Multas pesadas para empresas que não cumpram regras do desfasamento de horários
As empresas que não cumprirem as novas regras do desfasamento de horários, impostas pelo Governo para a situação de contingência, estão sujeitas ao pagamento de multas pesadas, previstas no Código do Trabalho, por incorrerem em contraordenações “muito graves”. As coimas variam consoante a gravidade: começam nos 2.000 euros, para situações menos graves, que incluem empresas de menor dimensão e volume de negócios, mas podem chegar aos 61.000 euros, em casos mais severos, com empresas que apresentam um volume de negócios de mais de 10 milhões de euros por ano.
Regresso ao trabalho nas grandes empresas: há incentivos ao uso de bicicletas e parques grátis para carros
Precaução é palavra de ordem no regresso ao trabalho de milhares de funcionários de alguns dos maiores grupos empresariais portugueses, como por exemplo a NOS, a Altice e a Vodafone. Na semana em que Portugal volta a estar em estado de contingência, estas grandes empresas, que têm milhares de funcionários, continuarão a privilegiar o teletrabalho, mas há incentivos à deslocação em bicicleta ou em viatura própria, com parque para funcionários, para evitar os transportes públicos.
Empresas vão contratar em 2020 e 2021? Mais de metade não...
Mais de metade das empresas nacionais (53,8%) pretende manter o número de colaboradores em 2020 e 2021, sendo que 36% das organizações pretende aumentar o número de colaboradores este ano e cerca de 39% no próximo. Apenas 12% antecipa uma redução de colaboradores no corrente ano, um valor que desce para 7% em 2021. Estas são algumas das conclusões do estudo Total Compensation Portugal 2020, realizado pela Mercer, que analisou este ano 140.000 postos de trabalho em 466 empresas no mercado português.
Escritórios: segmento ‘Serviced Offices' em “forte expansão em Portugal”
O mercado de escritórios de empresas ligadas ao segmento ‘Serviced Offices’, que tem registado uma “forte expressão em Portugal”, nomeadamente em Lisboa e no Porto, não esmoreceu com a crise provocada pela pandemia da Covid-19, conclui um estudo da consultora B. Prime.
Que importância tem o setor da logística em Portugal? Há um estudo na calha...
A Associação Portuguesa de Operadores Logísticos (APOL), que tem como missão dinamizar a competitividade do país pela promoção da subcontratação logística, está a desenvolver um estudo de mercado com o objetivo de diagnosticar o setor dos operadores logísticos em Portugal.
Parfois instala centro logístico para distribuição mundial online no Centro Empresarial da Feira
A Parfois, multinacional portuguesa de acessórios femininos, escolheu o Centro Empresarial da Feira (CEF), em Santa Maria da Feira, para instalar o seu principal centro logístico mundial. A estrutura funciona num espaço com mais de 4.200 metros quadrados (m2) onde estão colocados todos os artigos destinados aos consumidores que adquiram através da loja online, revela a direção do CEF, em comunicado.
Ageas Portugal compra edifício Expo Tower no Parque das Nações
O Grupo Ageas Portugal, que em dezembro do ano passado adquiriu três imóveis de escritórios em Lisboa, anunciou agora a compra do edifício Expo Tower, no Parque das Nações, também na capital. Trata-se de um imóvel que tem cerca de 6.000 metros quadrados (m2), incluindo 105 lugares de estacionamento, e que estava na posse de fundos geridos pela Anchorage Capital Group e da Lance Investment Partners.
Fundo britânico Henderson Park quer comprar Lagoas Park por 425 milhões
Em 2018, a Teixeira Duarte vendeu o Lagoas Park ao fundo Kildare Partners, por 375 milhões de euros. Agora, passados dois anos, o parque empresarial em Oeiras pode voltar a mudar de mãos. Ao que tudo indica, o fundo britânico Henderson Park Capital Partners está a negociar o centro de escritórios com a (também britânica) Kildare Partners, e em cima da mesa estará um investimento que ronda os 425 milhões de euros.
