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Resultados da pesquisa
O novo coronavírus chegou de repente, propagou-se rapidamente e está a deixar grandes marcas na economia. Em Portugal e no mundo. O setor imobiliário é um dos que está a “apanhar por tabela”, mas os promotores que estão a desenvolver projetos a nível nacional - à semelhança das agências imobiliárias - prometem não atirar a toalha ao chão. Pelo contrário, mostram-se confiantes e otimistas quanto ao futuro, e consideram que os investidores que têm apostado em Portugal vão continuar a fazê-lo, mesmo que atualmente estejam menos ativos, por força das circunstâncias. O idealista/news foi perceber como o setor da promoção imobiliária está a reagir ao Covid-19 e o que está a fazer para manter vivo o negócio.
O Grupo Lionesa, proprietário de um dos maiores centros empresariais da região do Grande Porto, vai oferecer às empresas “residentes” no Centro Empresarial Lionesa e na Fábrica 3ás a possibilidade de suspenderem parte ou a totalidade das rendas dos próximos seis meses.
O SuperBock Arena/Pavilhão Rosa Mota será o primeiro hospital especial para combater a epidemia de Covid-19 montado no Porto. A unidade de missão, que está a ser montada, terá capacidade para 300 camas e ficará dividida em 27 enfermarias, revela a Câmara Municipal do Porto (CMP), adiantando que o hospital pode entrar em funcionamento na próxima semana, “mas apenas quando houver – e se houver – utentes, já que o definido é que sirva acolhimento a doentes pouco sintomáticos ou assintomáticos sem retaguarda familiar”.
Os preços das casas em Portugal subiram 1,6% no primeiro trimestre de 2020 face ao trimestre anterior, fixando-se em 2.060 euros por metro quadrado (m2). Em termos anuais, ou seja, face aos primeiros três meses do ano passado, o aumento foi de 11,4%. Em causa estão dados do índice de preços do idealista.
A multinacional alemã Engel & Völkers quer ter uma palavra a dizer no mercado residencial e comercial de luxo de Vila Nova de Gaia, no Grande Porto, sendo a primeira consultora imobiliária a ter preparada a abertura de um escritório no concelho, especificamente para trabalhar este segmento.
O idealista acrescentou um novo filtro de procura que permite ao utilizador visualizar apenas os anúncios que tenham "visita virtual".
Arrendar casa continuou a subir no segundo semestre de 2019, com o valor mediano das rendas de alojamentos familiares de novos contratos a aumentar 10,8% em termos homólogos, para 5,32 euros por metro quadrado (m2). Um cenário que o Instituto Nacional de Estatísticas (INE) deixa antever que vai mudar, devido à pandemia do novo coronavírus.
A suspensão do pagamento de rendas nas casas municipais até 30 de junho é “apenas” uma das 15 medidas apresentadas pela Câmara Municipal de Lisboa (CML) destinadas a apoiar famílias e empresas na sequência da pandemia do coronavírus. Nas há outras, nomeadamente a suspensão do pagamento de rendas comerciais e taxas de esplanada e publicidade.
“Fugir” das cidades, nomeadamente de Lisboa e Porto, e ir para uma zona mais tranquila ou menos movimentada do país, como por exemplo uma aldeia no Alentejo. Não, esta não é uma decisão acertada. Desde logo, porque aumenta a possibilidade de haver mais pessoas infetadas pelo novo coronavírus e em zonas onde tende a haver população mais idosa, com a agravante de que a assistência médica é menor.
Luz verde para a construção de cinco blocos de habitação em Lordelo do Ouro, Porto, onde está prevista a disponibilização de mais de 300 fogos, destinados ao mercado de habitação acessível. Em causa está a aprovação, por parte da Câmara Municipal do Porto (CMP), do lançamento de três concursos para apresentação de propostas de conceção para Lordelo do Ouro, cujo estudo urbanístico prevê intervenções em terrenos do domínio municipal.
A construtora Mota-Engil doou 17 mil fardas protetoras para serem usadas por profissionais de saúde do Hospital de São João, no Porto, e do Centro Hospitalar de Lisboa Norte. Uma iniciativa solidária que visa ajudar ao combate da epidemia do novo coronavírus.
Chama-se “Porto com Sentido” e é um programa destinado à classe média que tem como objetivo trazer ao mercado de arrendamento tradicional imóveis que se encontram no mercado de Alojamento Local (AL). Uma iniciativa da Câmara Municipal do Porto – o programa foi apresentado esta segunda-feira (23 de março de 2020) em reunião de Executivo Municipal – que pretende reforçar a oferta de habitação acessível na Invicta.
Em 2019, os preços das casas aumentaram a uma média de 9,6%, segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os serviços municipais de urbanismo das câmaras municipais de Lisboa e do Porto continuam a funcionar, embora respeitando, claro, as medidas de segurança impostas na sequência da pandemia do novo coronavírus.
O Hotel Moov Porto Norte, localizado junto ao NorteShopping, em Matosinhos – a 10 minutos do Hospital São João e muito próximo do Hospital Pedro Hispano, unidades hospitalares de referência no combate à pandemia do novo coronavírus na região Norte –, vai disponibilizar 2 pisos do edifício para os profissionais de saúde que necessitem de alojamento nas próximas semanas, até dia 9 de abril.
São duas pérolas, quase desconhecidas, em termos urbanísticos e paisagísticos e ficam localizadas lado a lado, no interior do quarteirão das ruas de Cedofeita, Bragas e Álvares Cabral, em plena Baixa do Porto. Caso se concretize a intenção da Câmara Municipal do Porto, da Direção de Cultura do Norte e dos promotores, os emblemáticos projetos do Quarteirão da Companhia Aurífica e os jardins classificados e quinta do antigo Lar de Santa Teresa podem vir a ter uma ligação pedonal, integrando um projeto comum de recuperação deste património.
Foram ocupados 8.000 metros quadrados (m2) de escritórios no Porto nos dois primeiros neses de 2020, o que representa um crescimento de 95% face aos 4.111 m2 arrendados no mesmo período do ano passado. Já em Lisboa, foram ocupados 34.989 m2 de escritórios em janeiro e fevereiro, bem mais que os 14.502 m2 “entregues” no período homólogo.
O coronavírus começa a paralisar parte do setor imobiliário, incluindo obras, no país vizinho. Albert Batlle, vereador da Câmara Municipal de Barcelona, anunciou a suspensão de obras públicas na cidade e reivindicou a corresponsabilidade do setor privado.
Pedro Couto, dono da construtora Telhabel, e Manuel Reis Campos, presidente da AICCOPN (Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas), juntaram-se para fazer negócios.
A partir de agora, e por tempo indeterminado, todos os espaços comerciais, quer sejam lojas, mercearias, centros comerciais ou supermercados de retalhos vão ter limitações: por cada 25 m2 só pode estar um cliente.