Operação da Mercadona à lupa: exporta para Espanha 90% das compras a fornecedores nacionais
A Mercadona exporta atualmente 90% das suas compras a fornecedores comerciais portugueses para Espanha, onde tem mais de 1.600 lojas. Em 2019, a empresa adquiriu 126 milhões de euros em produtos nacionais, mais 43% que em 2018, ano em que fez compras no valor de 88 milhões de euros. Além das lojas de Espanha, os produtos destinam-se também às lojas em Portugal, onde a Mercadona tem 10 lojas e prevê abrir este ano outras 10, nos distritos de Aveiro, Porto e Viana do Castelo.
Dados de mobilidade ajudam a avaliar evolução da economia no pós-pandemia
Alguns países já começaram a “desconfinar” e a abrir, aos poucos, as “portas” da economia. Com esta flexibilização, os investidores e analistas “apostam” nos dados de mobilidade da Apple e do Google para acompanhar o ritmo da recuperação económica e estimar os gastos dos consumidores em diferentes regiões.
A economia no pós-Covid: fosso entre países ricos do norte e pobres do sul agudiza-se na Europa
Estará a pandemia do novo coronavírus a dividir (ainda mais) os países europeus, tornando o norte ainda mais rico e o sul ainda mais pobre? É uma pergunta de resposta difícil, mas uma coisa é certa: há nações da União Europeia (UE) e da Zona Euro que estão a sentir mais o impacto da Covid-19 que outras.
Atestar o carro está mais caro: é a maior subida no preço dos combustíveis desde janeiro
Atestar o depósito do carro é mais caro a partir desta segunda-feira (25 de maio de 2020), com os preços da gasolina e do gasóleo com margem para registarem a maior subida desde janeiro: a gasolina simples 95 deverá aumentar três cêntimos para 1,291 euros por litro e o gasóleo simples 3,7 cêntimos para 1,176 euros por litro.
Onde vivem os europeus e os portugueses? Quase metade reside em apartamentos
Em 2018, quase metade (46%) da população da União Europeia (UE) vivia em apartamentos, sendo que pouco mais de um terço (35%) morava em vivendas/casas isoladas e cerca de um quinto (19%) em habitações semi-geminadas ou geminadas. Uma realidade semelhante à vivida em Portugal: 45,7%, 36,9% e 17,3%, respetivamente.
Pandemia faz dos políticos as maiores estrelas mediáticas do momento
O primeiro-ministro António Costa manteve, em abril – em plena pandemia de novo coronavírus –, a liderança do top de exposição mediática, ao protagonizar 226 notícias com 12 horas e 48 minutos de duração durante o mês. Uma análise que exclui eventuais programas, debates ou entrevistas realizadas no período e que na contabilização do tempo se considera o tempo total de duração da notícia.
Futuro pós-Covid-19: empresários temem surgimento de novo surto pandémico
A pandemia do novo coronavírus promete deixar feridas abertas que vão demorar algum tempo a sarar, nomeadamente na atividade económica e financeira a nível nacional e mundial. As empresas estão preocupadas com o prolongamento da recessão global e temem, por exemplo, a existência de novos focos da Covid-19.
Ir à praia a partir de junho? App que informa em tempo real sobre ocupação está a fazer furor
O bom tempo e as temperaturas a subir já convidam a mergulhos. Mas este ano, como se sabe, a época balnear vai desenrolar-se de uma maneira diferente, por causa da pandemia. A partir de 6 de junho de 2020 já será possível frequentar praias em Portugal, mas com restrições. E à boleia desta nova circunstância, a app “Info Praia”, que dá informação, em tempo real, sobre o estado de ocupação dos areais portugueses, saltou para o top das aplicações mais descarregadas.
Pandemias do passado fizeram disparar os níveis de desigualdade
O estudo é de três economistas do Fundo Monterário Internacional (FMI) e vem mostrar que as pandemias do passado prejudicaram de forma mais acentuada as pessoas com rendimentos mais baixos, deixando-as numa situação ainda mais desigual.
Quantas peças de frutas consomem os portugueses por dia? Há pessoas que simplesmente... não comem
Mais de cinco milhões de portugueses consomem uma a duas peças de fruta por dia, o que representa 58,6% dos residentes no continente com 15 e mais anos. Um em cada cinco portugueses diz consumir três peças de fruta diariamente e 11,6% mais que três. Há, no entanto, outro número que salta à vista: 749 mil indivíduos dizem não consumir nenhuma peça de fruta ao longo de um dia, o que equivale a 8,8% do total.
A precariedade laboral na UE em 2019 à lupa: Eurostat alerta para mudanças no pós-Covid-19
O mercado de trabalho pode vir a mudar à medida que a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus se desenrola na União Europeia (UE). O alerta é dado pelo Eurostat, que considera que a Covid-19 poderá levar a “mudanças na precariedade”, nomeadamente a nível laboral.
Que empresas recorrem mais ao lay-off e a processos de insolvência durante a pandemia?
Em tempos de Covid-19, são muitas as empresas forçadas a fechar portas, tendo a procura por contabilistas para dar apoio nos processos de lay-off e insolvência aumentado 37% num ano: em abril face ao mesmo mês do ano passado. As empresas que mais procuram estes profissionais, ou seja, as mais afetadas pela pandemia, são as pequenas (59%), seguidas das médias (27%) e das grandes (14%).