Futuro dos escritórios? Vem aí um "modelo híbrido", de teletrabalho e funcionamento "normal"
Pandemia e teletrabalho são palavras que andam de “mãos dadas” nos últimos tempos. E a culpa é da Covid-19, que levou a que muitas empresas ficassem com os respetivos escritórios desocupados – e os funcionários a trabalhar a partir de casa. Agora, num cenário pós-pandemia, no chamado “novo normal”, o que se pode esperar do futuro do segmento de escritórios? O que vai mudar? Em entrevista ao idealista/news, Nuno Garcia, diretor-geral da GesConsult, diz que “o teletrabalho generalizado mudou o paradigma da presença das pessoas nos escritórios”, uma tendência “que veio para ficar”.
Mercado de escritórios do Grande Porto reage à pandemia: ocupação dispara 38% no 1º semestre
O mercado de escritórios do Grande Porto registou um aumento de 38% no volume de ocupação no primeiro semestre de 2020 face ao período homólogo. Apesar de se registarem menos transações (quebra de 4%), o valor médio contratado por operação aumentou, o que se traduziu num incremento do valor total de área contratada, fixando-se nos 28.381 metros quadrados (m2), mais 7.881 m2 que no mesmo período de 2019. Em causa estão dados que constam no OnOffice, relatório publicado pela Predibisa, responsável por 51% (14.403 m2) da área colocada nos primeiros seis meses do ano.
Assim é o Greenspace, um edifício de escritórios com consumo de energia quase nulo em Espanha
Chama-se Greenspace e é um edifício de escritórios com consumo de eneregia quase nulo que foi inaugurado recentemente em Espanha, estando localizado no Parque de Ciência e Tecnologia de Gijón, nas Astúrias.
Lay-off simplificado termina este mês e o novo regime é mais flexível para as empresas
O lay-off simplificado, uma legislação criada pelo Governo para responder à crise causada pela pandemia da Covid-19, termina em julho, sendo depois substituído por um novo regime – o mecanismo de apoio à retoma progressiva –, que estará em vigor entre agosto e dezembro de 2020 e que só financia a modalidade de redução de horário (e não de suspensão de contrato), obrigando as empresas a um esforço financeiro adicional para atenuar os cortes salariais. O novo regime é, no entanto, bastante flexível em relação aos trabalhadores a abranger e aos períodos de adesão.
Como melhorar a liquidez das empresas em tempos de pandemia? Estas dicas valem ouro
A pandemia tem vindo a obrigar as empresas a agir, de forma a “fintar” as consequências de uma crise que chegou sem aviso prévio. O setor empresarial enfrenta agora situações financeiras muito complicadas. É fundamental, por isso, tentar atenuar o impacto da Covid-19 nas contas e, paralelamente, melhorar a liquidez, considera Afonso Arnaldo, partner da divisão de Impostos Indiretos e de Direitos Aduaneiros em Portugal da Deloitte.
Teletrabalho chega às bolsas europeias: operadores do mercado de ações querem evitar escritórios
A pandemia da Covid-19 parece estar, de facto, a mudar a forma como empresas e funcionários encaram o mercado de trabalho. Os operadores do mercado de ações da Europa costumavam “olhar de lado” para o teletrabalho, que tem estado, no entanto, a ganhar força nos últimos tempos. Agora, a maioria desses mesmos operadores quer agora evitar os escritórios, pelo menos uma parte do tempo.
Um desafio chamado regresso ao trabalho: 9 dicas que ajudam as empresas a comunicar no pós-Covid
Covid-19 passou a ser sinónimo de confinamento e teletrabalho. Trabalhar a partir de casa é uma realidade a que as pessoas (trabalhadores) e as empresas terão de começar a habituar-se, porque será, ao que tudo indica, uma prática mais “normal” no mercado laboral no pós-pandemia de novo coronavírus. O regresso ao trabalho será, de resto um grande desafio. Estas nove dicas podem ajudar as empresas a (melhor) comunicar nos próximos tempos.
Trabalhar mais horas por dia? Uma consequência do teletrabalho em tempos de pandemia
Teletrabalhar em tempos de pandemia de novo coronavírus pode também estar a significar que muitas pessoas trabalhem mais horas por dia que o normal. Ao fim de mais de um mês em casa, as pessoas estão sobrecarregadas, stressadas e ansiosas para voltar ao escritório. Será que este é também o teu caso?
