E se a taxa de juro no crédito habitação subir? Explicamos o que fazer
As taxas de juro no crédito habitação estão em mínimos históricos. Mas este cenário pode ter os dias contados. O Banco Central Europeu (BCE) não exclui a hipótese de haver uma subida das taxas de juro de referência já em 2022 para travar a inflação na Zona Euro. E tudo isto vai mexer com os mercados financeiros, a começar, desde logo, pelo crédito habitação das famílias. As prestações mensais poderão subir à boleia dos juros. Mas o que se pode fazer nesses casos? Contamos tudo no artigo desta semana da Deco Alerta.
Subida de juros em 2022: qual o impacto no crédito habitação?
A inflação continua a subir na Zona Euro – em janeiro atingiu o novo recorde de 5,1%. E para travá-la, o Banco Central Europeu (BCE) admite aumentar as taxas de juro diretoras já em 2022. E poderá mesmo fazê-lo mais do que uma vez ao longo deste ano.
BCE: inflação alta abre a porta à subida de juros ainda este ano
A inflação é um tema que tem dominado a agenda europeia. Isto porque atingiu um novo recorde em janeiro e deverá continuar em alta mais tempo que o previsto. A expectativa é que a inflação comece a baixar ao longo do ano. Mas as dúvidas persistem. E embora as taxas de juro continuem inalteradas e em mínimos históricos, o Banco Central Europeu (BCE) não exclui completamente uma subida das taxas de juro em 2022. Todo este cenário já começa a fazer-se sentir em Portugal.
Prestação da casa mantém-se nos 253 euros e juros descem
Comprar casa com recurso ao crédito habitação foi – e continua a ser - a opção de muitas famílias portuguesas.
Subida de juros pelo BCE? Economistas afastam cenário a curto prazo
Os economistas contactados pela Lusa não preveem uma subida das taxas de juro diretoras pelo Banco Central Europeu (BCE) nos próximos trimestres, mas também admitem que o futuro imediato é cheio de incertezas sobretudo quanto à persistência da inflação.O banco central dos Estados Unidos (a Reserva F
Comprar ou arrendar casa? 77% dos portugueses são proprietários
Escolher onde e como viver não é tarefa fácil. Comprar casa pode ser um processo demorado e quando envolve crédito habitação é preciso reunir muita documentação e ter poupanças para financiar, pelo menos, parte da casa. Trata-se mesmo de um compromisso a lonzo prazo. Já arrendar casa pode ser bem mais simples em termos contratuais e traz mais liberdade à mobilidade. E qual destes cenários preferem os portugueses? Os dados mais recentes do Eurostat não deixam margem para dúvidas: a esmagadora maioria - cerca de 77,3% - disse ser proprietário de uma habitação em 2020, enquanto 22,7% afirmaram estar a arrendar uma casa. E olhando para a última década, 2020 foi mesmo o ano em que houve mais proprietários em território nacional, embora tenha sido, também, profundamente marcado pelo choque da pandemia.
Juros no crédito habitação voltam a subir em novembro
A taxa de juro implícita no crédito habitação esteve muitos meses a descer, uma tendência que parece estar agora a inverter-se. Em novembro, subiu para 0,807%, um valor superior ao verificado em outubro (0,803%), mês em que já se tinha verificado um crescimento, segundo dados divulgados esta quarta-feira (22 de dezembro de 2021) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Crédito habitação: oferta do Abanca com taxa fixa a partir de 1,40%
Adquirir casa é o objetivo de muitas famílias portuguesas. E, agora, a concessão de novos créditos habitação está em alta, com os bancos a emprestarem 1.200 milhões de euros há 8 meses seguidos, segundo mostram os dados do Banco de Portugal (BdP).
Subida de juros na Europa? Sim, mas “será lenta” e de baixa magnitude
Com a inflação a subir na Europa e no mundo, importa avaliar também a subida dos juros nos próximos anos. Uma coisa é certa: "Que [os juros] vão subir, vão, dado que estão em mínimos históricos”, disse Nuno Alves, diretor do Departamento de Estudos Económicos do Banco de Portugal (BdP).
Juros no crédito habitação em queda – e prestação média sobe 1 euro
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito habitação desceu para 0,792% em agosto, face a 0,800% no mês anterior, revelou esta segunda-feira (20 de setembro de 2021) o Instituto Nacional de Estatística (INE), salientando que nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro foi 0,689% (0,674% no período precedente).
Banca proibida de subir juros às famílias com créditos em moratória
O setor bancário está, legalmente, proibido de subir as taxas de juro às famílias em dificuldades nos créditos abrangidos por moratórias bancárias, no âmbito das medidas de apoio aprovadas pelo Governo."É estabelecida a proibição de agravamento da taxa de juro e são densificados os indícios de
Juros no crédito à habitação voltam a descer em junho - e atingem novo mínimo
Em rota decrescente desde setembro de 2020, a taxa de juro implícita no conjunto dos créditos à habitação volta a conhecer um novo mínimo em junho de 0,811%, segundo o INE.
Crédito à habitação em Portugal é o segundo mais barato da Zona Euro
A compra de casa continua em alta e os bancos mostram-se disponíveis para dar crédito à habitação. Portugal é o segundo país da Zona Euro com os juros mais baixos.
