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Será 2023 um ano de incertezas no setor imobiliário, nomeadamente no segmento residencial? “Prefiro falar em adaptação. Adaptação a um mercado com menos vendedores e menos compradores, com transações mais lentas e, em alguns casos, necessidade de revisão do preço”, antecipa ao idealista/news Gonçalo Nascimento Rodrigues. O coordenador da pós-graduação em Real Estate Investments do Iscte Executive Education considera que o mercado está a passar por “uma mudança que exige adaptação”, mas lembra que “em todas as fases dos ciclos do mercado imobiliário é boa altura para comprar habitação própria e permanente”.
O segmento residencial de luxo continua a atrair investidores a Portugal, que se mantém como um destino interessante, apesar da instabilidade causada a quem pretende investir no país, nomeadamente com o anúncio de medidas como o fim dos vistos gold. Comprar casas de luxo em Portugal é a decisão de muitos estrangeiros, desde celebridades a fortunas discretas, de várias partes do globo, mas também de portugueses, alguns bem famosos. É um nicho de mercado, que vale milhões, e onde o segredo é mesmo a alma do negócio. “Uma das coisas que os clientes mais valorizam é o sermos discretos”, revela ao idealista/news Joana Branquinho, CEO da ORIA Real Estate Advisors, especializada em imobiliário de luxo.
“Há uma diminuição absoluta da segurança habitacional, havendo menos pessoas a considerar muito improvável precisar de sair de casa”. Este é o retrato que a Eurofound faz sobre as condições de habitabilidade nos 27 países da União Europeia (UE).
O município de Braga decidiu duplicar as áreas de Reabilitação Urbana (ARU), alargando também os benefícios fiscais e incentivos para quem realizar obras de requalificação em edifícios localizados nessas zonas.
Nada parece travar a expansão internacional da fileira casa. Mesmo com as economias a percorrerem mares agitados pela alta inflação e subida dos juros, as famílias continuam a valorizar o conforto do lar, apostando em decoração com alma portuguesa. “O mobiliário português começa a ser reconhecido a nível internacional, como produtos com design próprio, materiais de qualidade, boa construção e com uma boa relação qualidade-preço”, afirma Gualter Morgado, diretor executivo da Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins (APIMA), em entrevista ao idealista/news.
Há um empresário, comunicador e político italiano que deixou para sempre uma marca na história de Itália e, em particular, no seu mercado imobiliário. Falamos de Silvio Berlusconi, que faleceu esta segunda-feira, dia 12 de junho de 2023, aos 86 anos. Foi no imobiliário que o empresário italiano deu os primeiros passos no mundo do empreendedorismo. E mesmo enquanto presidente do Conselho de Ministros de Itália, Silvio Berlusconi sempre teve um olhar atento para a propriedade privada e para a Habitação, um bem de primeira necessidade para as famílias italianas. Esta é a herança que Silvio Berlusconi deixa ao mundo imobiliário.
A inteligência artificial (IA) é um dos temas mais falados do momento e promete revolucionar diversos mercados. O imobiliário não se escapa.
A Dynasty Homes (DH) é um grupo internacional de investimento que se encontra na Europa (Reino Unido, França e Portugal, por exemplo), EUA e Médio Oriente, tendo aterrado no território nacional “há cerca de oito anos”, revela ao idealista/news Bobby O’Reilly, cofundador e sales & marketing director da empresa. “Temos em carteira 12 projetos, que incluem a remodelação e construção de novas casas e apartamentos”, adianta, salientando que a DH compromete-se a “construir algo que não seja apenas janelas, tijolos e um telhado, mas uma casa adequada às necessidades e requisitos da família moderna”.
Na hora de avançar com o IRS são muitas as dúvidas que surgem. E uma delas prende-se com a tributação da caução paga na celebração de um novo contrato de arrendamento. Será que o valor da caução recebido pelo proprietário entra para o IRS? E se o valor for devolvido? A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) explica tudo.
