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Os proprietários de casas de campo, terrenos ou florestas têm até ao dia de hoje, 30 de abril de 2020, para fazer as respetivas limpezas. O prazo foi prorrogado – devia ter terminado a 15 de março -, por causa da pandemia da Covid-19, e das fortes limitações de circulação. Quem não cumprir as regras fica sujeito a contraordenações, e ao pagamento de coimas entre 280 e 120 mil euros.
Tempos de incerteza, mas, sobretudo, de esperança. Para o imobiliário, para o país e para o mundo.
O Estado de Emergência III está em vigor até sábado (2 de maio) e será, ao que tudo indica, o último declarado pelo Presidente da República na sequência da pandemia do novo coronavírus. Significa isto que o país se prepara agora para uma reabertura faseada da economia. Reabertura essa que terá três fases: 4 de maio, 18 de maio e 1 de junho. Fica a saber quais são os planos de Portugal – o Governo anuncia-os esta quinta-feira (30 de abril) – e de outros países para o pós-Covid-19.
Mark Twain, em 1897, foi anunciado como morto pela imprensa, enquanto na verdade permanecia vivo. Será que agora, em relação ao mercado imobiliário em Portugal - no âmbito da atual crise gerada pela pandemia da Covid-19 - se está a passar por estes dias exatamente o mesmo? Apresentamos uma análise que visa responder a esta pergunta, feita pelo advogado Nuno Pereira da Cruz, Managing Partner da CRS Advogados, preparada para o idealista/news.
“O Castilho 203 sempre foi, para nós – Vanguard Properties (VP) –, um imóvel que achámos que podíamos criar o primeiro conceito de edifício super premium de Lisboa”, diz José Cardoso Botelho, Managing Director da promotora imobiliária, em entrevista ao idealista/news. Esta semana, no dia 28 de abril, ficou “à vista”, já que os andaimes foram retirados. Será o primeiro projeto da VP a ser entregue, sendo que ainda há quatro apartamentos à venda, num total de 19. De recordar que é lá que se encontra o apartamento mais caro de Portugal, que terá sido comprado por Cristiano Ronaldo.
Em tempos de pandemia, a imobiliária LA AGENCY conta na rubrica “Diários de mediadores em casa” do idealista/news que fechou e continua a fechar negócios, guiando-se por uma “visão mais minuciosa e analítica daquilo que se passa em mercados paralelos ao imobiliário e que influenciam este mercado em específico”.
"Estamos muito felizes e vamos continuar a investir em Portugal”, dizia-nos em outubro do ano passado José Cardoso Botelho, Managing Director da Vanguard Properties (VP). Na altura, há apenas seis meses, o cenário de pandemia de novo coronavírus estava longe de ser real. A verdade é que muita coisa mudou durante este período em Portugal e no mundo, nomeadamente no setor imobiliário. Mas a ambição e vontade da promotora de investir no país mantém-se intacta. “Não vemos nenhuma razão para deixar de continuar a investir em Portugal”, diz agora o responsável, em entrevista ao idealista/news.
Localizado na primeira linha de rio, a escassos metros da margem do Tejo, e ligado diretamente ao Parque das Nações, o Prata Riverside Village, continua a desenvolver-se a “todo o gás”. A VIC Properties, promotora responsável por aquele que já é considerado como um dos maiores projetos residenciais em Lisboa, iniciou a construção de mais três edifícios do empreendimento, que deverá ficar completamente terminado em 2023.
A pandemia do novo coronavírus obrigou muitas empresas a fechar portas, pelo que as pessoas foram forçadas a trabalhar a partir de casa. Confinamento “virou” palavra de ordem nos últimos tempos, o que está a ter também consequências no “universo da internet”, cujo uso disparou a olhos vistos.
Teletrabalhar em tempos de pandemia de novo coronavírus pode também estar a significar que muitas pessoas trabalhem mais horas por dia que o normal. Ao fim de mais de um mês em casa, as pessoas estão sobrecarregadas, stressadas e ansiosas para voltar ao escritório. Será que este é também o teu caso?
O objetivo de tornar a compra e venda de imóveis viável à distância era antigo e foi prolongando-se no tempo sem se concretizar. Mas com a crise gerada pela pandemia da Covid-19, a realização de escrituras públicas - entre outros procedimentos que envolvem conservatórias e notários que são determinantes para o setor imobiliário e para a economia em geral - saltou para o topo da lista de prioridades do Governo, dentro das medidas para promover a economia digital. E o diploma legal - que deverá ter de momento um caráter experimental - está contemplado para entrar na agenda do Conselho de Ministros desta quinta-feira, dia 30 de abril de 2020, apurou o idealista/news.
A pandemia do novo coronavírus vai mudar a forma como nos relacionamos, mas também a maneira como vivemos, segundo os especialistas.
A Exclusive Lisbon decidiu dar continuidade à aposta forte numa "nova linha de comunicação e imagem e no marketing digital" em tempos de pandemia. Na rubrica “Diários de mediadores em casa”, contou ao idealista/news como está gerir esta nova realidade.
Milão foi o epicentro da explosão do surto de coronavírus na Europa, mas está a reerguer-se e traçar planos para o futuro. E para continuar a fazer frente à pandemia, que ainda não se sabe quanto tempo vai durar, esta cidade italiana quer reduzir a utilização do automóvel e aumentar as áreas de ciclovias e pedonais.
Os portugueses estão a sentir, e muito, o impacto da pandemia do novo coronavírus. Entre o final de março e o início de abril, metade dos consumidores disse ter tido uma quebra nos rendimentos, sendo que mais de um terço aumentou os gastos. Em causa está um relatório elaborado pela McKinsey sobre o impacto da Covid-19 no consumo em Portugal.
As empresas com perfil exportador estão a resistir melhor ao impacto económico da pandemia do novo coronavírus quando comparadas com as que não têm essa vocação. Esta é uma das conclusões a retirar do inquérito semanal do Instituto Nacional de Estatística (INE) e do Banco de Portugal (BdP), divulgado esta terça-feira (28 de abril de 2020), que acompanha o impacto da Covid-19 nas empresas.
Nas últimas semanas, choveram críticas nas redes sociais às muitas celebridades, sejam elas jogadores de futebol, atores ou cantores, que contam como estão a enfrentar o confinamento, com um pano de fundo “verde” atrás de si mesmos, ou como quem diz, com um jardim extenso e, em muitos casos, apetrec
O impacto da pandemia do novo coronavírus está a deixar marcas em todos os setores de atividade, nomeadamente no sistema bancário. Segundo dados do último inquérito do Banco de Portugal (BdP) aos bancos sobre o mercado de crédito, a procura por crédito tende a aumentar por parte das empresas e a recuar por parte dos particulares, nomeadamente no que diz respeito ao crédito à habitação.
Os trabalhadores independentes que viram a faturação recuar consideravelmente devido à pandemia do novo coronavírus podem pedir ao Estado um apoio extraordinário. Ajuda essa que será “passada a pente fino” mais tarde, já que a Segurança Social vai cruzar dados com a Autoridade Tributária para verificar a quebra de rendimentos em causa.
Até à Covid-19 chegar a Portugal, o marketing imobiliário era um trunfo para ajudar a fazer mais e melhores negócios. E agora?