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Dez anos depois dos últimos apartamentos construídos pela Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) para jovens e famílias de classe média, a Câmara Municipal de Lisboa (CML) volta a construir lotes habitacionais para ter uma oferta pública de habitação para estes segmentos, desta vez através
O mercado de built to rent (construir para arrendar) deverá ganhar um novo impulso em Portugal nos próximos anos. Até 2024, estima-se que venham a entrar no mercado mais de 8.000 novos fogos deste tipo, especialmente em localizações menos centrais das cidades ou suburbanas com bons acessos a Lisboa e Porto, embora a maioria se encontre ainda em fase de licenciamento e alguns sejam de iniciativa municipal, revela o Marketbeat Portugal Primavera 2021, da consultora Cushman & Wakefield (C&W).
Será a permuta um negócio a ter em conta quando se quer mudar de casa? “O processo é mais célere e os encargos fiscais com a permuta de casas diminuem. Mas é complexo conseguir a harmonia entre os desejos de grandeza e de localização dos proprietários e o acordo sobre o valor dos imóveis”, explica a Deco Proteste. Fica a saber tudo sobre um processo de permuta de casa, nomeadamente as suas vantagens e desvantagens.
O Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) recebeu 80 pedidos de prorrogação dos empréstimos de apoio ao pagamento de rendas, dos quais 67 foram decididos ou estão em processo de decisão, disse à Lusa fonte oficial da tutela.
Os concursos para a exploração de sete imóveis públicos devolutos afetos ao Fundo Revive Natureza, na sua maioria antigos postos fiscais e casas de guardas-florestais, receberam 161 propostas, atualmente em análise, anunciou o Governo.Em comunicado, o Ministério da Economia e da Transição Digital ad
A MVGM conquistou um mandato de gestão de arrendamento para um investidor internacional com escritório em Lisboa, que prevê um investimento em Portugal entre os 25 e os 30 milhões de euros, só em 2021.
A taxa de esforço das famílias para o pagamento da renda de uma casa em Portugal pode ir até aos 41%, segundo um estudo publicado pelo idealista, que cruzou os preços de arrendamento de março de 2021, com a estimativa de rendimentos líquidos familiares nesse mesmo período de tempo.
No espaço de dez anos, entre 2010 e o quarto trimestre de 2020, os preços das casas subiram mais de 40% em Portugal. Um cenário de crescimento que também se verificou no mercado de arrendamento, com o valor cobrado por senhorios a inquilinos a disparar mais de 20%. Trata-se de valores bem superiores aos verificados na média dos países da União Europeia (UE) e da Zona Euro, segundo dados divulgados esta quinta-feira (8 de abril de 2021) pelo Eurostat.
O Governo já pagou 25,3 milhões de euros em apoios às rendas comerciais, segundo declarações do ministro Pedro Siza Vieira, durante uma audição na Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) vai ter mais poderes para fiscalizar contratos de arrendamentos, segundo revelou a secretária de Estado da Habitação (SEH), Marina Gonçalves.
A administradora executiva da Fundiestamo admite atrasos na execução dos subfundos que visam a reabilitação de edifícios e a sua disponibilização a preços acessíveis, mas garante que há um esforço para criar condições para a sua concretização. Paula d’Orey diz que os três subfundos já cria
Apesar dos desafios da pandemia, o mercado imobiliário português tem-se demonstrado resiliente e deverá continuar a reunir as condições que o têm tornado tão atrativo para os investidores nacionais e internacionais, segundo o WMarket Review da Worx.
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) abriu mais um concurso no âmbito do Programa Renda Acessível (PRA), com 118 apartamentos na Praça do Saldanha, Avenida da República e rotunda de Entrecampos, integralmente constituído pelas primeiras habitações reabilitadas nos antigos edifícios da Segurança Social
O aumento dos preços no mercado imobiliário, nos últimos anos, a par da falta de oferta de casas - sobretudo nos centros urbanos do Porto e Lisboa -, tem levado a que cada vez mais pessoas considerem a possibilidade de transformar imóveis afetos ao comércio e serviços (tais como ateliers, lojas, armazéns, entre outros) em habitação. No entanto, a mudança de afetação de um imóvel é um processo que pode ser complexo e cujos custos e riscos devem ser tomados em conta, aquando de uma tomada de decisão por parte dos proprietários ou futuros donos da propriedade. Explicamos tudo com fundamento jurídico.
A pandemia da Covid-19 trouxe consigo alterações no mercado imobiliário, mais concretamente no tipo de casas que as pessoas procuram, bem como nas respetivas localizações. Destaque, desde logo, para o aumento da procura de casas novas e/ou recém-construídas. Esta é, de resto, uma das conclusões a retirar do último estudo residencial realizado pela imobiliária espanhola Solvia, que analisa os tipos de compradores que estão a surgir no mercado da construção/obra nova.
Cerca de um quarto das recusas dos pedidos de apoio para pagamento de renda habitacional pelo Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) deveu-se à falta de um contrato de arrendamento válido, segundo dados do Ministério das Infraestruturas e Habitação.
Os preços das casas para arrendar em Portugal desceram 5,1% num ano, em março de 2021 face ao mesmo mês do ano passado, um período marcado pela chegada da pandemia da Covid-19 ao país. Segundo o índice de preços do idealista, no final do mês de março deste ano, arrendar casa tinha um custo de 11 euros por metro quadrado (m2). Já em relação à variação trimestral, a descida foi de 1,7%.
A pandemia da Covid-19 tem afetado o quotidiano das pessoas à escala global, com as implicações a manifestarem-se das mais variadas formas, desde as mais basilares que implicam vermos os nossos direitos, liberdades e garantias ser restringidos, a alterações às regras de saúde pública, impactos e desequilíbrios económicos, problemas sociais, entre muitos outros. O mercado de arrendamento habitacional também sentiu o impacto da crise pandémica. Explicamos tudo sobre estas alterações, com fundamento jurídico.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) vai sortear 54 casas no âmbito do Programa de Arrendamento Acessível, espalhadas por vários municípios do país. As candidaturas ao concurso abrem a partir de quarta-feira, 7 de abril de 2021.
O projeto de urbanização e construção de 232 fogos no Monte da Bela, nos terrenos do antigo Bairro de São Vicente de Paulo, em Campanhã, no Porto, tem luz verde para avançar para concurso público, que será internacional. Em causa está um projeto que prevê a contratação de privados, por um valor superior a 16 milhões de euros, para execução da empreitada, e a cedência, por parte da Câmara Municipal do Porto (CMP), de metade da área construtiva do terreno e de quatro lotes do Plano de Pormenor das Antas (PPA). Metade das 232 casas terá como destino o mercado de arrendamento acessível.