Juros no crédito à habitação voltam a descer e atingem novo mínimo - 0,826% em abril
Mês após mês, a taxa de juro implícita no conjunto de contratos de crédito à habitação continua a descer. Abril é o oitavo mês consecutivo em que esta taxa cai, e desta vez, atingiu um novo mínimo – 0,826%. Este valor é 1,5% inferior ao registado no mês de março (0,841%), revela o Instituto Nacional de Estatística esta quinta-feira (dia 19 de maio de 2021).
Juros no crédito habitação descem há seis meses e atingem novo mínimo histórico em fevereiro
A taxa de juro implícita dos contratos de crédito à habitação caiu em fevereiro pelo sexto mês consecutivo – está em queda desde setembro de 2020 –, atingindo o novo mínimo histórico de 0,853%, menos que em janeiro (0,873%) e que no mesmo mês do ano passado (0,997%). Em causa estão dados divulgados recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Fim à vista para os juros mínimos?
O ciclo de mínimos históricos nas taxas da dívida parece ter terminado ou estar a terminar, o que poderá significar que é o fim da linha para os juros mínimos. Nas obrigações a 10 anos, que servem de referência na Zona Euro, os juros poderão regressar a terreno positivo já no verão, depois de dois anos abaixo de zero. No conjunto da Zona Euro, a subida das taxas desde o final do ano passado é particularmente acentuada nos prazos mais longos. No que diz respeito aos juros da dívida portuguesa a 10 anos, quadruplicaram desde início do ano, chegando aos 0,25% no dia 23 de fevereiro.
Taxas de juro devem manter-se (muito) baixas mesmo num cenário pós-pandemia
As taxas de juro devem manter-se (muito) baixas mesmo num cenário de recuperação económica pós-pandemia-Covid-19. As expetativas apontam para que os bancos centrais mantenham as políticas de alívio monetário em 2021, o que é uma boa notícia, por exemplo, para os portugueses que pediram dinheiro emprestado ao banco para comprar casa.
Taxa de juro média dos novos créditos à habitação cai para 0,84% – um novo mínimo histórico
A taxa de juro média dos novos créditos à habitação – empréstimos para a compra da casa concedidos pelos bancos a clientes particulares – fixou-se em 0,84% em novembro, menos três pontos base face a outubro. Estabeleceu-se, desta forma, “um novo mínimo histórico pelo quarto mês consecutivo”, segundo dados divulgados esta terça-feira (5 de janeiro de 2021) pelo Banco de Portugal (BdP).
Taxa de juro do crédito à habitação desce em novembro – continua abaixo de 1%
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação desceu 1,4 pontos base (p.b) para 0,918% em novembro – estava em 0,932% no mês anterior. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu de 0,914% em outubro para 0,857% em novembro. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 270 euros, fixando-se em 54.915 euros, e a prestação média subiu um euro para os 228 euros.
Junho traz subida na prestação da casa
O mês arranca a terceira fase do desconfinamento em Portugal, por causa da pandemia global da Covid-19, mas também com outro tipo de notícias relevantes para a economia das famílias.
IRS: tudo o que é preciso saber sobre a dedução de despesas do crédito à habitação e juros
A campanha de IRS já arrancou, devendo os contribuintes entregar, no Portal das Finanças e até 30 de junho, a declaração do Modelo 3 ou confirmar a declaração automática de rendimentos. Se pediste dinheiro emprestado ao banco para comprar casa fica a saber que é possível deduzir as despesas do crédito à habitação e juros no IRS.
Fim à vista nos juros negativos? Suécia dá primeiro passo e sobe taxa diretora para 0%
O banco central da Suécia, o Riksbank – é também o mais velho banco central do mundo –, subiu a taxa de juro diretora de -0,25% para 0%, sendo o primeiro dos cinco bancos centrais que aplicavam algum tipo de taxas negativas a fazê-lo. No país, os juros atingiram o nível mais baixo em fevereiro de 2016, com uma descida para -0,5%. Em dezembro de 2018, o Riksbank efetuou a primeira subida para -0,25% e agora, um ano depois, voltou a subir para 0%.
Juros baixos e incentivos a "riscos excessivos" podem ameaçar estabilidade financeira, avisa o BdP
O prolongamento do ambiente de taxas de juro muito baixas pode criar “condições propícias” à intensificação de riscos para a banca nacional. No Relatório de Estabilidade Financeira, o BdP deixa o alerta, avisando que este cenário poderá "promover a deterioração dos critérios de concessão de crédito e o aumento do endividamento para níveis não sustentáveis".
Merece a pena ter o dinheiro depositado no banco em Portugal, seja para particulares ou empresas?
As medidas de política monetária que o Banco Central Europeu (BCE) tem adotado para impulsionar a economia é "um pau de dois bicos". Se por um lado é positivo para quem pede crédito, é negativo para quem quer ter o dinheiro depositado nos bancos.
Que consequências estão a ter na economia as taxas de juro negativas da Europa?
O crescimento económico global está a desacelerar e as taxas de juro negativas continuam… negativas. Um cenário, de taxas de juro abaixo de zero, que merece cada vez mais críticas.