Imóveis sobrevalorizados ainda não são um risco para a banca

Imóveis sobrevalorizados ainda não são um risco para a banca

Apesar de em Portugal os imóveis estarem sobrevalorizados, para já, ainda não constituem um risco para a banca, de acordo com as declarações de Laginha de Sousa, administrador do Banco de Portugal (BdP) com o pelouro da estabilidade financeira, ao Jornal de Negócios.O possível impacto que a queda de
Preços das casas mantiveram-se resilientes em 2020 e até subiram em alguns países

Preços das casas mantiveram-se resilientes em 2020 e até subiram em alguns países, diz DBRS

Os preços das casas permaneceram “resilientes” na maioria dos países em 2020, ano marcado pelo súbito aparecimento da pandemia da Covid-19. Estabilidade foi, portanto, palavra de ordem, sendo que em alguns mercados comprar casa até ficou mais caro. A conclusão é da agência de notação financeira DBRS, que considera que as expectativas traçadas inicialmente não se consumaram, ou seja, os preços das casas não caíram.
Oferta de casas até 100.000 euros não aumenta com a pandemia

Oferta de casas até 100.000 euros não aumenta com a pandemia

A oferta de casas até 100.000 euros em Portugal não cresceu com a pandemia da Covid-19, não se tendo verificado um aumento, pelo menos de forma expressiva como se poderia esperar. Em março de 2021, apenas 5,8% das casas anunciadas nas principais cidades do país tinham um preço inferior a 100.000 euros, enquanto no mês anterior ao início da pandemia (fevereiro de 2020), essa percentagem situava-se nos 6,2%, segundo um estudo realizado pelo idealista.
Que esperar da mediação e do imobiliário em 2021? Certezas e previsões pelos “olhos” de especialistas

Que esperar da mediação e do imobiliário em 2021? Certezas e previsões pelos “olhos” de especialistas

O que esperar da mediação e do setor imobiliário em 2021? Que certezas há e que dúvidas persistem num cenário ainda de crise pandémica? Desafiámos Gonçalo Nascimento Rodrigues e Massimo Forte, especialistas em imobiliário, a responder a estas e outras perguntas, numa entrevista/conversa onde se abordaram vários temas relacionados com o setor, como por exemplo os preços das casas, o mercado de arrendamento, a construção nova e o investimento estrangeiro. “O que espero de 2021 para o mercado imobiliário em Portugal, com muita sinceridade, à partida não é muito diferente daquilo que ocorreu em 2020”, diz Gonçalo, salientando que os investidores estrangeiros não desapareceram nem fugiram do país.
Imobiliário residencial mostrou “grande resiliência” no quarto trimestre de 2020

Imobiliário residencial mostrou “grande resiliência” no quarto trimestre de 2020

O setor imobiliário tem sido, segundo mostram os indicadores mais recentes, um dos menos afetados pela pandemia da Covid-19, tendo dado sinais de estar resiliente à crise pandémica. Uma ideia que tem sido deixada por vários ‘players’ do setor e que é agora partilhada pelo BPI, que considera que o setor imobiliário residencial está a mostrar “uma grande resiliência”.
Imobiliário em alta na Zona Euro: preços das casas com maior subida dos últimos 14 anos

Imobiliário em alta na Zona Euro: preços das casas com maior subida dos últimos 14 anos

Não é só em Portugal que o preço das casas tem vindo a subir nos últimos tempos, inclusive em tempos de pandemia da Covid-19. Na Zona Euro assistiu-se, no quarto trimestre de 2020, a um crescimento homólogo de 5,4%, o maior aumento dos últimos 14 anos, ou seja, desde 2006. Na União Europeia (UE) a subida média quando comparada com o mesmo trimestre de 2019 foi maior, de 5,7%. Já em Portugal o crescimento homólogo foi de 8,6%. Em causa estão dados divulgados esta quinta-feira (8 de abril de 2021) pelo Eurostat.
Rx aos preços das casas e das rendas em Portugal na última década – subiram mais de 40% e 20%

Rx aos preços das casas e das rendas em Portugal na última década – subiram mais de 40% e 20%

