"Guerra dos spreads" ao rubro: BPI e Crédito Agrícola entram na “corrida”
A guerra de spreads no crédito à habitação soma e segue – e tudo para tentar atrair clientes e dar mais empréstimos para a compra de casa em Portugal. Os mais recentes candidatos, que agora também se juntaram à “corrida”, são o BPI e o Crédito Agrícola: ambos decidiram rever em baixa as suas margens mínimas para 1,1% nos preçários de outubro, segundo a informação que consta nos sites dos respetivos bancos.
Covid-19 reanima “guerra dos spreads" no crédito à habitação: Bankinter lança taxa abaixo de 1%
Antes da chegada da Covid-19 a Portugal, a guerra de spreads no crédito à habitação estava ao rubro, alimentada pela política de baixas taxas de juro do BCE ao longo dos últimos anos, com o mercado a caminhar cada vez mais para ofertas de taxas de 1% . Agora, e em plena pandemia, os bancos voltam a dar novos estimulos para tentar atrair clientes e dar mais empréstimos para a compra de casa em Portugal. O espanhol Bankinter deu o tiro de partida em plena crise económica, atualizando o preçário deste tipo de financiamentos para 0,95%, sendo o primeiro banco a baixar a fasquia dos 1% nos últimos anos. E o que vão agora fazer os concorrentes? A Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor acredita que a "guerra dos spreads" está de novo acesa.
Bancos voltam a dar mais empréstimos para a compra de casa
Os empréstimos para a compra de casa em Portugal estão a ganhar novo fôlego, apesar dos efeitos colaterais da pandemia da Covid-19. Segundo os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP), divulgados esta quarta-feira, 2 de setembro de 2020, em julho, a banca concedeu 931 milhões de euros de crédito à habitação, mais 98 milhões face a junho, mês em que a banca emprestou 833 milhões às famílias.
Prestação da casa paga ao banco desce em setembro para contratos com Euribor a 3 e 6 meses
A prestação paga pelos clientes ao banco pelo crédito à habitação vai descer em setembro nos contratos com Euribor a três e seis meses, face às últimas revisões, segundo simulação da Deco/Dinheiro&Direitos.No caso de um cliente com um empréstimo no valor de 150 mil euros a 30 anos, indexado à Eu
Taxas de juro negativas nos empréstimos da casa até 2026
Estas são boas notícias para quem pediu ou está a pensar pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa. As taxas Euribor, principal indexante dos contratos à habitação em Portugal, mantêm-se em terreno negativo desde 2015, em resultado da política de estímulos do Banco Central Europeu (BCE) e, apesar dos sucessivos avanços e recuos no que toca às expectativas de mercado, este cenário deverá manter-se até 2026 - essa é, pelo menos, a previsão dos especialistas.
Juros do crédito à habitação sobem pelo segundo mês - mas continuam abaixo de 1%
Os juros implícitos do crédito à habitação voltaram a aumentar, pelo segundo mês consecutivo, em julho. No entanto, apesar desta tendência, os juros dos empréstimos da casa mantêm-se abaixo de 1%.
Taxa de juro do empréstimo da casa interrompe queda e começa a subir
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos à habitação subiu para 0,932% em junho, valor superior em 2,9 pontos base face a maio (0,903%), de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), esta segunda-feira, dia 20 de julho de 2020. Para o destino de
Renegociações de empréstimos da casa sobem mais de 25% num ano - o Banco de Portugal explica porquê
Os portugueses, cada vez mais, estão a renegociar os contratos de crédito à habitação com os seus bancos, à procura de melhores condições.
Prestação da casa sobe em julho para contratos com Euribor a 3 e 6 meses
A prestação paga pelos clientes ao banco pelo crédito à habitação vai subir em julho nos contratos com Euribor a três e seis meses, face às últimas revisões, segundo simulação da Deco/Dinheiro&Direitos. As taxas Euribor são o principal indexante em Portugal nos contratos bancários que financiam a compra de casa. A Euribor a seis meses é a mais usada, seguida da taxa a três meses.
Taxas de juro no crédito à habitação em novos mínimos devido às moratórias
As taxas de juro implícitas no crédito à habitação seguem uma trajetória descendente, tendo atingido em maio o valor mais baixo desde, pelo menos, o início de 2009, data que marca o arranque da sequência histórica do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Taxas de juro no crédito à habitação praticamente inalteradas após sete meses de descidas
A taxa de juro implícita no crédito à habitação manteve-se praticamente inalterada em março, ao fim de sete meses consecutivos em queda, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). No terceiro mês do ano, o juro implícito continuou abaixo de 1%, ficando nos 0,998%.
Empréstimos da casa com taxa de juro abaixo de 1% pela primeira vez
Há sete meses consecutivos que as taxas de juros implícitas no crédito à habitação estão a descer, tendo atingido em fevereiro um novo mínimo histórico. Pela primeira vez, e seguindo uma tendência de queda registada desde agosto de 2019, os juros ficaram abaixo de 1% pela primeira vez nos empréstimos da casa em Portugal, no mês passado, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Taxas de juro dos empréstimos da casa continuam a descer
O mercado do crédito à habitação em Portugal continua praticar baixas taxas de juro. E nas novas operações de financiamento para a compra de casa fechadas em janeiro de 2020, esta tendência voltou a ser reforçada, registando-se uma redução de 3 pontos base (pb) para 1,07%, face ao mês anterior. No primeiro mês do ano, os empréstimos para aquisição de casa subiram, atingindo os 977 milhões de euros, segundo dados do Banco de Portugal (BdP).
