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O Programa de Arrendamento Acessível (PAA), em vigor há um ano, tem ficado “aquém das expectativas”, mas pode ser hoje “uma escapatória” em tempos de pandemia, na perspetiva dos mediadores imobiliários, embora os proprietários continuem a manifestar falta de confiança.“Ao fim de um ano, sinceramente
A atividade de Alojamento Local (AL) é uma das que mais está a sentir os efeitos negativos provocados pela suspensão global dos fluxos turísticos, paralisados pela pandemia da Covid-19.
Como medida de apoio às famílias em dificuldades - por quebras de rendimentos geradas pela crise da pandemia da Covid-19 - o Parlamento aprovou o prolongamento do resgate de Planos de Poupança Reforma (PPR) sem penalizações, até dezembro de 2020.
O Governo quer dar mais tempo aos inquilinos não habitacionais que aderiram à moratória para pagarem as rendas vencidas e que o diferimento possa manter-se nos três meses seguintes ao mês do levantamento da imposição de encerramento.
A Associação dos Mediadores do Imobiliário de Portugal (ASMIP) vai realizar um conjunto de palestras online ao longo de todo o dia desta terça-feira, 30 de junho de 2020, para comemorar o Dia do Mediador Imobiliário.
O Governo aprovou um regime jurídico de arrendamento forçado nas Áreas Integradas de Gestão da Paisagem (AIGP), isto é, zonas percorridas por incêndios com áreas superiores a 500 hectares, permitindo que o Estado se substitua ao papel dos proprietários na execução de "intervenções inadiáveis" que não sejam feitas voluntariamente.
A Merlin Properties (MP) aterrou em Portugal em 2015, com a compra do Edifício Caribe, no Parque das Nações, em Lisboa, e desde então foi sempre a somar, tendo inclusive começado a cotar este ano em bolsa – em regime de dual listing e não como Sociedade de Investimento e Gestão Imobiliária (SIGI), estatuto que ainda não adotou em Portugal. Em entrevista ao idealista/news, Ismael Clemente, CEO da SOCIMI espanhola, diz que a aposta em Portugal é para manter, mesmo no pós-Covid-19. Uma garantia, de resto, que já tinha sido dada por João Cristina, diretor da empresa em Portugal.
O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira, dia 25 de junho de 2020, uma proposta de lei, a submeter ao parlamento, que altera o regime das moratórias de arrendamento urbano não habitacional, destinada sobretudo aos operadores comerciais, em vigor no decurso da pandemia de covid-19.
Junho é o mês do orgulho. Assinala-se a defesa da igualdade e a liberdade na orientação sexual e identidade de género, ainda que este ano, por causa da Covid-19, as ruas não se pintem com as cores do arco-íris, como habitual.
A Axians, marca do grupo VINCI Energies que opera na área das Tecnologias da Informação, vai ocupar a totalidade do edifício República 87, em Lisboa – são ao todo 2.700 metros quadrados (m2), tendo o imóvel quatro pisos de escritórios e dois subterrâneos. Trata-se de um antigo palacete reconvertido em edifício de escritórios, tendo o negócio sido consumado em pleno estado de emergência, na sequência da pandemia de Covid-19.
A Haier Candy Hoover arrendou o piso cinco – são 450 metros quadrados (m2) – do edifício Malhoa 14, situado na Avenida José Malhoa, nas imediações da Praça de Espanha e de Sete Rios, em Lisboa. A conceituada fabricante de eletrodomésticos junta-se, desta forma, a outros grandes ocupantes do imóvel, como por exemplo a ANACOM.
A Câmara de Bragança revogou esta quarta-feira, dia 24 de junho, a deliberação de venda de um terreno municipal ao hospital privado que está a instalar-se na cidade, decisão que anula o negócio, criticado pela oposição socialista.
A pandemia está a ter várias consequências na economia, mas também na sociedade. O confinamento gerou, por exemplo, uma subida do número de ruturas das relações matrimoniais. E, nestes casos, o que acontece à casa de morada de família? Explicamos como proceder, com fundamento jurídico, uma vez que a transmissão ou uso da casa pode ser foco de divergência, seja de ambos os cônjuges, seja propriedade de apenas um dos elementos do casal.
Os preços das casas à venda subiram 10,3% em Portugal no primeiro trimestre de 2020 face ao mesmo período do ano passado, tendo sido vendidos 43.532 imóveis, menos 11,6% que no trimestre anterior e menos 0,7% face ao período homólogo. Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), mantém-se, no entanto, otimista quanto à recuperação do setor, que não está imune, como todos os outros, “às consequências” da crise da pandemia da Covid-19.
As imobiliárias estão a sentir “na pele” os efeitos da pandemia da Covid-19, mas não atiraram a “toalha ao chão” durante os últimos meses, usando e abusando da digitalização, por exemplo. No caso da Remax, desde que vigorou o estado de emergência, a 19 de março, até ao fim da segunda fase do plano de desconfinamento, a 31 de maio, atingiu 827,5 milhões de euros de volume de preços, que resultam de 10.769 transações imobiliárias (arrendamento e compra/venda), tendo vendido 4.769 imóveis.
A Sonae Sierra e o Bankinter juntaram-se, no final do ano passado, para lançar uma Sociedade de Investimento e Gestão Imobiliária (SIGI) no país, tal como revelou o idealista/news em primeira mão. O regime das SIGI obriga a que o veículo entre em bolsa até um ano após ser constituído,
O Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) já recebeu quase 2.000 pedidos de empréstimos para apoio no pagamento das rendas devido à pandemia, mas a ajuda só chegou, até agora, a cerca de 500 famílias. Do total de pedidos, quase 700 foram devolvidos por falta de documentação. Os presidentes das associações de inquilinos e senhorios estranham a escassa procura.
Em maio de 2020, o valor sob gestão dos fundos de investimento imobiliário nacionais (FII, fundos especiais de investimento imobiliário (FEII) e fundos de gestão de património imobiliário (FUNGEPI)) atingiu os 10.442,7 milhões de euros, menos 26,8 milhões (0,26%) do que em abril, revela a Comissão d
O mercado residencial está a sentir o “abalo” da pandemia da Covid-19, tendo-se registado em abril de 2020 menos vendas de casas e menos arrendamentos que no mês anterior e no período homólogo. Em causa estão dados, ainda preliminares e “sujeitos a atualização posterior”, revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta sexta-feira (19 de junho de 2020).
A Homing decidiu enfrentar os tempos de incerteza e arriscar num novo segmento de negócio, o da mediação imobiliária. E apesar da diversificação da oferta já estar há muito tempo na mira, o “timming certo” surgiu agora, em plena pandemia da Covid-19, garante João Bolou Vieira, CEO do grupo.