10 dicas para trabalhar melhor desde casa neste regresso ao confinamento
Depois de passados cerca de oito meses desde o início da pandemia, o teletrabalho voltou a ser obrigatório, pelo menos para quase sete milhões de portugueses, espalhados pelos 121 concelhos considerados de risco e agora obrigados ao cumprimento de regras mais apertadas, na sequên
Teletrabalho obrigatório: tudo sobre as novas regras para trabalhadores e empresas
O teletrabalho voltou a ser obrigatório, mas apenas nos 121 concelhos considerados de risco e mais afetados pelo vírus, que a partir desta quarta-feira (4 de novembro de 2020) passaram a estar obrigados ao cumprimento de medidas adicionais para combater o avanço da pandemia no país. O Governo já publicou o diploma que regula as novas regras do trabalho a partir de casa, esclarecendo assim todas as dúvidas. Preparámos um conjunto de perguntas e respostas sobre o tema.
Unidades hoteleiras e alojamentos locais querem ser também escritórios (e muito mais) no futuro
O impacto da pandemia da Covid-19 vai deixando marcas (bem vincadas) na sociedade e na economia. O mundo laboral é uma das frentes mais visíveis das mudanças que se vivem, com o teletrabalho a ganhar mais força do que nunca. E se, agora mesmo, é tempo de estar recolhido em casa, passada esta nova fase de confinamento, quando for hora de voltar à "normalidade", mas ainda com cuidados, tanto trabalhadores, como empresas, podem precisar de soluções alternativas ao espaço doméstico ou aos tradicionais escritórios. Os alojamentos turísticos, a braços com uma forte crise, querem posicionar-se nesta oferta.
Setor imobiliário vai registar em 2020 o terceiro melhor ano de sempre
O diretor-geral da consultora JLL Portugal considera que a pandemia impediu que o setor imobiliário atingisse este ano um novo máximo, mas ainda assim será o terceiro melhor ano de sempre em volume de transações. “Até a pandemia aparecer estimávamos que [2020] iria ser mais uma vez o melhor ano em todos os setores do imobiliário. Que seria mais um ano histórico”, disse Pedro Lancastre, assinalando que, apesar da atual situação, 2020 “ficará como o terceiro melhor ano” a seguir a 2018 e 2019 em termos de volume transacionado.
O que mudou no comprador do imobiliário? “Há um acelerar de coisas que já vinham de trás”
A pandemia trouxe muitas alterações na sociedade e no dia a dia de todos nós, em termos pessoais e profissionais. Muita coisa mudou e pode ainda vir a mudar no pós-Covid-19, e o setor imobiliário não é exceção. Será que os potenciais compradores de casas estão de facto a “fugir” das cidades com maior densidade populacional ou que, devido ao teletrabalho, as empresas deixarão de ter os seus escritórios? Apesar das dúvidas e do contexto de incerteza, há dados que mostram que, na prática, estas (e outras) tendências já se verificavam antes da crise pandémica. Este foi um dos assuntos abordados na 4ª edição do Imocionate, que se realizou online esta terça-feira (3 de novembro de 2020) e teve o idealista como portal oficial.
“Temos tido muitos pedidos para melhorar espaços de trabalho dentro de casa”
Ter um escritório em casa é mais importante que nunca – e uma aposta ganha para o futuro. Mais de sete milhões de portugueses estarão em confinamento parcial, com teletrabalho obrigatório, na sequência das novas medidas do Governo para travar a propagação da pandemia, e voltam a confrontar-se com a necessidade de ter um espaço de trabalho adequado em casa. Se ainda haverá quem tenha de improvisar, ja há quem tenha procurado soluções para resolver esse problema logo depois do primeiro período de quarentena, tal como explica em entrevista ao idealista/news a diretora da Architect Your Home (AYH) Portugal, Mariana Morgado Pedroso. “Temos tido muitos pedidos de consultoria para melhorar espaços de trabalho dentro de casa”, garante, dando nota do “aumento considerável de pedidos de renovação de habitações próprias, arquitetura de interiores e decoração” com a chegada da pandemia.
Teletrabalho volta a ser obrigatório e só pode ser recusado por escrito
A partir da próxima quarta-feira, 4 de novembro de 2020, o teletrabalho volta a ser obrigatório, mas apenas nos 121 concelhos considerados de risco e mais afetados pelo vírus. Mas o que é que acontece se a empresa ou o trabalhador não reunirem condições para o desempenho de tarefas remotamente?
Regras apertadas para travar a Covid-19: o que se pode (e não pode) fazer a partir de quarta-feira
O Governo decidiu reforçar as medidas excecionais de combate à pandemia, com novas restrições para tentar travar a propagação da doença no país. Renovou o estado de calamidade em todo o território nacional até 15 de novembro, e vai alargar a 121 concelhos as medidas especiais que tinham sido estabelecidas para os concelhos de Felgueiras, Lousada e Paços de Ferreira. Trata-se de um confinamento parcial que atinge mais de sete milhões de portugueses e que prevê, entre outras coisas, o dever de recolhimento domiciliário e teletrabalho obrigatório. As medidas serão revistas a cada 15 dias. Eis um resumo de todas as novas regras.