Juros do crédito à habitação caem pelo quinto mês consecutivo
Os juros do crédito à habitação continuam a baixar. No último mês de 2019, a taxa de juro implícita do conjunto dos créditos fixou-se em 1,011%, uma descida face aos 1,017% registados em novembro. No acumulado do ano, a taxa de juro média registada aumentou para 1,06%, um valor superior ao valor verificado ano anterior.
Juros baixos e incentivos a "riscos excessivos" podem ameaçar estabilidade financeira, avisa o BdP
O prolongamento do ambiente de taxas de juro muito baixas pode criar “condições propícias” à intensificação de riscos para a banca nacional. No Relatório de Estabilidade Financeira, o BdP deixa o alerta, avisando que este cenário poderá "promover a deterioração dos critérios de concessão de crédito e o aumento do endividamento para níveis não sustentáveis".
Empréstimos da casa em Portugal são quase 50% mais caros do que na zona euro
Os portugueses nunca pagaram tão pouco pelo crédito à habitação. No entanto, o custo dos novos empréstimos para a compra de casa em Portugal é atualmente muito mais elevado (47%) do que na zona euro. Em sentido contrário ao verificado na média dos restantes países da moeda única, a taxa de anual de encargos efetiva global (TAEG) tem vindo a subir a nível nacional: fixou-se em agosto nos 2,7%, contra 1,84% de média europeia.
Revolução nas taxas de juro: Ester chega hoje e vêm aí mudanças na Euribor
Há uma nova taxa de juro de referência na zona euro. Chama-se €STR (Euro Short-Term Rate) e vai substituir de forma gradual a Eonia. Mas há mais novidades: a reforma da Euribor deverá estar completa no final do ano.
Juros dos empréstimos da casa caem pela primeira vez em oito meses
As taxas de juro implícitas no crédito à habitação desceram pela primeira vez em agosto, depois de oito meses consecutivos sem cair. Segundo dados do INE, a taxa de juro média aplicada pelos bancos fixou-se nos 1,077%, aquém dos 1,087% em julho.
Taxa fixa ganha força no crédito à habitação: Bankinter oferece 1,5% a 30 anos
O cenário de Euribor zero e negativas promovido pelo Banco Central Europeu (BCE) está a ter reflexos na oferta de novo crédito à habitação, com o reforço das taxas fixas. O Bankinter veio dar sinais desta tendência, lançando uma campanha focada nos juros promocionais nos empréstimos de taxa fixa a dois anos e na redução das taxas fixas promocionais nos empréstimos a cinco e dez anos, em propostas de crédito à habitação com entrada até 31 de outubro.
Prestação da casa ao banco volta a descer em setembro
As negativas taxas de juro Euribor do mercado interbancário continuam a ajudar as famílias portuguesas com créditos à habitação. A prestação da casa paga ao banco, nos contratos crédito a três e a seis meses, volta a descer novamente em setembro.
ESTER cai e Euribor mantém-se nos empréstimos da casa - mas com novo cálculo a partir de janeiro
A rainha das taxas de juro no crédito à habitação vai continuar a ser a Euribor, tendo sido afastada a sua substituição pela Euro Short-Term Rate (ESTER). Mas ainda assim há novidades nos indexantes de referência dos empréstimos para a compra de casa, sendo introduzida uma nova fórmula de cálculo, que entrará em vigor a partir de janeiro do próximo ano.
Prestação da casa mais barata: custa menos 35% que há 20 anos
Comprar uma casa ao banco fica mais barato do que há duas décadas. A prestação de um crédito à habitação de 150 mil euros, por um prazo de 30 anos, indexado à Euribor a seis meses, e com um spread de 1%, é hoje de menos de 460 euros por mês.
Agosto traz prestação da casa ainda mais baixa - a maior queda em três anos
Na hora de fazer as malas para ir de férias e/ou começar a preparar o próximo ano letivo, os portugueses com crédito à habitação vão contar este mês com um "bónus" no orçamento familiar. A prestação da casa dos empréstimos indexados à Euribor volta a baixar, registando, além do mais, a maior redução desde o verão de 2016, devido à continuada política de baixas taxas de juros promovida pelo Banco Central Europeu (BCE).
Juros devem manter-se negativos até 2024 - prestação da casa vai continuar a descer
As taxas Euribor mantêm-se em terreno negativo desde 2015 e, apesar dos sucessivos avanços e recuos no que toca às expectativas de mercado, este cenário deverá manter-se nos próximos anos: só devem regressar a terreno positivo em 2024.
CGD baixa juros nos depósitos – deixa de pagar quando renderem menos de um euro
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai rever em baixa as taxas de juros dos depósitos poupança a partir do dia 1 de agosto – trata-se de uma quebra de 70% em relação às taxas em vigor. O banco público anunciou ainda que vai deixar de pagar juros sempre que o valor bruto for inferior a um euro, quer nos depósitos poupança quer nos depósitos a prazo.