O mercado residencial do Japão vive uma realidade particular: há milhões de akiyas (casas vazias) espalhadas pelo país, que estão prontas para ganhar nova vida.
O número de pessoas que opta por fazer testamentos para dar destino aos seus bens tem vindo a aumentar em Portugal. Em 2022, foram feitos 28.336 testamentos públicos na rede de 472 cartórios do país, mais 8,6% que no ano anterior. É, de resto, o número mais elevado da última década, ou seja, desde 2012.
O mercado de arrendamento vive dias complicados em Portugal, marcados por uma oferta quase inexistente e preços das casas para arrendar a escalar, além do novo enquadramento legal que resulta de várias iniciativas legislativas recentes.
O arrendamento forçado de casas devolutas nunca será uma solução que responda em larga escala ao problema da habitação, reconhece a ministra Marina Gonçalves, mostrando abertura para discutir instrumentos que permitam mobilizar este património com maior assertividade.
Lembrando que a figura do arre
A ministra da Habitação não tem previsões sobre o número de casas do alojamento local que possam sair desta atividade para o arrendamento habitacional, mas afirma que "quantas mais forem, melhor", pois todas ajudam na resposta ao problema da habitação.
O mercado de escritórios europeu vive, atualmente, num cenário de aparente bipolaridade. De acordo com o mais recente estudo da Savills, os valores de take-up de escritórios no primeiro trimestre de 2023 começaram a divergir “significativamente” na Europa, com Oslo, Praga e Madrid a registarem, respetivamente, aumentos de 50%, 19% e 5% em relação à média dos últimos cinco anos, enquanto Dublin, Budapeste e Lisboa registaram, respetivamente, quedas de 62%, 57% e 55%.
É uma espécie de balão de oxigénio para muitos inquilinos portugueses, que viram o orçamento familiar encurtar com a perda de poder de compra, associada à alta taxa de inflação que se tem feito sentir nos últimos meses. Falamos do apoio dado pelo Governo aos arrendatários no pagamento das respetivas rendas. Sabe-se agora que chega a mais pessoas e que o valor médio subsidiado também é superior ao previsto inicialmente. Fica a saber quais são as novidades relacionadas com o pagamento da segunda fase de apoios às rendas.
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, anunciou esta terça-feira (6 de junho de 2023) mais 85 milhões de euros, a juntar aos 40 milhões já existentes, para o plano de intervenção e reabilitação em habitação municipal.
As famílias com dificuldades em pagar a renda da casa começaram a receber um apoio extra a partir da semana passada (final de maio) e o número de beneficiários desta medida, prevista no programa do Mais Habitação, vai aumentar este mês. As previsões do Governo apontam para que mais de 186 mil agregados estejam elegíveis para receber o subsídio mensal de apoio à renda. Em causa está, recorda o Executivo, uma medida que visa mitigar o impacto da subida de preços e da habitação no rendimento das famílias.
A Câmara do Funchal, na Madeira, aprovou o projeto de arquitetura para a construção de 71 fogos municipais, no Bairro Quinta das Freiras, na freguesia de Santo António, ao abrigo do programa nacional 1.º Direito, anunciou o presidente do município. Pedro Calado indicou que, das 71 frações, 24 são de tipologia T1, 39 são T2 e oito são T3, e acrescentou que estão previstos cerca de 70 estacionamentos cobertos e oito exteriores.
Há 25 anos, Portugal estava em alvoroço. Passavam poucos dias da inauguração da Expo 98, uma megaexposição cultural que marcou para sempre a evolução da malha urbana de Lisboa para oriente. De uma zona degradada e poluída nasceu a freguesia do Parque das Nações, uma nova ‘minicidade’, que trouxe mais comércio, cultura, transportes e casas à capital. E tem atraído cada vez mais famílias portuguesas e estrangeiras de classe média para viver. A propósito dos 25 anos da Expo'98, o idealista/news foi investigar o que distingue o Parque das Nações enquanto bairro residencial.