Teletrabalhar em autocaravanas já é tendência e está a conquistar cada vez mais adeptos
A pandemia veio mudar quase tudo. Trouxe com ela novas tendências, nomeadamente o teletrabalho, antes visto como mera solução, e que agora é uma realidade que veio para ficar.



Assim será a torre mais alta (e ecológica) de Nova Iorque para filtrar as emissões de carbono
Um edifício de 737 metros de altura que seria capaz de reter as emissões de CO2 da atmosfera circundante. Este é o sonho da cidade do futuro que o estúdio de arquitetura rescubika preparou para Nova Iorque, com o objetivo de alcançar a neutralidade de carbono até 2050.
A casa do futuro no pós-Covid-19
A pandemia mudou (e continua a mudar) a forma como vivemos, dentro e fora de portas.
FAAZ, nova marca de condomínios que oferece pacote de serviços 100% online e a preços 'low cost'
A FAAZ é uma marca 100% digital, em regime de franchising, que quer revolucionar a gestão da administração dos condomínios.
Rendas de apartamentos estão a cair nas cidades mais ricas do mundo
As rendas dos apartamentos estão a cair nos grandes nos grandes centros financeiros do mundo, como Nova Iorque, Toronto, Londres ou Sidney. Quer os estudantes internacionais, que habitualmente fazem crescer a procura e que estão “presos” em casa, quer os jovens arrendatários, o grupo mais móvel no setor imobiliário, veem menos motivos para pagar um preço elevado para viver nos locais que, afinal, já não são o centro de tudo, relata a Bloomberg.
Deloitte fecha quatro escritórios no Reino Unido e põe 500 pessoas em teletrabalho permanente
A Deloitte anunciou o encerramento de quatro dos seus cinquenta escritórios no Reino Unido, face ao contexto da pandemia do novo coronavírus. Aquela que é considerada uma das quatro maiores empresas de auditoria e consultoria do mundo - apelidadas de “Big 4” -, irá fechar portas em Gatwick, Liverpool, Nottingham e Southampton, onde trabalham cerca de 500 pessoas. Todas irão ficar com um contrato de teletrabalho permanente.
O plano da Google e Facebook para regressar aos escritórios em julho de 2021
Teletrabalho sim, mas com conta, peso e medida. Foi o que pensaram duas das maiores empresas de tecnologia do mundo, Google e Facebook, na preparação para o regresso aos escritórios em 2021. A estratégia de ambos os grupos é aproveitar a situação para adaptar as suas instalações às novas m
Covid-19: proibido circular entre concelhos de 30 de outubro a 3 de novembro (e há medidas extra)
O Governo decidiu proibir a circulação entre concelhos entre o dia 30 de outubro e o dia 3 de novembro, numa altura em que o país continua a bater novos recordes de casos diários de Covid-19.
10 designs inspiradores para montar um escritório em casa
A Contel, uma empresa dedicada à criação e equipamento de escritórios corporativos de empresas como a Glovo ou a Naturgy, lançou a Contel Home Office, uma nova linha de negócio de mobiliário focada no teletrabalho, perfeita para todas as empresas que desejem investir no bem-estar e saúde dos seus tr
Flexibilidade laboral vira moda no pós-pandemia: 92% dos líderes nacionais perspetiva este cenário
A pandemia da Covid-19 “obrigou” muitos portugueses a trabalhar a partir de casa, um cenário que parece ter vindo para ficar, com a flexibilidade laboral a ganhar força nos últimos tempos. E tudo indica que se deverá manter no futuro. Os números são reveladores desta tendência: em 2019, apenas 15% das empresas em Portugal indicava ter um regime flexível, bem menos que os 86% registados este ano. E mais: 92% dos líderes nacionais preveem a permanência deste modelo na fase pós-pandemia. Estas são algumas das conclusões de um estudo realizado pela Microsoft com a Boston Consulting Group e a KRC Research, realizado em 15 países europeus, incluindo Portugal.
As casas do futuro vão ser multifunções, no campo e “à prova” de pandemia
A casa é, desde sempre, um espaço fundamental. Mas a pandemia veio reforçar esta importância: passou a ser, para muitos, não só o lugar da vida em família, mas a escola, o escritório, o ginásio e até um espaço de convívio.
Os portugueses e a casa: um espaço de família e descanso, mas de onde procuram sair todos os dias
A casa tornou-se um refúgio para a maior parte dos portugueses onde, devido ao confinamento, nos vimos obrigados a passar mais tempo. Para a grande maioria, a casa é o espaço associado sobretudo à família, mas também ao descanso e ao conforto. E se é verdade que as casas se transformaram por causa da pandemia da Covid-19, e passaram a ser muito mais do que o espaço onde chegamos ao fim do dia de trabalho - para quem não está desempenhar funções remotamente - , atualmente sete em cada dez portugueses procuram sair dela todos os dias.