No espaço de dez anos, entre 2010 e o quarto trimestre de 2020, os preços das casas subiram mais de 40% em Portugal. Um cenário de crescimento que também se verificou no mercado de arrendamento, com o valor cobrado por senhorios a inquilinos a disparar mais de 20%. Trata-se de valores bem superiores aos verificados na média dos países da União Europeia (UE) e da Zona Euro, segundo dados divulgados esta quinta-feira (8 de abril de 2021) pelo Eurostat.
Comprar ou vender casa na pandemia: preços sobem 5,8% num ano

Comprar ou vender casa na pandemia: preços sobem 5,8% num ano

O preço das casas em Portugal subiu 5,8% num ano, em março de 2021 face ao mesmo mês do ano passado, um período marcado pela pandemia da Covid-19. Segundo o índice de preços do idealista, no final do mês passado, comprar casa tinha um custo de 2.181 euros por metro quadrado (m2).
Subida dos salários não acompanha evolução dos preços das casas

Subida dos salários não acompanha evolução dos preços das casas

O setor imobiliário, nomeadamente o segmento residencial, parece estar a passar no teste da Covid-19, visto que apesar de se terem vendido menos casas em Portugal em 2020, os preços pelos quais as mesmas são transacionadas continuam a subir: 8,4%, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE). Um crescimento bem superior (quase o dobro) face ao verificado no rendimento médio mensal da população empregada por conta de outrem no país – era de 951 euros em 2020, o que representa um aumento de 4,6% face a 2019.
Escassez de oferta para a classe média ajuda a explicar subida dos preços das casas na pandemia

Escassez de oferta para a classe média ajuda a explicar subida dos preços das casas na pandemia

Foram vendidas no ano passado 171.800 casas, menos 5,3% que no ano anterior, sendo este o primeiro recuo no número de transações desde 2012. Uma quebra que se deve à pandemia da Covid-19, isto apesar do valor dos negócios ter atingido os 26,2 mil milhões de euros, o que representa uma subida homóloga de 2,4%, que pode ser justificada com o facto do preço das casas continuar a aumentar. Para contrariar esta constante subida, que ainda assim tem vindo a desacelerar, é preciso aumentar a oferta existente no mercado, nomeadamente para a classe média portuguesa, avisam os mediadores imobiliários. 
Que poupanças é preciso ter para comprar uma casa em Portugal? (dados por capital de distrito)

Que poupanças é preciso ter para comprar uma casa em Portugal? (dados por capital de distrito)

Mesmo em tempos de pandemia, muitos portugueses querem comprar casa e, para isso, precisam de um crédito à habitação. E se os bancos, apesar da crise gerada pela Covid-19, têm-se mantido disponíveis para emprestar dinheiro para esta finalidade, ao contrário de outros tempos, já não dão financiamentos a 100%. Assim, para se conseguir a casa que se quer, é preciso ter um pé-de-meia, ou seja, dinheiro de parte para se dar de entrada -e para suportar os outros gastos associados à aquisição, nomeadamente impostos. O nível de poupanças necessário varia consoante a zona do país onde se quer comprar casa, atendendo aos preços médios dos imóveis. Uma análise do idealista - realizada em plena crise pandémica - mostra a taxa de esforço nas capitais de distrito de Portugal Continental e Ilhas.
Preços das casas continuam a subir na pandemia - tanto nas novas como nas usadas

Preços das casas continuam a subir na pandemia - tanto nas novas como nas usadas

“Em 2020, apesar do contexto desfavorável decorrente das restrições impostas no âmbito da pandemia da Covid-19, continuou a observar-se uma dinâmica de crescimento dos preços das habitações transacionadas”, indicou esta terça-feira (23 de março de 2021) o Instituto Nacional de Estatística (INE), revelando que os preços médios anuais aumentaram 8,4% no ano passado, menos 1,2% que no ano anterior (9,6%).
Quase 50 mil casas vendidas no final de 2020 - um record trimestral histórico em plena pandemia

Quase 50 mil casas vendidas no final de 2020 - um record trimestral histórico em plena pandemia

Nunca se venderam tantas casas em Portugal num trimestre como no último de 2020, ou seja, em plena pandemia da Covid-19. Foram, ao todo, 49.734 alojamentos (42.372 existentes e 7.362 novos), mais que no trimestre anterior (45.136) e no homólogo (49.232), segundo dados divulgados esta terça-feira (23 de março de 2021) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Em termos anuais, no entanto, verifica-se uma quebra, tendo sido transacionadas, em 2020, 171.800 habitações, menos 5,3% que no ano anterior, sendo este o primeiro recuo no número de vendas desde 2012.