Time-Sharing nos EUA

Time-sharing de casas de luxo na Califórnia: startup Pacaso lança novo modelo

A startup Pacaso - fundada em 2020 por dois ex-executivos do famoso portal imobiliário Zillow - oferece uma versão profissionalizada do 'time-sharing' tradicional, voltada para o mercado de luxo. Neste modelo, cada um dos oito proprietários paga entre 250 mil e um milhão de dólares (213.200-853.000 euros, à taxa de câmbio atual) para usufruir da casa até 44 dias por ano. Mas este modelo de negócio não agrada a todos, ja que há vizinhos em algumas cidades na Califórnia, EUA, que recusam que os residentes entram e saiam das habitações sem que haja controlo. Isto num momento em que os preços das casas nessas pequenas cidades têm vindo a disparar. 
Mercado imobiliário chinês em queda após crise da Evergrande

Mercado imobiliário chinês em queda após crise da Evergrande

A crise na gigante imobiliária chinesa Evergrande está a deixar (muitas) marcas nos setores da construção e do imobiliário na China, um país que depende muito destas duas áreas de atividade. Sabe-se agora que as vendas contratadas dos 100 maiores construtores imobiliários da China recuaram 36% em setembro, em termos homólogos, para 759,6 mil milhões de yuan (101,8 mil milhões de euros ao câmbio atual). 
Governo espanhol aposta no arrendamento jovem

Espanha vai dar 250 euros aos jovens para ajudar a pagar a renda

A dinamização do mercado de arrendamento também está na ordem do dia em Espanha, tendo a coligação PSOE-Unidas Podemos dado luz verde para o seu segundo Orçamento, após chegar a um acordo sobre a nova lei da habitação. O mesmo estabelece limites aos arrendamentos de proprietários que tenham mais de 10 casas, deduções de 90% para senhorios privados que baixem as rendas e apoios de 250 euros por mês durante dois anos para jovens entre 18 e 35 anos com rendimentos inferiores a 23.750 euros.
Outra promotora com problemas agudiza crise imobiliária na China

Outra promotora com problemas agudiza crise imobiliária na China

A promotora chinesa Fantasia Holdings confirmou que no dia 4 de outubro não conseguiu cumprir as obrigações de pagamento do vencimento de uma dívida no valor de 205,65 milhões de dólares (177 milhões de euros), alimentando a incerteza em torno do alavancado setor imobiliário chinês, cujo expoente má