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Cerca de 20 anos depois de ter “aterrado” em Portugal, através da compra de imóveis – nomeadamente palácios e palacetes – para reabilitar na zona do Príncipe Real, no coração de Lisboa, a EastBanc Portugal, promotora imobiliária do norte-americano Anthony Lanier, está de pedra e cal no país. E nem a pandemia da Covid-19 é um obstáculo às intenções da empresa de continuar a investir. “A EastBanc está em Portugal para ficar e continuar a revitalizar as suas cidades, em particular Lisboa”, diz Tiago Eiró, Diretor Geral da EastBanc em Portugal, em entrevista ao idealista/news.
O Governo decidiu reforçar as medidas excecionais de combate à pandemia, com novas restrições para tentar travar a propagação da doença no país. Renovou o estado de calamidade em todo o território nacional até 15 de novembro, e vai alargar a 121 concelhos as medidas especiais que tinham sido estabelecidas para os concelhos de Felgueiras, Lousada e Paços de Ferreira. Trata-se de um confinamento parcial que atinge mais de sete milhões de portugueses e que prevê, entre outras coisas, o dever de recolhimento domiciliário e teletrabalho obrigatório. As medidas serão revistas a cada 15 dias. Eis um resumo de todas as novas regras.
O BE do Porto exigiu hoje que a Câmara Municipal do Porto (CMP), liderada por Rui Moreira, torne públicos os fundamentos para aprovação do Pedido de Informação Prévia (PIP) do El Corte Inglés para a antiga estação ferroviária da Boavista.
Resolver o problema da habitação na cidade do Porto é um dos objetivos do autarca Rui Moreira, que não acredita na “descentralização na habitação”.
O custo do metro quadrado (m2) das habitações em Portugal continua a subir, ainda que a pandemia já esteja a pôr um travão ao ritmo de crescimento.
Portugal continua a ser um país de proprietários. Em 2011 – ano em que foram realizados os últimos censos –, este regime de ocupação representava 72% dos alojamentos familiares clássicos ocupados, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O ritmo de crescimento dos preços da habitação está a desacelerar em quase todo o país, em particular nas grandes cidades.
Os portugueses estão a poupar mais em tempos de pandemia da Covid-19? Sim, mas a frequência com que o fazem é mais esporádica. Os mais recentes dados do Observador Cetelem, conhecidos em vésperas do Dia Mundial da Poupança e da Literacia Financeira, que se assinala este sábado (31 de outubro de 2020), mostram que 75% dos portugueses tem por hábito poupar, mais 28% que no ano passado (47%).
A Comissão Europeia apresentou, esta quarta-feira, dia 28 de outubro de 2020, a sua proposta legislativa com vista à criação de um quadro que garanta “salários mínimos adequados” em todos os Estados-membros da União Europeia, mas sem impor um valor comum ou obrigatório. Portugal já deu conta da sua intenção de ‘fechar’ um compromisso durante a presidência portuguesa do Conselho da UE, no primeiro semestre de 2021.
O Grupo Ageas Portugal, que terá duas novas sedes no país em 2021, uma em Lisboa e outra no Porto – estão ainda em construção –, tem estado muito ativo a nível nacional em termos imobiliários. Uma tendência que se deve manter nos próximos anos, já que o grupo está a seguir com atenção os projetos de parceria público-privadas na área da habitação em Lisboa.
Os chamados 'vistos gold' continuam a dar que falar. Depois de o Governo ter vindo anunciar que pretende acabar com o programa em Lisboa e Porto, o Parlamento Europeu veio exigir o fim imediato dos 'golden visa', gerando uma nova onda de pânico no mercado imobiliário português.
Afinal, o que pode esperar Portugal em termos de investimento imobiliário no curto e médio prazo?
O concurso público para o arrendamento acessível de dez fogos reabilitados no centro histórico do Porto abriu esta segunda-feira (26 de outubro de 2020), decorrendo até dia 29 de novembro. No final do processo, as casas vão ser atribuídas por sorteio – em data a definir - entre os candidatos selecionados, refere a Câmara Municipal do Porto (CMP), que abriu o concurso através da empresa municipal Porto Vivo, SRU.
O Cedros Lux Design, um novo empreendimento localizado numa das zonas mais privilegiadas do Porto – encontra-se a poucos metros da icónica Avenida Dr. Antunes Guimarães, a 500 metros do IPAM, a 200 metros da faculdade ISAG e a 300 metros da AEP –, está a ser comercializado pela Century 21 Portugal. Trata-se de um edifício de cinco pisos com 19 frações de diversas tipologias, desde T1 a T3.
O Parlamento Europeu divulgou uma declaração contra a atribuição de vistos gold, afirmando que "a cidadania da União Europeia (UE) não pode ser comercializada como uma mercadoria" e exigindo que todos os países membros ponham fim a esta prática "imediatamente".
O El Corte Inglés e a Infraestruturas de Portugal (IP) estão prestes a concluir o processo de passagem do direito de utilização da superfície do terreno da antiga estação ferroviária da Boavista, no Porto, para a cadeia espanhola.
O Business Park Maia, edifício de uso misto, escritórios e armazéns, localizado na rua Engenheiro Frederico Ulrich, na zona industrial da Maia, tem cinco frações disponíveis para arrendamento, destinadas a serviços e indústria, com uma área total de cerca de 4.500 metros quadrados (m2). O imóvel está em fase final de reabilitação e, por isso, à “caça” de inquilinos – a comercialização está a cargo da Predibisa.
O processo de procura de casa, seja para comprar ou arrendar, é condicionado por vários fatores. E no caso das famílias, um dos mais relevantes é a proximidade de escolas. Mas será que estar perto de uma determinada instituição de ensino influencia o preço da casa? E se essa escola fosse uma das melhores de Portugal, isso afetaria o preço por metro quadrado (m2) dos imóveis residenciais na zona? O idealista foi analisar e apresenta agora os resultados. De uma forma global, pode concluir-se que as melhores escolas estão localizadas nas zonas consolidadas de classe média-alta.
Nos próximos cinco anos (até 2025), a Câmara Municipal do Porto (CMP) prevê realojar 1.740 famílias, cerca de 3.800 pessoas, num investimento global que ascende a 56 milhões de euros. Em causa está um acordo de colaboração a estabelecer com o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) para operacionalizar a Estratégia Local de Habitação (ELH), elaborada no âmbito do Programa 1.º Direito. Um tema, de resto, que será discutido na reunião de câmara de segunda-feira (26 de outubro de 2020).
A obra do antigo Matadouro Industrial de Campanhã, no Porto, arranca em setembro de 2021 – a cerimónia de assinatura do auto de consignação da empreitada realizou-se esta quarta-feira (21 de outubro de 2020) –, tendo um prazo de conclusão de dois anos. Os trabalhos estarão a cargo da construtora Mota-Engil e está em causa um investimento de 40 milhões de euros, revelou a Câmara Municipal do Porto (CMP), salientando que no final dos 30 anos da concessão o equipamento regressa à gestão municipal.