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Portugal não sai das “bocas do mundo”. Desta vez aparece no ranking do jornal britânico The Guardian, que elegeu os 10 mais bairros mais 'cool' da Europa. O ADN português aparece nos primeiros cinco lugares com o bairro do Bonfim, no Porto, a conquistar a quarta posição.
O ano de 2020 chegou carregado de planos perfeitos para os amantes da arte e nós encarregamo-nos de preparar a tua agenda cultural.
A imobiliária Zome, que nasceu em abril de 2019 na sequência da fusão da KW Business e da KW Prime, quer duplicar a atual rede de ‘hubs’ (lojas) até final do ano. Atualmente tem 18 espaços, 13 em Portugal e cinco em Espanha.
O Alojamento Local (AL) parece estar a “roubar” hóspedes ao setor hoteleiro, pelo menos a ver pelos números revelados recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Em causa estão dados preliminares relativos ao ano de 2019.
A Câmara Municipal do Porto (CMP) vai instalar, no âmbito do projeto Porto Solar, sistemas fotovoltaicos em 29 coberturas de edifícios municipais, 25 dos quais escolas da rede pública municipal. O objetivo é, além de conseguir uma poupança considerável no consumo de energia elétrica, diminuir a emissão para a atmosfera de gases com efeitos de estufa em 500 toneladas por ano.
A Avenue “aterrou” em Portugal em 2015. Desde então investiu 225 milhões de euros em nove projetos no país: oito residenciais de luxo – seis em Lisboa e dois no Porto – e um de escritórios, também na capital. A joia da coroa é o 266 Liberdade, o emblemátido edifício do Diário de Notícias.
Chama-se Exeo Office Campus e é um complexo de escritórios que está a nascer no Parque das Nações, em Lisboa, “pela mão” da Avenue. São três edifícios que têm, ao todo, 70.000 metros quadrados (m2). Apesar de ainda estar a ser construído, há já muitas empresas interessadas em arrendar um espaço, revela ao idealista/news Aniceto Viegas, diretor-geral da promotora imobiliária Avenue.
O condomínio residencial de luxo que está a nascer no edifício da antiga Faculdade de Farmácia do Porto, na zona de Cedofeita, terá 49 apartamentos, com preços médios de venda de 5.100 euros por metro quadrado(m2), posicionando-o num segmento de mercado alto. A comercialização oficial do empreendimento do Grupo Violas Ferreira está prevista para arrancar em abril deste ano. Em fase de pré-comercialização, o imóvel está já a ser lançado em eventos internacionais e a ser apresentado à carteira de clientes.
O ‘boom’ imobiliário que se vive em Portugal não está a passar ao lado das empresas de mediação. A Remax, por exemplo, encerrou o ano de 2019 com um volume de preços na ordem dos 5,20 mil milhões de euros, mais 19% que no ano anterior, tendo realizado cerca de 68.000 transações – 78,6% das quais relativas a compra e venda de imóveis –, mais 9% que em 2018.
Ponto final na atribuição de vistos gold a estrangeiros que invistam em imobiliário em Lisboa e Porto, através da compra de casas que custem pelo menos 500.000 euros. Um tema que tem gerado polémica e que em nada está a influenciar a subida dos preços das casas, diz ao idealista/news Aniceto Viegas, diretor-geral da promotora imobiliária Avenue.
O congelamento de rendas, adotado em Berlim, não é a solução indicada para o mercado luso, concordam proprietários e inquilinos, em linha com o Governo. O problema é a falta de oferta. Resolve-se com mais incentivos ao mercado e casas promovidas pelo Estado.
Mais um imóvel com história está prestes a ganhar uma nova vida no centro do Porto, orientado para o segmento hoteleiro de alto nível. O Palacete Campos Navarro foi alvo de um investimento de 7,5 milhões de euros e abre as portas como Torel Palace Porto no próximo dia 12 de fevereiro. O hotel de cinco estrelas alocado no palácio burguês datado de 1861, disponibilizará 24 quartos e suites, cada um dedicado a um escritor nacional.
O Orçamento do Estado para 2020 (OE2020) vai ser, substancialmente, diferente do que pretendia o Governo de António Costa.
Edificado no século XVII, e classificado como imóvel de interesse público, o Forte da Barra de Aveiro, que goza de uma localização privilegiada, será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, ao abrigo do programa Revive. O Governo lançou o concurso público no final de janeiro e está a receber propostas até 4 de maio de 2020.
Tem-se assistido em Portugal a uma escalada de preços no mercado de arrendamento. Um cenário que se verifica também noutras cidades europeias, conforme contou ao idealista/news Christian Ammann, CEO da Century 21 Alemanha – falando sobre o caso de Berlim –, mas que tem um “peso” maior no país. Isto porque a taxa de esforço para arrendar casa em Lisboa chega a ser de 58%, um valor bem superior à verificada em Berlim (40%) e Barcelona (45%).
Os prédios inseridos em centros históricos, paisagens culturais e conjuntos classificados como monumentos nacionais, bem como os imóveis individualmente considerados como de interesse público ou de interesse municipal, vão manter, afinal, a atual isenção – concedida de forma automática – de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).
A população da cidade de Sines deverá duplicar nos próximos anos, à boleia do investimento de milhares de milhões que está a ser feito naquela zona. Para dar resposta ao “boom” que se avizinha, a autarquia adianta estar já a preparar uma estratégia local de habitação.
A fim da atribuição de vistos gold nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto na sequência de investimentos imobiliários está a gerar alguma confusão. Segundo Tiago Antunes, secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro, trata-se de uma medida – aprovada na especialidade na sequência de uma proposta de alteração ao OE2020 – que ainda vai demorar algum tempo a entrar em vigor.
A maioria dos empreendimentos de habitação em comercialização no concelho de Gaia (Grande Porto) concentra-se, por um lado, na união de freguesias de Santa Marinha e São Pedro da Afurada e, por outro, na união de freguesias de Mafamude e Vilar do Paraíso, como se pode comprovar no conjunto de p
O GaiaShopping é agora mais do que um bem-sucedido centro comercial do concelho de Vila Nova de Gaia, no Grande Porto. É nas suas imediações que está, agora, concentrada grande parte da oferta de habitação nova, a maioria dela em fase de construção e de comercialização.