Carga fiscal disparou a partir de 2013 – assim evoluiu desde 1995
A carga fiscal estabilizou no ano passado em Portugal, mantendo-se, no entanto, em máximos históricos: manteve-se em 34,8% do PIB. Trata-se de um valor ligeiramente inferior ao verificado na média dos países da UE28 (39,4%), segundo dados divulgados esta segunda-feira (11 de maio de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Preço da luz cai 4,9% em Portugal no segundo semestre de 2019 – é a terceira maior descida da UE
No segundo semestre de 2019, o preço da luz desceu 4,9% em Portugal face ao período homólogo, tendo registado a terceira maior descida da União Europeia (UE), apenas atrás de Dinamarca (6,3%) e Grécia (-5,8%). Um valor que compara com um aumento de 1,3% em média da UE.
Um em cada três portugueses não consegue pagar despesas imprevistas
Os números são relativos a 2019, ou seja, a uma era pré-pandemia de novo coronavírus, mas são alarmantes: um terço dos portugueses (33%) – um em cada três – não conseguia pagar despesas imprevistas no ano passado. Trata-se de um valor ligeiramente inferior ao verificado no ano anterior (33,3%), mas ligeiramente superior ao registado na média da União Europeia (UE): 32%.
Taxa de desemprego mantém-se nos 6,7% no primeiro trimestre
A taxa de desemprego ficou nos 6,7% no primeiro trimestre do ano, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). O valor registado é igual ao do trimestre anterior e inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre homólogo de 2019. A população empregada caiu pela primeira vez desde 2013.
Portugueses deixam-se levar pelo streaming durante o confinamento/pandemia
A pandemia do novo coronavírus obrigou muitas pessoas a ficar e casa. E uma das formas de “ocupar” o tempo passa (também) pelo maior consumo de conteúdos de entretenimento em streaming, sendo que já há mais de dois milhões de portugueses que subscrevem plataformas deste tipo de conteúdos, segundo a Marktest.
Covid-19: reclamações relacionadas com moratórias de créditos disparam
As reclamações relacionadas com os pedidos de moratórias de créditos bancários – um regime criado para responder à crise económica causada pela pandemia do novo coronavírus – dispararam nos últimos tempos. Entre 15 de março e 28 de abril, foram registadas no Portal da Queixa (PdQ) 135 queixas.
Banco de Portugal recebeu 18.104 reclamações em 2019 – mais 18,7% que no ano anterior
O Banco de Portugal (BdP) recebeu, no ano passado, 18.104 reclamações dos clientes bancários relativamente às matérias por si supervisionadas, o que dá uma média de 1.508 queixas por mês. Trata-se de um aumento de 18,7% face ao ano anterior, 2018.
Viver online e com a Covid-19: tráfego nas redes de comunicações dispara com o confinamento
A pandemia do novo coronavírus obrigou muitas empresas a fechar portas, pelo que as pessoas foram forçadas a trabalhar a partir de casa. Confinamento “virou” palavra de ordem nos últimos tempos, o que está a ter também consequências no “universo da internet”, cujo uso disparou a olhos vistos.
Como resistem as empresas à pandemia? As que têm perfil exportador reagem melhor
As empresas com perfil exportador estão a resistir melhor ao impacto económico da pandemia do novo coronavírus quando comparadas com as que não têm essa vocação. Esta é uma das conclusões a retirar do inquérito semanal do Instituto Nacional de Estatística (INE) e do Banco de Portugal (BdP), divulgado esta terça-feira (28 de abril de 2020), que acompanha o impacto da Covid-19 nas empresas.
Grécia, um exemplo a seguir no combate à Covid-19
A Grécia está a servir de exemplo no combate à pandemia do novo coronavírus, conseguindo responder de forma rápida à Covid-19. O governo do país, que até dia 23 de abril tinha 2.207 casos confirmados e 105 mortes – muito menos que em Espanha, Itália, França e Portugal –, está a reagir de forma atempada à doença, com as autoridades a valorizar a preparação feita e o facto da população ser disciplinada.
Investimento imobiliário ao rubro na Alemanha: subiu 34,8% num ano
Num ano, entre abril de 2019 e março de 2020 face a igual período de 2018-2019, o investimento imobiliário na Alemanha subiu 34,8%. Só em março, mês marcado pelo início da pandemia do novo coronavírus em Portugal e na Europa, foram investidos 10 mil milhões de euros, mais 5,8% que nos 12 meses anteriores.
O impacto do Covid-19 no comportamento das famílias e da própria indústria em vários países
A pandemia do novo coronavírus está a deixar marcas na economia em Portugal e no mundo. Os hábitos das pessoas tiveram de mudar e os consumidores tiveram de se habituar a uma nova realidade, até agora desconhecida. O mesmo aconteceu com as empresas dos mais variados setores de atividade. Mostramos-te alguns gráficos que ajudam a ter uma ideia do que está a mudar no comportamento dos consumidores.
O colapso do petróleo nos EUA em tempos de pandemia
O petróleo em Nova Iorque (EUA) negociou, na segunda-feira (20 de abril de 2020), abaixo de zero pela primeira vez na história, sinalizando o afastamento extremo entre a procura e a oferta numa altura em que os tanques de armazenamento estão perto da capacidade máxima e a pandemia do coronavírus está a aniquilar a procura.