A pesquisa encontrou 2924 resultados
Resultados da pesquisa
Nos termos da legislação recentemente aprovada com impacto no arrendamento, foi criado um regime excecional e temporário de caducidade e oposição à renovação dos contratos de arrendamento habitacionais e não habitacionais. Faz parte do bloco de medidas aprovado pelo Governo para mitigar os efeitos da crise na economia e sociedade, tendo efeitos diretos, neste caso, para senhorios e inquilinos. Explicamos como se aplica neste artigo, com fundamento jurídico.
A pandemia do novo coronavírus está a deixar marcas na economia em Portugal e no mundo. Os hábitos das pessoas tiveram de mudar e os consumidores tiveram de se habituar a uma nova realidade, até agora desconhecida. O mesmo aconteceu com as empresas dos mais variados setores de atividade. Mostramos-te alguns gráficos que ajudam a ter uma ideia do que está a mudar no comportamento dos consumidores.
Os quatro maiores bancos a operar em Portugal – Caixa Geral de Depósitos (CGD), BCP, Santander Totta e Novo Banco – têm cerca de 211 mil moratórias de créditos de famílias, nomeadamente à habitação, e empresas, num valor global de 18,9 mil milhões de euros, segundo dados divulgados pelos mesmos no Parlamento. Em causa estão créditos de famílias e empresas cujas prestações mensais estão suspensas, na sequência da pandemia do novo coronavírus. De referir que no caso do crédito à habitação a medida está em vigor até setembro deste ano.
Está lançada a primeira pedra do projeto Urbanismo Digital da Câmara Municipal de Lisboa (CML). A nova plataforma, apresentada a 22 de abril, permite a tramitação de processos urbanísticos online num único sistema com um interface fácil e que se pretende intuitivo para o utilizador final. A implementação vai acontecer em três fases distintas com introdução de novos serviços e pedidos de forma faseada até à totalidade dos cerca de 400 tipos de pedidos que os utilizadores podem fazer.
O grupo israelita TAGA-URBANIC quer apostar forte no mercado imobiliário português. Depois de vários projetos em Londres, Berlim e Nova Iorque, Portugal é o destino do momento, onde pretende investir cerca de 100 milhões até 2023. O grupo tem como objetivo criar, nos próximos cinco anos, um portefólio de cerca de 700 apartamentos reabilitados, tanto no Porto como em Lisboa. Já tem, de resto, dois projetos em marcha na Invicta.
Não há duas sem três, certo? Depois do sucesso alcançado nas duas primeiras edições, em 2018 e 2019, respetivamente, Massimo Forte e Gonçalo Nascimento Rodrigues voltam “à carga” com “O Desafio”, uma conferência que este ano, devido à pandemia do novo coronavírus, se realiza totalmente online. Serão 6 webinares que se realizarão nos dias 5, 6, 8, 12, 13 e 15 de maio. O evento conta, mais uma vez, com o apoio exclusivo do idealista.
A LANE – Exclusive Real Estate - focada no segmento residencial premium - conta na rubrica “Diários de mediadores em casa” queagora "os dias são passados ao telefone e na internet”, utilizando-se as mais variadas ferramentas para garantir que o trabalho segue a bom ritmo.
No atual estado de emergência em Portugal, por causa da pandemia global do Covid-19, são muitas as famílias que, consequentemente, estão a sofrer uma quebra nos rendimentos e com falta de liquidez para fazer frente às suas despesas, incluindo os seus créditos.
Escritório, retalho, industrial & logística, hotelaria, residencial e investimento. Que impacto está a ter a pandemia do novo coronavírus nos vários setores do setor imobiliário? Segundo a Cushman & Wakefield (C&W), no segmento residencial, “a procura por parte de clientes internacionais deverá retomar primeiro”. “Os investidores internacionais continuam com muito interesse em Portugal”, conclui a consultora imobiliária.
Será boa ideia fazer um investimento imobiliário em plena pandemia? É verdade que o novo coronavírus está a ter forte impacto na Economia, nomeadamente nos setores da construção e do imobiliário, que tiveram de se ajustar à nova realidade – usando e abusando da digitalização, por exemplo –, mas isso não tem necessariamente de significar que esta não seja uma boa altura para fazer negócios.
Será este um “negócio da China” em tempos de crise, que é como quem diz, em tempos de pandemia de novo coronavírus? Passamos a explicar: a Belterra Investments, empresa de investimento imobiliário propriedade do multimilionário russo Ivan Savvidis, comprou um resort de luxo na Grécia, em Salónica, por 200 milhões de euros. Trata-se do Porto Carras Grand Resort, que estava nas mãos da Technical Olympic, da família Stengos.
É possível reformular e/ou redecorar a casa à distância, através da tecnologia? “Sim, é possível”, responde André Rodrigues da Silva, arquiteto e sócio no Architect Your Home (AYH), em entrevista – por escrito – ao idealista/news. Segundo o responsável, a rede de arquitetos está “fintar” a crise da pandemia do novo coronavírus através (também) de um serviço de consultoria online.
O Fisco já começou a processar os primeiros reembolsos do IRS, 21 dias depois de ter arrancado o prazo de entrega da declaração de rendimentos referente ao ano de 2019 – começou a 1 de abril e termina a 30 de junho. Quer isto dizer que, nos próximos dias, o dinheiro vai começar a chegar à “conta” dos contribuintes.
Com o país em estado de emergência, desde 18 de março de 2020 - devido à pandemia global do coronavírus - a economia precisa de medidas extraordinárias que permitam a continuidade dos negócios.
A higiene é fundamental seja em que altura for, mas a verdade é, por causa da pandemia, se fala cada vez mais da importância da limpeza completa (e correta) da casa como meio de evitar a propagação de doenças no seio da nossa família.
A imobiliária HomeLovers é uma filha da tecnologia, cujo negócio engordou à boleia das ferramentas online. Mas num momento em que o Covid-19 fechou a economia dentro de casa, esta empresa teve de saber reinventar-se.
O cibercrime disparou em Portugal com o início da pandemia do novo coronavírus. Os dados revelados recentemente pelo gabinete de cibercrime da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a evolução deste fenómeno permitem concluir que o “número de crimes praticados nesta área – até dia 16 de abril – multiplicou-se de forma exponencial”.
A Mota-Engil não vai distribuir dividendos este ano – relativos aos resultados de 2019 – devido à incerteza gerada pela pandemia do novo coronavírus. O conselho de administração da construtora admite, no entanto, reavaliar a distribuição de reservas se a situação económica e financeira melhorar.
Os grandes grupos hoteleiros fizeram uma parceria com a Câmara Municipal de Lisboa (CML) para ajudar a combater a propagação do Covid-19. “O objetivo é incentivar os proprietários de hotéis, em localizações pertinentes, a abrir as suas portas e ceder os seus quartos quer para idosos de lares, evitando a propagação do vírus, quer para profissionais de saúde ou outras pessoas que não podem regressar à sua residência para evitar o potencial contágio das famílias”, refere a CBRE, em comunicado.
Os valores praticados no mercado de arrendamento, nomeadamente em Lisboa, dispararam nos últimos anos, à semelhança do que aconteceu no segmento de compra e venda de casas. Um cenário que agora, devido à crise gerada pela pandemia do novo coronavírus, estará a mudar, havendo um ajuste nos valores pedidos pelos senhorios. A garantia é dada pelo ministro do Ambiente e da Ação Climática (MAAC), João Pedro Matos Fernandes.