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O ano que está prestes a terminar trouxe inevitavelmente grandes mudanças na forma como vivemos, socializamos, viajamos e trabalhamos, por causa da pandemia. O trabalho inteligente (ou teletrabalho) dominou 2020 e certamente terá uma “palavra a dizer” nos próximos anos.
O teletrabalho voltou a ser obrigatório em novembro, mas não é uma exigência para todo o país, sendo obrigatório nos concelhos de risco elevado, muito elevado e extremo, que variam de 15 em 15 dias. A verdade é que a maioria dos portugueses trabalha no local habitual onde se encontrava antes da pandemia. São cerca de quatro em cada cinco pessoas, a larga maioria a tempo inteiro.
A pandemia da Covid-19 alterou, ou está a alterar, a forma como empresas e trabalhadores encaram o mundo do trabalho. Desde logo porque, devivo ao confinamento, são muitas as pessoas que estão em teletrabalho. O “fenómeno” dos nómadas digitas está a “ganhar espaço” nos dias que correm. Falamos de pessoas para quem trabalhar não é sinónimo de um horário “tabelado” e que podem exercer as suas funções de todos os cantos do mundo. Quais são, afinal, as melhores cidades para os nómadas digitais?
A progressão da pandemia na Alemanha levou Angela Merkel a anunciar restrições este fim de semana, com o fecho das escolas e comércio, devido às "muitas mortes" e "o crescimento exponencial das infeções" registados, nas palavras da chanceler.
A empresa ÖÖD, com sede na Estónia, lançou uma nova linha de produtos focada na criação de um escritório doméstico para instalar no quintal ou jardim de qualquer casa unifamiliar por cerca de 19.900 dólares, cerca de 16.500 euros.
O Sesimbra Cliffs traz ao mercado 53 novos apartamentos prontos a habitar, desde o estúdio ao T3, com áreas entre os 45 e os 128 metros quadrados (m2). Os preços começam nos 150.000 euros. São imóveis prontos para serem entregues, sendo que as visitas físicas e virtuais já arrancaram. O empreendimento, que está localizado de frente para o mar na vila piscatória de Sesimbra, a 40 minutos de Lisboa, visa dar resposta aos requisitos de uma nova procura que emerge com a pandemia da Covid-19, o crescimento do teletrabalho e a maior valorização da fruição do lar, refere, em comunicado, a JLL, responsável pela comercialização dos imóveis
O teletrabalho, devido à pandemia da Covid-19, chegou de forma repentina e milhões de pessoas tiveram de aprender a trabalhar à distância e a viver com novos desafios e regras.
O teletrabalho veio para ficar, mas é que preciso que “não retire direitos aos trabalhadores“, nem se traduza numa redução da qualidade dos serviços públicos. As palavras são da ministra da Administração Pública, Alexandra Leitão, que acredita que esta nova forma de trabalho se vai manter no futuro, “ainda que com contornos diferentes da realidade excecional de hoje”.
Vai nascer um World Trade Center (WTC) em Carnaxide. Será um dos maiores edifícios da nova geração de escritórios do país e o primeiro e único projeto do género em Portugal, situado no corredor de Lisboa, construído e promovido pelo grupo Foz Vintage.
Já se sabe como vai ser o Natal e o Ano Novo em Portugal.
Para milhares de trabalhadores, o teletrabalho é a nova regra, mas para os nómadas digitais, esta é uma realidade que abraçaram há já muitos anos.
Os estúdios de arquitetura continuam a projetar casas adaptadas aos novos modelos de vida trazidos pela pandemia. A possibilidade de morar e teletrabalhar em qualquer lugar tornou-se num novo desafio.
Há um ano, o Majestic estava “completamente cheio”, “com filas à porta”. Agora, o histórico café da Baixa do Porto está de portas fechadas, desde esta segunda-feira, dia 30 de novembro, por falta de clientela, devido à pandemia da Covid-19.
É a partir de um único local que grande parte da economia e da sociedade mundial se está a mover atualmente: o lar de cada um - e assim será ainda mais no futuro, com a tecnologia como aliada. Por motivos de saúde, durante a pandemia, as casas tornaram-se o centro do mundo e isso vai
Com o teletrabalho a dar sinais de estar para ficar, devido ao agudizar da pandemia da Covid-19, muitos têm sido os portugueses a decidir mudar de casa, ou readaptar o espaço que já tinham para conjugar melhor a vida profissional com a familiar.
Baixar a fatura da luz é uma prioridade para muitos portugueses, que estão em teletrabalho por causa da pandemia da Covid-19. Ou seja, passam mais tempo em casa. Também por isso nunca foi tão importante tornar as casas mais eficientes. Neste artigo, preparado pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor para o idealista/news, damos-te algumas dicas de iluminação eficiente que podem ajudar, e muito, a minimizar as despesas familiares com a eletricidade.
Os feriados de dezembro de 2020 - que chegam pegados ao fim de semana e são pontes para muitos - vão ser diferentes por força da pandemia.
Os portugueses vivem em desconforto térmico 95% do ano e só um terço dos edifícios construídos após 1990 cumprem os requisitos de eficiência energética. Quer isto dizer que a ineficiência energética chega a casa de muitas pessoas sem pedir licença. A escassez de casas eficientes no país é, de resto, um problema que ganha força nesta altura fria do ano e que se faz ainda mais sentir no momento atual de crise pandémica, já que as pessoas passam mais tempo no aconchego do lar. Problema esse que não parece estar a passar ao lado do Governo, que lançou um conjunto de ajudas. Falamos do Programa de Apoio Edifícios mais Sustentáveis, operacionalizado pelo Fundo Ambiental e com o apoio técnico da ADENE – Agência para a Energia. As candidaturas aos apoios (por parte de particulares) já arrancaram. Como se poderá, então, tornar a casa mais eficiente? Que ajudas existem? Preparámos um especial que responde a isto e muito mais.
Nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro, vésperas de feriado, as escolas vão estar fechadas, por decisão do Governo, no âmbito no novo estado de emergência, que também prevê a proibição de circulação entre concelhos nesses fins de semana. A função pública terá tolerância de ponto e é recomendado às empresas privadas que dispensem os trabalhadores, um cenário que já abriu a porta a vários conflitos. Falta de clareza, por exemplo, quanto à justificação das faltas dos pais, e se estes serão apoiados caso precisem de ficar em casa com os filhos.
Vai nascer junto à estação de Campanhã, no Porto, uma nova casa para startups. Onde? Num edifício reabilitado com 4.000 metros quadrados (m2) que (man)terá, por exemplo, uma chaminé industrial e um reservatório de água transformado em miradouro. O Founders Founders Porto Oriental – o segundo espaço da empresa na Invicta, que também já se encontra em Lisboa – abre portas no início de 2021 e poderá receber 12 startups e cerca de 300 pessoas.