Teletrabalho: “Soluções tecnológicas para controlo à distância do desempenho” são proibidas
Milhares de pessoas foram obrigadas a ficar em teletrabalho, devido à pandemia do novo coronavírus. A Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), que tem sido confrontada com “múltiplas questões” relacionadas com este tema, decidiu dar um conjunto de orientações sobre o mesmo, esclarecendo, desde logo, que “soluções tecnológicas para controlo à distância do desempenho do trabalhador não são admitidas”.
Impacto do Covid-19 nos escritórios: ocupação no Porto supera a de Lisboa em março
O segmento de escritórios em Portugal está a sofrer também, claro, os efeitos da pandemia do novo coronavírus. “Danos colaterais” que estão, no entanto, a ser sentidos de forma diferente em Lisboa e Porto. Na capital, em março, foram ocupados 9.682 metros quadrados (m2), bem menos que no mês anterior (-54%) e no período homólogo (-65%). Já na Invicta, o ‘take-up’ foi superior ao de Lisboa, com a atividade a atingiu 11.140 m2, mais que em fevereiro e que no mês anterior do ano passado.
Teletrabalho? Procura por escritórios virtuais dispara 38% no Avila Spaces, em Lisboa
Num mês, em março face a fevereiro, a procura por escritórios virtuais aumentou 38% no Avila Spaces, centro de negócios líder de inovação no mercado dos espaços de trabalho flexíveis em Portugal – tem atualmente 491 clientes ativos na modalidade de escritório virtual nos seus dois centros em Lisboa, na Avenida da República e na Avenida João Crisóstomo.
Preparar o regresso aos escritórios: circular sim, mas com segurança
Chama-se Recovery Readiness Task Force (RRTF) e é um grupo de trabalho criado pela Cushman & Wakefield (C&W) para preparar as empresas para o regresso às suas atividades depois da pandemia de Covid-19. A consultora imobiliária anunciou ainda o programa Six Feet Office, que apresenta conceitos e ferramentas para garantir a distância social nos escritórios, um projeto desenvolvido pelo escritório da empresa na Holanda.
Covid-19 já tirou quase mil milhões aos donos das grandes empresas portuguesas
Sete grandes empresas em Portugal já anunciaram que não vão pagar dividendos referentes aos lucros de 2019, uma consequência da pandemia do novo coronavírus. Uma tendência que se deverá alastrar a outras companhias.
Marcas que deixam “marca” em tempos de Covid-19
“Perceber o impacto e reconhecimento do contributo das marcas para a comunidade, durante a pandemia do Covid-19”. Este é o objetivo do estudo realizado, dia 26 de março de 2020, pela Equação Lógica junto da população residente na Grande Lisboa e Grande Porto, com uma amostra de 303 entrevistas.
Escritórios ao rubro no Porto: ocupados mais de 15.000 m2 no primeiro trimestre
O segmento de escritórios está ao rubro na região do Porto, tendo registado uma ocupação total de 15.297 metros quadrados (m2) no primeiro trimestre de 2020, um valor três vezes superior ao verificado no período homólogo. Apesar da incerteza existente atualmente, na sequência da pandemia do novo coronavírus, há sinais de otimismo e o interesse das multinacionais na Invicta mantém-se.
Sucesso a trabalhar em casa? Estas 7 dicas ajudam a gerir equipas remotas
Trabalhar a partir de casa – para quem pode e/ou consegue – é nos dias que correm uma ordem, por causa da pandemia do novo coronavírus. Mas como liderar ou gerir uma equipa à distância, ou seja, de forma remota? Estas sete dicas podem ajudar nesta tarefa.
Ocupação de escritórios dispara em Lisboa e Porto face ao ano passado
Foram ocupados 8.000 metros quadrados (m2) de escritórios no Porto nos dois primeiros neses de 2020, o que representa um crescimento de 95% face aos 4.111 m2 arrendados no mesmo período do ano passado. Já em Lisboa, foram ocupados 34.989 m2 de escritórios em janeiro e fevereiro, bem mais que os 14.502 m2 “entregues” no período homólogo.