizados na Grande Lisboa, acaba de chegar ao mercado para venda. A operação "“Chess” está a ser assessorada pelas consultoras imobiliárias Cushman & Wakefield e JLL e contempla, nomeadamente, a alienação da sede da Jerónimo Martins, no Campo Grande, além de outros edifícios em três das mais importantes zonas de escritórios da capital.
IP coloca à venda 33 imóveis do Estado por todo o país - a partir de 500 euros

IP coloca à venda 33 imóveis do Estado por todo o país - a partir de 500 euros

A Infraestruturas de Portugal (IP), cujo único acionista é o Estado Português, acaba de anunciar o lançamento de 33 concursos públicos para a venda de prédios rústicos e urbanos de Norte a Sul do país. Com estas operações, a empresa pública poderá encaixar um total de, pelo menos 1,9 milhões de euros, tendo em conta os valores base definidos nos anúncios para a apresentação de propostas.
Novo Banco quer vender Herdade do Pinheirinho em Melides

Novo Banco quer vender Herdade do Pinheirinho em Melides

O Novo Banco, que "herdou" a Herdade do Pinheirinho por incumprimento de créditos, tem como objetivo alienar o empreendimento imobiliário e turístico localizado em Melides, no concelho de Grândola. Classificado com o selo de PIN, mas cuja construção nunca foi concluída, este ativo foi parar às mãos do banco em 2017.
BPI vende cinco edifícios na Baixa de Lisboa

BPI vende cinco edifícios na Baixa de Lisboa

Até os bancos estão a aproveitar a época áurea que o setor imobiliário está a viver. E desta vez surge em cena o BPI, que decidiu vender o seu mais antigo imóvel situado na Baixa lisboeta. Estamos a falar de um quarteirão inteiro em frente ao Museu do Design e junto ao Arco da Rua Augusta. No total estão à venda cinco edifícios de arquitetura pombalina que perfazem 11.000 metros quadrados (m2).
Câmara de Lisboa quer anular venda da Vila Dias, no Beato

Câmara de Lisboa quer anular venda da Vila Dias, no Beato

O executivo camarário diz não ter sido avisado sobre o processo de venda da Vila Dias, localizada na freguesia lisboeta do Beato. Por esse motivo, e porque se viu impedida de exercer o direito de preferência na transação, a autarquia pediu ao tribunal para anular a venda da antiga vila operária.
Montepio está a ganhar milhões com a venda de imóveis: contamos-te a fórmula do sucesso

Montepio está a ganhar milhões com a venda de imóveis: contamos-te a fórmula do sucesso

O negócio imobiliário está a dar frutos também para Grupo Montepio. Desde 2015 até ao primeiro semestre de 2017 a instituição financeira concluiu a venda a retalho de cerca 2.900 imóveis de negociação, no valor de 450 milhões de euros, que eram da propriedade da Caixa Económica Montepio Geral (CEMG) e das entidades do seu perímetro de consolidação. E com base nos resultados dos últimos meses, a expetativa do banco é que este ritmo de vendas se comece a intensificar cada vez mais.
Este castelo milenar pode ser teu... por 15 milhões de euros

Este castelo milenar pode ser teu... por 15 milhões de euros

No sul de França, perto do Mónaco e da Côte d'Azur, está à venda um castelo milenar, que está nas mãos dos mesmos donos há mais de 500 anos. Originalmente construído para a ordem monástica da Abadia de Saint Victor de Marselha, o Château de la Barben é um dos poucos exemplos quase intactos de castelos privados da Idade Média em todo o território francês. A família Forbin pede 15 milhões de euros pelo monumento histórico.